Desafio - Módulo III
Citação de Gustavo Barbosa Maristany em dezembro 29, 2025, 12:48 amE que, na esquizofrenia, a libido retirada dos objetos externos retorna para o próprio eu. Esse movimento é explicado pelo narcisismo secundário.
Ou seja, o sujeito deixa de investir energia psíquica nas pessoas e no mundo externo e passa a investir essa libido em si mesmo. Isso ajuda a entender a megalomania, o afastamento da realidade e o fechamento psíquico característicos da esquizofrenia. Freud entende esse processo como um recuo da libido ao eu, antes de qualquer tentativa de reinvestimento nos objetos.
E que, na esquizofrenia, a libido retirada dos objetos externos retorna para o próprio eu. Esse movimento é explicado pelo narcisismo secundário.
Ou seja, o sujeito deixa de investir energia psíquica nas pessoas e no mundo externo e passa a investir essa libido em si mesmo. Isso ajuda a entender a megalomania, o afastamento da realidade e o fechamento psíquico característicos da esquizofrenia. Freud entende esse processo como um recuo da libido ao eu, antes de qualquer tentativa de reinvestimento nos objetos.
Citação de Fúvia Fernanda Fernandes da Conceição em dezembro 29, 2025, 11:27 pmA troca da libdo seria a troca de interesse nesse esquema de grandeza interior pelo interesse em pontos do exterior ao indivíduo, ou seja, da realidade ao seu redor.
A troca da libdo seria a troca de interesse nesse esquema de grandeza interior pelo interesse em pontos do exterior ao indivíduo, ou seja, da realidade ao seu redor.
Citação de Solange Regina Nicolau de Simone Dos Santos em janeiro 2, 2026, 2:52 pmNa esquizofrenia é retirada dos objetos externos e não é deslocada para novos objetos, como acontece na neurose, ela retorna ao próprio eu, hipótese é a de um narcisismo secundário.
Na esquizofrenia é retirada dos objetos externos e não é deslocada para novos objetos, como acontece na neurose, ela retorna ao próprio eu, hipótese é a de um narcisismo secundário.
Citação de Ana Carolina Ferreira Mota em janeiro 8, 2026, 3:02 amA libido retirada resulta em um narcisismo, que acontece através da megalomania e delírios de grandeza, como citado. Há uma falha na identificação e na ligação libidinal com o mundo externo, ou seja, o libido está atrelado a objetos através da fantasia.
Regressão narcísica.
A libido retirada resulta em um narcisismo, que acontece através da megalomania e delírios de grandeza, como citado. Há uma falha na identificação e na ligação libidinal com o mundo externo, ou seja, o libido está atrelado a objetos através da fantasia.
Regressão narcísica.
Citação de Paula Winiawer Lopes em janeiro 8, 2026, 8:52 pmQuando a libido é afastada dos objetos externos na esquizofrenia, ela se volta para o próprio Eu (ego), resultando em um fenômeno chamado narcisismo secundário, onde o indivíduo se torna o único objeto de seu investimento libidinal, levando a sintomas como megalomania (supervalorização do Eu) e, em casos graves, à auto-mutilação ou hipocondria, com foco excessivo nas sensações corporais dolorosas, pois a energia psíquica não encontra satisfação no mundo real, assim a libido afastada do mundo externo é dirigida para o ego e assim indica uma atitude que é o narcisismo, ou seja, é pela via narcísica que nasce o “eu ideal”. É um narcisismo caracterizado por sua crença na magia das palavras e na onipotência do pensamento e pela autossuficiência.
Quando a libido é afastada dos objetos externos na esquizofrenia, ela se volta para o próprio Eu (ego), resultando em um fenômeno chamado narcisismo secundário, onde o indivíduo se torna o único objeto de seu investimento libidinal, levando a sintomas como megalomania (supervalorização do Eu) e, em casos graves, à auto-mutilação ou hipocondria, com foco excessivo nas sensações corporais dolorosas, pois a energia psíquica não encontra satisfação no mundo real, assim a libido afastada do mundo externo é dirigida para o ego e assim indica uma atitude que é o narcisismo, ou seja, é pela via narcísica que nasce o “eu ideal”. É um narcisismo caracterizado por sua crença na magia das palavras e na onipotência do pensamento e pela autossuficiência.
Citação de Savio Negrao em janeiro 9, 2026, 8:31 pmA resposta de Freud à pergunta sobre o destino da libido na esquizofrenia é fundamentada no conceito de narcisismo secundário. Nesse processo, a libido que antes estava investida em objetos externos é retirada e redirecionada para o próprio Ego, que passa a ser o foco exclusivo do investimento pulsional. Essa hipótese explica o desinteresse do esquizofrênico pelo mundo exterior, uma vez que a energia psíquica retorna ao eu, assemelhando-se ao estado de narcisismo primário infantil, mas agora como um mecanismo de defesa diante da fragmentação psíquica.
A resposta de Freud à pergunta sobre o destino da libido na esquizofrenia é fundamentada no conceito de narcisismo secundário. Nesse processo, a libido que antes estava investida em objetos externos é retirada e redirecionada para o próprio Ego, que passa a ser o foco exclusivo do investimento pulsional. Essa hipótese explica o desinteresse do esquizofrênico pelo mundo exterior, uma vez que a energia psíquica retorna ao eu, assemelhando-se ao estado de narcisismo primário infantil, mas agora como um mecanismo de defesa diante da fragmentação psíquica.
Citação de Tarlucia Da Silva em janeiro 19, 2026, 11:52 amEsta disfunção dó libido mostrada na esquizofrenia mostra uma diminuição na capacidade do indivíduo com a realidade já na base de sua formação entre o id, ego e o superego: formando um "eu"desassociado da realidade; sendo uma forma de pensar que a ele tem uma capacidade de realidade verdadeira, de grande influência que traz um conforto ou desconforto a cada indivíduo em sua interação social com as demais pessoas em sociedade.
Esta disfunção dó libido mostrada na esquizofrenia mostra uma diminuição na capacidade do indivíduo com a realidade já na base de sua formação entre o id, ego e o superego: formando um "eu"desassociado da realidade; sendo uma forma de pensar que a ele tem uma capacidade de realidade verdadeira, de grande influência que traz um conforto ou desconforto a cada indivíduo em sua interação social com as demais pessoas em sociedade.
Citação de WANDERSON CORDEIRO em janeiro 20, 2026, 9:11 pmNa esquizofrenia, o afastamento da libido do mundo externo pode resultar em duas manifestações principais: a megalomania e a hipocondria. Ao longo do desenvolvimento psíquico, a libido percorre etapas como o autoerotismo, o narcisismo e, posteriormente, o investimento nos objetos externos. No entanto, por se tratar de uma pulsão parcial, parte da libido pode avançar nesse percurso, enquanto outra permanece fixada em fases anteriores.
Quando o sujeito acredita ocupar uma posição de grande poder, como a de um chefe de Estado, passando a agir e falar como se tal fantasia fosse realidade, observa-se uma crença plena nessa construção imaginária, caracterizando um raciocínio delirante. Freud sustenta que a paranoia deve ser compreendida como um quadro clínico específico, ainda que frequentemente apresente elementos esquizofrênicos. Do ponto de vista da teoria da libido, embora compartilhe com a demência precoce o desligamento da libido do mundo externo e sua regressão ao Eu, a paranoia se diferencia pela localização distinta da fixação e pelo mecanismo particular de retorno do conteúdo reprimido.
Na esquizofrenia, o afastamento da libido do mundo externo pode resultar em duas manifestações principais: a megalomania e a hipocondria. Ao longo do desenvolvimento psíquico, a libido percorre etapas como o autoerotismo, o narcisismo e, posteriormente, o investimento nos objetos externos. No entanto, por se tratar de uma pulsão parcial, parte da libido pode avançar nesse percurso, enquanto outra permanece fixada em fases anteriores.
Quando o sujeito acredita ocupar uma posição de grande poder, como a de um chefe de Estado, passando a agir e falar como se tal fantasia fosse realidade, observa-se uma crença plena nessa construção imaginária, caracterizando um raciocínio delirante. Freud sustenta que a paranoia deve ser compreendida como um quadro clínico específico, ainda que frequentemente apresente elementos esquizofrênicos. Do ponto de vista da teoria da libido, embora compartilhe com a demência precoce o desligamento da libido do mundo externo e sua regressão ao Eu, a paranoia se diferencia pela localização distinta da fixação e pelo mecanismo particular de retorno do conteúdo reprimido.
Citação de Mayalu Mello em janeiro 22, 2026, 6:16 pmEssa leitura ajuda a entender por que, para Freud, o esquizofrênico se mostra pouco acessível à influência da realidade externa.
Na esquizofrenia, a libido retirada dos objetos externos não é reinvestida de forma estável em novos objetos, mas retorna ao próprio eu, caracterizando um movimento de retração libidinal e fortalecimento do narcisismo.
O pensamento onipotente e a megalomania indicam justamente esse investimento libidinal no eu, em detrimento da realidade compartilhada.
Essa leitura ajuda a entender por que, para Freud, o esquizofrênico se mostra pouco acessível à influência da realidade externa.
Na esquizofrenia, a libido retirada dos objetos externos não é reinvestida de forma estável em novos objetos, mas retorna ao próprio eu, caracterizando um movimento de retração libidinal e fortalecimento do narcisismo.
O pensamento onipotente e a megalomania indicam justamente esse investimento libidinal no eu, em detrimento da realidade compartilhada.
Citação de elizasantos37 em janeiro 23, 2026, 2:11 pmAo estudar esse caso, compreendi que, na esquizofrenia, ocorre uma regressão narcísica profunda, em que a libido se afasta do mundo externo e se volta para o próprio eu. Isso faz com que a pessoa perca, em grande parte, o vínculo com a realidade e a capacidade de simbolizar suas experiências. Por isso, entendi que a psicanálise, da forma clássica como é aplicada nas neuroses, encontra limites nesse tipo de quadro. Não se trata de incapacidade do psicanalista, mas das próprias condições psíquicas do paciente. Nesse contexto, a psicanálise não atua como única forma de tratamento, mas contribui principalmente para a compreensão do funcionamento psíquico e para um olhar mais humano sobre o sofrimento, sendo necessário um cuidado multidisciplinar para oferecer suporte real ao paciente.
Ao estudar esse caso, compreendi que, na esquizofrenia, ocorre uma regressão narcísica profunda, em que a libido se afasta do mundo externo e se volta para o próprio eu. Isso faz com que a pessoa perca, em grande parte, o vínculo com a realidade e a capacidade de simbolizar suas experiências. Por isso, entendi que a psicanálise, da forma clássica como é aplicada nas neuroses, encontra limites nesse tipo de quadro. Não se trata de incapacidade do psicanalista, mas das próprias condições psíquicas do paciente. Nesse contexto, a psicanálise não atua como única forma de tratamento, mas contribui principalmente para a compreensão do funcionamento psíquico e para um olhar mais humano sobre o sofrimento, sendo necessário um cuidado multidisciplinar para oferecer suporte real ao paciente.
