Desafio - Módulo II
Citação de eniale231077@gmail.com em março 30, 2026, 7:57 pmNo caso dos irmãos gêmeos, a constituição do eu acontece de forma muito marcada pela presença do outro, pois cada um encontra no irmão uma imagem muito próxima de si. Pela teoria psicanalítica, isso pode favorecer a identificação, mas também dificultar a diferenciação entre “quem sou eu” e “quem é o outro”.
Assim, o estádio do espelho mostra que o eu se forma na relação com o outro, mas, no caso dos gêmeos, torna-se ainda mais importante que cada um seja reconhecido em sua singularidade, para que possa construir sua própria identidade.
No caso dos irmãos gêmeos, a constituição do eu acontece de forma muito marcada pela presença do outro, pois cada um encontra no irmão uma imagem muito próxima de si. Pela teoria psicanalítica, isso pode favorecer a identificação, mas também dificultar a diferenciação entre “quem sou eu” e “quem é o outro”.
Assim, o estádio do espelho mostra que o eu se forma na relação com o outro, mas, no caso dos gêmeos, torna-se ainda mais importante que cada um seja reconhecido em sua singularidade, para que possa construir sua própria identidade.
Citação de CARMEM THALITA CHRISTO em março 31, 2026, 4:04 pmNo caso considerando que existe outra pessoa idêntica a ele na mesma casa, nesse primeiro momento, o ideal seria a mãe, conversar e explicar para esse filho que aquela pessoa é ele, pelo nome, se colocar junto a criança em frente ao espelho e fazer essa explicação, deixar o menino entender, tocar e aceitar que aquele reflexo e dele, e nesse momento explicar que ele tem um irmão idêntico, mas que são pessoas diferentes, e posteriormente fazer esse mesmo exercício junto com o seu irmão, os dois junto com a mãe em frente ao espelho.
No caso considerando que existe outra pessoa idêntica a ele na mesma casa, nesse primeiro momento, o ideal seria a mãe, conversar e explicar para esse filho que aquela pessoa é ele, pelo nome, se colocar junto a criança em frente ao espelho e fazer essa explicação, deixar o menino entender, tocar e aceitar que aquele reflexo e dele, e nesse momento explicar que ele tem um irmão idêntico, mas que são pessoas diferentes, e posteriormente fazer esse mesmo exercício junto com o seu irmão, os dois junto com a mãe em frente ao espelho.
Citação de amsoaresrj em abril 1, 2026, 1:32 pmNesse caso em especifico dos gêmeos notamos uma ligação emocional entre o s gêmeos uma dependência de um pelo outro , o que se olhou no espelho não o reconhece como um individuo independente , não reconhece seu próprio "EU" e quando ve sua mãe procura um porto seguro para sua insegurança e se reporta a ela mencionando que seu irmão não quer brincar , nesse caso é preciso que se trabalhe com cada um dos gêmeos a importância da individualidade mostrando a eles que são seres idênticos na aparência mais de personalidade diferentes.
Nesse caso em especifico dos gêmeos notamos uma ligação emocional entre o s gêmeos uma dependência de um pelo outro , o que se olhou no espelho não o reconhece como um individuo independente , não reconhece seu próprio "EU" e quando ve sua mãe procura um porto seguro para sua insegurança e se reporta a ela mencionando que seu irmão não quer brincar , nesse caso é preciso que se trabalhe com cada um dos gêmeos a importância da individualidade mostrando a eles que são seres idênticos na aparência mais de personalidade diferentes.
Citação de Caroline cunha em abril 1, 2026, 7:42 pmA situação dos irmão gêmeos pode ser explicada pela dificuldade na constituição da identidade psíquica.
No momento em que a criança se vê no espelho e acredita ser o irmão, percebemos uma falha temporária nesse processo de identificação, descrito por Lacam como estadio do espelho. Em vez de se reconhecer, ela projeta a imagem como sendo o outro, o que é intensificado pelo fato de existir um irmão exatamente igual.
Segundo Dolto, a imagem do corpo é construída nas relações e ainda não esta totalmente nessa fase, o que explica a confusão entre 'EU' E ' OUTRO'
A presença de um irmão gêmeo idêntico reforça a dificuldade da criança se ver através do espelho, embaralhando os limites entre eu e o outro.
ou seja: ele vê
mas não se apropria da imagem como sendo dele.
A situação dos irmão gêmeos pode ser explicada pela dificuldade na constituição da identidade psíquica.
No momento em que a criança se vê no espelho e acredita ser o irmão, percebemos uma falha temporária nesse processo de identificação, descrito por Lacam como estadio do espelho. Em vez de se reconhecer, ela projeta a imagem como sendo o outro, o que é intensificado pelo fato de existir um irmão exatamente igual.
Segundo Dolto, a imagem do corpo é construída nas relações e ainda não esta totalmente nessa fase, o que explica a confusão entre 'EU' E ' OUTRO'
A presença de um irmão gêmeo idêntico reforça a dificuldade da criança se ver através do espelho, embaralhando os limites entre eu e o outro.
ou seja: ele vê
mas não se apropria da imagem como sendo dele.
Citação de Luiz Antonio De Almeida Souza em abril 1, 2026, 9:25 pmA história dos irmãos gêmeos nos ajuda a compreender como o sujeito se constrói a partir das relações com o outro, da linguagem, da imagem e do corpo . A brincadeira entre eles não é apenas um jogo, mas um espaço de construção da identidade. Quando um dos irmãos está ausente, o menino tenta recriar essa relação ao se dirigir ao espelho, mostrando que ainda não se percebe totalmente separado do outro.
A partir da Psicologia Sócio-Histórica, entendemos que o desenvolvimento ocorre nas interações sociais, sendo o outro fundamental na formação do eu. A Sociologia do Conhecimento reforça que a realidade é construída nas relações, e a ausência do irmão rompe essa construção, gerando angústia. Já na perspectiva de Habermas, a fala do menino revela uma tentativa de comunicação sem resposta, que só é restaurada quando a mãe acolhe e oferece sentido à experiência.
Na Psicanálise, Freud aponta que o eu se forma por identificações, enquanto Lacan mostra que o espelho é essencial na construção da identidade, embora ainda marcado por confusão entre o eu e o outro. Assim, o menino não se vê como indivíduo, mas ainda se reconhece na imagem do irmão. Além disso, o corpo e a imagem têm papel central nesse processo, sendo afetados pela ausência e pela tentativa de reconstrução simbólica da relação.
Essa cena mostra que o eu não nasce pronto, mas é construído nas relações, nas identificações e na linguagem. A ausência do outro desorganiza, e o acolhimento — como o da mãe — é fundamental para ajudar a criança a reconstruir sua identidade. Mesmo em situações simples da infância, percebemos a complexidade da formação psíquica.
A história dos irmãos gêmeos nos ajuda a compreender como o sujeito se constrói a partir das relações com o outro, da linguagem, da imagem e do corpo . A brincadeira entre eles não é apenas um jogo, mas um espaço de construção da identidade. Quando um dos irmãos está ausente, o menino tenta recriar essa relação ao se dirigir ao espelho, mostrando que ainda não se percebe totalmente separado do outro.
A partir da Psicologia Sócio-Histórica, entendemos que o desenvolvimento ocorre nas interações sociais, sendo o outro fundamental na formação do eu. A Sociologia do Conhecimento reforça que a realidade é construída nas relações, e a ausência do irmão rompe essa construção, gerando angústia. Já na perspectiva de Habermas, a fala do menino revela uma tentativa de comunicação sem resposta, que só é restaurada quando a mãe acolhe e oferece sentido à experiência.
Na Psicanálise, Freud aponta que o eu se forma por identificações, enquanto Lacan mostra que o espelho é essencial na construção da identidade, embora ainda marcado por confusão entre o eu e o outro. Assim, o menino não se vê como indivíduo, mas ainda se reconhece na imagem do irmão. Além disso, o corpo e a imagem têm papel central nesse processo, sendo afetados pela ausência e pela tentativa de reconstrução simbólica da relação.
Essa cena mostra que o eu não nasce pronto, mas é construído nas relações, nas identificações e na linguagem. A ausência do outro desorganiza, e o acolhimento — como o da mãe — é fundamental para ajudar a criança a reconstruir sua identidade. Mesmo em situações simples da infância, percebemos a complexidade da formação psíquica.
Citação de Sidney Tadeu Gorges Junior em abril 2, 2026, 4:25 amO comportamento da criança diante do espelho significa que ela não reconhece a própria imagem, confundindo o seu reflexo com o seu irmão gêmeo idêntico.Como os irmãos nunca haviam sido separados anteriormente, a ida de um deles para a escola enquanto o outro ficou doente em casa gerou uma situação inédita. Ao deparar-se com o espelho do armário, o menino doente acredita estar vendo o irmão e suplica para que ele pegue o cavalo de madeira e brinque com ele.A angústia da criança vai aumentando porque a imagem refletida não atende ao seu pedido de forma independente. Isso a leva a atirar-se nos braços da mãe e reclamar que o seu irmão "não quer brincar de cavalo". O comportamento demonstra que, devido à aparência idêntica e à convivência ininterrupta, a criança projeta a presença do irmão ausente em seu próprio reflexo.
Citação de STEPHANIE LUZIA LOPES SOARES LEANDRO em abril 4, 2026, 4:59 pmEssa situação representa muito o texto do artigo de construção da imagem social abordada. Como os gêmeos estão em fase de identificação do eu através do outro, e visto que eles são idênticos fisicamente, esse primeiro contato que temos da imagem no espelho e reconhecimento do corpo, pode, para eles, ter sido apresentada de forma diferente através do irmão gêmeo. Ao ver a imagem no espelho quando um fica sozinho e o outro está na escola, o irmão que ficou em casa acha que está vendo seu outro irmão e o mesmo não quis brincar com ele. Terá de associar que a sua própria imagem não é a que ele provavelmente estava construindo, ou seja, a imagem do irmão. Pode ter percebido pela primeira vez que o irmão não é ele mesmo.
Essa situação representa muito o texto do artigo de construção da imagem social abordada. Como os gêmeos estão em fase de identificação do eu através do outro, e visto que eles são idênticos fisicamente, esse primeiro contato que temos da imagem no espelho e reconhecimento do corpo, pode, para eles, ter sido apresentada de forma diferente através do irmão gêmeo. Ao ver a imagem no espelho quando um fica sozinho e o outro está na escola, o irmão que ficou em casa acha que está vendo seu outro irmão e o mesmo não quis brincar com ele. Terá de associar que a sua própria imagem não é a que ele provavelmente estava construindo, ou seja, a imagem do irmão. Pode ter percebido pela primeira vez que o irmão não é ele mesmo.
Citação de Samira Freitas Marinho de Menezes em abril 7, 2026, 4:17 pmEm relação aos irmãos gêmeos, tais impressões emocionais são estabelecidas no plano inconsciente ainda na fase gestacional. Esse registro primordial influenciará toda a trajetória de desenvolvimento deles, manifestando-se de forma contínua ao longo da vida. Essa dinâmica é inerente à condição humana, ocorrendo de maneira acentuada em gêmeos, onde o estado afetivo de um encontra ressonância direta na vivência do outro.
Em relação aos irmãos gêmeos, tais impressões emocionais são estabelecidas no plano inconsciente ainda na fase gestacional. Esse registro primordial influenciará toda a trajetória de desenvolvimento deles, manifestando-se de forma contínua ao longo da vida. Essa dinâmica é inerente à condição humana, ocorrendo de maneira acentuada em gêmeos, onde o estado afetivo de um encontra ressonância direta na vivência do outro.
Citação de Raissa Fernanda Duarte Granells em abril 7, 2026, 10:47 pmEles são fisicamente idênticos. Crescem sendo constantemente confundidos, isso dificulta a construção da identidade.
Na cena descrita:
o menino ao ficar separado do irmão demonstra angústia da separação, ao falar com o espelho ele parece projetar no próprio reflexo a figura do irmão
Isso pode ser entendido como uma dificuldade momentânea de diferenciação do eu.
Uso de um recurso psíquico para lidar com a ausênciaNecessidade do outro como apoio para sua própria organização psíquica.
Trata-se de um exemplo de vínculo muito intenso e pouca diferenciação psíquica entre os irmãos.Algo comum em gêmeos, principalmente na infância.
Eles são fisicamente idênticos. Crescem sendo constantemente confundidos, isso dificulta a construção da identidade.
Na cena descrita:
o menino ao ficar separado do irmão demonstra angústia da separação, ao falar com o espelho ele parece projetar no próprio reflexo a figura do irmão
Isso pode ser entendido como uma dificuldade momentânea de diferenciação do eu.
Uso de um recurso psíquico para lidar com a ausência
Necessidade do outro como apoio para sua própria organização psíquica.
Trata-se de um exemplo de vínculo muito intenso e pouca diferenciação psíquica entre os irmãos.Algo comum em gêmeos, principalmente na infância.
Citação de Diego Melo em abril 8, 2026, 12:27 pmO caso apresentado ilustra um momento em que o irmão ainda não reconhece a imagem do espelho como sendo sua imagem. Como sempre fez todas as atividades cotidianas com o irmão, talvez não tenha vivenciado o seu momento de "diferenciação do outro e do mundo". Neste instante, a imagem no espelho não é sua imagem, mas tão somente o irmão que sempre o acompanha.
A ausência de um estado de "desamparo" ao longo de sua curta existência, talvez, tenha impedido que ele avançasse na maturação da consciência de sua própria pessoalidade
O caso apresentado ilustra um momento em que o irmão ainda não reconhece a imagem do espelho como sendo sua imagem. Como sempre fez todas as atividades cotidianas com o irmão, talvez não tenha vivenciado o seu momento de "diferenciação do outro e do mundo". Neste instante, a imagem no espelho não é sua imagem, mas tão somente o irmão que sempre o acompanha.
A ausência de um estado de "desamparo" ao longo de sua curta existência, talvez, tenha impedido que ele avançasse na maturação da consciência de sua própria pessoalidade
