Desafio - Módulo VI
Citação de Carina Wahl de Almeida em agosto 11, 2026, 10:45 pmO mecanismo de defesa não é simplesmente o problema; muitas vezes ele é a solução que o psiquismo encontrou para um conflito que ainda não consegue enfrentar de outra maneira.
O mecanismo de defesa não é simplesmente o problema; muitas vezes ele é a solução que o psiquismo encontrou para um conflito que ainda não consegue enfrentar de outra maneira.
Citação de LEANDRO DOS SANTOS SILVA em agosto 12, 2026, 3:35 amDIANTEDO EXPOSTO, LAURA APRESENTA A FORMAÇÃO REATIVA, UMA VEZ QUE COMO FORMA INDIRETA DE EXPRESSAR O CIÚMES PELA PRESENÇA DO SEU IRÃO MAIS NOVO, FAZ COM QUE LAURA, CRIE DE FORMA IMAGINÁRIA UM SER MÁGICO , COM PODERES CAPAZ DE MUDAR E INFLUENCIAR O MUNDO INTEIRO. ISSO MOSTRA QUE O EGO DE LAURA OCULTE SEU IMPULSO DE NÃO ACEITAÇÃO E/OU CIÚMES DE SEU IRMAO RECEM NASCIDO.
DIANTEDO EXPOSTO, LAURA APRESENTA A FORMAÇÃO REATIVA, UMA VEZ QUE COMO FORMA INDIRETA DE EXPRESSAR O CIÚMES PELA PRESENÇA DO SEU IRÃO MAIS NOVO, FAZ COM QUE LAURA, CRIE DE FORMA IMAGINÁRIA UM SER MÁGICO , COM PODERES CAPAZ DE MUDAR E INFLUENCIAR O MUNDO INTEIRO. ISSO MOSTRA QUE O EGO DE LAURA OCULTE SEU IMPULSO DE NÃO ACEITAÇÃO E/OU CIÚMES DE SEU IRMAO RECEM NASCIDO.
Citação de Leandro Zacharias Goncalves em agosto 12, 2026, 10:10 pm
Na Psicanálise esse comportamento é um mecanismo de defesa para lidar com sentimentos de inveja ou ciúmes. Esse mecanismo de defesa é chamado de Onipotencia pois o paciente se coloca na condição de magico com poderes onipotentes tornando difícil o ascesso aos sentimentos que estão no inconsciente.
Na Psicanálise esse comportamento é um mecanismo de defesa para lidar com sentimentos de inveja ou ciúmes. Esse mecanismo de defesa é chamado de Onipotencia pois o paciente se coloca na condição de magico com poderes onipotentes tornando difícil o ascesso aos sentimentos que estão no inconsciente.
Citação de Claudionor Santos em agosto 13, 2026, 3:26 pmNo caso da Laura, de 6 a 11 anos, o principal mecanismo de defesa utilizado é o Recalque.Por estar no período de latência, Laura já possui um Superego mais estruturado e reconhece que sentir inveja do irmão recém-nascido é um sentimento "proibido".
Dessa forma, o Ego utiliza o recalque para afastar da consciência esse impulso inaceitável, tornando extremamente difícil para ela manifestar e reconhecer esse afeto durante a análise.O afeto continua agindo inconscientemente e dominando sua vida, mesmo sem ela conseguir nomeá-lo.
No caso da Laura, de 6 a 11 anos, o principal mecanismo de defesa utilizado é o Recalque.Por estar no período de latência, Laura já possui um Superego mais estruturado e reconhece que sentir inveja do irmão recém-nascido é um sentimento "proibido".
Dessa forma, o Ego utiliza o recalque para afastar da consciência esse impulso inaceitável, tornando extremamente difícil para ela manifestar e reconhecer esse afeto durante a análise.O afeto continua agindo inconscientemente e dominando sua vida, mesmo sem ela conseguir nomeá-lo.
Citação de Tobias Balduino de Assuncao em agosto 16, 2026, 5:42 pmO mecanismo de defesa que está sendo expresso por Laura na história é a Negação pela Fantasia, muitas vezes associado à onipotência. Esse é um dos mecanismos de defesa do ego muito estudados e descritos por Anna Freud, especialmente na infância.
No caso da Laura, a chegada do irmão recém-nascido gera sentimentos intensos de inveja e ciúme. Na realidade, ela se sente ameaçada, pequena e impotente diante da perda de atenção exclusiva dos pais. Como lidar com essa realidade é excessivamente doloroso para o seu aparelho psíquico, ela reprime esses sentimentos.
Em vez de entrar em contato com a dor da sua vulnerabilidade real, Laura foge para a imaginação. Sempre que a situação exige que ela lide com o ciúme, ela inicia o jogo onde é uma mágica.
No mundo da fantasia, ela deixa de ser a irmã mais velha impotente e enciumada para se tornar uma figura onipotente, capaz de transformar e controlar o mundo inteiro com seus gestos. Essa fantasia serve justamente para negar a realidade dolorosa da presença do irmão e compensar sua sensação de fraqueza, protegendo-a da angústia gerada pela inveja.
O mecanismo de defesa que está sendo expresso por Laura na história é a Negação pela Fantasia, muitas vezes associado à onipotência. Esse é um dos mecanismos de defesa do ego muito estudados e descritos por Anna Freud, especialmente na infância.
No caso da Laura, a chegada do irmão recém-nascido gera sentimentos intensos de inveja e ciúme. Na realidade, ela se sente ameaçada, pequena e impotente diante da perda de atenção exclusiva dos pais. Como lidar com essa realidade é excessivamente doloroso para o seu aparelho psíquico, ela reprime esses sentimentos.
Em vez de entrar em contato com a dor da sua vulnerabilidade real, Laura foge para a imaginação. Sempre que a situação exige que ela lide com o ciúme, ela inicia o jogo onde é uma mágica.
No mundo da fantasia, ela deixa de ser a irmã mais velha impotente e enciumada para se tornar uma figura onipotente, capaz de transformar e controlar o mundo inteiro com seus gestos. Essa fantasia serve justamente para negar a realidade dolorosa da presença do irmão e compensar sua sensação de fraqueza, protegendo-a da angústia gerada pela inveja.
Citação de Dione Rodrigues em agosto 17, 2026, 5:46 pmLaura cria mecanismo de defesa para pode se expressar a realidade
Laura cria mecanismo de defesa para pode se expressar a realidade
Citação de Eucleia Aparecida Souza Santos em agosto 23, 2026, 8:34 pmO mecanismo de defesa que aparece na história de Laura parece ser a negação. Ela sente ciúmes e inveja do irmão, mas tem dificuldade de reconhecer esses sentimentos diretamente. Por isso, transforma esse conflito em uma brincadeira, imaginando que é um mágico capaz de controlar e transformar o mundo ao seu redor. Assim, o sentimento que ela não consegue expressar de forma consciente aparece de maneira simbólica em suas fantasias e brincadeiras.:::
O mecanismo de defesa que aparece na história de Laura parece ser a negação. Ela sente ciúmes e inveja do irmão, mas tem dificuldade de reconhecer esses sentimentos diretamente. Por isso, transforma esse conflito em uma brincadeira, imaginando que é um mágico capaz de controlar e transformar o mundo ao seu redor. Assim, o sentimento que ela não consegue expressar de forma consciente aparece de maneira simbólica em suas fantasias e brincadeiras.:::
Citação de carlos matos em agosto 25, 2026, 7:19 pmNa base relato apresentado, nos deparamos com uma historia que apresenta um relato interessante, onde o maior desafio esta no apego ou no afeto excessivo, na qual a pequena Laura se encontra na historia, esse fato de sempre termos alguém que no pensamento da criança rouba atenção dos pais ou pessoa próxima, esse apego leva a criança criar um instinto de individualismo devido o ciúme apresentado, nesse caso vai caber aos pais a mudar essa historia, mostrando o amor por igual.
Na base relato apresentado, nos deparamos com uma historia que apresenta um relato interessante, onde o maior desafio esta no apego ou no afeto excessivo, na qual a pequena Laura se encontra na historia, esse fato de sempre termos alguém que no pensamento da criança rouba atenção dos pais ou pessoa próxima, esse apego leva a criança criar um instinto de individualismo devido o ciúme apresentado, nesse caso vai caber aos pais a mudar essa historia, mostrando o amor por igual.
Citação de Aurivaldo Cardoso dos Santos em agosto 26, 2026, 1:08 amO mecanismo de defesa apresentado é a Negação em Fantasia. Sistematizada por Anna Freud, a negação em fantasia ocorre quando a criança não consegue alterar uma realidade externa angustiante (a presença do bebê e a perda da atenção exclusiva), mas consegue reverter o sofrimento criando um mundo irreal e paralelo onde ela é vitoriosa. A criança não alucina — ela sabe que é uma brincadeira —, mas o ego usa a fantasia lúdica para anular a dor da impotência imposta pela inveja.
O mecanismo de defesa apresentado é a Negação em Fantasia. Sistematizada por Anna Freud, a negação em fantasia ocorre quando a criança não consegue alterar uma realidade externa angustiante (a presença do bebê e a perda da atenção exclusiva), mas consegue reverter o sofrimento criando um mundo irreal e paralelo onde ela é vitoriosa. A criança não alucina — ela sabe que é uma brincadeira —, mas o ego usa a fantasia lúdica para anular a dor da impotência imposta pela inveja.
