Fórum

Please or Cadastrar to create posts and topics.

Desafio

PreviousPage 128 of 129Next

Baseando nesse principio, na infância quando se observa-se, podemos enxergar uma grande agitação no comportamento de pessoas em determinados tempos, tendo como exemplo nossos próprios antepassados, quando criança observava meus avós, porem não tinha estrutura de experiencia possível para aconselha-los, porem se conseguisse intervi de alguma forma, buscaria ajudar e compreender seus próprios medos, meu avo observava a idade ja cansada onde se sentia sozinho no vazio da própria existência, sem forças, sem apoio. A maturidade diria que poderia dizer que cada ser humano tem sua importância no complexo da existência, cada ser por si só já tem sua historia no teatro do tempo, como moldar os pensamentos? entender que o tempo apresenta-se como a base para compreensão, a forja que moldaria os pensamentos mais interessantes para olhar para a vida como uma realidade transformado, a metamorfose que  abre a luz do brilho da vida como a mais bela e desafiadora, e que somos os principais protagonista da nossa própria historia.

TRATANSO-SE DA PSICILOGIA NO SECULO XXIV DEIXARIA DE LADO O ESTRURURALISMO, FOCANDO MAIS NA FORMA DE FUNCIONALISMO, PELO SEU AMPLO ASPECO DE ESTUDO ENVOLVENDO CRIANÇAS, ANIMAIS, AS DIFERENÇAS INDIVIDUAIS E POR ESTAR MAIS PROXIMA DO MÉTODO BEHAVIORISMO.

JA JA LANDO NO SÉCULO XX, UTILIZARIA METÓDOS EM QUE A PSICANÁLISE TEM COMO BASE FUNDAMENTAL PARA SEU CAMPO DE ATUAÇÃO, BASEADO PRINCIPALMENTE NOS MÉTODOS DE SIGMOND FREUD E BEHAVIORISMO, POIS BUSCAM ENTENDER O ESTUDO DA MENTE DE FORMA HOLISTICA, ONDE BUSCA-SE ENTERDER O INCONCIENTE E TABEM SEU COMPORTAMENTO, PRINCIPALMENTE DIANTE DA NOSSDA REALIDADE COITIDIANA.

 

Século XIX estruturalismo e funcionalismo:

Se eu fosse profissional no século XIX, atuando com o estruturalismo: trabalharia em um laboratório experimental como o de Wundt em leipzig. Meu espaço seria o ambiente científico, acadêmico, universitário minhas atividades seriam: aplicar o método da introspecção treinada, pedir as pessoas que descrevessem com precisão suas percepções, sensações e sentimentos, buscando identificar os elementos básicos que formam a consciência. Eu olharia para a mente como quem desmonta um objeto para entender de que partes é feito. Com o funcionalismo, de William James: já não me limitava o laboratório poderia atuar também em escolas, instituições, somando as pessoas em situações reais. Minha preocupação não seria só do que é feita a mente, mas sim para que ela serve, como ela funciona na prática, como ajuda a pessoa se adaptar ao mundo estudaria como a memória, os hábitos e as emoções ajudam cada uma viver e se desenvolver.

Século XX Gestalt, behaviorismo e psicanálise congestalt atuaria em espaços de educação, arte, percepção, terapia. Minha prática seria mostrar que o todo é mais do que a soma das partes ajudaria as pessoas a compreenderem como organizam o que veem e sentem buscando sempre o sentido completo, não os pedaços. Trabalharia com percepção, aprendizagem resolução de problemas, sempre olhando para a pessoa como um todo

Com o behaviorismo: atuaria em escola, clínicas, empresas, instituições reabilitação Meu foco seria o comportamento observável e mensurável ponto trabalharia com estímulos e respostas recompensas e punições, ajudando a criar hábitos saudáveis e a eliminar comportamentos prejudiciais não me concentraria no que não se vê, como sentimentos ocultos, mas no que a pessoa faz, agindo sobre o ambiente para transformar a ação.

Com a psicanálise atuaria em consultório, atendimento clínico, acompanhamento terapêutico. Meu espaço seria a escuta a fala livre o tempo e o silêncio usaria a associação livre, a interpretação dos sonhos, das falas e dos esquecimentos buscando compreender o inconsciente, aquilo que a pessoa não sabe que sente mas que guia sua vida ajudaria a trazer a luz do que estava escondido, permitindo maior autoconhecimento e liberdade.

Cada época e cada escola trouxe uma forma diferente de olhar e cuidar do ser humano. No século XIX colocou a psicologia no caminho da ciência; o século XX ampliou os seus horizontes levando-a para dentro de nós, para o comportamento, para as percepções, e principalmente para o inconsciente. Hoje eu me vejo reunindo tudo isso: a escuta da psicanálise a visão do todo de Gestalt o respeito ao comportamento do barbearismo e a base científica que tudo começou. Cada escola é uma lente que me ajuda a ver o ser humano de forma mais completa.

 

Se eu fosse psicólogo no século XIX, minha atuação seria bastante diferente da que conhecemos atualmente, pois a Psicologia ainda estava se constituindo como ciência independente. A partir da perspectiva estruturalista, eu trabalharia principalmente em laboratórios de Psicologia, investigando a estrutura da mente e da experiência consciente. Utilizaria métodos experimentais e a introspecção, buscando compreender elementos básicos da consciência, como sensações, sentimentos e percepções.

Com o desenvolvimento da Psicologia no século XX, surgiram diferentes teorias que passaram a explicar o comportamento e a experiência humana de maneiras distintas. Orientado pela Psicanálise, minha atuação estaria principalmente relacionada à clínica. Eu trabalharia com pessoas que apresentassem conflitos, sofrimentos e dificuldades emocionais, buscando compreender aquilo que não está imediatamente acessível à consciência. Utilizaria recursos como a associação livre, a interpretação dos sonhos e a análise da fala do paciente, procurando compreender a influência do inconsciente, das experiências infantis e dos conflitos psíquicos sobre o comportamento e a vida emocional.

Refletindo sobre a evolução histórica da Psicologia e me imaginando atuando como profissional em cada época, divido minha atuação da seguinte forma:
1. Século XIX
Estruturalismo: Atuaria em laboratórios experimentais acadêmicos, utilizando a introspecção controlada para mapear os elementos da consciência (sensações e sentimentos).
Funcionalismo: Trabalharia em escolas e ambientes educacionais, focando em como a mente ajuda o indivíduo a se adaptar ao meio por meio do estudo da aprendizagem e testes mentais.
2. Século XX
Gestalt: Atuaria na pesquisa e clínica focando na percepção da totalidade ("o todo é diferente da soma das partes") e no momento presente.
Behaviorismo: Trabalharia em clínicas, escolas e empresas, aplicando técnicas de condicionamento e reforço para modificar o comportamento observável.
Psicanálise: Atuaria em consultório clínico, investigando o inconsciente por meio da associação livre e interpretação de conteúdos psíquicos.
Essa trajetória mostra como as práticas psicológicas se adaptam ao contexto histórico e social de cada época.

Refletindo sobre a evolução histórica da Psicologia e me imaginando atuando como profissional em cada época, divido minha atuação da seguinte forma:
1. Século XIX
Estruturalismo: Atuaria em laboratórios experimentais acadêmicos, utilizando a introspecção controlada para mapear os elementos da consciência (sensações e sentimentos).
Funcionalismo: Trabalharia em escolas e ambientes educacionais, focando em como a mente ajuda o indivíduo a se adaptar ao meio por meio do estudo da aprendizagem e testes mentais.
2. Século XX
Gestalt: Atuaria na pesquisa e clínica focando na percepção da totalidade ("o todo é diferente da soma das partes") e no momento presente.
Behaviorismo: Trabalharia em clínicas, escolas e empresas, aplicando técnicas de condicionamento e reforço para modificar o comportamento observável.
Psicanálise: Atuaria em consultório clínico, investigando o inconsciente por meio da associação livre e interpretação de conteúdos psíquicos.
Essa trajetória mostra como as práticas psicológicas se adaptam ao contexto histórico e social de cada época.

Atuação no Século XIX
  • Estruturalismo (Titchener / Wundt):
    • Campos e Locais: Laboratórios acadêmicos de pesquisa e universidades.
    • Práticas e Atividades: Aplicação do método de introspecção treinada em condições experimentais controladas. O foco estaria em mapear a estrutura da mente consciente, decompondo-a em seus elementos básicos (sensações, imagens mentais e afetos).
  • Funcionalismo (William James / Dewey):
    • Campos e Locais: Escolas, ambientes educacionais e instituições voltadas à adaptação social.
    • Práticas e Atividades: Estudo do comportamento e dos processos mentais em termos de sua função adaptativa no ambiente real. Desenvolvimento de intervenções pedagógicas e técnicas para otimizar a aprendizagem e a resolução de problemas no cotidiano.

Atuação no Século XX
  • Behaviorismo (Watson / Skinner):
    • Campos e Locais: Clínicas de modificação comportamental, empresas, escolas e centros de treinamento.
    • Práticas e Atividades: Utilização do condicionamento clássico e operante para modelar, reforçar ou extinguir comportamentos. Mapeamento de contingências (estímulo-resposta-reforço) e aplicação da análise do comportamento em contextos clínicos e educacionais.
  • Gestalt (Wertheimer / Koffka / Köhler):
    • Campos e Locais: Clínicas de psicoterapia, pesquisas sobre percepção/cognição, design e artes visuais.
    • Práticas e Atividades: Intervenção focada na percepção holística ("o todo é maior que a soma das partes"). Análise dos fenômenos de insight, dinâmica figura-fundo e organização perceptual para auxiliar o indivíduo a reestruturar sua percepção dos problemas.
  • Psicanálise (Freud):
    • Campos e Locais: Consultórios privados de psicanálise e instituições de saúde mental/sanatórios.
    • Práticas e Atividades: Uso da associação livre, análise dos sonhos, atos falhos e interpretação da transferência. O trabalho focado no acesso ao inconsciente para elaboração de conflitos psíquicos profundos e tratamento de neuroses.

Tanto a psicologia como a psicanalise são de extrema importância para a cura do individuo. Muito interessante, pois vemos que a psicologia precisa não so de soluções no papel, mas também praticas sociais.

A psicanálise, sustentando a escuta ativa através da fala do paciente, que através disso, busca trazer seu inconsciente para o consciente.

No século XIX o desafio era mais sobre o indivíduo, devido as mudanças de uma era rural, artesanal onde se viviam em comunidades constituídas como famílias para uma era de desenvolvimento industrial, onde o indivíduo já não era "visto" no todo, devido as grandes Metrópolis surgidas. Como profissional, o foco seria trabalhar a mente no sentido da adaptação do sujeito, para que o mesmo percebesse sua importância.

Já no século XIX, devido as grandes guerras, o foco seria um trabalho para restabelecer as funções do indivíduo, com tratamentos para os traumas gerados.

PreviousPage 128 of 129Next