Desafio - Módulo III
Citação de LEIDYANE LEITE em fevereiro 9, 2026, 9:22 pmFreud se refere ao conceito de narcisismo, que é quando a libido volta-se para si mesmo, perdendo o interesse no mundo externo e nas pessoas, quebrando esse vínculo de forma que o portador de esquizofrenia não mais se interessa, a sua ancora se torna o próprio eu e suas fantasias
Freud se refere ao conceito de narcisismo, que é quando a libido volta-se para si mesmo, perdendo o interesse no mundo externo e nas pessoas, quebrando esse vínculo de forma que o portador de esquizofrenia não mais se interessa, a sua ancora se torna o próprio eu e suas fantasias
Citação de kinberllygomez@gmail.com em fevereiro 9, 2026, 9:33 pmNa esquizofrenia, segundo Freud, a libido que é retirada dos objetos externos não é reprimida nem deslocada para novos objetos, mas retorna ao próprio Eu. Com base na constituição do Eu, pode-se dizer que ocorre uma regressão ao narcisismo primário, em que o investimento libidinal se concentra novamente no sujeito. Esse mecanismo explica a megalomania, o pensamento onipotente e o afastamento da realidade, pois o mundo externo perde seu valor libidinal. A posterior construção delirante seria uma tentativa secundária de recuperação, na qual o sujeito busca restabelecer alguma relação com os objetos.
Na esquizofrenia, segundo Freud, a libido que é retirada dos objetos externos não é reprimida nem deslocada para novos objetos, mas retorna ao próprio Eu. Com base na constituição do Eu, pode-se dizer que ocorre uma regressão ao narcisismo primário, em que o investimento libidinal se concentra novamente no sujeito. Esse mecanismo explica a megalomania, o pensamento onipotente e o afastamento da realidade, pois o mundo externo perde seu valor libidinal. A posterior construção delirante seria uma tentativa secundária de recuperação, na qual o sujeito busca restabelecer alguma relação com os objetos.
Citação de Cássia em fevereiro 10, 2026, 8:22 amConceito do Eu é a maneira de como a pessoa se percebe e se define. É a resposta interna a pergunta, Quem sou eu. Inclui a imagem que a pessoa tem de si mesmo. Suas qualidades e limitações percebidas.
Valores , crenças, e sentimentos sobre si.
Autoestima e o sentimento de indentidade. A personalidade é o conjunto relativamente estável de características que determina como a pessoa pensa e se sente e como comporta no mundo. Inclui traços emocionais, forma de reagir a situação, pradoes de comportamento, maneira de se
Realizar com os outros.
A personalidade resulta da interação entre fatores biológicos psicológicos e sociais.
Conceito do Eu é a maneira de como a pessoa se percebe e se define. É a resposta interna a pergunta, Quem sou eu. Inclui a imagem que a pessoa tem de si mesmo. Suas qualidades e limitações percebidas.
Valores , crenças, e sentimentos sobre si.
Autoestima e o sentimento de indentidade. A personalidade é o conjunto relativamente estável de características que determina como a pessoa pensa e se sente e como comporta no mundo. Inclui traços emocionais, forma de reagir a situação, pradoes de comportamento, maneira de se
Realizar com os outros.
A personalidade resulta da interação entre fatores biológicos psicológicos e sociais.
Citação de Eliane Dos Santos em fevereiro 11, 2026, 2:22 amA libido retirada dos objetos externos volta para o próprio eu, narcisismo primário exacerbado, fortalecendo a mania de grandeza e o sentimento de onipotência do pensamento.
Mecanismo envolvido: É o processo de retração libidinal, onde a energia psíquica que vinculava o indivíduo a pessoa e coisas do mundo externo é desinvestida desses objetos e reinvestida no eu, fazendo com que este seja tratado como um objeto libidinal supremo.
A hipótese de Freud é que a libido retirada dos objetos é reinvestida no próprio eu, gerando um narcisismo exarcebado.
O mecanismo referido é a retração libidinal, ou desinvestimento dos objetos dos objetos com posterior investimento do eu.
Essa dinâmica liga-se a constituição do eu porque, ao invés de direcionar a energia psíquica para objetos externos, como ocorre no desenvolvimento saudável, a libido volta ao núcleo primitivo do eu, fortalecendo crenças como a onipotência do pensamento e a mania de grandeza.
A libido retirada dos objetos externos volta para o próprio eu, narcisismo primário exacerbado, fortalecendo a mania de grandeza e o sentimento de onipotência do pensamento.
Mecanismo envolvido: É o processo de retração libidinal, onde a energia psíquica que vinculava o indivíduo a pessoa e coisas do mundo externo é desinvestida desses objetos e reinvestida no eu, fazendo com que este seja tratado como um objeto libidinal supremo.
A hipótese de Freud é que a libido retirada dos objetos é reinvestida no próprio eu, gerando um narcisismo exarcebado.
O mecanismo referido é a retração libidinal, ou desinvestimento dos objetos dos objetos com posterior investimento do eu.
Essa dinâmica liga-se a constituição do eu porque, ao invés de direcionar a energia psíquica para objetos externos, como ocorre no desenvolvimento saudável, a libido volta ao núcleo primitivo do eu, fortalecendo crenças como a onipotência do pensamento e a mania de grandeza.
Citação de Gilka de Lourdes Rother em fevereiro 12, 2026, 11:08 amPara Freud, a esquizofrenia é uma psicose narcísica caracterizada pelo desligamento da libido (energia sexual/afetiva) do mundo externo e sua fixação no eu, resultando em perda de realidade. O sujeito substitui a realidade insuportável por um delírio ou alucinação, marcando uma regressão a estágios primários e fragmentação do ego.
Para Freud, a esquizofrenia é uma psicose narcísica caracterizada pelo desligamento da libido (energia sexual/afetiva) do mundo externo e sua fixação no eu, resultando em perda de realidade. O sujeito substitui a realidade insuportável por um delírio ou alucinação, marcando uma regressão a estágios primários e fragmentação do ego.
Citação de Vilma Tejo em fevereiro 13, 2026, 1:22 amNa troca da libido pelo esquizofrênico, causará fantasias e imaginação, o sujeito passará a viver totalmente fora da sua realidade, criando em sua volta um mundo no qual ele é o ser supremo, deixando o id tomar conta do ego.
Na troca da libido pelo esquizofrênico, causará fantasias e imaginação, o sujeito passará a viver totalmente fora da sua realidade, criando em sua volta um mundo no qual ele é o ser supremo, deixando o id tomar conta do ego.
Citação de Aquila Vitoria Marques em fevereiro 22, 2026, 1:17 pmPode-se, portanto, assinalar como hipótese explicativa o mecanismo de regressão libidinal ao narcisismo primário, no qual o sujeito rompe com o investimento objetal e volta sua energia psíquica para si mesmo.
Pode-se, portanto, assinalar como hipótese explicativa o mecanismo de regressão libidinal ao narcisismo primário, no qual o sujeito rompe com o investimento objetal e volta sua energia psíquica para si mesmo.
Citação de GISELE DE LOURDES MACIEL MEDEIROS em fevereiro 23, 2026, 11:04 pmFreud refere-se à constituição do narcisismo secundário, onde o investimento libidinal se concentra no Eu, dessexualizando o mundo externo.
Freud refere-se à constituição do narcisismo secundário, onde o investimento libidinal se concentra no Eu, dessexualizando o mundo externo.
Citação de Vinicius Fructuoso em fevereiro 23, 2026, 11:57 pmNa esquizofrenia, segundo Sigmund Freud, ocorre uma retirada da libido dos objetos externos. Diferente da neurose, onde a libido permanece investida em objetos e retorna de modo recalcado, aqui ela é desinvestida do mundo e recolhida ao eu.
Na esquizofrenia, segundo Sigmund Freud, ocorre uma retirada da libido dos objetos externos. Diferente da neurose, onde a libido permanece investida em objetos e retorna de modo recalcado, aqui ela é desinvestida do mundo e recolhida ao eu.
Citação de Luiz Roberto Sousa melo em fevereiro 25, 2026, 10:08 pmA posição de Sigmund Freud diante da esquizofrenia deve ser compreendida como um reconhecimento honesto de limite técnico, e não como exclusão ontológica do sujeito psicótico do campo da psicanálise. Ao afirmar a dificuldade do trabalho analítico nas psicoses, especialmente em razão da fragilidade da transferência, Freud operava dentro das condições históricas e científicas de sua época. Sua leitura do retraimento da libido e do comprometimento do laço com o mundo externo apontava um obstáculo metodológico real.
Entretanto, os desenvolvimentos posteriores da psicanálise, aliados aos avanços da neurociência e da fenomenologia, ampliaram a compreensão da psicose como reorganização singular da experiência. Assim, a posição freudiana pode ser vista não como um fechamento, mas como ponto de partida para revisões técnicas e éticas. A esquizofrenia, hoje, demanda abordagem multimodal e interdisciplinar, na qual o objetivo central não é normalizar o sujeito, mas reduzir sofrimento e promover autonomia.
A posição de Sigmund Freud diante da esquizofrenia deve ser compreendida como um reconhecimento honesto de limite técnico, e não como exclusão ontológica do sujeito psicótico do campo da psicanálise. Ao afirmar a dificuldade do trabalho analítico nas psicoses, especialmente em razão da fragilidade da transferência, Freud operava dentro das condições históricas e científicas de sua época. Sua leitura do retraimento da libido e do comprometimento do laço com o mundo externo apontava um obstáculo metodológico real.
Entretanto, os desenvolvimentos posteriores da psicanálise, aliados aos avanços da neurociência e da fenomenologia, ampliaram a compreensão da psicose como reorganização singular da experiência. Assim, a posição freudiana pode ser vista não como um fechamento, mas como ponto de partida para revisões técnicas e éticas. A esquizofrenia, hoje, demanda abordagem multimodal e interdisciplinar, na qual o objetivo central não é normalizar o sujeito, mas reduzir sofrimento e promover autonomia.
