Desafio
Citação de Silvia Alves de Oliveira em janeiro 26, 2026, 2:17 pmComplementando esse raciocínio, Sampaio e Andery (2010) definem
comportamento social como qualquer contingência tríplice cujas consequências são mediadas pelo comportamento operante de outro indivíduo. Para
compreender essa definição, primeiro é necessário entender o conceito de
contingência. Para Todorov (1985), o termo contingência é utilizado para
tratar das interações entre organismo e ambiente (comportamentos), sendo
que a compreensão de contingência tríplice engloba: a) a situação presente
ou antecessora (entendida como estímulo); b) a ação do indivíduo (entendida
como resposta) e c) a alteração no ambiente consequente àquela resposta. Em
síntese, a compreensão de comportamento através da tríplice contingência
abarca a interação entre:
estímulo;
resposta;
consequência.
4 Comportamento social
Essa compreensão é válida para qualquer tipo de comportamento. Entretanto, no caso específico do comportamento social, a tríplice contingência do
comportamento de um indivíduo é mediada pela resposta e pela consequência
do comportamento de outro. Essa relação entre as tríplices contingências de
duas ou mais pessoas é conhecida como “‘sistemas entrelaçados de resposta’
ou ‘sistemas entrelaçados de comportamento’” (SAMPAIO; ANDERY, 2010,
p. 184; SKINNER, 2003).
Um indivíduo sozinho pode se comportar socialmente?
Essa é uma das questões levantadas quando os comportamentos sociais são estudados.
Como você viu, de acordo com a concepção de Skinner (2003), o comportamento social
é mediado pelas respostas de outra pessoa e pelas consequências dessas respostas.
Sendo assim, entende-se que comportamentos realizados quando o indivíduo está
sozinho também podem ser considerados sociais, desde que a tríplice contingência
daquele comportamento tenha sido mediada, mesmo que não naquele momento,
pelas respostas e consequências de outra pessoa.
Por exemplo: quando uma pessoa está sozinha em casa e escova os dentes antes
de dormir, pois ouviu de seu dentista que esse é um comportamento importante. O
comportamento de escovar os dentes, mesmo realizado de maneira solitária, tem o
impacto de outra pessoa. Logo, esse pode ser um exemplo de comportamento social
(GUERIN, 2001; SAMPAIO; ANDERY, 2010).
Como você viu, a noção de comportamento social perpassa a compreensão
de mediação do comportamento, ocorrendo a partir da ação de uma pessoa que
impacta na ação de outra. Em outras palavras, na perspectiva da análise do
comportamento, comportamento social diz respeito à tríplice contingência de
uma pessoa, mediada pela ação de outra pessoa e pela consequência dessa ação
(SAMPAIO; ANDERY, 2010).
Complementando esse raciocínio, Sampaio e Andery (2010) definem
comportamento social como qualquer contingência tríplice cujas consequências são mediadas pelo comportamento operante de outro indivíduo. Para
compreender essa definição, primeiro é necessário entender o conceito de
contingência. Para Todorov (1985), o termo contingência é utilizado para
tratar das interações entre organismo e ambiente (comportamentos), sendo
que a compreensão de contingência tríplice engloba: a) a situação presente
ou antecessora (entendida como estímulo); b) a ação do indivíduo (entendida
como resposta) e c) a alteração no ambiente consequente àquela resposta. Em
síntese, a compreensão de comportamento através da tríplice contingência
abarca a interação entre:
estímulo;
resposta;
consequência.
4 Comportamento social
Essa compreensão é válida para qualquer tipo de comportamento. Entretanto, no caso específico do comportamento social, a tríplice contingência do
comportamento de um indivíduo é mediada pela resposta e pela consequência
do comportamento de outro. Essa relação entre as tríplices contingências de
duas ou mais pessoas é conhecida como “‘sistemas entrelaçados de resposta’
ou ‘sistemas entrelaçados de comportamento’” (SAMPAIO; ANDERY, 2010,
p. 184; SKINNER, 2003).
Um indivíduo sozinho pode se comportar socialmente?
Essa é uma das questões levantadas quando os comportamentos sociais são estudados.
Como você viu, de acordo com a concepção de Skinner (2003), o comportamento social
é mediado pelas respostas de outra pessoa e pelas consequências dessas respostas.
Sendo assim, entende-se que comportamentos realizados quando o indivíduo está
sozinho também podem ser considerados sociais, desde que a tríplice contingência
daquele comportamento tenha sido mediada, mesmo que não naquele momento,
pelas respostas e consequências de outra pessoa.
Por exemplo: quando uma pessoa está sozinha em casa e escova os dentes antes
de dormir, pois ouviu de seu dentista que esse é um comportamento importante. O
comportamento de escovar os dentes, mesmo realizado de maneira solitária, tem o
impacto de outra pessoa. Logo, esse pode ser um exemplo de comportamento social
(GUERIN, 2001; SAMPAIO; ANDERY, 2010).
Como você viu, a noção de comportamento social perpassa a compreensão
de mediação do comportamento, ocorrendo a partir da ação de uma pessoa que
impacta na ação de outra. Em outras palavras, na perspectiva da análise do
comportamento, comportamento social diz respeito à tríplice contingência de
uma pessoa, mediada pela ação de outra pessoa e pela consequência dessa ação
(SAMPAIO; ANDERY, 2010).
Citação de MAURICIO FERNANDES MARTINS DOS SANTOS em janeiro 28, 2026, 9:21 pmUm comportamento social, segundo Skinner, acontece quando as ações de uma pessoa se entrelaçam às de outra em um mesmo contexto, produzindo consequências para ambas. Nessa perspectiva, ensinar e aprender não são processos isolados, mas partes de um mesmo sistema de respostas que se complementam e se modificam mutuamente. No exemplo da aula de matemática, o comportamento de Pedro, ao ensinar frações, só adquire sentido social porque está ligado ao comportamento de André, que estuda e responde ao que é ensinado. A consequência “André aprender frações” é resultado da atuação conjunta desses comportamentos, mostrando como a aprendizagem emerge da cooperação entre professor e aluno. Ao mesmo tempo, o esforço de André em estudar reforça o comportamento de Pedro de continuar ensinando, demonstrando um ciclo contínuo de influência recíproca.
Quando entendemos as interações humanas como sistemas entrelaçados de comportamento, podemos planejar práticas educacionais, familiares e comunitárias que favoreçam a colaboração, o respeito e a responsabilidade mútua. Em contextos sociais mais amplos, como o trabalho e a convivência na comunidade, reconhecer essas tríplices contingências ajuda a construir ambientes em que as consequências geradas – como aprendizagem, segurança e bem-estar – beneficiem todos os envolvidos.
Um comportamento social, segundo Skinner, acontece quando as ações de uma pessoa se entrelaçam às de outra em um mesmo contexto, produzindo consequências para ambas. Nessa perspectiva, ensinar e aprender não são processos isolados, mas partes de um mesmo sistema de respostas que se complementam e se modificam mutuamente. No exemplo da aula de matemática, o comportamento de Pedro, ao ensinar frações, só adquire sentido social porque está ligado ao comportamento de André, que estuda e responde ao que é ensinado. A consequência “André aprender frações” é resultado da atuação conjunta desses comportamentos, mostrando como a aprendizagem emerge da cooperação entre professor e aluno. Ao mesmo tempo, o esforço de André em estudar reforça o comportamento de Pedro de continuar ensinando, demonstrando um ciclo contínuo de influência recíproca.
Quando entendemos as interações humanas como sistemas entrelaçados de comportamento, podemos planejar práticas educacionais, familiares e comunitárias que favoreçam a colaboração, o respeito e a responsabilidade mútua. Em contextos sociais mais amplos, como o trabalho e a convivência na comunidade, reconhecer essas tríplices contingências ajuda a construir ambientes em que as consequências geradas – como aprendizagem, segurança e bem-estar – beneficiem todos os envolvidos.
Citação de DIEGO BONIFACIO em fevereiro 3, 2026, 1:03 pmAnálise Comportamental de uma Interação Educacional: Ensino e Aprendizagem como Sistemas Entrelaçados
A situação apresentada, envolvendo o professor Pedro e o aluno André, serve como um exemplo elucidativo dos princípios da análise do comportamento proposta por B. F. Skinner. De acordo com esta perspectiva, um comportamento é considerado social quando emerge de sistemas entrelaçados de resposta, onde as contingências que regulam o comportamento de um indivíduo tornam-se parte do contexto que influencia o comportamento de outro. A seguir, uma análise detalhada das questões propostas.
a) A situação descrita apresenta um caso de interação social por meio de participação ou mediação? Justifique.
A interação descrita configura-se, de modo claro, como um caso de mediação. Isso ocorre porque o comportamento de um atua como variável ambiental crítica para o comportamento do outro, criando uma relação de dependência mútua e funcional.
Do lado do professor (Pedro): Sua ação de "ensinar frações" é um operante cuja consequência desejada e provável reforçadora é "André aprender frações". O comportamento de ensinar é mantido (ou não) pelas mudanças observadas no comportamento do aluno.
Do lado do aluno (André): Seu comportamento de "estudar frações" ocorre em um contexto específico que inclui a ação mediadora do professor. O ensino de Pedro estrutura o ambiente, apresenta estímulos discriminativos (explicações, exemplos, exercícios) e estabelece consequências potenciais para as respostas de André.
Portanto, não se trata de uma mera participação simultânea em uma mesma atividade (onde os comportamentos poderiam ser independentes). Há uma interligação funcional: a ação de Pedro é planejada para mediar, facilitar e direcionar a ação de André rumo a uma consequência comum (a aprendizagem). A aprendizagem de André, por sua vez, atua como um reforçador natural para a prática pedagógica de Pedro, fechando o ciclo da interação social mediada.
b) Por que é importante identificar o tipo de interação em casos como esse?
Identificar se uma interação é mediada ou meramente participativa é fundamental por várias razões práticas e conceituais:
Para a Análise Funcional: Permite isolar as variáveis controladoras do comportamento. Em uma mediação, é preciso analisar não apenas o comportamento do aprendiz, mas também a eficácia do comportamento do mediador como parte do contexto.
Para o Planejamento de Intervenções: No campo educacional, entender a dinâmica de mediação é essencial para elaborar estratégias de ensino eficazes. Se o resultado (aprendizagem) não ocorre, a análise deve investigar ambos os lados do sistema: a forma como se ensina (comportamento do mediador) e as condições sob as quais o aluno responde (contexto e história de reforço).
Para a Avaliação de Eficácia: A consequência reforçadora para o professor está intrinsecamente ligada ao desempenho do aluno. Identificar essa relação ajuda a avaliar métodos pedagógicos e a entender a motivação docente.
Para Promover Aprendizagens Significativas: Reconhecer o entrelaçamento comportamental destaca que a aprendizagem não é um processo passivo, mas sim uma dança contingencial ativa. Isso valoriza o papel ativo do aluno e a responsividade do professor, base para uma educação mais dinâmica e adaptativa.
c) Descreva os sistemas entrelaçados de comportamento nessa situação.
Os sistemas entrelaçados de Pedro e André podem ser descritos e conectados da seguinte forma:
Sistema Comportamental de Pedro (Mediador):
Contexto (Estímulo Discriminativo - Sᴰ): Aula de matemática, presença do aluno André, currículo que inclui frações.
Resposta (Comportamento Operante - R): Explicar conceitos, demonstrar exemplos, propor exercícios, fornecer feedback (ação agregada sob a classe "ensinar frações").
Consequência (Reforço - Sᴿ): Observar mudanças no comportamento de André (ex.: resolver problemas corretamente, fazer perguntas pertinentes, demonstrar compreensão). Esta consequência reforça a probabilidade futura de Pedro usar estratégias semelhantes de ensino.
Sistema Comportamental de André (Aprendiz):
Contexto (Estímulo Discriminativo - Sᴰ): Aula de matemática mais a ação de Pedro ensinando (esta é a variável crítica adicionada pela mediação).
Resposta (Comportamento Operante - R): Ouvir ativamente, tentar resolver problemas, fazer perguntas, praticar exercícios (ação agregada sob a classe "estudar frações").
Consequência (Reforço - Sᴿ): Aprender frações, o que se manifesta como domínio do conteúdo, sucesso nas atividades e, potencialmente, elogios do professor ou boas notas. Esta consequência reforça o comportamento de estudo.
O Entrelaçamento ocorre nos seguintes pontos:
A Resposta de Pedro (ensinar) é um componente crucial do Contexto (Sᴰ) para a Resposta de André (estudar).
A Consequência para André (aprender) é, simultaneamente, a Consequência reforçadora para Pedro.
A qualidade da Consequência para Pedro (o quanto ele percebe que André aprendeu) retroage, modificando futuras respostas de ensino (R de Pedro), que por sua vez alterarão novamente o contexto para André.
Dessa forma, as triplas contingências não operam de forma isolada. Elas formam um sistema dinâmico e recursivo, no qual o comportamento do professor e do aluno se modificam mutuamente ao longo do tempo, ilustrando perfeitamente o conceito skinneriano de interação social como um tecido de contingências entrelaçadas. Esta compreensão permite ver a sala de aula não como um palco de transmissão de conhecimento, mas como um ecossistema comportamental interativo.
Análise Comportamental de uma Interação Educacional: Ensino e Aprendizagem como Sistemas Entrelaçados
A situação apresentada, envolvendo o professor Pedro e o aluno André, serve como um exemplo elucidativo dos princípios da análise do comportamento proposta por B. F. Skinner. De acordo com esta perspectiva, um comportamento é considerado social quando emerge de sistemas entrelaçados de resposta, onde as contingências que regulam o comportamento de um indivíduo tornam-se parte do contexto que influencia o comportamento de outro. A seguir, uma análise detalhada das questões propostas.
a) A situação descrita apresenta um caso de interação social por meio de participação ou mediação? Justifique.
A interação descrita configura-se, de modo claro, como um caso de mediação. Isso ocorre porque o comportamento de um atua como variável ambiental crítica para o comportamento do outro, criando uma relação de dependência mútua e funcional.
-
Do lado do professor (Pedro): Sua ação de "ensinar frações" é um operante cuja consequência desejada e provável reforçadora é "André aprender frações". O comportamento de ensinar é mantido (ou não) pelas mudanças observadas no comportamento do aluno.
-
Do lado do aluno (André): Seu comportamento de "estudar frações" ocorre em um contexto específico que inclui a ação mediadora do professor. O ensino de Pedro estrutura o ambiente, apresenta estímulos discriminativos (explicações, exemplos, exercícios) e estabelece consequências potenciais para as respostas de André.
Portanto, não se trata de uma mera participação simultânea em uma mesma atividade (onde os comportamentos poderiam ser independentes). Há uma interligação funcional: a ação de Pedro é planejada para mediar, facilitar e direcionar a ação de André rumo a uma consequência comum (a aprendizagem). A aprendizagem de André, por sua vez, atua como um reforçador natural para a prática pedagógica de Pedro, fechando o ciclo da interação social mediada.
b) Por que é importante identificar o tipo de interação em casos como esse?
Identificar se uma interação é mediada ou meramente participativa é fundamental por várias razões práticas e conceituais:
-
Para a Análise Funcional: Permite isolar as variáveis controladoras do comportamento. Em uma mediação, é preciso analisar não apenas o comportamento do aprendiz, mas também a eficácia do comportamento do mediador como parte do contexto.
-
Para o Planejamento de Intervenções: No campo educacional, entender a dinâmica de mediação é essencial para elaborar estratégias de ensino eficazes. Se o resultado (aprendizagem) não ocorre, a análise deve investigar ambos os lados do sistema: a forma como se ensina (comportamento do mediador) e as condições sob as quais o aluno responde (contexto e história de reforço).
-
Para a Avaliação de Eficácia: A consequência reforçadora para o professor está intrinsecamente ligada ao desempenho do aluno. Identificar essa relação ajuda a avaliar métodos pedagógicos e a entender a motivação docente.
-
Para Promover Aprendizagens Significativas: Reconhecer o entrelaçamento comportamental destaca que a aprendizagem não é um processo passivo, mas sim uma dança contingencial ativa. Isso valoriza o papel ativo do aluno e a responsividade do professor, base para uma educação mais dinâmica e adaptativa.
c) Descreva os sistemas entrelaçados de comportamento nessa situação.
Os sistemas entrelaçados de Pedro e André podem ser descritos e conectados da seguinte forma:
-
Sistema Comportamental de Pedro (Mediador):
-
Contexto (Estímulo Discriminativo - Sᴰ): Aula de matemática, presença do aluno André, currículo que inclui frações.
-
Resposta (Comportamento Operante - R): Explicar conceitos, demonstrar exemplos, propor exercícios, fornecer feedback (ação agregada sob a classe "ensinar frações").
-
Consequência (Reforço - Sᴿ): Observar mudanças no comportamento de André (ex.: resolver problemas corretamente, fazer perguntas pertinentes, demonstrar compreensão). Esta consequência reforça a probabilidade futura de Pedro usar estratégias semelhantes de ensino.
-
-
Sistema Comportamental de André (Aprendiz):
-
Contexto (Estímulo Discriminativo - Sᴰ): Aula de matemática mais a ação de Pedro ensinando (esta é a variável crítica adicionada pela mediação).
-
Resposta (Comportamento Operante - R): Ouvir ativamente, tentar resolver problemas, fazer perguntas, praticar exercícios (ação agregada sob a classe "estudar frações").
-
Consequência (Reforço - Sᴿ): Aprender frações, o que se manifesta como domínio do conteúdo, sucesso nas atividades e, potencialmente, elogios do professor ou boas notas. Esta consequência reforça o comportamento de estudo.
-
O Entrelaçamento ocorre nos seguintes pontos:
-
A Resposta de Pedro (ensinar) é um componente crucial do Contexto (Sᴰ) para a Resposta de André (estudar).
-
A Consequência para André (aprender) é, simultaneamente, a Consequência reforçadora para Pedro.
-
A qualidade da Consequência para Pedro (o quanto ele percebe que André aprendeu) retroage, modificando futuras respostas de ensino (R de Pedro), que por sua vez alterarão novamente o contexto para André.
Dessa forma, as triplas contingências não operam de forma isolada. Elas formam um sistema dinâmico e recursivo, no qual o comportamento do professor e do aluno se modificam mutuamente ao longo do tempo, ilustrando perfeitamente o conceito skinneriano de interação social como um tecido de contingências entrelaçadas. Esta compreensão permite ver a sala de aula não como um palco de transmissão de conhecimento, mas como um ecossistema comportamental interativo.
Citação de Alessandra De Oliveira Octaviano Ascenção em fevereiro 3, 2026, 2:19 pmResposta
A) É uma interação social por meio da mediação. É focada na construção do conhecimento pelo aluno com o auxílio do docente.
B) É fundamental identificar o tipo de interação para alinhar a intenção do professor com o resultado do aprendizado.
C)O comportamento social neste caso resulta na interação entre professor/aluno; através da mediação ocorre o aprendizado reforçando o comportamento do professor de continuar ensinando e mediando o conteúdo, avançando ou não de acordo com os resultados obtidos pelo aluno.
Resposta
A) É uma interação social por meio da mediação. É focada na construção do conhecimento pelo aluno com o auxílio do docente.
B) É fundamental identificar o tipo de interação para alinhar a intenção do professor com o resultado do aprendizado.
C)O comportamento social neste caso resulta na interação entre professor/aluno; através da mediação ocorre o aprendizado reforçando o comportamento do professor de continuar ensinando e mediando o conteúdo, avançando ou não de acordo com os resultados obtidos pelo aluno.
