Importância do Módulo 1.
Citação de Savio Negrao em janeiro 9, 2026, 3:26 pmA relevância desse conhecimento estudado no Módulo 1 está na transição de um modelo de assistência focado exclusivamente na patologia para uma prática integral que acolhe a totalidade da experiência humana. Ao incorporar a perspectiva psicanalítica no cotidiano das equipes interprofissionais, o atendimento deixa de ser uma mera aplicação de protocolos e se transforma em um campo de construção de autonomia. Essa abordagem se conecta à psicanálise ao reconhecer que o indivíduo em busca de auxílio é um sujeito dotado de uma história particular e de processos mentais que moldam sua percepção sobre a dor e o tratamento.
Dessa forma, a horizontalidade proposta no debate clínico é uma aplicação direta da ética da escuta: o profissional abre mão de uma postura de controle para estabelecer uma parceria com o usuário. Esse movimento é essencial porque, ao ser tratado como protagonista de sua própria vida e não como um organismo passivo, o paciente desenvolve um vínculo de confiança, o que a psicanálise chama de transferência, que é o que sustenta e viabiliza a eficácia de qualquer plano terapêutico. Portanto, ao valorizar a subjetividade, o serviço de saúde pública cumpre seu papel de promover não apenas o bem-estar físico, mas o direito de cada pessoa ser reconhecida e respeitada em sua singularidade, garantindo que o cuidado seja verdadeiramente compartilhado e transformador.
A relevância desse conhecimento estudado no Módulo 1 está na transição de um modelo de assistência focado exclusivamente na patologia para uma prática integral que acolhe a totalidade da experiência humana. Ao incorporar a perspectiva psicanalítica no cotidiano das equipes interprofissionais, o atendimento deixa de ser uma mera aplicação de protocolos e se transforma em um campo de construção de autonomia. Essa abordagem se conecta à psicanálise ao reconhecer que o indivíduo em busca de auxílio é um sujeito dotado de uma história particular e de processos mentais que moldam sua percepção sobre a dor e o tratamento.
Dessa forma, a horizontalidade proposta no debate clínico é uma aplicação direta da ética da escuta: o profissional abre mão de uma postura de controle para estabelecer uma parceria com o usuário. Esse movimento é essencial porque, ao ser tratado como protagonista de sua própria vida e não como um organismo passivo, o paciente desenvolve um vínculo de confiança, o que a psicanálise chama de transferência, que é o que sustenta e viabiliza a eficácia de qualquer plano terapêutico. Portanto, ao valorizar a subjetividade, o serviço de saúde pública cumpre seu papel de promover não apenas o bem-estar físico, mas o direito de cada pessoa ser reconhecida e respeitada em sua singularidade, garantindo que o cuidado seja verdadeiramente compartilhado e transformador.
