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Desafio

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Olhando a imagem de longe não identifiquei muitas coisa mas olhando de perto identificamos pássaros, folhas, animais e folhas caindo

Ao observar a imagem, percebemos inicialmente um conjunto confuso de formas pretas, como se fosse um único objeto sem definição clara. Porém, à medida que mudamos o foco do olhar, começam a surgir diferentes elementos que revelam como a percepção é dinâmica e depende da maneira como organizamos mentalmente o que vemos.

Num primeiro momento, a figura parece apenas um borrão abstrato. Mas, quando o olhar desacelera, é possível identificar gradualmente formas de pássaros, estrelas, linhas curvas, círculos, elementos musicais, além de traços que lembram galhos, asas ou movimentos de voo. Essas mudanças acontecem porque o cérebro tenta constantemente dar sentido ao que vê, agrupando partes, separando figuras e reorganizando os estímulos.

A sensação visual é sempre a mesma — a imagem não se altera. O que muda é a percepção, isto é, a forma como interpretamos o conjunto. Quando o olhar se desloca e explora diferentes pontos, novos significados surgem. Elementos antes invisíveis tornam-se compreensíveis, mostrando que não vemos apenas com os olhos, mas com a mente que interpreta e constrói sentido.

Assim, a imagem é composta por múltiplos elementos, mas só conseguimos percebê-los quando deixamos de enxergar “um todo confuso” e permitimos que nossa percepção atualize a forma como organizamos visualmente aquilo que está diante de nós.

No desafio, vejo uma mistura de elementos. Na imagem, existem vários tipos de figuras, e tenho a sensação de que há mais coisas ali do que eu posso imaginar. A imagem é um pouco difícil de esclarecer, mas consigo perceber animais como um gafanhoto, pássaros, uma borboleta, uma planta, árvores, um helicóptero, aparentemente a imagem de alguém mais velho e um semáforo.

Na imagem em questão, observo que o cenário é formado por elementos distintos, em profundidades variadas. Na parte mais centralizada, aparenta ser um objeto semelhante a uma espiral em movimento, motivada por som ou vento, estando rodeada por plantas e árvores. Observa-se, também, pássaros voando ao redor do objeto e outros objetos abstratos no entorno da imagem. A imagem proporciona sensação relacionada as leis da Gestalt da organização, por induzir a descrição de partes e pedaços de informações na busca de um todo significativo.

O ser humano percebe e identifica tudo ao seu redor, e cada um enxerga de uma forma, e tem opinião diferente de um mesmo objeto .

Quando olho a imagem, não vejo apenas um objeto, mas vários elementos misturados. Com o olhar mais atento, percebo formas de pássaros, folhas, círculos e traços que criam uma sensação de movimento. A figura muda conforme foco em detalhes diferentes, mostrando que nossa percepção organiza as partes para dar sentido ao todo.

A percepção da imagem é individual , olho como um todo , mas ao focar consigo ver várias imagens diferenets , inicialmenete vindas do inconsciente e depois vindas da minha experiência pessoal que é única o que fez eu ver várias imagens distintas .

Ao observar a imagem, não percebo apenas um objeto isolado. O que se apresenta, de imediato, é um todo dinâmico, quase pulsante, que se reorganiza conforme meu olhar se desloca. À primeira vista, há impacto: contraste forte, formas sobrepostas, um certo caos visual. Mas, ao sustentar o olhar por alguns segundos, esse “caos” começa a ganhar lógica interna.

Percebo elementos orgânicos e mecânicos convivendo, quase em tensão: curvas que lembram movimento e fluidez, misturadas a traços rígidos, padrões repetitivos e estruturas que evocam engrenagens, tecnologia ou arquitetura. Há figuras que surgem e desaparecem  olhos, asas, silhuetas abstratas como se a imagem me convidasse a completar o sentido com minha própria experiência. Nada está totalmente dado; tudo está em construção.

Quando mudo o foco do olhar, a figura parece se transformar. Isso me provoca uma sensação curiosa de instabilidade e curiosidade, mas não desconforto. Pelo contrário: há algo de familiar nesse processo. É como a própria percepção humana fragmentada, seletiva, influenciada pela memória, pela emoção e pelo contexto. O que vejo depende menos da imagem em si e mais de como estou olhando para ela naquele instante.

Os elementos que compõem o cenário parecem dialogar entre si: contrastes de luz e sombra, sobreposição de formas, repetição de padrões e rupturas inesperadas. Tudo isso me remete ao funcionamento da cognição: não percebemos partes soltas, mas configurações, significados organizados a partir da experiência.

Em síntese, não vejo apenas uma imagem; vejo um processo perceptivo em ação. A obra funciona quase como um espelho da mente: complexa, mutável e profundamente subjetiva. Cada novo olhar entrega uma leitura diferente e isso, para mim, é a prova de que perceber é sempre interpretar.

MUITO LEGAL ESSA PERCEPÇÃO DE IMAGENS !!! E trazer a teoria Gestalt para essa questão de percepção foi incrível!

na figura que é circular eu vi na volta de cima coisas da natureza,,, até um louva Deus eu vi ! e depois vi uma rua com um poste .. mudando a visão depois eu vi um perfil de mulher um rosto de um velho idoso de óculos e masi coisas ....

conclusão de que ..... o todo não é feito das partes ... e que a percepção soma-se a uma das interessantes coisas que nos faz cada um UM em meio a um todo da raça human ... todos iguais e tão desiguais .. uns mais iguais que os outros... diz uma música! a NOSSA PERCEPÇÃO UNICA E XCLUISIVA, NOS TORNA ÚNICOS E SINGULARES ,,, IMPARES EM MEIO AO TODO.....

Quando olho para a imagem, não vejo apenas um objeto isolado, mas um todo, uma composição que vai mudando conforme meu olhar. Percebo sensações diferentes quando foco em detalhes ou quando a figura se modifica rapidamente; isso me faz notar elementos que antes não eram evidentes, mostrando que nossa percepção é ativa e única, sempre tentando organizar e dar sentido ao que vemos.

 

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