Princípios da imagem Pessoal
Citação de BRUNA MENDONÇA ROBALO em janeiro 6, 2026, 1:08 pmQuando um bebê nasce, ele não possui autonomia suficiente para sobreviver sozinho.
Mais do que isso: ele ainda não se reconhece como um ser individual.Nesse início da vida, sua existência depende inteiramente do outro, na maioria das vezes da mãe, que não apenas o alimenta e protege, mas também o sustenta simbolicamente.
À medida que essa criança cresce, começa a observar o mundo ao seu redor.
Sente, percebe, reage.
Descobre as próprias mãos, os pés, o corpo.
Mas ainda não sabe quem é.Em determinado momento, ela se depara com o próprio reflexo no espelho.
E, diante dessa imagem, busca o olhar da mãe.É através do reconhecimento do outro que a criança passa a compreender que aquele reflexo lhe pertence.
Que aquela imagem é ela.Assim, a identidade começa a se formar mediada pelo olhar do outro.
Durante a primeira infância, a criança se vê e se reconhece de acordo com aquilo que seus pais dizem que ela é.
Essas palavras, gestos e reações vão sendo registradas profundamente em seu inconsciente, formando a base da sua autoimagem.Com o tempo, à medida que vive suas próprias experiências e se insere na sociedade, essa imagem inicial vai sendo ampliada.
Ela passa a construir sua identidade a partir da imagem que faz de si mesma, do olhar do outro e do meio em que está inseridaÉ nesse processo que também se formam suas percepções, crenças e paradigmas.
Ela passa a se identificar com histórias, contextos e situações.
Constrói sua noção de certo e errado, do que pode ou não fazer, do que é bem e do que é mal.Ao longo da vida, porém, muitas pessoas permanecem presas a determinadas identificações.
Vivem em loops internos de culpa, medo, angústia ou sofrimento ligados a experiências do passado, que continuam atuando como programas rodando em segundo plano.
O passado, não fica para trás, ele se atualiza diariamente.
Para sair desses estados repetitivos, não basta apenas compreender racionalmente o que aconteceu.
É necessário romper com o campo das identificações, especialmente em sua instância puramente imaginária.Enquanto o sujeito continuar se confundindo com a imagem que construiu de si mesmo ou com a imagem que o outro lhe atribuiu, ele seguirá aprisionado a padrões antigos.
Quando um bebê nasce, ele não possui autonomia suficiente para sobreviver sozinho.
Mais do que isso: ele ainda não se reconhece como um ser individual.
Nesse início da vida, sua existência depende inteiramente do outro, na maioria das vezes da mãe, que não apenas o alimenta e protege, mas também o sustenta simbolicamente.
À medida que essa criança cresce, começa a observar o mundo ao seu redor.
Sente, percebe, reage.
Descobre as próprias mãos, os pés, o corpo.
Mas ainda não sabe quem é.
Em determinado momento, ela se depara com o próprio reflexo no espelho.
E, diante dessa imagem, busca o olhar da mãe.
É através do reconhecimento do outro que a criança passa a compreender que aquele reflexo lhe pertence.
Que aquela imagem é ela.
Assim, a identidade começa a se formar mediada pelo olhar do outro.
Durante a primeira infância, a criança se vê e se reconhece de acordo com aquilo que seus pais dizem que ela é.
Essas palavras, gestos e reações vão sendo registradas profundamente em seu inconsciente, formando a base da sua autoimagem.
Com o tempo, à medida que vive suas próprias experiências e se insere na sociedade, essa imagem inicial vai sendo ampliada.
Ela passa a construir sua identidade a partir da imagem que faz de si mesma, do olhar do outro e do meio em que está inserida
É nesse processo que também se formam suas percepções, crenças e paradigmas.
Ela passa a se identificar com histórias, contextos e situações.
Constrói sua noção de certo e errado, do que pode ou não fazer, do que é bem e do que é mal.
Ao longo da vida, porém, muitas pessoas permanecem presas a determinadas identificações.
Vivem em loops internos de culpa, medo, angústia ou sofrimento ligados a experiências do passado, que continuam atuando como programas rodando em segundo plano.
O passado, não fica para trás, ele se atualiza diariamente.
Para sair desses estados repetitivos, não basta apenas compreender racionalmente o que aconteceu.
É necessário romper com o campo das identificações, especialmente em sua instância puramente imaginária.
Enquanto o sujeito continuar se confundindo com a imagem que construiu de si mesmo ou com a imagem que o outro lhe atribuiu, ele seguirá aprisionado a padrões antigos.
