Parkinson
Citação de Michelle Caroline Friedrich em janeiro 12, 2026, 10:09 pmDoença de Parkinson é uma doença neurológica degenerativa e progressiva que afeta o sistema nervoso central, causando principalmente problemas de movimento como tremores em repouso, rigidez muscular, lentidão (bradicinesia) e desequilíbrio, devido à perda de neurônios produtores de dopamina no cérebro. Não há cura, mas o tratamento visa controlar os sintomas com medicamentos (como a levodopa), fisioterapia e, em alguns casos, cirurgia, melhorando a qualidade de vida do paciente. O diagnóstico é clínico, baseado nos sintomas e histórico do paciente.
Sintomas Comuns:
Motores: Tremores (especialmente nas mãos e dedos), rigidez, lentidão de movimentos, dificuldade para andar (arrastando os pés), postura curvada, micrografia (escrita pequena), voz baixa.
Não Motores: Alterações no sono, perda do olfato, constipação, depressão, ansiedade e, em estágios avançados, problemas cognitivos.
Causas e Fatores de Risco:
A causa exata é desconhecida, mas envolve a degeneração de células cerebrais que produzem dopamina.
Fatores genéticos, ambientais (exposição a pesticidas) e idade avançada são considerados fatores de risco.
Diagnóstico:
Baseado na história clínica e exame neurológico.
Tratamento:
Medicamentos: Levodopa (principal), agonistas dopaminérgicos, inibidores de MAO, entre outros, para repor ou mimetizar a dopamina.
Terapias: Fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional são cruciais.
Cirurgia: Em casos específicos, a Estimulação Cerebral Profunda (DBS) pode ser uma opção.
Estilo de Vida: Atividade física regular é fundamental para melhorar sintomas e bem-estar.
Pontos Importantes:
É uma doença progressiva, mas com tratamento adequado, a qualidade de vida pode ser mantida por muitos anos.
O tratamento deve ser individualizado e acompanhado por uma equipe multidisciplinar.
Doença de Parkinson é uma doença neurológica degenerativa e progressiva que afeta o sistema nervoso central, causando principalmente problemas de movimento como tremores em repouso, rigidez muscular, lentidão (bradicinesia) e desequilíbrio, devido à perda de neurônios produtores de dopamina no cérebro. Não há cura, mas o tratamento visa controlar os sintomas com medicamentos (como a levodopa), fisioterapia e, em alguns casos, cirurgia, melhorando a qualidade de vida do paciente. O diagnóstico é clínico, baseado nos sintomas e histórico do paciente.
Sintomas Comuns:
Motores: Tremores (especialmente nas mãos e dedos), rigidez, lentidão de movimentos, dificuldade para andar (arrastando os pés), postura curvada, micrografia (escrita pequena), voz baixa.
Não Motores: Alterações no sono, perda do olfato, constipação, depressão, ansiedade e, em estágios avançados, problemas cognitivos.
Causas e Fatores de Risco:
A causa exata é desconhecida, mas envolve a degeneração de células cerebrais que produzem dopamina.
Fatores genéticos, ambientais (exposição a pesticidas) e idade avançada são considerados fatores de risco.
Diagnóstico:
Baseado na história clínica e exame neurológico.
Tratamento:
Medicamentos: Levodopa (principal), agonistas dopaminérgicos, inibidores de MAO, entre outros, para repor ou mimetizar a dopamina.
Terapias: Fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional são cruciais.
Cirurgia: Em casos específicos, a Estimulação Cerebral Profunda (DBS) pode ser uma opção.
Estilo de Vida: Atividade física regular é fundamental para melhorar sintomas e bem-estar.
Pontos Importantes:
É uma doença progressiva, mas com tratamento adequado, a qualidade de vida pode ser mantida por muitos anos.
O tratamento deve ser individualizado e acompanhado por uma equipe multidisciplinar.
