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Desafio

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De acordo com o apresentado, baseado na teoria, o ID da criança esta em fase de desenvolvimento, nessa logica cada criança inicia a fase de observar as coisas, cores, objetos e etc.. porem a caso a caso, crianças que tem mais contatos com outras crianças e aprendem a compartilhar seus objetos desde ao iniciar o desenvolvimento, essas crianças já não teria tanta dificuldade nesses termos, crianças que mante-se mais preso  na proteção dos pais sem muitos contatos com o mundo devido o auto cuidado de muitos pais, desenvolve esse lado controlador e individualistas, nesses casos seria mais fácil analisar o ambiente a qual essas crianças estão sendo educadas diariamente (cito ambiente familiar) para que so assim fazer uma analise mais detalhadas de seus comportamentos mentais a serem desenvolvidos.

o ID por sua vez buscara o prazer imediato, onde a criança usa de artifícios para conseguir benefícios.

O Ego da criança esta em fase de desenvolvimento, porem nesse período ela já aprende a desenvolver as estratégias de defesas para sempre se beneficiar de alguma forma.

Nessa fase O superEgo ainda esta praticamente sem desenvoltura, pois ainda não observam com atenção, pois ainda não desenvolveram vem essa consciência moral etc.

Na perspectiva freudiana, crianças com menos de cinco anos ainda estão em fase de desenvolvimento do aparelho psíquico. O comportamento é predominantemente regido pelo Id e pelo princípio do prazer, buscando a satisfação imediata de seus desejos e impulsos sexuais/agressivos primários. O Ego e o Superego ainda estão em formação, o que significa que noções morais como empatia, paciência, partilha e respeito às regras sociais ainda não foram consolidadas. O brinquedo do outro desperta o desejo imediato de posse sem a mediação da frustração.

O que deve acontecer em sala de aula:

A mediação dos educadores é fundamental para ajudar na estruturação do Ego e no desenvolvimento do Superego. Em sala de aula, os professores devem atuar como mediadores da realidade, nomeando os sentimentos e estabelecendo limites claros e afetivos. Gradativamente, as crianças passarão a tolerar a frustração, reconhecer o outro e aprender a compartilhar, saindo do egocentrismo inicial em direção ao convívio social equilibrado.

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