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Desafio

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O desafio é tentar encontrar uma resposta relacionada na causa/efeito para assim chegar ao objetivo desejado.

A aprendizagem consiste em respostas passivas a estímulos ou a reforços, uma vez que aquilo que indica a ação é o estímulo e/ou o que dirige a ação é o reforço. A aprendizagem é sinónima de comportamento expresso. A ênfase é colocada nos resultados finais

Behavioristas enfatizam que o comportamento é uma resposta aos estímulos externos, e tem como principais pressupostos, por exemplo, determinismo, experimentalismo, e anti-mentalismo.

A psicanálise e o behaviorismo são duas abordagens distintas no campo da psicologia que têm visões contrastantes sobre a compreensão do comportamento humano. Enquanto a psicanálise, fundada por Sigmund Freud, enfatiza a importância do inconsciente e da história individual na formação da personalidade e dos comportamentos, o behaviorismo, desenvolvido por John B. Watson e B.F. Skinner, concentra-se na observação direta do comportamento observável, sem levar em consideração processos mentais internos ou o inconsciente.

Os desafios do behaviorismo residem principalmente na sua visão limitada e simplista do comportamento humano. Embora o behaviorismo tenha contribuído significativamente para a compreensão de alguns comportamentos específicos e para o desenvolvimento de técnicas de modificação comportamental, sua abordagem reducionista não leva em conta a complexidade e a riqueza da experiência humana.

Um dos principais desafios do behaviorismo é sua falta de consideração das motivações inconscientes e dos processos internos que influenciam o comportamento humano. O foco exclusivo no comportamento observável negligencia a importância dos conflitos internos, das emoções reprimidas e das dinâmicas inconscientes que podem moldar o comportamento de uma pessoa. Além disso, o behaviorismo tende a ignorar a influência do passado e da história individual na formação da personalidade e do comportamento.

Outro desafio enfrentado pelo behaviorismo é a sua abordagem determinista e mecanicista do comportamento humano. Ao considerar o comportamento como uma resposta direta a estímulos externos, o behaviorismo minimiza a capacidade do indivíduo de exercer livre arbítrio e de se engajar ativamente na sua própria mudança e desenvolvimento. Essa visão restrita do comportamento humano pode reduzir a complexidade da natureza humana e limitar a compreensão das verdadeiras motivações e aspirações de um indivíduo.

Além disso, o behaviorismo muitas vezes se baseia em estudos de laboratório e em experimentos controlados, o que pode levar a uma falta de validade ecológica e à dificuldade de generalização dos resultados para contextos do mundo real. A natureza artificial e simplificada dos estímulos e das respostas nos ambientes controlados pode não refletir adequadamente a complexidade e a imprevisibilidade dos comportamentos humanos em situações do cotidiano.

Em contraste, a abordagem psicanalítica reconhece a importância do inconsciente, das experiências passadas e das motivações internas na compreensão do comportamento humano. Ao considerar a mente como um sistema complexo e dinâmico, a psicanálise oferece uma visão mais abrangente e profunda do indivíduo, permitindo uma compreensão mais completa das raízes dos problemas psicológicos e emocionais. Através da exploração do inconsciente e da análise dos processos psíquicos, a psicanálise busca promover a autoconsciência, o autoconhecimento e a capacidade de transformação pessoal.

Algumas das razões que fazem
alguém se comportar da forma como se comporta. São  um dos desafios que fizeram a escola behaviorista ter a necessidade de se transformar e de evoluir sua compreensão de comportamento. Essa transformação foi ocorrendo principalmente a partir das contribuições de Skinner e do desenvolvimento do behaviorismo radical.

John Watson (1878-1958) foi o fundador da escola behaviorista. Essa escola defendeu a ideia que a cultura regula o homem e faz, dele, produto do seu meio. O homem absorve o conhecimento no mundo externo, de onde existe a ciência.
Um dos grandes nomes da teoria behaviorista, Skinner (1904-1990), lançou o método de análise experimental . O behaviorismo é uma ciência do comportamento, logo o ponto de partida é o desenvolvimento de dois pontos: o estímulo e a resposta. Distingue-se em duas classes de comportamento: o comportamento respondente (reflexo) e o comportamento operante (voluntário)

Alguns teóricos do behaviorismo acredita que o conhecimento acontece por meio de estimulo ou negação de comportamento, e para obter o aprendizado era necessário um trabalho de repetição mecânica, pois desta forma era levado a memorização e em seguida o aprendizado. E assim o sujeito deveria se esforçar, praticar varias vezes uma mesma ação para obter a devida resposta!

O comportamento do sujeito é estimulado por meio das repetições mecânicas.

Um dos maiores desafios dentro do Behaviorismo é compreender qual o estimulo adequado para cada fim.

Skinner não se considera teórico da aprendizagem, apenas tem seu trabalho como uma análise funcional entre estímulo (imput) e resposta (output), ignorando as variáveis intervenientes. As principais variáveis de imput são: estímulo, reforço e contingências de reforço, enquanto as de output são as respostas dadas pelo aprendiz. Para Skinner, dois são os tipos de respostas dadas, a saber: as operantes e as respondentes.

 

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