Desafio
Citação de Aline Nunes Cunha Rocha em dezembro 1, 2025, 10:41 pmComo psicólogo no século XIX, atuando sob a ótica estruturalista, eu estaria focado em compreender os elementos básicos da mente humana, provavelmente em ambientes acadêmicos ou laboratórios, realizando estudos introspectivos sobre sensações e percepções. Já sob a perspectiva funcionalista, meu trabalho se voltaria para entender como os processos mentais ajudam o indivíduo a se adaptar ao meio, atuando em escolas ou instituições sociais, desenvolvendo práticas voltadas à educação e à adaptação social.
Avançando para o século XX, com o surgimento de novas teorias, minha atuação se diversificaria. Na Gestalt, eu trabalharia em clínicas ou centros terapêuticos, buscando compreender a percepção como um todo, valorizando a experiência imediata do sujeito. No Behaviorismo, meu foco estaria em modificar comportamentos observáveis, talvez em instituições de reabilitação ou escolas, utilizando reforços e estímulos. Já como estudante de psicanálise integrativa, minha prática se voltaria para o atendimento clínico, explorando o inconsciente, os conflitos internos e a história de vida do paciente, integrando diferentes abordagens para promover uma escuta profunda e transformadora.
Como psicólogo no século XIX, atuando sob a ótica estruturalista, eu estaria focado em compreender os elementos básicos da mente humana, provavelmente em ambientes acadêmicos ou laboratórios, realizando estudos introspectivos sobre sensações e percepções. Já sob a perspectiva funcionalista, meu trabalho se voltaria para entender como os processos mentais ajudam o indivíduo a se adaptar ao meio, atuando em escolas ou instituições sociais, desenvolvendo práticas voltadas à educação e à adaptação social.
Avançando para o século XX, com o surgimento de novas teorias, minha atuação se diversificaria. Na Gestalt, eu trabalharia em clínicas ou centros terapêuticos, buscando compreender a percepção como um todo, valorizando a experiência imediata do sujeito. No Behaviorismo, meu foco estaria em modificar comportamentos observáveis, talvez em instituições de reabilitação ou escolas, utilizando reforços e estímulos. Já como estudante de psicanálise integrativa, minha prática se voltaria para o atendimento clínico, explorando o inconsciente, os conflitos internos e a história de vida do paciente, integrando diferentes abordagens para promover uma escuta profunda e transformadora.
Citação de Samuel J Ribeiro em dezembro 8, 2025, 3:02 pmParece fácil observar e construir uma narrativa, no entanto se fizermos um olhar com um pensamento não só critico e também analítico podemos verificar que os tempos mudaram, pessoas mudaram novas tecnologias chegaram todavia o ser humano continua sendo o mesmo.
Os mestres das ciências da psicologia e seus afins se debruçam na hedge da premissa de enquanto o ser humano não compreender seu papel na sociedade e se desviar do bom senso da ética e moral os mesmos desvios irão se repetir trazendo as moléstias mentais e psicológicas e diversos tipos de doenças.
As estruturas construídas no campo da psicologia , psicanálise e psiquiatria trás em seu arcabouço sistêmico o propósito de explicar e fornecer meios para retauração e cura possível do individuo.
( Não faz milagres porém pode apontar para um caminho melhor que traga bem estar e até alcançar um exito de exelência no que diz respeito aos tratamentos).
Parece fácil observar e construir uma narrativa, no entanto se fizermos um olhar com um pensamento não só critico e também analítico podemos verificar que os tempos mudaram, pessoas mudaram novas tecnologias chegaram todavia o ser humano continua sendo o mesmo.
Os mestres das ciências da psicologia e seus afins se debruçam na hedge da premissa de enquanto o ser humano não compreender seu papel na sociedade e se desviar do bom senso da ética e moral os mesmos desvios irão se repetir trazendo as moléstias mentais e psicológicas e diversos tipos de doenças.
As estruturas construídas no campo da psicologia , psicanálise e psiquiatria trás em seu arcabouço sistêmico o propósito de explicar e fornecer meios para retauração e cura possível do individuo.
( Não faz milagres porém pode apontar para um caminho melhor que traga bem estar e até alcançar um exito de exelência no que diz respeito aos tratamentos).
Citação de Marcia Lucas Silva em dezembro 9, 2025, 3:17 pmComo no século XIX não existia a psicologia clínica como conhecemos hoje, se eu estivesse inserida nesse contexto seria como Wundt, uma pesquisadora com o objetivo de conhecer mais a mente humana e a relação com comportamentos consciente e inconsciente. Seria uma estruturalismo, mas de olho nas pesquisas e percepções de outros profissionais e pesquisadores. Já no século XX seguiria com os trabalhos da área cognitiva e comportamental, visto que conseguem alcançar alguns resultados na psique humana. Mas sem dúvida, hoje a neurociencia é o campo que eu fundamento minhas percepções e entendimentos da psique humana, pois biologicamente somos afetados emocionalmente e vice versa, e assim cada uma das 5 perspectivas da psicologia se complementam e, podemos promover o autoconhecimento tanto interna quanto externamente no sujeito.
Como no século XIX não existia a psicologia clínica como conhecemos hoje, se eu estivesse inserida nesse contexto seria como Wundt, uma pesquisadora com o objetivo de conhecer mais a mente humana e a relação com comportamentos consciente e inconsciente. Seria uma estruturalismo, mas de olho nas pesquisas e percepções de outros profissionais e pesquisadores. Já no século XX seguiria com os trabalhos da área cognitiva e comportamental, visto que conseguem alcançar alguns resultados na psique humana. Mas sem dúvida, hoje a neurociencia é o campo que eu fundamento minhas percepções e entendimentos da psique humana, pois biologicamente somos afetados emocionalmente e vice versa, e assim cada uma das 5 perspectivas da psicologia se complementam e, podemos promover o autoconhecimento tanto interna quanto externamente no sujeito.
Citação de Safira em dezembro 10, 2025, 1:29 amsão muitos campos até hoje que foram deswenvolvendo no estudo na mente e psiquê humana , muitos deles nunca se desenvolveram de fato, outros só tentam doutrinar os indiviuduas através do condicionamenteo de seu comportamenteo ;.... mas creio eu que todos são importantes no desenvolvimento científico e no tratamento e promoção da saúde mental de nossa sociedadem que traz cada vez mais diagnósticos ...e cada campo de atução pode atuar em uma determinada área a ser tratada eou trabalhada nos seres humanos !
eu particularmente acho muito interessante e me interessaria em trabalhar e desenvolver atividades para o estruturalismo que estudou os componentes mentais da conciencia e também do pensamento e outros estados e atividades da mente e também no funcionalismo que concentrava no que a mente fdaz (PORQUE NESTAS DUAS ÁREAS HÁ MUITO AINDA A SE DESCOBRIR ) .
Quuero atuar e desenvover na área da psicanálise que tem muito a contribuir e ajudar na saúde e tratamento da mente e psiquê humana , numa abordagem individual dos seres humanos, porque cada ser é unico e sungular e sua mente pode excer funcoes compartilhadas mas o que torna uma oessoa única e singular é o funcionamento e as suas experiencies unicas de vida ..... e de como a sociedade em que ela vive e está inserido também atua no seu coportamento , mas ele atraves da psicanálise pode se autoconhecer e se compreender pra ter uma vida plena e feliz ...
gosto também do humanismo e a psicodinamica
são muitos campos até hoje que foram deswenvolvendo no estudo na mente e psiquê humana , muitos deles nunca se desenvolveram de fato, outros só tentam doutrinar os indiviuduas através do condicionamenteo de seu comportamenteo ;.... mas creio eu que todos são importantes no desenvolvimento científico e no tratamento e promoção da saúde mental de nossa sociedadem que traz cada vez mais diagnósticos ...e cada campo de atução pode atuar em uma determinada área a ser tratada eou trabalhada nos seres humanos !
eu particularmente acho muito interessante e me interessaria em trabalhar e desenvolver atividades para o estruturalismo que estudou os componentes mentais da conciencia e também do pensamento e outros estados e atividades da mente e também no funcionalismo que concentrava no que a mente fdaz (PORQUE NESTAS DUAS ÁREAS HÁ MUITO AINDA A SE DESCOBRIR ) .
Quuero atuar e desenvover na área da psicanálise que tem muito a contribuir e ajudar na saúde e tratamento da mente e psiquê humana , numa abordagem individual dos seres humanos, porque cada ser é unico e sungular e sua mente pode excer funcoes compartilhadas mas o que torna uma oessoa única e singular é o funcionamento e as suas experiencies unicas de vida ..... e de como a sociedade em que ela vive e está inserido também atua no seu coportamento , mas ele atraves da psicanálise pode se autoconhecer e se compreender pra ter uma vida plena e feliz ...
gosto também do humanismo e a psicodinamica
Citação de DIEGO BONIFACIO em dezembro 13, 2025, 2:56 pmA Psicologia, enquanto ciência e prática profissional, constrói-se historicamente em diálogo constante com as transformações sociais, políticas e culturais de cada época. Ao revisitar diferentes períodos históricos, é possível compreender como as concepções de sujeito e as práticas psicológicas se modificam conforme as demandas de cada contexto.
No século XIX, ao me imaginar atuando como profissional da Psicologia a partir das perspectivas estruturalista e funcionalista, minha prática estaria fortemente vinculada aos espaços acadêmicos e laboratoriais. Sob a influência do estruturalismo, o foco principal seria o estudo da consciência por meio da introspecção controlada, buscando identificar e descrever os elementos básicos da experiência consciente, como sensações, percepções e sentimentos. Minha atuação se daria, sobretudo, em laboratórios experimentais e universidades, desenvolvendo pesquisas e sistematizando métodos científicos voltados à compreensão da mente humana.
Já a partir do funcionalismo, minha prática estaria mais conectada à adaptação do indivíduo ao meio. Atuaria em instituições educacionais, organizações e contextos sociais emergentes, investigando como os processos mentais contribuem para a sobrevivência, a aprendizagem e o ajustamento social. As atividades envolveriam avaliações psicológicas iniciais, estudos sobre comportamento adaptativo e contribuições para a educação e o trabalho, sempre com foco na utilidade prática das funções psicológicas.
Avançando para o século XX, com o surgimento de novas vertentes teóricas, a atuação profissional se amplia e se diversifica significativamente.
A partir da Gestalt, minha prática estaria voltada para a compreensão do sujeito em sua totalidade, considerando a percepção e a experiência como fenômenos organizados. Atuaria principalmente em contextos clínicos e educacionais, desenvolvendo intervenções que favorecessem a tomada de consciência, a reorganização perceptiva e a compreensão das relações figura-fundo presentes na experiência do indivíduo.
Sob a perspectiva do Behaviorismo, minha atuação se concentraria na observação e modificação do comportamento, com ênfase nos comportamentos observáveis e mensuráveis. Trabalharia em clínicas, escolas, hospitais e organizações, aplicando técnicas de condicionamento, reforço e análise funcional do comportamento, especialmente em contextos de aprendizagem, reabilitação e desempenho.
Já na Psicanálise, minha prática estaria voltada para a escuta clínica e para a compreensão dos processos inconscientes que atravessam a subjetividade. Atuaria predominantemente em consultórios e instituições de saúde mental, desenvolvendo atendimentos clínicos baseados na associação livre, interpretação dos sonhos, análise dos sintomas e dos conflitos psíquicos, considerando a história singular de cada sujeito e sua constituição psíquica.
Dessa forma, ao percorrer esses diferentes momentos históricos, torna-se evidente que a Psicologia não é uma ciência estática, mas um campo em constante transformação, cujas teorias e práticas refletem as necessidades e concepções de sujeito de cada tempo histórico. Essa diversidade teórica enriquece a atuação profissional e amplia as possibilidades de compreensão e intervenção sobre o sofrimento humano e as relações sociais.
A Psicologia, enquanto ciência e prática profissional, constrói-se historicamente em diálogo constante com as transformações sociais, políticas e culturais de cada época. Ao revisitar diferentes períodos históricos, é possível compreender como as concepções de sujeito e as práticas psicológicas se modificam conforme as demandas de cada contexto.
No século XIX, ao me imaginar atuando como profissional da Psicologia a partir das perspectivas estruturalista e funcionalista, minha prática estaria fortemente vinculada aos espaços acadêmicos e laboratoriais. Sob a influência do estruturalismo, o foco principal seria o estudo da consciência por meio da introspecção controlada, buscando identificar e descrever os elementos básicos da experiência consciente, como sensações, percepções e sentimentos. Minha atuação se daria, sobretudo, em laboratórios experimentais e universidades, desenvolvendo pesquisas e sistematizando métodos científicos voltados à compreensão da mente humana.
Já a partir do funcionalismo, minha prática estaria mais conectada à adaptação do indivíduo ao meio. Atuaria em instituições educacionais, organizações e contextos sociais emergentes, investigando como os processos mentais contribuem para a sobrevivência, a aprendizagem e o ajustamento social. As atividades envolveriam avaliações psicológicas iniciais, estudos sobre comportamento adaptativo e contribuições para a educação e o trabalho, sempre com foco na utilidade prática das funções psicológicas.
Avançando para o século XX, com o surgimento de novas vertentes teóricas, a atuação profissional se amplia e se diversifica significativamente.
A partir da Gestalt, minha prática estaria voltada para a compreensão do sujeito em sua totalidade, considerando a percepção e a experiência como fenômenos organizados. Atuaria principalmente em contextos clínicos e educacionais, desenvolvendo intervenções que favorecessem a tomada de consciência, a reorganização perceptiva e a compreensão das relações figura-fundo presentes na experiência do indivíduo.
Sob a perspectiva do Behaviorismo, minha atuação se concentraria na observação e modificação do comportamento, com ênfase nos comportamentos observáveis e mensuráveis. Trabalharia em clínicas, escolas, hospitais e organizações, aplicando técnicas de condicionamento, reforço e análise funcional do comportamento, especialmente em contextos de aprendizagem, reabilitação e desempenho.
Já na Psicanálise, minha prática estaria voltada para a escuta clínica e para a compreensão dos processos inconscientes que atravessam a subjetividade. Atuaria predominantemente em consultórios e instituições de saúde mental, desenvolvendo atendimentos clínicos baseados na associação livre, interpretação dos sonhos, análise dos sintomas e dos conflitos psíquicos, considerando a história singular de cada sujeito e sua constituição psíquica.
Dessa forma, ao percorrer esses diferentes momentos históricos, torna-se evidente que a Psicologia não é uma ciência estática, mas um campo em constante transformação, cujas teorias e práticas refletem as necessidades e concepções de sujeito de cada tempo histórico. Essa diversidade teórica enriquece a atuação profissional e amplia as possibilidades de compreensão e intervenção sobre o sofrimento humano e as relações sociais.
Citação de Caroline Gonçalves em dezembro 25, 2025, 11:09 pmAo me colocar no século XIX, compreendo que o pensamento sobre a mente humana era bastante limitado em relação ao que temos hoje. Não havia uma concepção estruturada de saúde mental, nem a valorização do autoconhecimento, da subjetividade ou da construção da personalidade como entendemos atualmente. Nesse contexto, acredito que minha atuação se alinharia ao behaviorismo, pois era uma abordagem compatível com o modo de pensar da época, centrada no comportamento observável e em respostas aos estímulos do ambiente. Considerando as restrições teóricas e científicas daquele período, o atendimento psicológico estaria mais voltado à modificação de comportamentos do que à investigação profunda dos processos internos. Freud, nesse sentido, foi muito além do seu tempo, mas suas ideias ainda não encontrariam espaço social e científico suficiente para uma prática amplamente aceita naquele momento.
Ao me colocar no século XIX, compreendo que o pensamento sobre a mente humana era bastante limitado em relação ao que temos hoje. Não havia uma concepção estruturada de saúde mental, nem a valorização do autoconhecimento, da subjetividade ou da construção da personalidade como entendemos atualmente. Nesse contexto, acredito que minha atuação se alinharia ao behaviorismo, pois era uma abordagem compatível com o modo de pensar da época, centrada no comportamento observável e em respostas aos estímulos do ambiente. Considerando as restrições teóricas e científicas daquele período, o atendimento psicológico estaria mais voltado à modificação de comportamentos do que à investigação profunda dos processos internos. Freud, nesse sentido, foi muito além do seu tempo, mas suas ideias ainda não encontrariam espaço social e científico suficiente para uma prática amplamente aceita naquele momento.
Citação de Gustavo Barbosa Maristany em janeiro 4, 2026, 12:07 amO texto mostra que a Psicologia muda conforme o contexto histórico.
No século XIX, como psicólogo estruturalista ou funcionalista, eu atuaria principalmente em laboratórios e instituições educacionais, estudando a mente e as funções psicológicas por meio de experimentos.
Já no século XX, com teorias como Gestalt, Behaviorismo e Psicanálise, minha atuação se ampliaria para clínicas, escolas e hospitais, trabalhando com percepção, comportamento e subjetividade, conforme cada abordagem.
O texto mostra que a Psicologia muda conforme o contexto histórico.
No século XIX, como psicólogo estruturalista ou funcionalista, eu atuaria principalmente em laboratórios e instituições educacionais, estudando a mente e as funções psicológicas por meio de experimentos.
Já no século XX, com teorias como Gestalt, Behaviorismo e Psicanálise, minha atuação se ampliaria para clínicas, escolas e hospitais, trabalhando com percepção, comportamento e subjetividade, conforme cada abordagem.
Citação de Elaine Januario em janeiro 6, 2026, 9:37 pmAinda não tenho informações suficientes para saber o que eu faria.
Ainda não tenho informações suficientes para saber o que eu faria.
Citação de MARIANAS7L em janeiro 9, 2026, 10:23 pmSe eu vivesse no século XIX, meu jeito de agir e de entender meus problemas seria bem diferente, porque a Psicologia ainda estava começando.
Naquela época, meus sentimentos seriam vistos mais como falta de controle da razão ou até como doença. Eu provavelmente não falaria muito sobre emoções. Se estivesse triste, ansioso ou “diferente”, isso seria explicado pela moral, pela vontade fraca ou por algo físico no cérebro. Um médico ou filósofo explicaria por mim, e não eu mesmo.
Já no século XX, a coisa muda bastante. A Psicologia se desenvolve e eu passo a ter voz.
Com a psicanálise, meu comportamento seria explicado pelo inconsciente e pela infância. Eu falaria dos meus sentimentos, sonhos e conflitos internos.
No behaviorismo, meu jeito de agir seria visto como algo aprendido. Eu faria o que aprendi através de recompensas e punições, sem focar tanto nas emoções.
Na Gestalt, eu tentaria entender minhas experiências como um todo, buscando sentido no que sinto e percebo.
Na psicologia humanista, eu buscaria ser mais autêntico, entender quem eu sou e desenvolver meu potencial.
E com a psicologia cognitiva, eu tentaria mudar meus pensamentos, entendendo que o jeito que penso influencia como me sinto e ajo.
Se eu vivesse no século XIX, meu jeito de agir e de entender meus problemas seria bem diferente, porque a Psicologia ainda estava começando.
Naquela época, meus sentimentos seriam vistos mais como falta de controle da razão ou até como doença. Eu provavelmente não falaria muito sobre emoções. Se estivesse triste, ansioso ou “diferente”, isso seria explicado pela moral, pela vontade fraca ou por algo físico no cérebro. Um médico ou filósofo explicaria por mim, e não eu mesmo.
Já no século XX, a coisa muda bastante. A Psicologia se desenvolve e eu passo a ter voz.
Com a psicanálise, meu comportamento seria explicado pelo inconsciente e pela infância. Eu falaria dos meus sentimentos, sonhos e conflitos internos.
No behaviorismo, meu jeito de agir seria visto como algo aprendido. Eu faria o que aprendi através de recompensas e punições, sem focar tanto nas emoções.
Na Gestalt, eu tentaria entender minhas experiências como um todo, buscando sentido no que sinto e percebo.
Na psicologia humanista, eu buscaria ser mais autêntico, entender quem eu sou e desenvolver meu potencial.
E com a psicologia cognitiva, eu tentaria mudar meus pensamentos, entendendo que o jeito que penso influencia como me sinto e ajo.
Citação de Florivaldo Garcia Vieira em janeiro 15, 2026, 8:27 pmDizem que o melhor é o profissional trabalhar somente com um vertente teórica. Mas não sei afirmar como isso acontece na prática clínica , se procede.
Dizem que o melhor é o profissional trabalhar somente com um vertente teórica. Mas não sei afirmar como isso acontece na prática clínica , se procede.
