Desafio
Citação de Renata Marcelo dos Santos de Almeida em novembro 26, 2025, 11:44 pmSegundo a perspectiva psicanalítica de Sigmund Freud, o comportamento das crianças menores de cinco anos pode ser compreendido pela dinâmica entre id, ego e superego. Nessa fase do desenvolvimento, o id é a estrutura psíquica predominante. Ele busca satisfação imediata dos desejos e não considera regras, limites ou consequências — por isso as crianças brigam, disputam e pegam os brinquedos umas das outras impulsivamente.
O ego, que mediaria esses impulsos considerando a realidade, ainda está em construção, assim como o superego, que representa as normas, valores e limites sociais. Como essas duas instâncias ainda não estão desenvolvidas, as crianças não conseguem controlar seus impulsos, compartilhar espontaneamente ou resolver conflitos de forma autônoma.
Em sala de aula, portanto, as professoras devem compreender que tais comportamentos são esperados para a idade e precisam ser trabalhados com intervenções que favoreçam o fortalecimento do ego e do superego. Isso inclui: mediação de conflitos, orientação sobre regras, incentivo ao compartilhar, nomeação de emoções e construção progressiva da noção de limites.
Assim, a explicação psicanalítica mostra que o fenômeno observado não é indisciplina, mas uma etapa natural do desenvolvimento, marcada pela predominância do id e pela imaturidade das demais instâncias psíquicas.
Segundo a perspectiva psicanalítica de Sigmund Freud, o comportamento das crianças menores de cinco anos pode ser compreendido pela dinâmica entre id, ego e superego. Nessa fase do desenvolvimento, o id é a estrutura psíquica predominante. Ele busca satisfação imediata dos desejos e não considera regras, limites ou consequências — por isso as crianças brigam, disputam e pegam os brinquedos umas das outras impulsivamente.
O ego, que mediaria esses impulsos considerando a realidade, ainda está em construção, assim como o superego, que representa as normas, valores e limites sociais. Como essas duas instâncias ainda não estão desenvolvidas, as crianças não conseguem controlar seus impulsos, compartilhar espontaneamente ou resolver conflitos de forma autônoma.
Em sala de aula, portanto, as professoras devem compreender que tais comportamentos são esperados para a idade e precisam ser trabalhados com intervenções que favoreçam o fortalecimento do ego e do superego. Isso inclui: mediação de conflitos, orientação sobre regras, incentivo ao compartilhar, nomeação de emoções e construção progressiva da noção de limites.
Assim, a explicação psicanalítica mostra que o fenômeno observado não é indisciplina, mas uma etapa natural do desenvolvimento, marcada pela predominância do id e pela imaturidade das demais instâncias psíquicas.
Citação de Anderson Paz em dezembro 26, 2025, 1:33 pmA partir da perspectiva psicanalítica freudiana, o comportamento das crianças pequenas em relação à dificuldade de compartilhar brinquedos pode ser compreendido como uma manifestação natural do desenvolvimento psíquico, especialmente do predomínio do id nessa fase da vida. Em crianças menores de cinco anos, o id — regido pelo princípio do prazer — ainda exerce forte influência, buscando a satisfação imediata dos desejos e impulsos, sem considerar plenamente o outro ou as regras sociais.
O ego, que tem a função de mediar os impulsos do id com a realidade, ainda está em processo de amadurecimento. Por isso, a criança tem dificuldade em tolerar frustrações, esperar sua vez ou compreender que o brinquedo pode ser compartilhado sem que isso represente uma perda real. Já o superego, responsável pela internalização das normas, valores e limites sociais, encontra-se em formação inicial, muito dependente das referências externas — principalmente dos adultos que ocupam a função de autoridade e cuidado.
Do ponto de vista clínico e pedagógico, o conflito observado em sala de aula não deve ser interpretado como “mau comportamento”, mas como parte esperada do processo de construção psíquica. A disputa pelos brinquedos revela a dificuldade da criança em reconhecer o outro como sujeito separado, algo que só se consolida progressivamente com o desenvolvimento emocional.
Em sala de aula, portanto, o papel dos educadores é fundamental como função de ego auxiliar. Cabe ao adulto nomear sentimentos, estabelecer limites claros e consistentes, mediar conflitos e oferecer modelos de convivência. Ao fazer isso de forma firme, porém acolhedora, a escola contribui para o fortalecimento do ego e para a gradual internalização das regras, favorecendo a construção do superego.
Com o tempo, a repetição dessas experiências mediadas permite que a criança aprenda a lidar com a frustração, a reconhecer o outro e a compartilhar não apenas objetos, mas também espaços, afetos e expectativas. Em síntese, o que deve acontecer em sala de aula não é punição ou repressão excessiva, mas continência, orientação e tempo — elementos essenciais para o amadurecimento psíquico saudável.
A partir da perspectiva psicanalítica freudiana, o comportamento das crianças pequenas em relação à dificuldade de compartilhar brinquedos pode ser compreendido como uma manifestação natural do desenvolvimento psíquico, especialmente do predomínio do id nessa fase da vida. Em crianças menores de cinco anos, o id — regido pelo princípio do prazer — ainda exerce forte influência, buscando a satisfação imediata dos desejos e impulsos, sem considerar plenamente o outro ou as regras sociais.
O ego, que tem a função de mediar os impulsos do id com a realidade, ainda está em processo de amadurecimento. Por isso, a criança tem dificuldade em tolerar frustrações, esperar sua vez ou compreender que o brinquedo pode ser compartilhado sem que isso represente uma perda real. Já o superego, responsável pela internalização das normas, valores e limites sociais, encontra-se em formação inicial, muito dependente das referências externas — principalmente dos adultos que ocupam a função de autoridade e cuidado.
Do ponto de vista clínico e pedagógico, o conflito observado em sala de aula não deve ser interpretado como “mau comportamento”, mas como parte esperada do processo de construção psíquica. A disputa pelos brinquedos revela a dificuldade da criança em reconhecer o outro como sujeito separado, algo que só se consolida progressivamente com o desenvolvimento emocional.
Em sala de aula, portanto, o papel dos educadores é fundamental como função de ego auxiliar. Cabe ao adulto nomear sentimentos, estabelecer limites claros e consistentes, mediar conflitos e oferecer modelos de convivência. Ao fazer isso de forma firme, porém acolhedora, a escola contribui para o fortalecimento do ego e para a gradual internalização das regras, favorecendo a construção do superego.
Com o tempo, a repetição dessas experiências mediadas permite que a criança aprenda a lidar com a frustração, a reconhecer o outro e a compartilhar não apenas objetos, mas também espaços, afetos e expectativas. Em síntese, o que deve acontecer em sala de aula não é punição ou repressão excessiva, mas continência, orientação e tempo — elementos essenciais para o amadurecimento psíquico saudável.
Citação de Safira em janeiro 4, 2026, 10:06 pmO INCRIVEL FREUD .... com o id ego e superego !!!!! nossos aspectos personificados maravilhosamente
O INCRIVEL FREUD .... com o id ego e superego !!!!! nossos aspectos personificados maravilhosamente
Citação de Gustavo Barbosa Maristany em janeiro 5, 2026, 3:12 amExplico que, pela psicanálise freudiana, o comportamento das crianças pequenas é fortemente influenciado pelo id, que busca a satisfação imediata dos desejos, enquanto o ego e o superego ainda estão em desenvolvimento.
Por isso, elas têm dificuldade em compartilhar e lidar com frustrações. Com o amadurecimento, a mediação dos adultos e a internalização de regras, o ego e o superego tendem a se fortalecer, favorecendo comportamentos mais cooperativos e socialmente adequados em sala de aula.
Explico que, pela psicanálise freudiana, o comportamento das crianças pequenas é fortemente influenciado pelo id, que busca a satisfação imediata dos desejos, enquanto o ego e o superego ainda estão em desenvolvimento.
Por isso, elas têm dificuldade em compartilhar e lidar com frustrações. Com o amadurecimento, a mediação dos adultos e a internalização de regras, o ego e o superego tendem a se fortalecer, favorecendo comportamentos mais cooperativos e socialmente adequados em sala de aula.
Citação de Lidia Aparecida ary em janeiro 12, 2026, 1:34 amCrianças pequenas brigam por brinquedos não por falta de educação, mas porque ainda estão no princípio do prazer: querem satisfação imediata e não conseguem considerar o outro.Mesmo com brinquedos iguais, o desejo recai sobre o que é do outro, não sobre o objeto em si.Nessa fase, o ego ainda está em formação e o superego (regras, limites) é frágil, por isso compartilhar é algo que ainda não está constituído. Compartilhar exige tolerar frustração, esperar e reconhecer o outro , capacidades que se constroem com o tempo.O papel do adulto não é obrigar a dividir, mas mediar o conflito, nomear o que está acontecendo e sustentar limites com afeto.O conflito faz parte do desenvolvimento e ajuda na construção psíquica da criança.
Crianças pequenas brigam por brinquedos não por falta de educação, mas porque ainda estão no princípio do prazer: querem satisfação imediata e não conseguem considerar o outro.Mesmo com brinquedos iguais, o desejo recai sobre o que é do outro, não sobre o objeto em si.Nessa fase, o ego ainda está em formação e o superego (regras, limites) é frágil, por isso compartilhar é algo que ainda não está constituído. Compartilhar exige tolerar frustração, esperar e reconhecer o outro , capacidades que se constroem com o tempo.O papel do adulto não é obrigar a dividir, mas mediar o conflito, nomear o que está acontecendo e sustentar limites com afeto.O conflito faz parte do desenvolvimento e ajuda na construção psíquica da criança.
Citação de Caroline Gonçalves em janeiro 13, 2026, 7:28 pmA partir da perspectiva psicanalítica freudiana, o comportamento das crianças menores de cinco anos que brigam pelos brinquedos pode ser compreendido como expressão do predomínio do id sobre o ego e o superego. Nessa fase do desenvolvimento, o id, regido pelo princípio do prazer, atua de forma intensa, impulsionando a criança à satisfação imediata de seus desejos, sem consideração pelas necessidades ou limites do outro. O ego, responsável pela mediação com a realidade, ainda está em processo de constituição e não possui maturidade suficiente para regular adequadamente os impulsos. O superego, que representa a internalização das normas, regras e valores sociais, encontra-se pouco desenvolvido, pois sua formação depende da introjeção progressiva das figuras de autoridade e das regras culturais, algo que ocorre de forma mais consistente ao longo dos anos seguintes. Assim, mesmo diante de brinquedos idênticos, o conflito não se dá pelo objeto em si, mas pela necessidade psíquica de posse, controle e satisfação pulsional. O brinquedo funciona como objeto de investimento libidinal momentâneo, e a frustração de não obtê-lo ativa reações impulsivas, como choro, agressividade ou disputa corporal. Do ponto de vista do que deve acontecer em sala de aula, a função do adulto é atuar como representante externo do ego e do superego. Cabe ao professor estabelecer limites claros, mediar os conflitos e introduzir regras de convivência, ajudando a criança a tolerar a frustração e a adiar a satisfação imediata. A repetição dessas intervenções, de forma consistente e afetivamente sustentada, contribui para a internalização das normas e para o fortalecimento do ego, favorecendo o desenvolvimento gradual da capacidade de compartilhar, negociar e reconhecer o outro como sujeito distinto. Esse processo não é imediato, mas faz parte do próprio percurso do desenvolvimento psíquico infantil.
A partir da perspectiva psicanalítica freudiana, o comportamento das crianças menores de cinco anos que brigam pelos brinquedos pode ser compreendido como expressão do predomínio do id sobre o ego e o superego. Nessa fase do desenvolvimento, o id, regido pelo princípio do prazer, atua de forma intensa, impulsionando a criança à satisfação imediata de seus desejos, sem consideração pelas necessidades ou limites do outro. O ego, responsável pela mediação com a realidade, ainda está em processo de constituição e não possui maturidade suficiente para regular adequadamente os impulsos. O superego, que representa a internalização das normas, regras e valores sociais, encontra-se pouco desenvolvido, pois sua formação depende da introjeção progressiva das figuras de autoridade e das regras culturais, algo que ocorre de forma mais consistente ao longo dos anos seguintes. Assim, mesmo diante de brinquedos idênticos, o conflito não se dá pelo objeto em si, mas pela necessidade psíquica de posse, controle e satisfação pulsional. O brinquedo funciona como objeto de investimento libidinal momentâneo, e a frustração de não obtê-lo ativa reações impulsivas, como choro, agressividade ou disputa corporal. Do ponto de vista do que deve acontecer em sala de aula, a função do adulto é atuar como representante externo do ego e do superego. Cabe ao professor estabelecer limites claros, mediar os conflitos e introduzir regras de convivência, ajudando a criança a tolerar a frustração e a adiar a satisfação imediata. A repetição dessas intervenções, de forma consistente e afetivamente sustentada, contribui para a internalização das normas e para o fortalecimento do ego, favorecendo o desenvolvimento gradual da capacidade de compartilhar, negociar e reconhecer o outro como sujeito distinto. Esse processo não é imediato, mas faz parte do próprio percurso do desenvolvimento psíquico infantil.
Citação de vitoria dos santos em janeiro 17, 2026, 12:12 pmNas crianças pequenas, predominam-se os efeitos do ID, pois ele está sempre em busca do prazer e da satisfação. Por isso, todas as crianças querem o mesmo brinquedo. Sendo assim, elas são impulsionadas. Sobre o que deve acontecer em sala de aula, é necessário que haja, de forma natural, meios que possam proporcioná-los, com métodos de desenvolvimento do Ego e do Superego, com aulas criativas, brincadeiras, etc. Mas tudo com o devido respeito e o tempo dessas estruturas psíquicas. Como, por exemplo, o professor pode criar atividades que incentivem a colaboração com jogos em grupos, turnos de brincadeiras e atividades que envolvam negociação e compartilhamento.
Nas crianças pequenas, predominam-se os efeitos do ID, pois ele está sempre em busca do prazer e da satisfação. Por isso, todas as crianças querem o mesmo brinquedo. Sendo assim, elas são impulsionadas. Sobre o que deve acontecer em sala de aula, é necessário que haja, de forma natural, meios que possam proporcioná-los, com métodos de desenvolvimento do Ego e do Superego, com aulas criativas, brincadeiras, etc. Mas tudo com o devido respeito e o tempo dessas estruturas psíquicas. Como, por exemplo, o professor pode criar atividades que incentivem a colaboração com jogos em grupos, turnos de brincadeiras e atividades que envolvam negociação e compartilhamento.
Citação de DIEGO BONIFACIO em janeiro 18, 2026, 3:45 pmA partir da perspectiva psicanalítica freudiana, o comportamento das crianças pequenas em sala de aula pode ser compreendido pela dinâmica entre id, ego e superego, estruturas que ainda estão em processo de desenvolvimento nessa faixa etária. Em crianças menores de cinco anos, o id predomina, manifestando impulsos instintivos guiados pelo princípio do prazer, como o desejo imediato de possuir um brinquedo, mesmo que ele seja idêntico ao do colega. Nesse estágio do desenvolvimento psíquico, a capacidade de tolerar frustrações ainda é limitada.
O ego, responsável pela mediação entre os impulsos do id e as exigências da realidade, encontra-se imaturo, o que dificulta o controle dos impulsos e a consideração do outro. Já o superego, instância relacionada às normas, regras e valores sociais, ainda está em formação, pois depende da internalização das figuras de autoridade e das experiências educativas e afetivas. Por isso, a criança ainda não possui recursos psíquicos suficientes para regular plenamente seus comportamentos sociais.
Em sala de aula, o que deve ocorrer não é apenas a repressão das condutas agressivas ou competitivas, mas a criação de um ambiente que favoreça o fortalecimento do ego, por meio de intervenções pedagógicas mediadoras. O adulto exerce um papel fundamental como representante da realidade, ajudando a criança a nomear emoções, lidar com frustrações e compreender limites. Dessa forma, a escola contribui para o processo de socialização e para a gradual internalização das regras, auxiliando no desenvolvimento do superego e na construção de relações mais cooperativas.
A partir da perspectiva psicanalítica freudiana, o comportamento das crianças pequenas em sala de aula pode ser compreendido pela dinâmica entre id, ego e superego, estruturas que ainda estão em processo de desenvolvimento nessa faixa etária. Em crianças menores de cinco anos, o id predomina, manifestando impulsos instintivos guiados pelo princípio do prazer, como o desejo imediato de possuir um brinquedo, mesmo que ele seja idêntico ao do colega. Nesse estágio do desenvolvimento psíquico, a capacidade de tolerar frustrações ainda é limitada.
O ego, responsável pela mediação entre os impulsos do id e as exigências da realidade, encontra-se imaturo, o que dificulta o controle dos impulsos e a consideração do outro. Já o superego, instância relacionada às normas, regras e valores sociais, ainda está em formação, pois depende da internalização das figuras de autoridade e das experiências educativas e afetivas. Por isso, a criança ainda não possui recursos psíquicos suficientes para regular plenamente seus comportamentos sociais.
Em sala de aula, o que deve ocorrer não é apenas a repressão das condutas agressivas ou competitivas, mas a criação de um ambiente que favoreça o fortalecimento do ego, por meio de intervenções pedagógicas mediadoras. O adulto exerce um papel fundamental como representante da realidade, ajudando a criança a nomear emoções, lidar com frustrações e compreender limites. Dessa forma, a escola contribui para o processo de socialização e para a gradual internalização das regras, auxiliando no desenvolvimento do superego e na construção de relações mais cooperativas.
Citação de MAURICIO FERNANDES MARTINS DOS SANTOS em janeiro 19, 2026, 9:12 pmA problematica esta ligada a fase onde o ID ainda esta muito aflorado nessa instancia a criança buscar o prazer de forma mais impulsiva, ao compreender isso as professoras deveriam ser instruidas á criar regras claras para a utilização dos brinquedos,visando principalmente ajuda-los no fortalecimento do ego e incentivando o esforço coletivo para isso acontecer, ao se deparar com esses conceitos as professoras(educadoras), devem agir de forma mais abrangente,no contexto de mediador dos conflitos, mais demonstrando autoridade e referência emrelação as regras e o reforço do desenvolvimento do coletivismo
A problematica esta ligada a fase onde o ID ainda esta muito aflorado nessa instancia a criança buscar o prazer de forma mais impulsiva, ao compreender isso as professoras deveriam ser instruidas á criar regras claras para a utilização dos brinquedos,visando principalmente ajuda-los no fortalecimento do ego e incentivando o esforço coletivo para isso acontecer, ao se deparar com esses conceitos as professoras(educadoras), devem agir de forma mais abrangente,no contexto de mediador dos conflitos, mais demonstrando autoridade e referência emrelação as regras e o reforço do desenvolvimento do coletivismo
Citação de Silvia Alves de Oliveira em janeiro 27, 2026, 1:10 pmAs estruturas propostas por Freud é ID, EGO E SUPEREGO, cada uma com sua formação em um tempo específico do desenvolvimento humano, o ID muito presente na fase descrita, onde a criança não consegue compreender as necessidades dos seus coleguinhas, não compreende a importância da divisão de brinquedos e por isso não consegue dividir, agindo apenas pelo desejo de satisfação próprio, ou seja, agindo somente pelo ID, nessa fase é possível ainda o início da construção do EGO, onde eles poderiam começar a compreender a necessidade de dividir e escolher, mas essa formação pode ser concluída apenas na idade de 7 anos, o que não é caso. Logo cabe aos pais e aos professores fazer essa transição com uma mediação apropriada para do princípio do prazer para o proncípio da realidade, nomeando o sentimento da criança e introduzindo sua autoridade.
As estruturas propostas por Freud é ID, EGO E SUPEREGO, cada uma com sua formação em um tempo específico do desenvolvimento humano, o ID muito presente na fase descrita, onde a criança não consegue compreender as necessidades dos seus coleguinhas, não compreende a importância da divisão de brinquedos e por isso não consegue dividir, agindo apenas pelo desejo de satisfação próprio, ou seja, agindo somente pelo ID, nessa fase é possível ainda o início da construção do EGO, onde eles poderiam começar a compreender a necessidade de dividir e escolher, mas essa formação pode ser concluída apenas na idade de 7 anos, o que não é caso. Logo cabe aos pais e aos professores fazer essa transição com uma mediação apropriada para do princípio do prazer para o proncípio da realidade, nomeando o sentimento da criança e introduzindo sua autoridade.
