Desafio - Módulo IV
Citação de Adilson Almeida em setembro 4, 2026, 5:00 pmA proposição que considera os vínculos entre usuário e profissional possibilita a construção de um espaço de cuidado horizontal porque reconhece que o usuário não é apenas objeto de investigação ou receptor passivo de uma intervenção, mas um sujeito que participa ativamente do processo de cuidado.
A partir de uma leitura psicanalítica, é importante considerar que cada sujeito possui uma história singular e que aspectos conscientes e inconscientes atravessam sua maneira de estabelecer relações, expressar sofrimento e responder ao tratamento. Assim, a escuta não deve se limitar à identificação de sintomas ou à coleta de informações, mas incluir a forma como o sujeito significa sua experiência e estabelece vínculos.
Nesse contexto, a relação entre profissional e usuário também passa a fazer parte do processo terapêutico. A psicanálise permite compreender que fenômenos como a transferência podem emergir nessa relação, fazendo com que afetos e formas de relacionamento apareçam no encontro com o profissional. Reconhecer e manejar esses elementos amplia a compreensão do caso e favorece um cuidado mais individualizado.
Dessa forma, considerar o usuário como sujeito contribui para superar uma relação exclusivamente vertical, na qual o profissional ocupa o lugar de quem detém todo o saber. O cuidado passa a ser construído por meio da escuta, do vínculo, do diálogo e do reconhecimento da singularidade, permitindo que o usuário também participe das decisões e da construção de seu percurso terapêutico.
Portanto, a horizontalidade não significa eliminar os diferentes papéis e conhecimentos dos profissionais e usuários, mas construir uma relação em que o saber técnico possa dialogar com a experiência e a subjetividade de quem recebe o cuidado. Essa perspectiva é coerente com uma atenção em saúde que reconhece o sujeito como agente ativo e corresponsável pelo processo de cuidado.
A proposição que considera os vínculos entre usuário e profissional possibilita a construção de um espaço de cuidado horizontal porque reconhece que o usuário não é apenas objeto de investigação ou receptor passivo de uma intervenção, mas um sujeito que participa ativamente do processo de cuidado.
A partir de uma leitura psicanalítica, é importante considerar que cada sujeito possui uma história singular e que aspectos conscientes e inconscientes atravessam sua maneira de estabelecer relações, expressar sofrimento e responder ao tratamento. Assim, a escuta não deve se limitar à identificação de sintomas ou à coleta de informações, mas incluir a forma como o sujeito significa sua experiência e estabelece vínculos.
Nesse contexto, a relação entre profissional e usuário também passa a fazer parte do processo terapêutico. A psicanálise permite compreender que fenômenos como a transferência podem emergir nessa relação, fazendo com que afetos e formas de relacionamento apareçam no encontro com o profissional. Reconhecer e manejar esses elementos amplia a compreensão do caso e favorece um cuidado mais individualizado.
Dessa forma, considerar o usuário como sujeito contribui para superar uma relação exclusivamente vertical, na qual o profissional ocupa o lugar de quem detém todo o saber. O cuidado passa a ser construído por meio da escuta, do vínculo, do diálogo e do reconhecimento da singularidade, permitindo que o usuário também participe das decisões e da construção de seu percurso terapêutico.
Portanto, a horizontalidade não significa eliminar os diferentes papéis e conhecimentos dos profissionais e usuários, mas construir uma relação em que o saber técnico possa dialogar com a experiência e a subjetividade de quem recebe o cuidado. Essa perspectiva é coerente com uma atenção em saúde que reconhece o sujeito como agente ativo e corresponsável pelo processo de cuidado.
