Desafio - Módulo IV
Citação de Indianara Franco Ramos em julho 15, 2026, 8:09 amTodo esse movimento precisa de espaço e vínculo humanizado para atender e conseguir resolver doenças e problemas da comunidades num todo, o olhar humanizado se perde nesses modelos de atendimentos... Onde também se perde muitos os investimentos que deveriam ser destilados para as melhoras adequadas e modernas nesses atendimentos.
Todo esse movimento precisa de espaço e vínculo humanizado para atender e conseguir resolver doenças e problemas da comunidades num todo, o olhar humanizado se perde nesses modelos de atendimentos... Onde também se perde muitos os investimentos que deveriam ser destilados para as melhoras adequadas e modernas nesses atendimentos.
Citação de Kleber Dias De Lucena em julho 15, 2026, 12:44 pmUma proposta que considera os vínculos entre usuário e profissional e a condição de sujeito daquele possibilita a constituição de um espaço de cuidado horizontal porque rompe com a lógica verticalizada tradicionalmente presente na relação de saúde, na qual o profissional ocupava o lugar de detentor do saber e o usuário o lugar de receptor passivo. Ao partir de uma leitura psicanalítica, compreende-se que o encontro no espaço de atenção em saúde não é apenas técnico, mas também subjetivo, marcado por transferências, escutas e afetos que atravessam ambos os lados. Dessa forma, ao reconhecer o usuário como sujeito ativo e responsável por sua história, e não apenas como um portador de sintomas ou de um diagnóstico, abre-se a possibilidade de construção conjunta do plano de cuidado. O profissional deixa de ser o único que decide e passa a atuar como alguém que sustenta a escuta e acolhe a fala do outro, enquanto o usuário é convocado a se implicar no seu processo de tratamento. Essa horizontalidade se dá justamente porque ambos são situados como agentes do cuidado, em uma relação de troca em que o vínculo construído entre eles torna-se ferramenta central para a produção de saúde. Assim, o cuidado não é imposto de cima para baixo, mas negociado, o que está em consonância com os princípios do SUS de promoção da saúde e com a ideia de que a saúde só se efetiva quando o sujeito se reconhece como participante e não como objeto da intervenção.
Uma proposta que considera os vínculos entre usuário e profissional e a condição de sujeito daquele possibilita a constituição de um espaço de cuidado horizontal porque rompe com a lógica verticalizada tradicionalmente presente na relação de saúde, na qual o profissional ocupava o lugar de detentor do saber e o usuário o lugar de receptor passivo. Ao partir de uma leitura psicanalítica, compreende-se que o encontro no espaço de atenção em saúde não é apenas técnico, mas também subjetivo, marcado por transferências, escutas e afetos que atravessam ambos os lados. Dessa forma, ao reconhecer o usuário como sujeito ativo e responsável por sua história, e não apenas como um portador de sintomas ou de um diagnóstico, abre-se a possibilidade de construção conjunta do plano de cuidado. O profissional deixa de ser o único que decide e passa a atuar como alguém que sustenta a escuta e acolhe a fala do outro, enquanto o usuário é convocado a se implicar no seu processo de tratamento. Essa horizontalidade se dá justamente porque ambos são situados como agentes do cuidado, em uma relação de troca em que o vínculo construído entre eles torna-se ferramenta central para a produção de saúde. Assim, o cuidado não é imposto de cima para baixo, mas negociado, o que está em consonância com os princípios do SUS de promoção da saúde e com a ideia de que a saúde só se efetiva quando o sujeito se reconhece como participante e não como objeto da intervenção.
