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Desafio - Módulo VI

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Nesse caso Laura cria um mecanismo de defesa fantasiosa,nesse mecanismo de defesa,o individuo cria uma situação em sua mente, com a capacidade de eliminar ou desprezar iminente,mas que na realidade é impossível de se concretizar.Podemos assim a dizer que é uma especie de teatro mental onde ela protagoniza uma história criada pela sua imaginação não sendo uma realidade e alimentando o fato de seus  desejos não serem atendidos,aumentando assim a sua ansiedade e seu ciúme.

É durante a latência que se consolidam o que Freud chamava de formações reativas ou "diques" anímicos contra a sexualidade infantil:

A Nojo: Proteção contra impulsos anais/orais.

A Vergonha: Proteção contra o exibicionismo.

A Moralidade: Internalização das regras sociais.

No caso da Laura, vemos exatamente essa dinâmica. Em vez de agir sob o impulso da inveja (que é uma forma de afeto sexualizado/agressivo infantil), ela utiliza o jogo imaginário e a formação reativa. A latência permite que ela crie uma "máscara" de poder (a mágica) para lidar com a fragilidade interna, canalizando a angústia para uma atividade estruturada.

Citação de Carlos Jose em dezembro 6, 2021, 1:42 am

No meu ponto de vista, Laura está sublimando o sentimento de inveja transformando-o em atividades magicas, o que faz toda a vez que sente inveja de seu irmão. Por exemplo: ela sabe que o magico faz sumir as coisas e poderia, no seu imaginário, fazer com que o seu irmão desaparecesse.

Concordo plenamente com a citação do Carlos José acima! Pois, Laura, indiretamente, deseja mostrar para sua analista, que ela queria que o seu irmão desaparece. Pra assim, ela voltar a ser filha única novamente.

Esse comportamento é uma mistura de mecanismos:

pensamento mágico

fantasia como defesa

tentativa de recuperar a sensação de controle (onipotência)

O desafio propôs identificar mecanismos de defesa em situações cotidianas, como quando alguém projeta no outro um defeito que é seu (projeção). Isso ajudou a perceber como essas defesas moldam o caráter e as relações interpessoais.

Laura criou inconscientemente  um mecanismo para lidar com o ciúmes que sente de seu irmão. O seu desejo é  de que seu irmão desapareça e ela volte a ser filha única.

Laura criou inconscientemente um mecanismo de defesa para lidar com o ciúmes que sente de seu irmão. Seu desejo intimo é que seu irmão desapareça e ela volte a ser filha única.

Laura uma criança de 6 a11 anos na forma inconsciente nao aceitava seu irmao por achar que estava ocupando o espaço que poderia ser dela,e pra nao mostrar esse sentimento que tinha pelo irmao e nao sabia lidar com isso entao se mostrava ,entao criou um jogo imaginário cujo papel  e um mágico. Pra mim Laura queria ser o centro das atenções,que agora com o irmão, o ego em Laura falou mas alto em seu mecanismo de fuga

 

 

 

 

 

 

O mecanismode defesa expresso por Laura  e a inversao,e uma onipotencia do pensamento muito ligada a fantasia como forma de defesa. uma forma especifica de FORMAÇAO REATIVA contra o afeto, conforme identificado por Ana Freud ela transforma o sentimento inceitavel de inveja ciumes do irmao em seu oposto utilizando o jogo magico para fantasiar controle ocultando a inveja consciente.

Laura esta em uma fase em que os impulsos especialemtne agressivos e sexuais tendem a ser realçados e organizadopelo ego

Qual e o Mecanismo de defesa Fantasia com Onipotencia do pensamento ao invez de expressar diretamente fica o jogo do imginario capaz de de controlar e transforamr o mundo

Isso na pratica controla simbolicamente a realidade ja que nao pode controlar o irmao nasciemnto do itmao tira dela o lugar de exclusivo

um ego ainda em desenvolvimento usando recursos imaginarios para lidar com frustraçao

presença de anbivalencia afeticva ama o irmao mas tambem o inveja

negaçao da realidade psiquica dolorosa

O principal mecanismo e o de Fantasiar com onipotencia do pensamento comop defesa contra a inveja e ciumes fraternos

 

Inicialmente poderia parecer sublimação, porém não há transformação do impulso em algo socialmente valorizado, mas sim um deslocamento para a fantasia como forma de defesa do ego.

De acordo com as contribuições de Sigmund Freud e posteriormente aprofundadas por Anna Freud, esse tipo de resposta é comum na infância, onde a fantasia funciona como um recurso do ego para reduzir a ansiedade e proteger o sujeito de conflitos internos.

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