Teoria cognitiva
Citação de Caroline Gonçalves em janeiro 11, 2026, 3:23 amAo longo deste estudo, compreendi que o desenvolvimento cognitivo não ocorre pela simples transmissão de conteúdos, mas por um processo ativo de construção interna, marcado por desequilíbrios, erros e reorganizações sucessivas. Aprendi, a partir da teoria do desenvolvimento cognitivo, que o erro não deve ser entendido como falha ou incapacidade, mas como um sinal de que o sujeito está em movimento, tentando compreender e responder às demandas do mundo. Sem erro, não há conflito cognitivo; sem conflito, não há transformação.
Passei a entender que o conhecimento se constrói quando algo rompe o equilíbrio prévio e exige do sujeito uma reorganização mais complexa de seus esquemas mentais. Essa compreensão me permitiu enxergar o desenvolvimento humano como um processo contínuo, não linear, no qual o caos, a dúvida e a frustração não são inimigos do aprendizado, mas condições necessárias para que ele aconteça.
Também adquiri maior clareza na distinção entre transtornos do neurodesenvolvimento, como o TDAH e o autismo, e funcionamentos cognitivos fragilizados por fatores ambientais. Compreendi que telas e estímulos excessivos não causam esses transtornos, mas podem interromper experiências fundamentais do desenvolvimento infantil, empobrecendo processos como a atenção sustentada, a autorregulação e o brincar simbólico. Essa diferenciação é essencial para evitar diagnósticos equivocados e intervenções inadequadas.
Outro aprendizado importante foi perceber como diferentes abordagens do desenvolvimento se complementam. Enquanto uma teoria explica a lógica estrutural da construção do pensamento, outra evidencia o papel do sentido, da linguagem, da cultura e da mediação no processo de aprendizagem. Entendi que o aprendizado só se consolida quando o conteúdo faz sentido para o sujeito e se conecta com sua realidade, seus valores e sua história. Quando isso acontece, o conhecimento deixa de ser apenas informação e se transforma em algo verdadeiramente internalizado.
Por fim, compreendi que aprender é um processo ético e transformador. Não se trata de impor verdades, rótulos ou modelos prontos, mas de respeitar o tempo, a singularidade e o modo de funcionamento de cada pessoa. Esse estudo ampliou minha forma de pensar o desenvolvimento humano, o sofrimento, o erro e a aprendizagem, levando-me a uma compreensão mais profunda, integrada e responsável do processo educativo e clínico.
Ao longo deste estudo, compreendi que o desenvolvimento cognitivo não ocorre pela simples transmissão de conteúdos, mas por um processo ativo de construção interna, marcado por desequilíbrios, erros e reorganizações sucessivas. Aprendi, a partir da teoria do desenvolvimento cognitivo, que o erro não deve ser entendido como falha ou incapacidade, mas como um sinal de que o sujeito está em movimento, tentando compreender e responder às demandas do mundo. Sem erro, não há conflito cognitivo; sem conflito, não há transformação.
Passei a entender que o conhecimento se constrói quando algo rompe o equilíbrio prévio e exige do sujeito uma reorganização mais complexa de seus esquemas mentais. Essa compreensão me permitiu enxergar o desenvolvimento humano como um processo contínuo, não linear, no qual o caos, a dúvida e a frustração não são inimigos do aprendizado, mas condições necessárias para que ele aconteça.
Também adquiri maior clareza na distinção entre transtornos do neurodesenvolvimento, como o TDAH e o autismo, e funcionamentos cognitivos fragilizados por fatores ambientais. Compreendi que telas e estímulos excessivos não causam esses transtornos, mas podem interromper experiências fundamentais do desenvolvimento infantil, empobrecendo processos como a atenção sustentada, a autorregulação e o brincar simbólico. Essa diferenciação é essencial para evitar diagnósticos equivocados e intervenções inadequadas.
Outro aprendizado importante foi perceber como diferentes abordagens do desenvolvimento se complementam. Enquanto uma teoria explica a lógica estrutural da construção do pensamento, outra evidencia o papel do sentido, da linguagem, da cultura e da mediação no processo de aprendizagem. Entendi que o aprendizado só se consolida quando o conteúdo faz sentido para o sujeito e se conecta com sua realidade, seus valores e sua história. Quando isso acontece, o conhecimento deixa de ser apenas informação e se transforma em algo verdadeiramente internalizado.
Por fim, compreendi que aprender é um processo ético e transformador. Não se trata de impor verdades, rótulos ou modelos prontos, mas de respeitar o tempo, a singularidade e o modo de funcionamento de cada pessoa. Esse estudo ampliou minha forma de pensar o desenvolvimento humano, o sofrimento, o erro e a aprendizagem, levando-me a uma compreensão mais profunda, integrada e responsável do processo educativo e clínico.
