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Desafio - Módulo IV

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Ao considerar o sujeito ( não o individuo biológico ou social) estamos focando na singularidade da experiência humana, que é moldada pelo inconsciente , pela linguagem e pela  história pessoal. O inconsciente  singular sustenta q maior parte da vida mental acontece no inconsciente, sendo sua manifestação única para cada pessoa e se ignoramos a singularidade perdemos o acesso ao inconsciente . Um tratamento personalizado esta baseado em ouvir a história única da pessoa , com seus sintomas específicos e o que existe dentro da estrutura psíquica particular

Esse olhar de espaço horizontal, promove um atendimento mais colaborativo, com escuta ativa, decisões compartilhadas e o foco no bem estar integral do paciente.

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Tarlucia Da Silva

Uma proposição que considera os vínculos entre usuário e profissional e reconhece a condição de sujeito daquele que busca o cuidado, possibilita a construção de um espaço de cuidado horizontal, pois se rompe com a lógica da hierarquia, centrada apenas no saber técnico. Nesse enfoque, o usuário deixa de ser objeto de intervenção e passa a ser reconhecido como sujeito ativo, portador de uma história e de saberes sobre seu próprio sofrimento.

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Tarlucia Da Silva

Primeiramente necessário é que todos estejam engajados no mesmo propósito, mesmo havendo divergências de opiniões, para que os que venham a usufruir dos serviços a serem prestados sejam atendidos humanamente falando por aqueles que realmente se preocupam com as pessoas, e não simplesmente fazer o seu trabalho e pronto. Na minha opinião é necessário fazer o melhor que gostaria que fizessem comigo.

 

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Tarlucia Da Silva

Possibilita se a construção de um espaço de cuidado horizontal, a partir do reconhecimento do usuário como sujeito, transformar o cuidado em uma relação colaborativa e superar os modelos hierárquicos.

O fortalecimento das relações  e de extrema importância, pois, ao considerar a subjetividade do usuário, promove se a participação ativa dos mesmos nas decisões de saúde e aumenta a confiança mútua.

Há a desconstrução de hierarquias, na qual o profissional é parceiro, não uma autoridade única. Integrando aspectos emocionais, sociais e culturais no cuidado.
E no ambiente, melhora a adesão ao tratamento, humaniza serviços e combate estigmas. Isto é, valoriza a singularidade, particularidade e a diversidade.

Espera se resultados com cuidados mais eficazes, com foco na autonomia e colaboração multidisciplinar.

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Tarlucia Da Silva

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são serviços do SUS que atendem pessoas com sofrimento mental grave, oferecendo cuidado contínuo e próximo da comunidade. Funcionam como alternativa aos hospitais psiquiátricos, buscando acolher, acompanhar e promover a reintegração social dos usuários por meio de atividades clínicas, sociais e familiares. Surgiram com a Reforma Psiquiátrica Brasileira e fazem parte da política de humanização do SUS, priorizando um cuidado mais digno, humano e voltado para a vida em sociedade.

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Tarlucia Da Silva

Favorece-se a criação de um espaço de cuidado baseado na horizontalidade, a partir do reconhecimento do usuário como protagonista do processo de atenção à saúde. Assim, o cuidado deixa de ser uma prática verticalizada e passa a constituir-se como uma relação de cooperação, possibilitando a superação de modelos hierárquicos.

O fortalecimento dos vínculos mostra-se fundamental, pois, ao valorizar a subjetividade do usuário, estimula-se sua participação ativa nas decisões sobre o próprio cuidado, ampliando a confiança recíproca entre usuários e profissionais. Nesse cenário, ocorre a flexibilização das hierarquias, em que o profissional atua como facilitador e corresponsável, e não como única autoridade.

Essa perspectiva incorpora dimensões emocionais, sociais e culturais, contribuindo para maior engajamento no tratamento, para a humanização dos serviços e para o enfrentamento dos estigmas. Ao reconhecer a singularidade, a individualidade e a diversidade, espera-se alcançar práticas de cuidado mais efetivas, centradas na autonomia do sujeito e na atuação integrada da equipe multidisciplinar

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Tarlucia Da Silva

Uma proposta de cuidado que considera o sujeito e os vínculos estabelecidos entre usuário e profissional possibilita a construção de um espaço horizontal porque reconhece o paciente como agente ativo de seu processo de saúde. A partir de uma leitura psicanalítica, entende-se que o sofrimento não se reduz ao sintoma, mas se produz nas relações e na história do sujeito. Assim, ao valorizar a escuta, o vínculo e a singularidade, o cuidado deixa de ser vertical e prescritivo, tornando-se um espaço compartilhado, em que o saber técnico e a experiência subjetiva do usuário se articulam na produção do cuidado.

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Tarlucia Da Silva

Qual seja o ambiente SUS ou CAPS acolhimento assim como a escuta ,são essenciais para uma avaliação e a condução do trabalho psicanalítico; a empatia e respeito pelo outro traz,  a sensação de segurança e confiança ao paciente de maneira mais leve dá a abertura , para que o profissional possa apresentar o tratamento adequado e trabalhar de maneira eficaz .

No que tange o ser humano a influência da criação e dos criadores na infância traz um papel fundamental no desenvolvimento e forma que o fica registrado responsável no ; inconsciente , pré consciente traz para o consciente formando as doenças psicológicas que por suas vezes não tratada  gera as doenças físicas; onde que o paciente vem a buscar os tratamentos médico assim sendo necessário uso de medicamentos e tratamento psicológico como terapia etc.

Sendo assim o tratamento psicológico deveria ser dado desde a infância, pré adolescência nas escolas públicas e privadas para desafogar o SUS e CAPS .

Pessoal que trabalha na área da saúde, teria que ter uma preparação melhor para atender esse tipo de pessoa.

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