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Desafio

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A Neurociência melhora a REGULAÇÃO EMOCIONAL mostrando como o cérebro funciona por trás das emoções. Para intervenções mais certeiras e rápidas.

Na prática explica pro paciente como reinterpretar medos ativa pré-frontal e acalma amígdala reduzindo ruminações. Praticar mudanças de enquadramento, monitorando redução na intensidade emocional. Registro diário de ativações, reforçando plasticidade via repetição. Resultando em Menos evitação e maior regulação em 4 a 6 sessões, com evidências de menor reatividade cerebral.

Aplicações da neuroplasticidade no processo terapêutico

Os avanços da neurociência no século XXI demonstraram que o cérebro possui uma capacidade contínua de reorganização, conhecida como neuroplasticidade, o que trouxe impactos significativos para a prática terapêutica. Esse conhecimento reforça a compreensão de que pensamentos, emoções e comportamentos podem ser modificados ao longo do tempo por meio de intervenções clínicas estruturadas e consistentes.

Na prática terapêutica, a neuroplasticidade auxilia o profissional a planejar intervenções que favoreçam a criação de novos padrões neurais mais adaptativos, substituindo respostas automáticas disfuncionais associadas a experiências traumáticas, ansiedade ou depressão. Técnicas utilizadas em abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental, o mindfulness e o treinamento emocional contribuem para fortalecer circuitos neurais relacionados à autorregulação emocional, atenção e flexibilidade cognitiva.

Um exemplo prático de aplicação desse conhecimento ocorre no atendimento de pacientes com transtornos de ansiedade. Ao trabalhar a reestruturação cognitiva e a exposição gradual a situações ansiogênicas, o terapeuta estimula o cérebro a formar novas conexões neurais, reduzindo a ativação excessiva do sistema de ameaça e promovendo respostas emocionais mais equilibradas. Com a repetição das experiências terapêuticas, o paciente passa a responder de forma mais funcional às situações do cotidiano, evidenciando o papel da neuroplasticidade no processo de mudança terapêutica.

  • Como a neurociência ajuda na prática terapêutica? Ela mostra que o córtex pré-frontal modula a amígdala (centro das emoções rápidas). Técnicas como reavaliação cognitiva fortalecem essa conexão, reduzindo reações automáticas e aumentando o controle emocional.
  • Exemplo prático no atendimento: Paciente ansioso antes de falar em público: amígdala dispara medo. Explico que é um “alarme falso” do cérebro e trabalhamos reavaliação (“é só adrenalina pra me ajudar a render melhor”) + respiração. Ele aprende a recrutar o pré-frontal e a ansiedade vira algo gerenciável.
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