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Principais desenvolvimentos

Ao longo deste conteúdo, aprendi que o desenvolvimento humano pode ser compreendido a partir de diferentes perspectivas teóricas, cada uma destacando aspectos específicos da relação entre o indivíduo, o meio e a constituição psíquica. Compreendi que o behaviorismo explica o comportamento a partir da interação estímulo–resposta e do papel do ambiente, inicialmente concebendo o sujeito de forma mais passiva, como em Watson, e depois reconhecendo sua participação ativa por meio dos reforços e das consequências do comportamento, como propôs Skinner.

Aprendi que as teorias cognitivistas deslocam o foco do comportamento observável para os processos mentais, entendendo o sujeito como ativo na construção do conhecimento. Em Vygotsky, compreendi a importância da dimensão histórico-social, da linguagem e da mediação do outro no desenvolvimento, especialmente por meio da Zona de Desenvolvimento Proximal. Em Piaget, entendi o desenvolvimento como um processo construtivo, marcado por desequilíbrios e reorganizações cognitivas, no qual a criança passa por estágios qualitativamente diferentes, construindo progressivamente formas mais complexas de pensamento.

Também aprendi que a psicanálise oferece uma leitura profunda do desenvolvimento humano ao considerar a dinâmica inconsciente e os conflitos internos. Em Freud, compreendi que o desenvolvimento é atravessado pela libido, pelas fases psicossexuais e pela organização da psique em id, ego e superego, o que explica comportamentos impulsivos, conflitos e processos de internalização das normas. Com Erikson, ampliei essa compreensão ao entender o desenvolvimento como psicossocial, marcado por crises ao longo de toda a vida, cuja resolução influencia a identidade, os vínculos, a produtividade e o sentido de integridade do sujeito.

De forma integrada, aprendi que o desenvolvimento humano não pode ser explicado por um único modelo, mas exige uma leitura articulada entre comportamento, cognição, relações sociais e dinâmica psíquica, reconhecendo o sujeito como ativo, histórico, relacional e em constante processo de construção.