Formação em Neurociência Clínica Terapêutica

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37 comentários sobre “Desafio

  1. O uso de práticas de mindfulness, demonstra através de evidências científicas que a meditação regular, pode alterar fisicamente a estrutura e o funcionamento do cérebro. Estudos de neuroimagem mostram que programas de mindfulness de cerca de oito semanas podem gerar neuroplasticidade, aumentando a espessura de massas cinzentas em áreas associada a memória e regulação emocional.

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  2. A neurociência contribui para a prática terapêutica ao ajudar o profissional a entender como o cérebro reage às emoções, principalmente em situações de ansiedade e estresse. Esse conhecimento permite que o terapeuta utilize técnicas mais eficazes, focadas não só no comportamento, mas também no funcionamento cerebral.

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  3. A integração da neurociência com as demais metodologias de clínica terapêutica contribui significativamente para o avanço preciso de diagnósticos e o rápido restabelecimento da saúde emocional do paciente. As evidências da neurociência e seus resultados mostram que podemos utilizar as técnicas e mecanismos cognitivos visando a melhora da neuroplasticidade e promovendo o bem estar.

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  4. ANSIEDADE E DEPRESSÃO COM FUNDAMENTOS NEUROCIENTÍFICOS.

    Neurocientificamente, não se trata apenas de “questões emocionais”, mas de processos biológicos que influenciam diretamente o comportamento humano.

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  5. Neurociência ajuda na terapia de regulação emocional explicando como o cérebro processa emoções, tipo a amígdala dando o “alarme” rápido e o córtex pré-frontal botando freio nisso tudo pra gente se acalmar melhor. No dia a dia, o terapeuta usa isso pra ensinar o paciente a reinterpretar situações estressantes, tipo transformar pânico em reunião de trabalho numa chance de conexão, ativando áreas cerebrais que reduzem a reação na hora

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  6. Tema escolhido: Regulação emocional baseada na neurociência

    Os conhecimentos da neurociência ajudam muito na prática terapêutica pois explicam como o cérebro processa emoções, estresse e também reações comportamentais. Hoje sabemos que estruturas como a amígdala estão ligadas às respostas emocionais rápidas, enquanto o córtex pré-frontal participa do controle, da tomada de decisão e da regulação das emoções. Isso mostra que a reação emocional não é apenas “falta de controle”, mas um processo neurobiológico que pode ser treinado e fortalecido.

    Com base nisso, a prática terapêutica passou a incluir estratégias que ajudam o indivíduo a desenvolver autorregulação, consciência emocional e resposta mais equilibrada aos estímulos. Técnicas de respiração, reestruturação cognitiva, atenção plena e treino de percepção corporal ajudam a ativar áreas cerebrais de controle e diminuir a hiperativação emocional.

    Um exemplo prático é o atendimento de um paciente com ansiedade que reage de forma intensa a situações de pressão. O terapeuta pode esclarecer como o cérebro entra em modo de ameaça e ensinar técnicas de respiração lenta e grounding (A prática de estabelecer contato direto da pele com a Terra como: caminhar descalço na grama, areia ou terra a qual, pode equilibrar a carga elétrica do corpo. É utilizado para reduzir a inflamação, melhorar o sono, diminuir o estresse e melhorar o humor. As técnicas incluem caminhar descalço, usar tapetes/lençóis de aterramento ou jardinagem). Essas práticas reduzem a ativação do sistema de estresse e aumentam a ação do córtex pré-frontal, ajudando o paciente a responder de forma mais consciente. Ao repetir esses exercícios, acontece fortalecimento das redes neurais relacionadas ao autocontrole, mostrando na prática o princípio da neuroplasticidade.

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  7. pedro alves da silva. a neurociência contribui para psicanalise ao oferecer bases cientificamente sobre o cérebro processa a emoções memorias e comportamentos esses conhecimentos ajuda o psicanalista a compreender melhor os mecanismos

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  8. A neuroplasticidade é fundamental na prática terapêutica, pois demonstra que o cérebro possui a capacidade de se reorganizar e formar novas conexões neurais ao longo da vida. Esse conhecimento reforça a compreensão de que padrões emocionais, cognitivos e comportamentais disfuncionais podem ser modificados por meio de intervenções terapêuticas adequadas e contínuas.
    Na prática clínica, a neuroplasticidade é aplicada quando o terapeuta utiliza estratégias que estimulam novas aprendizagens e a ressignificação de experiências, como o treino de habilidades emocionais, a repetição de comportamentos adaptativos e o fortalecimento da autorregulação emocional. Por exemplo, em pacientes com ansiedade, técnicas de reestruturação cognitiva associadas a exercícios de atenção plena ajudam a reduzir respostas automáticas de medo, promovendo novas respostas mais saudáveis. Assim, a neurociência oferece base científica para intervenções mais eficazes, fortalecendo o processo terapêutico e a autonomia do indivíduo.

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  9. A neuroplasticidade no processo terapêutico é fantástico, já tive paciente com situações tanto de saúde física, como também mental na qual foram totalmente melhoradas através de técnicas que fazem a pessoa justamente criar novos hábitos, novas crenças e a sua saúde melhora com a neuroplasticidade que prova que nosso cérebro tem a capacidade de se adptar, se moldar, após comandos, mudança ou ambiência.

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  10. 1. Como a neurociência ajuda na terapia?
    Ela mostra como o cérebro funciona, o que ajuda os terapeutas a escolherem técnicas mais eficazes. Por exemplo, a TCC muda pensamentos negativos, o EMDR trata traumas e o Neurofeedback treina o cérebro para funcionar melhor.

    2. Exemplo prático:
    Um paciente com ansiedade pode usar TCC para mudar pensamentos ruins e Neurofeedback para aprender a controlar o cérebro e se sentir mais calmo.

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  11. A regulação emocional é um trabalho contínuo de integração entre corpo, afeto e pensamento. Não se trata de eliminar o conflito, mas de sustentá-lo sem colapsar, permitindo que o sujeito se aproprie de sua história emocional e responda a ela com maior liberdade psíquica.

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  12. A Neurociência Clínica Terapeutica, nos traz possibilidades de ampliarmos nossos interesses e saberes clínicos, nos faz sairmos da nossa zona de conforto. A regulação emocional, a plasticidade cerebral, também podem perfeitamente, nas devidas circunstâncias e interesses, ser aplicada no próprio fazer do profissional, podemos até mesmo redirecionar para novas posturas em sua prática.

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  13. A neurociência ajuda muito nas intervenções terapêuticas emocionais, comportamentais e nos processos mentais porque ela explica como o cérebro funciona, como ele aprende, muda e responde às experiências. A partir disso, as terapias tornam-se mais eficazes e baseadas em evidências.
    Abaixo estão as principais formas de contribuição:
    🧠 1. Compreensão das emoções
    A neurociência mostra como estruturas cerebrais como:
    Amígdala → processamento do medo, ansiedade e emoções intensas
    Hipocampo → memória emocional
    Córtex pré-frontal → regulação emocional e tomada de decisões
    Isso ajuda o terapeuta a entender por que a pessoa reage de determinada forma e a trabalhar regulação emocional, controle da ansiedade e do estresse.

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  14. A regulação emocional, sob a ótica da neurociência, é a capacidade do cérebro de modular a intensidade, a duração e a expressão das nossas respostas emocionais.

    Em termos biológicos, ela ocorre através de um “cabo de guerra” ou, idealmente, uma colaboração entre duas áreas principais: o Sistema Límbico e o Córtex Pré-Frontal.

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  15. A Regulação emocional, ajuda de forma terapêutica na Neurociências:

    Ao fornecer uma compreensão baseada no celebro sobre a disfunção emocional, permitindo o desenvolvimento e a aplicação de técnicas mais eficazes e direcionadas .

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  16. A neuroplasticidade é a capacidade incrível do cérebro de mudar e se reorganizar e formar novas conexões neuronais ao logo da vida, é o mecanismo biológico por trás do aprendizado e da memória e da recuperação de lesões. Para usar no meio terapêutico o objetivo é estimular ativamente o cérebro a criar caminhos neurais mais adaptados e saudáveis, substituindo os antigos e disfuncionais. O papel do terapeuta é ser guia que ajuda o cliente a exercitar o cérebro para construir novos hábitos mentais e comportamentais.

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  17. A regulação emocional baseada nas neurociências explora os mecanismos cerebrais principalmente a interação entre o córtex pré-frontal e a amígdala que permitem modular e gerir as nossas experiências emocionais. Ao entender estas bases neurais, podemos desenvolver estratégias conscientes, como a reavaliação cognitiva, para influenciar positivamente as respostas emocionais, promovendo a saúde mental e o bem-estar.

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  18. Neuroplasticidade no Processo terapêutico

    O cérebro apresenta notáveis capacidades de regeneração funcional e reorganização, o que permite adaptações em diferentes níveis. Os estudos sobre neuroplasticidade oferecem evidências e estratégias que favorecem a conquista dos objetivos do processo terapêutico. Um exemplo rápido da neuroplasticidade é quando aprendemos a andar de bicicleta e escutamos a seguinte frase — Agora que aprendeu, jamais esquecerá, todo esse processo é dado através da neuroplasticidade que liga um neurônio a outro neurônio ao qual ele não se comunicava antes, e quando, essa base da neuroplasticidade é aplicada no setor terapêutico, a funcionalidade junto com a psicoterapia molda essa capacidade para formar novos tipos de pensamentos e comportamentos para promover alterações positivas e criar novas conexões neurais.

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  19. A regulação emocional tem sua iportanci sobre o auto conhecimento e autocontrole sobre tudo o que aconte ao seu redor sobre isso podemos ter uma melhor tomada de decisão, autocontrole sopbre nossas emoções e ansias, resiliencia, assim como melhor relacionamento interpessal e sucesso profissional e areas afins…

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  20. regulação emocional é a habilidade metacognitiva de monitorar, avaliar e modular as próprias emoções. Essencial para a saúde mental e o bem-estar, essa capacidade adaptativa permite gerenciar respostas afetivas de maneira equilibrada e funcional, evitando a repressão ou a expressão desproporcional. A sua eficácia está diretamente ligada à resolução de problemas e à manutenção de interações sociais saudáveis, sendo um pilar fundamental para a resiliência psicológica diante dos desafios do cotidiano.

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  21. No século XXI, a neurociência mostra que práticas como mindfulness fortalecem áreas cerebrais ligadas a regulação emocional , tornando-se um recurso eficaz no cuidado da saúde mental.

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  22. Os fundamentos da neurociência nos propicia a analisar as influências de linguagem e comportamento de maneira á facilitar a efetividade terapêutica

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  23. A neurociência esta na capacidade do cérebro mudar, os neurônios adaptam suas conexões com base em nossas experiências e aprendizado, praticando novos pensamentos e comportamentos, fortalecendo essas novas vias neurais, explora mecanismos, criando métodos terapêuticos mais Eficazes.

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  24. A regulação emocional, segundo a neurociência, é a capacidade do cérebro de controlar, ajustar e modular as emoções de forma adaptativa diante das demandas do ambiente. Esse processo envolve principalmente duas estruturas cerebrais: a amígdala e o córtex pré-frontal.

    A amígdala é responsável por detectar estímulos emocionais intensos, como medo ou raiva, e ativar respostas rápidas de sobrevivência. Já o córtex pré-frontal atua como um moderador, avaliando o contexto e inibindo reações impulsivas. Quando essa região está bem desenvolvida e funcional, o indivíduo consegue pausar, refletir e escolher respostas mais equilibradas, mesmo diante de situações estressantes.

    A neurociência mostra que essa habilidade pode ser treinada e fortalecida por meio de práticas terapêuticas, como mindfulness, reestruturação cognitiva e técnicas de respiração. Essas intervenções ajudam a criar novas conexões neurais, promovendo maior controle emocional e bem-estar psicológico.

    Em resumo, a regulação emocional é um processo neurobiológico essencial para a saúde mental, e compreender seu funcionamento permite intervenções mais eficazes na prática clínica.

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  25. A neurociência trouxe a terapia para mudanças do comportamento e ansiedade que é mal desse século, hoje as terapias mais são assertivas, através dessa descoberta trazendo de volta e restaurando a vida das pessoas.

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  26. escolhi a abordagem da ansiedade e depressão.
    Hoje em dia, a neurociência tem nos ajudado muito a entender melhor o que acontece no cérebro de pessoas que vivem com ansiedade e depressão. Esses estudos mostram que muitos sintomas que as pessoas sentem — como tristeza profunda, medo constante, cansaço ou pensamento acelerado — têm explicações ligadas ao funcionamento do cérebro e dos nossos hormônios.

    Saber disso na terapia faz toda a diferença. Em vez de apenas tentar mudar o comportamento ou o pensamento da pessoa, o terapeuta pode explicar o que está acontecendo dentro do corpo dela. Isso ajuda o paciente a entender que o que ele sente não é “fraqueza”, mas uma resposta do cérebro que pode ser cuidada com paciência, apoio e algumas técnicas.

    Exemplo prático:

    Imagine um paciente com ansiedade, que vive sempre no “alerta”, com o coração acelerado, pensamentos que não param e dificuldade para relaxar. A neurociência mostra que isso pode estar ligado a uma parte do cérebro chamada amígdala, que fica superativada.

    Com base nisso, o terapeuta pode ensinar práticas de respiração profunda, que ajudam a “acalmá-la”, e também trabalhar com exercícios que ajudam o paciente a perceber seus pensamentos e emoções com mais clareza, ativando uma parte do cérebro que ajuda na tomada de decisões e no controle emocional.

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  27. “Conforme Tang et al. (2015), práticas de mindfulness induzem mudanças estruturais no córtex pré-frontal, corroborando sua eficácia em terapias de regulação emocional.”
    Tang, Y. Y. et al. (2015). The neuroscience of mindfulness meditation.
    DOI: 10.1038/nrn3916

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  28. A neurociência pode contribuir muito no , processo terapêutico.
    Pelo conhecimento das emoções e reações cerebrais.
    Sendo assim,com esse conhecimentos,podemos ajudar com ,mais clareza o paciente

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  29. Um amplo conhecimento no que diz respeito ao auto conhecimento, material importante para o terapeuta , psicólogo, psicanalista…

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  30. A neurociência pode contribuir significativamente para a prática terapêutica, oferecendo fundamentos científicos sobre o funcionamento do cérebro e do sistema nervoso, o que permite aos profissionais compreenderem melhor as emoções, comportamentos e padrões mentais dos pacientes. Abaixo, listo algumas formas práticas de como a neurociência auxilia na terapia, com exemplos:
    Compreensão dos circuitos cerebrais das emoções
    Aplicação terapêutica: A terapia pode focar em estratégias que ajudam a regular as emoções, como a reestruturação cognitiva ou o mindfulness.
    Exemplo: Sabendo que a amígdala é responsável pelo medo e que o córtex pré-frontal ajuda a inibir respostas impulsivas, o terapeuta pode trabalhar com o paciente o controle emocional em situações de ansiedade.

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  31. A regulação emocional, segundo a neurociência, envolve o equilíbrio entre áreas do cérebro como a amígdala — que reage às emoções intensas — e o córtex pré-frontal, responsável pelo controle racional. Treinar a regulação é, na prática, fortalecer a capacidade do cérebro de pausar, refletir e escolher melhor, mesmo sob pressão emocional

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24 comentários sobre “Formação em Neurociência Clínica Terapêutica

  1. Concluir o curso de Formação em Neurociência Clínica Terapêutica representa para mim a ampliação do conhecimento sobre o funcionamento do cérebro, do comportamento humano e dos processos envolvidos na saúde e no adoecimento. Ao longo da formação, foi possível compreender a integração entre aspectos biológicos, cognitivos, emocionais e comportamentais, além de reconhecer a importância da prática baseada em evidências. Trata-se de uma experiência enriquecedora, que fortalece a atuação profissional e amplia o olhar clínico para uma compreensão mais profunda e humanizada do ser humano.

  2. Ja fiz psicanalise clinica,psicanalise integrativa e ameiiii estou fazendo a neurociencia e vou iniciar a revisao e analise simplesmente pergeito

    1. Ficamos muito felizes em saber que você concluiu os cursos de Psicanálise Clínica e Psicanálise Integrativa, está cursando Neurociência e já vai iniciar Análise e Supervisão.

      Agradecemos pela confiança e pelo carinho com o nosso trabalho. Desejamos que cada nova formação continue agregando ainda mais conhecimento à sua trajetória.

      Muito sucesso nos estudos e conte sempre com o IEVI! 🌷

  3. Concluí os três cursos de Psicanálise e agora, o de Neurociência. A oportunidade de aprender conteúdos tão valiosos e ricos nessas áreas é relevante. O IEVI está de parabéns pela iniciativa e pelo nível dos cursos!

    1. Muito obrigado por suas palavras e pelo reconhecimento!

      Ficamos extremamente felizes em saber que você concluiu os três cursos de Psicanálise e também o curso de Neurociência. É muito gratificante saber que os conteúdos contribuíram para sua formação e desenvolvimento profissional.

      Comentários como o seu nos motivam a continuar aprimorando nossos cursos e levando conhecimento de qualidade a cada vez mais alunos.

      Parabéns por sua dedicação e por essa importante trajetória de aprendizado. Desejamos muito sucesso em sua caminhada profissional e esperamos continuar fazendo parte dela com novos cursos e oportunidades de formação!

      Conte sempre conosco. 😊

    2. Muito obrigado por compartilhar sua experiência! 😊

      Ficamos muito felizes em saber que você concluiu os três cursos de Psicanálise e também o curso de Neurociência. É gratificante saber que os conteúdos foram valiosos para sua formação e contribuíram para ampliar seus conhecimentos.

      Agradecemos pelo reconhecimento ao trabalho do IEVI e pela confiança em nossas formações. Desejamos muito sucesso em sua trajetória profissional e esperamos continuar contribuindo com seu crescimento e aperfeiçoamento! 👏

  4. Fiz o curso de Psicanalise clinica e integrativas agora vi que colocaram o de neurociências, tambem ja estou fazendo estou no começo mais parece ótimo

  5. Fiz psicanálise clinica e iniciando o de neurociência, instituição muito boa e conteúdos muito evoluitivo

  6. Feliz em finalizar a Formação em Neurociência Clínica Terapêutica pelo IEVI! Uma experiência enriquecedora que amplia meus horizontes e minha prática profissional.
    Grato pelo oportunidade!

  7. Completei o curso e fiquei muito satisfeito pelo resultado, pois tenho algumas formações em especialização superior na área e me agregou muito conhecimento me dando a oportunidade de expansão na área holística também. Parabéns

  8. Fiz um curso de psicanálise clínica.
    Gostei muito do conteúdo.
    Agora estou fazendo neurociência,e TB estou gostando.

  9. Fiz três cursos. Psicanálise Clínica, Psicanálise Integrativa, Psicanálise Análise e Supervisão. Todo os cursos excelentes, o material didático é simplesmente perfeito, o atendimento é ótimo. Sou muito grata a todos do IEVI. Agora, me matriculei no curso de neurociência. Gratidão !

  10. Ainda não posso fazer um comentário em relação ao curso. Irei iniciar para poder fazer um comentário . Porém , pelos que li achei ótimo!

  11. Meu primeiro curso na IEVI foi de Psicanálise clínica onde me trouxe muito conhecimento e abriu portas. (curso complexo/difícil).
    Já o de Neurociência clínica foi mais fácil de entendimento, acredito por ter tido uma base anterior ao curso. E muito gostoso de estudar, queria mais conteúdo de tão bom que foi. Obrigada IEVI!

    1. Os cursos são de excelência, concluir psicanálise clínica e Integrativa, estarei realizando neurociência Clínica.

      1. Não tem vídeo-aula nesses cursos? Matriculei no de neurociências, mas é estranho esse tipo de curso sem vídeo. Saberia me responder?

  12. Já me formei pela IEVI em Psicanálise Clínica, Integrativa e Análise e Supervisão.
    Logo que vi o novo Curso em Neurociência não hesitei em fazer, pois, agora já conheço a Instituição e sei que é séria!Recomendo

    1. Estou gostando do conteúdo, também fiz todos em Psicanálise, foi muito útil para complementar na minha Pós graduação em Psicanálise e em Neuropsicopedagogia, a pesquisa para responder aos desafios é um incentivo a mais nos estudos.

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