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24 comentários sobre “Formação em Neurociência Clínica Terapêutica”
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Concluir o curso de Formação em Neurociência Clínica Terapêutica representa para mim a ampliação do conhecimento sobre o funcionamento do cérebro, do comportamento humano e dos processos envolvidos na saúde e no adoecimento. Ao longo da formação, foi possível compreender a integração entre aspectos biológicos, cognitivos, emocionais e comportamentais, além de reconhecer a importância da prática baseada em evidências. Trata-se de uma experiência enriquecedora, que fortalece a atuação profissional e amplia o olhar clínico para uma compreensão mais profunda e humanizada do ser humano.
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Curso maravilhoso queira nos capacita para atender melhor.
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Ja fiz psicanalise clinica,psicanalise integrativa e ameiiii estou fazendo a neurociencia e vou iniciar a revisao e analise simplesmente pergeito
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Ficamos muito felizes em saber que você concluiu os cursos de Psicanálise Clínica e Psicanálise Integrativa, está cursando Neurociência e já vai iniciar Análise e Supervisão.
Agradecemos pela confiança e pelo carinho com o nosso trabalho. Desejamos que cada nova formação continue agregando ainda mais conhecimento à sua trajetória.
Muito sucesso nos estudos e conte sempre com o IEVI! 🌷
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Concluí os três cursos de Psicanálise e agora, o de Neurociência. A oportunidade de aprender conteúdos tão valiosos e ricos nessas áreas é relevante. O IEVI está de parabéns pela iniciativa e pelo nível dos cursos!
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Muito obrigado por suas palavras e pelo reconhecimento!
Ficamos extremamente felizes em saber que você concluiu os três cursos de Psicanálise e também o curso de Neurociência. É muito gratificante saber que os conteúdos contribuíram para sua formação e desenvolvimento profissional.
Comentários como o seu nos motivam a continuar aprimorando nossos cursos e levando conhecimento de qualidade a cada vez mais alunos.
Parabéns por sua dedicação e por essa importante trajetória de aprendizado. Desejamos muito sucesso em sua caminhada profissional e esperamos continuar fazendo parte dela com novos cursos e oportunidades de formação!
Conte sempre conosco. 😊
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Muito obrigado por compartilhar sua experiência! 😊
Ficamos muito felizes em saber que você concluiu os três cursos de Psicanálise e também o curso de Neurociência. É gratificante saber que os conteúdos foram valiosos para sua formação e contribuíram para ampliar seus conhecimentos.
Agradecemos pelo reconhecimento ao trabalho do IEVI e pela confiança em nossas formações. Desejamos muito sucesso em sua trajetória profissional e esperamos continuar contribuindo com seu crescimento e aperfeiçoamento! 👏
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Fiz o curso de Psicanalise clinica e integrativas agora vi que colocaram o de neurociências, tambem ja estou fazendo estou no começo mais parece ótimo
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Fiz psicanálise clinica e iniciando o de neurociência, instituição muito boa e conteúdos muito evoluitivo
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Feliz em finalizar a Formação em Neurociência Clínica Terapêutica pelo IEVI! Uma experiência enriquecedora que amplia meus horizontes e minha prática profissional.
Grato pelo oportunidade! -
Já fiz minha matricula
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Olá, ótimo curso e excelente conteúdo 👏🏻👏🏻 Parabéns 👏🏻
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Completei o curso e fiquei muito satisfeito pelo resultado, pois tenho algumas formações em especialização superior na área e me agregou muito conhecimento me dando a oportunidade de expansão na área holística também. Parabéns
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Muito bom os cursos aqui bem recomendados
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O melhor curso de formação do Brasil , não tem igual
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Fiz um curso de psicanálise clínica.
Gostei muito do conteúdo.
Agora estou fazendo neurociência,e TB estou gostando. -
Fiz três cursos. Psicanálise Clínica, Psicanálise Integrativa, Psicanálise Análise e Supervisão. Todo os cursos excelentes, o material didático é simplesmente perfeito, o atendimento é ótimo. Sou muito grata a todos do IEVI. Agora, me matriculei no curso de neurociência. Gratidão !
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Ainda não posso fazer um comentário em relação ao curso. Irei iniciar para poder fazer um comentário . Porém , pelos que li achei ótimo!
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Meu primeiro curso na IEVI foi de Psicanálise clínica onde me trouxe muito conhecimento e abriu portas. (curso complexo/difícil).
Já o de Neurociência clínica foi mais fácil de entendimento, acredito por ter tido uma base anterior ao curso. E muito gostoso de estudar, queria mais conteúdo de tão bom que foi. Obrigada IEVI!-
Os cursos são de excelência, concluir psicanálise clínica e Integrativa, estarei realizando neurociência Clínica.
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Não tem vídeo-aula nesses cursos? Matriculei no de neurociências, mas é estranho esse tipo de curso sem vídeo. Saberia me responder?
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Você recebeu os certificados?
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Já me formei pela IEVI em Psicanálise Clínica, Integrativa e Análise e Supervisão.
Logo que vi o novo Curso em Neurociência não hesitei em fazer, pois, agora já conheço a Instituição e sei que é séria!Recomendo-
Estou gostando do conteúdo, também fiz todos em Psicanálise, foi muito útil para complementar na minha Pós graduação em Psicanálise e em Neuropsicopedagogia, a pesquisa para responder aos desafios é um incentivo a mais nos estudos.
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Os comentários estão fechados.

37 comentários sobre “Desafio”
As diversas terapias vão além das tecnicas de fala ou compreensão elas atingem processos biológicos
O uso de práticas de mindfulness, demonstra através de evidências científicas que a meditação regular, pode alterar fisicamente a estrutura e o funcionamento do cérebro. Estudos de neuroimagem mostram que programas de mindfulness de cerca de oito semanas podem gerar neuroplasticidade, aumentando a espessura de massas cinzentas em áreas associada a memória e regulação emocional.
A neurociência contribui para a prática terapêutica ao ajudar o profissional a entender como o cérebro reage às emoções, principalmente em situações de ansiedade e estresse. Esse conhecimento permite que o terapeuta utilize técnicas mais eficazes, focadas não só no comportamento, mas também no funcionamento cerebral.
A integração da neurociência com as demais metodologias de clínica terapêutica contribui significativamente para o avanço preciso de diagnósticos e o rápido restabelecimento da saúde emocional do paciente. As evidências da neurociência e seus resultados mostram que podemos utilizar as técnicas e mecanismos cognitivos visando a melhora da neuroplasticidade e promovendo o bem estar.
A Neurociência traz reconhecimento biológico a prática terapêutica.
ANSIEDADE E DEPRESSÃO COM FUNDAMENTOS NEUROCIENTÍFICOS.
Neurocientificamente, não se trata apenas de “questões emocionais”, mas de processos biológicos que influenciam diretamente o comportamento humano.
Neurociência ajuda na terapia de regulação emocional explicando como o cérebro processa emoções, tipo a amígdala dando o “alarme” rápido e o córtex pré-frontal botando freio nisso tudo pra gente se acalmar melhor. No dia a dia, o terapeuta usa isso pra ensinar o paciente a reinterpretar situações estressantes, tipo transformar pânico em reunião de trabalho numa chance de conexão, ativando áreas cerebrais que reduzem a reação na hora
Tema escolhido: Regulação emocional baseada na neurociência
Os conhecimentos da neurociência ajudam muito na prática terapêutica pois explicam como o cérebro processa emoções, estresse e também reações comportamentais. Hoje sabemos que estruturas como a amígdala estão ligadas às respostas emocionais rápidas, enquanto o córtex pré-frontal participa do controle, da tomada de decisão e da regulação das emoções. Isso mostra que a reação emocional não é apenas “falta de controle”, mas um processo neurobiológico que pode ser treinado e fortalecido.
Com base nisso, a prática terapêutica passou a incluir estratégias que ajudam o indivíduo a desenvolver autorregulação, consciência emocional e resposta mais equilibrada aos estímulos. Técnicas de respiração, reestruturação cognitiva, atenção plena e treino de percepção corporal ajudam a ativar áreas cerebrais de controle e diminuir a hiperativação emocional.
Um exemplo prático é o atendimento de um paciente com ansiedade que reage de forma intensa a situações de pressão. O terapeuta pode esclarecer como o cérebro entra em modo de ameaça e ensinar técnicas de respiração lenta e grounding (A prática de estabelecer contato direto da pele com a Terra como: caminhar descalço na grama, areia ou terra a qual, pode equilibrar a carga elétrica do corpo. É utilizado para reduzir a inflamação, melhorar o sono, diminuir o estresse e melhorar o humor. As técnicas incluem caminhar descalço, usar tapetes/lençóis de aterramento ou jardinagem). Essas práticas reduzem a ativação do sistema de estresse e aumentam a ação do córtex pré-frontal, ajudando o paciente a responder de forma mais consciente. Ao repetir esses exercícios, acontece fortalecimento das redes neurais relacionadas ao autocontrole, mostrando na prática o princípio da neuroplasticidade.
pedro alves da silva. a neurociência contribui para psicanalise ao oferecer bases cientificamente sobre o cérebro processa a emoções memorias e comportamentos esses conhecimentos ajuda o psicanalista a compreender melhor os mecanismos
A neuroplasticidade é fundamental na prática terapêutica, pois demonstra que o cérebro possui a capacidade de se reorganizar e formar novas conexões neurais ao longo da vida. Esse conhecimento reforça a compreensão de que padrões emocionais, cognitivos e comportamentais disfuncionais podem ser modificados por meio de intervenções terapêuticas adequadas e contínuas.
Na prática clínica, a neuroplasticidade é aplicada quando o terapeuta utiliza estratégias que estimulam novas aprendizagens e a ressignificação de experiências, como o treino de habilidades emocionais, a repetição de comportamentos adaptativos e o fortalecimento da autorregulação emocional. Por exemplo, em pacientes com ansiedade, técnicas de reestruturação cognitiva associadas a exercícios de atenção plena ajudam a reduzir respostas automáticas de medo, promovendo novas respostas mais saudáveis. Assim, a neurociência oferece base científica para intervenções mais eficazes, fortalecendo o processo terapêutico e a autonomia do indivíduo.
A neuroplasticidade no processo terapêutico é fantástico, já tive paciente com situações tanto de saúde física, como também mental na qual foram totalmente melhoradas através de técnicas que fazem a pessoa justamente criar novos hábitos, novas crenças e a sua saúde melhora com a neuroplasticidade que prova que nosso cérebro tem a capacidade de se adptar, se moldar, após comandos, mudança ou ambiência.
1. Como a neurociência ajuda na terapia?
Ela mostra como o cérebro funciona, o que ajuda os terapeutas a escolherem técnicas mais eficazes. Por exemplo, a TCC muda pensamentos negativos, o EMDR trata traumas e o Neurofeedback treina o cérebro para funcionar melhor.
2. Exemplo prático:
Um paciente com ansiedade pode usar TCC para mudar pensamentos ruins e Neurofeedback para aprender a controlar o cérebro e se sentir mais calmo.
A regulação emocional é um trabalho contínuo de integração entre corpo, afeto e pensamento. Não se trata de eliminar o conflito, mas de sustentá-lo sem colapsar, permitindo que o sujeito se aproprie de sua história emocional e responda a ela com maior liberdade psíquica.
A Neurociência Clínica Terapeutica, nos traz possibilidades de ampliarmos nossos interesses e saberes clínicos, nos faz sairmos da nossa zona de conforto. A regulação emocional, a plasticidade cerebral, também podem perfeitamente, nas devidas circunstâncias e interesses, ser aplicada no próprio fazer do profissional, podemos até mesmo redirecionar para novas posturas em sua prática.
A neurociência ajuda muito nas intervenções terapêuticas emocionais, comportamentais e nos processos mentais porque ela explica como o cérebro funciona, como ele aprende, muda e responde às experiências. A partir disso, as terapias tornam-se mais eficazes e baseadas em evidências.
Abaixo estão as principais formas de contribuição:
🧠 1. Compreensão das emoções
A neurociência mostra como estruturas cerebrais como:
Amígdala → processamento do medo, ansiedade e emoções intensas
Hipocampo → memória emocional
Córtex pré-frontal → regulação emocional e tomada de decisões
Isso ajuda o terapeuta a entender por que a pessoa reage de determinada forma e a trabalhar regulação emocional, controle da ansiedade e do estresse.
A regulação emocional, sob a ótica da neurociência, é a capacidade do cérebro de modular a intensidade, a duração e a expressão das nossas respostas emocionais.
Em termos biológicos, ela ocorre através de um “cabo de guerra” ou, idealmente, uma colaboração entre duas áreas principais: o Sistema Límbico e o Córtex Pré-Frontal.
A regulação mental, faz com que o indivíduo consiga administrar seu potencial completo
A Regulação emocional, ajuda de forma terapêutica na Neurociências:
Ao fornecer uma compreensão baseada no celebro sobre a disfunção emocional, permitindo o desenvolvimento e a aplicação de técnicas mais eficazes e direcionadas .
A neuroplasticidade é a capacidade incrível do cérebro de mudar e se reorganizar e formar novas conexões neuronais ao logo da vida, é o mecanismo biológico por trás do aprendizado e da memória e da recuperação de lesões. Para usar no meio terapêutico o objetivo é estimular ativamente o cérebro a criar caminhos neurais mais adaptados e saudáveis, substituindo os antigos e disfuncionais. O papel do terapeuta é ser guia que ajuda o cliente a exercitar o cérebro para construir novos hábitos mentais e comportamentais.
A regulação emocional baseada nas neurociências explora os mecanismos cerebrais principalmente a interação entre o córtex pré-frontal e a amígdala que permitem modular e gerir as nossas experiências emocionais. Ao entender estas bases neurais, podemos desenvolver estratégias conscientes, como a reavaliação cognitiva, para influenciar positivamente as respostas emocionais, promovendo a saúde mental e o bem-estar.
Neuroplasticidade no Processo terapêutico
O cérebro apresenta notáveis capacidades de regeneração funcional e reorganização, o que permite adaptações em diferentes níveis. Os estudos sobre neuroplasticidade oferecem evidências e estratégias que favorecem a conquista dos objetivos do processo terapêutico. Um exemplo rápido da neuroplasticidade é quando aprendemos a andar de bicicleta e escutamos a seguinte frase — Agora que aprendeu, jamais esquecerá, todo esse processo é dado através da neuroplasticidade que liga um neurônio a outro neurônio ao qual ele não se comunicava antes, e quando, essa base da neuroplasticidade é aplicada no setor terapêutico, a funcionalidade junto com a psicoterapia molda essa capacidade para formar novos tipos de pensamentos e comportamentos para promover alterações positivas e criar novas conexões neurais.
MAIS UM DESAFIO A SER CONQUISTADO, O DIPLOMA DE NEUROCIÊNCIA CLÍNICA TERAPÊUTICA.
A regulação emocional tem sua iportanci sobre o auto conhecimento e autocontrole sobre tudo o que aconte ao seu redor sobre isso podemos ter uma melhor tomada de decisão, autocontrole sopbre nossas emoções e ansias, resiliencia, assim como melhor relacionamento interpessal e sucesso profissional e areas afins…
regulação emocional é a habilidade metacognitiva de monitorar, avaliar e modular as próprias emoções. Essencial para a saúde mental e o bem-estar, essa capacidade adaptativa permite gerenciar respostas afetivas de maneira equilibrada e funcional, evitando a repressão ou a expressão desproporcional. A sua eficácia está diretamente ligada à resolução de problemas e à manutenção de interações sociais saudáveis, sendo um pilar fundamental para a resiliência psicológica diante dos desafios do cotidiano.
No século XXI, a neurociência mostra que práticas como mindfulness fortalecem áreas cerebrais ligadas a regulação emocional , tornando-se um recurso eficaz no cuidado da saúde mental.
Os fundamentos da neurociência nos propicia a analisar as influências de linguagem e comportamento de maneira á facilitar a efetividade terapêutica
A neurociência esta na capacidade do cérebro mudar, os neurônios adaptam suas conexões com base em nossas experiências e aprendizado, praticando novos pensamentos e comportamentos, fortalecendo essas novas vias neurais, explora mecanismos, criando métodos terapêuticos mais Eficazes.
A regulação emocional, segundo a neurociência, é a capacidade do cérebro de controlar, ajustar e modular as emoções de forma adaptativa diante das demandas do ambiente. Esse processo envolve principalmente duas estruturas cerebrais: a amígdala e o córtex pré-frontal.
A amígdala é responsável por detectar estímulos emocionais intensos, como medo ou raiva, e ativar respostas rápidas de sobrevivência. Já o córtex pré-frontal atua como um moderador, avaliando o contexto e inibindo reações impulsivas. Quando essa região está bem desenvolvida e funcional, o indivíduo consegue pausar, refletir e escolher respostas mais equilibradas, mesmo diante de situações estressantes.
A neurociência mostra que essa habilidade pode ser treinada e fortalecida por meio de práticas terapêuticas, como mindfulness, reestruturação cognitiva e técnicas de respiração. Essas intervenções ajudam a criar novas conexões neurais, promovendo maior controle emocional e bem-estar psicológico.
Em resumo, a regulação emocional é um processo neurobiológico essencial para a saúde mental, e compreender seu funcionamento permite intervenções mais eficazes na prática clínica.
A neurociência trouxe a terapia para mudanças do comportamento e ansiedade que é mal desse século, hoje as terapias mais são assertivas, através dessa descoberta trazendo de volta e restaurando a vida das pessoas.
escolhi a abordagem da ansiedade e depressão.
Hoje em dia, a neurociência tem nos ajudado muito a entender melhor o que acontece no cérebro de pessoas que vivem com ansiedade e depressão. Esses estudos mostram que muitos sintomas que as pessoas sentem — como tristeza profunda, medo constante, cansaço ou pensamento acelerado — têm explicações ligadas ao funcionamento do cérebro e dos nossos hormônios.
Saber disso na terapia faz toda a diferença. Em vez de apenas tentar mudar o comportamento ou o pensamento da pessoa, o terapeuta pode explicar o que está acontecendo dentro do corpo dela. Isso ajuda o paciente a entender que o que ele sente não é “fraqueza”, mas uma resposta do cérebro que pode ser cuidada com paciência, apoio e algumas técnicas.
Exemplo prático:
Imagine um paciente com ansiedade, que vive sempre no “alerta”, com o coração acelerado, pensamentos que não param e dificuldade para relaxar. A neurociência mostra que isso pode estar ligado a uma parte do cérebro chamada amígdala, que fica superativada.
Com base nisso, o terapeuta pode ensinar práticas de respiração profunda, que ajudam a “acalmá-la”, e também trabalhar com exercícios que ajudam o paciente a perceber seus pensamentos e emoções com mais clareza, ativando uma parte do cérebro que ajuda na tomada de decisões e no controle emocional.
“Conforme Tang et al. (2015), práticas de mindfulness induzem mudanças estruturais no córtex pré-frontal, corroborando sua eficácia em terapias de regulação emocional.”
Tang, Y. Y. et al. (2015). The neuroscience of mindfulness meditation.
DOI: 10.1038/nrn3916
A neurociência pode contribuir muito no , processo terapêutico.
Pelo conhecimento das emoções e reações cerebrais.
Sendo assim,com esse conhecimentos,podemos ajudar com ,mais clareza o paciente
A neurociencia vem somar a psicanalise,com esse conhecimento,o terapeuta endendera melhor seu paciente…
Um amplo conhecimento no que diz respeito ao auto conhecimento, material importante para o terapeuta , psicólogo, psicanalista…
A neurociência pode contribuir significativamente para a prática terapêutica, oferecendo fundamentos científicos sobre o funcionamento do cérebro e do sistema nervoso, o que permite aos profissionais compreenderem melhor as emoções, comportamentos e padrões mentais dos pacientes. Abaixo, listo algumas formas práticas de como a neurociência auxilia na terapia, com exemplos:
Compreensão dos circuitos cerebrais das emoções
Aplicação terapêutica: A terapia pode focar em estratégias que ajudam a regular as emoções, como a reestruturação cognitiva ou o mindfulness.
Exemplo: Sabendo que a amígdala é responsável pelo medo e que o córtex pré-frontal ajuda a inibir respostas impulsivas, o terapeuta pode trabalhar com o paciente o controle emocional em situações de ansiedade.
muito bom
A regulação emocional, segundo a neurociência, envolve o equilíbrio entre áreas do cérebro como a amígdala — que reage às emoções intensas — e o córtex pré-frontal, responsável pelo controle racional. Treinar a regulação é, na prática, fortalecer a capacidade do cérebro de pausar, refletir e escolher melhor, mesmo sob pressão emocional