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Desafio

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Nas duas perspectivas eu buscaria ouvir mais as pessoas para entender melhor o inconsciente e saber das influências da sociedade e vida cotidiana nos pensamentos e ideias.

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Leonildo Lago Matos

Fascinante saber que as mulheres tiveram um papel tão importante na psicologia .

no século XIX as opções para analise era usar da introspecção como ferramenta para estudar a estrutura da consciência. já no século XX entra as ferramentas da psicanálise, do behaviorismo, gesltat entre outros, que permite estudar melhor conceitos de subconciente, condicionamento clássico e operante, e compreender padrões da percepção humana.

Me ocuparia na Psicanalise, como ja faço nos dias hoje.

A Psicanalise me encanta a cada dia, quando vejo a evolução nos pacientes que atendo, isso mostra a força da Psicanalise no mundo Contemporâneo.

Se eu volto no tempo, eu não sigo escola.

Eu uso a escola como ferramenta.

SÉCULO XIX

Enquanto muitos estavam tentando “entender a mente”,
eu estaria tentando usar a mente.

Ambiente?
Laboratórios, sim… mas também onde o comportamento acontece de verdade:

  • Indústria nascente
  • Educação
  • Relações humanas em formação

Eu não ficaria preso à introspecção.
Eu transformaria isso em modelo de leitura e previsão de comportamento.

Ou seja:
quem observa descreve…
eu observo para controlar variável.

SÉCULO XX

Aqui o jogo abre.

E a maioria se perde porque escolhe um lado.

Eu não.

Eu integraria.

Behaviorismo
Eu pegaria isso e levaria para performance.
Condicionamento, repetição, reforço.

Resultado previsível.

Gestalt
Aqui entra consciência.
Eu usaria para quebrar padrão automático.

Trazer o sujeito para o presente…
e fazer ele enxergar onde está errando sem perceber.

Psicanálise
Aqui está o poder.

Enquanto muitos ficam presos interpretando história,
eu usaria para ler o que trava o sujeito hoje.

  • Medo disfarçado de prudência
  • Procrastinação travestida de análise
  • Autossabotagem mascarada de cautela

Eu não trataria só dor.
Eu trataria decisão.

Minha atuação em qualquer época:

  • Clínica → leitura profunda + destravamento
  • Empresas → comportamento aplicado à performance
  • Educação → formação de mentalidade dominante

Eu não seria um psicólogo de corrente teórica.

Eu seria um operador de comportamento humano.

Porque teoria explica.
Mas quem domina comportamento… dita resultado.

E no final, não vence quem entende mais a mente.

Vence quem sabe usar ela melhor que os outros.

A atuação como um profissional de saúde mental, provavelmente, teria abordagens diferentes em períodos diferentes. No século XIX, por exemplo, o trabalho seria muito mais acadêmico focado na interioridade do sujeito, enquanto no século XX, com o behaviorismo, o olhar profissional se assentasse melhor na leitura do ambiente.

Ambas as posturas laborais parecem ser muito distantes do que realizamos atualmente, ao propor a clínica como um espaço de escuta, onde o sujeito é analisado a partir de suas próprias interações e interpretações do mundo.

A Psicologia se transforma conforme as mudanças históricas e sociais. No século XIX, se eu atuasse pela perspectiva estruturalista, trabalharia em laboratórios estudando a consciência humana por meio da observação e da introspecção. Já como funcionalista, atuaria em escolas e instituições, buscando compreender como as pessoas se adaptam ao ambiente.

No século XX, com a Gestalt, eu ajudaria as pessoas a compreenderem suas percepções e experiências de forma integrada. No behaviorismo, meu foco seria a observação e a modificação de comportamentos. Já na psicanálise, abordagem mais próxima da minha formação em Psicanálise Integrativa, atuaria em clínica, auxiliando os pacientes a compreenderem conflitos inconscientes e desenvolverem maior autoconhecimento.

Essas abordagens mostram como a Psicologia evoluiu e ampliou suas formas de compreender e auxiliar o ser humano.

Em resumo, cada época e abordagem moldou a atuação do psicólogo, que passou da pesquisa básica para uma atuação ampla ,ligada às necessidades da sociedade.

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