Princípios da imagem pessoal
Citação de ELIZABETH MARQUES em janeiro 28, 2026, 5:00 pmA imagem pessoal é uma construção imaginária. É uma representação mental que o indivíduo cria de si mesmo, e não é necessariamente uma reflexão precisa da realidade. A imagem pessoal é influenciada pelo olhar do outro, ou seja, a forma como os outros nos veem e nos tratam influencia nossa imagem pessoal e nossa autoestima.
A imagem pessoal é um processo dinâmico, está em constante evolução e pode mudar ao longo da vida em resposta a experiências e interações. E uma parte importante do ego é influencia a forma como nos relacionamos com os outros e com o mundo ao nosso redor.
A imagem pessoal é uma construção imaginária. É uma representação mental que o indivíduo cria de si mesmo, e não é necessariamente uma reflexão precisa da realidade. A imagem pessoal é influenciada pelo olhar do outro, ou seja, a forma como os outros nos veem e nos tratam influencia nossa imagem pessoal e nossa autoestima.
A imagem pessoal é um processo dinâmico, está em constante evolução e pode mudar ao longo da vida em resposta a experiências e interações. E uma parte importante do ego é influencia a forma como nos relacionamos com os outros e com o mundo ao nosso redor.
Citação de ninhaval2308@hotmail.com em janeiro 28, 2026, 10:51 pmExatamente!
Entendo que o espelho continua sendo uma imagem parcial da própria realidade. Podemos compreender isso porque, muitas vezes, ao falarmos do comportamento de alguém, somos remetidos a experiências antigas, nas quais a criança precisou entender quem era a partir da fala do outro.
Isso nos ajuda a perceber que, em determinadas situações, ainda olhamos para o outro através de lentes formadas por aquilo que, no passado, não foi plenamente compreendido ou acolhido — não porque o outro represente essa falta, mas porque essa falta permanece registrada internamente.
Exatamente!
Entendo que o espelho continua sendo uma imagem parcial da própria realidade. Podemos compreender isso porque, muitas vezes, ao falarmos do comportamento de alguém, somos remetidos a experiências antigas, nas quais a criança precisou entender quem era a partir da fala do outro.
Isso nos ajuda a perceber que, em determinadas situações, ainda olhamos para o outro através de lentes formadas por aquilo que, no passado, não foi plenamente compreendido ou acolhido — não porque o outro represente essa falta, mas porque essa falta permanece registrada internamente.
