Escutar o Sujeito para Além do Individual: aprendizados da Psicanálise Social
Citação de Ivanete em fevereiro 4, 2026, 1:42 amAo longo do módulo Principais Matrizes Teóricas da Psicanálise Social, fui compreendendo que o sujeito não pode ser pensado de forma isolada, desvinculado do contexto social em que vive. Aprendi que o sofrimento psíquico é atravessado por fatores históricos, culturais, econômicos e simbólicos, e que a psicanálise social amplia o olhar para além do indivíduo. As diferentes matrizes teóricas mostram que não existe uma única forma de compreender o sujeito, mas múltiplas ferramentas que se complementam.
Esse módulo me ajudou a entender que o inconsciente também é socialmente constituído, marcado pelas relações, pelos discursos e pelas condições de vida. Ao conhecer abordagens como a psicanálise social crítica e a teoria das representações sociais, percebi a importância de considerar as desigualdades, os vínculos e os processos coletivos na escuta clínica.
Como futura psicanalista, aprendo que escutar o sujeito é também escutar seu contexto, sua história e os atravessamentos sociais que produzem sofrimento. Esse conhecimento fortalece uma prática ética, sensível e comprometida com a dignidade humana, ampliando minha compreensão sobre o cuidado em saúde mental para além do consultório.
Ao longo do módulo Principais Matrizes Teóricas da Psicanálise Social, fui compreendendo que o sujeito não pode ser pensado de forma isolada, desvinculado do contexto social em que vive. Aprendi que o sofrimento psíquico é atravessado por fatores históricos, culturais, econômicos e simbólicos, e que a psicanálise social amplia o olhar para além do indivíduo. As diferentes matrizes teóricas mostram que não existe uma única forma de compreender o sujeito, mas múltiplas ferramentas que se complementam.
Esse módulo me ajudou a entender que o inconsciente também é socialmente constituído, marcado pelas relações, pelos discursos e pelas condições de vida. Ao conhecer abordagens como a psicanálise social crítica e a teoria das representações sociais, percebi a importância de considerar as desigualdades, os vínculos e os processos coletivos na escuta clínica.
Como futura psicanalista, aprendo que escutar o sujeito é também escutar seu contexto, sua história e os atravessamentos sociais que produzem sofrimento. Esse conhecimento fortalece uma prática ética, sensível e comprometida com a dignidade humana, ampliando minha compreensão sobre o cuidado em saúde mental para além do consultório.
