Desafio - Módulo I
Citação de Ivanea Mewius em junho 14, 2025, 4:24 pmPrimeiramente faria uma conversa com Eduardo, para deixar ele contar como é o seu dia-a-dia, em casa, na escola, e perguntar qual atividade ele mais teria interesse em fazer. Após isso, tentaria conversar com a família para entender como é a rotina de todos, e tentar encaixar atividades na vida de Eduardo que possam fazer com que ele se sinta acolhido. Uma abordagem acolhedora, o trazendo para perto, e tentando entender porque ele age dessa forma. Talvez seja um mecanismo de defesa de algo que aconteceu com ele.
Primeiramente faria uma conversa com Eduardo, para deixar ele contar como é o seu dia-a-dia, em casa, na escola, e perguntar qual atividade ele mais teria interesse em fazer. Após isso, tentaria conversar com a família para entender como é a rotina de todos, e tentar encaixar atividades na vida de Eduardo que possam fazer com que ele se sinta acolhido. Uma abordagem acolhedora, o trazendo para perto, e tentando entender porque ele age dessa forma. Talvez seja um mecanismo de defesa de algo que aconteceu com ele.
Citação de Patrick Constantino em junho 14, 2025, 5:26 pmEntendo que seria primeiro observar algo do interesse dele para chamar sua atenção e possibilitar abertura. Em seguida ouvirem o que tem a dizer para desenvolver confiança e incentivar na atividade de gosto dele para que essa energia se transforme em algo positivo, como esporte, por exemplo.
Entendo que seria primeiro observar algo do interesse dele para chamar sua atenção e possibilitar abertura. Em seguida ouvirem o que tem a dizer para desenvolver confiança e incentivar na atividade de gosto dele para que essa energia se transforme em algo positivo, como esporte, por exemplo.
Citação de Salomão Do Ó em junho 15, 2025, 12:31 pmAcredito que três ações iniciais seriam necessárias, a primeira delas é criar um ambiente seguro através de conversas informais, buscando ter o mínimo de confiança do Eduardo. Após isso, podemos conversar de forma mais aberto sobre o dia a dia dele, entendendo como é a semana, buscando entender como é em casa, mãe, pai, irmãos e etc, e claro, após esse processo, entender como podemos criar um ambiente acolhedor e aberto para que ele possa considerar como um local para se abrir e trazer experiências que poderão no auxiliar no processo de evolução com o mesmo.
Acredito que três ações iniciais seriam necessárias, a primeira delas é criar um ambiente seguro através de conversas informais, buscando ter o mínimo de confiança do Eduardo. Após isso, podemos conversar de forma mais aberto sobre o dia a dia dele, entendendo como é a semana, buscando entender como é em casa, mãe, pai, irmãos e etc, e claro, após esse processo, entender como podemos criar um ambiente acolhedor e aberto para que ele possa considerar como um local para se abrir e trazer experiências que poderão no auxiliar no processo de evolução com o mesmo.
Citação de Naiara Gonzaga Lopes em junho 15, 2025, 1:20 pmSentar e perguntar sobre seu relacionamento familiar. Depois permitir que ele fale sobre a situação e escutar o mesmo. Depois de escutar da a sugestão para ele lidar com o problema
Sentar e perguntar sobre seu relacionamento familiar. Depois permitir que ele fale sobre a situação e escutar o mesmo. Depois de escutar da a sugestão para ele lidar com o problema
Citação de Robson Paixao Conceicao em junho 15, 2025, 7:33 pmA primeira abordagem que eufaria, seria uma conversa investigativa / escuta analítica,onde eu procuraria entender o seu processo mental/ conteúdos inconscientes permitindo que ele se conscientizasse dos seus desejos, conflitos, angústias...e convidaria seus pais para uma boa conversa de sondagem.
Eu faria uma avaliação diagnostica, para analisar as suas aptidões, promover a autoavaliação, pois ele pode estar reproduzindo o padrão de comportamento de casa na escola.
Analisar se ele posue um estilo de aprendizagem criativa e prática atraves de jogos lúdicos, arte...e também conversar com o seu professor/ professora sobre a metodologia que ele- a emprega, analisar possíveis mudanças...
A primeira abordagem que eufaria, seria uma conversa investigativa / escuta analítica,onde eu procuraria entender o seu processo mental/ conteúdos inconscientes permitindo que ele se conscientizasse dos seus desejos, conflitos, angústias...e convidaria seus pais para uma boa conversa de sondagem.
Eu faria uma avaliação diagnostica, para analisar as suas aptidões, promover a autoavaliação, pois ele pode estar reproduzindo o padrão de comportamento de casa na escola.
Analisar se ele posue um estilo de aprendizagem criativa e prática atraves de jogos lúdicos, arte...e também conversar com o seu professor/ professora sobre a metodologia que ele- a emprega, analisar possíveis mudanças...
Citação de Bianca Lopes Torres em junho 16, 2025, 12:17 pmMesmo que 14 anos seja uma fase de transformações hormonais, o comportamento tão agressivo quanto o de Eduardo, nos dá um sinal de alerta, pois ao meu ver, ultrapassar os limites do que seria considerado normal pra um comportamento adolescente. Então:
Em primeiro lugar, ele esse aluno precisaria ser inserido em algum tipo de atividade esportiva, ou sociocultural, já de início, para começar o quanto antes a trabalhar algumas condições como: autoestima, responsabilidade, disciplina, respeito (por si próprio e pelo próximo), etc
Em segundo, precisa ser investigado por algum profissional, como é sua vida cotidiana, onde vive, como é o relacionamento com familiares, amizades, hábitos, etc.
E em terceiro ele deveria ter acompanhamento psicanalítico que o ajudasse a ressignificar possíveis traumas ou até mesmo situações de infância, crenças que podem ter sido instaladas em seu subconsciente e podem estar contribuindo para esse comportamento agressivo.
Mesmo que 14 anos seja uma fase de transformações hormonais, o comportamento tão agressivo quanto o de Eduardo, nos dá um sinal de alerta, pois ao meu ver, ultrapassar os limites do que seria considerado normal pra um comportamento adolescente. Então:
Em primeiro lugar, ele esse aluno precisaria ser inserido em algum tipo de atividade esportiva, ou sociocultural, já de início, para começar o quanto antes a trabalhar algumas condições como: autoestima, responsabilidade, disciplina, respeito (por si próprio e pelo próximo), etc
Em segundo, precisa ser investigado por algum profissional, como é sua vida cotidiana, onde vive, como é o relacionamento com familiares, amizades, hábitos, etc.
E em terceiro ele deveria ter acompanhamento psicanalítico que o ajudasse a ressignificar possíveis traumas ou até mesmo situações de infância, crenças que podem ter sido instaladas em seu subconsciente e podem estar contribuindo para esse comportamento agressivo.
Citação de ladiva279@gmail.com em junho 16, 2025, 3:19 pmconversar com ele afim de entender sua percepçao quanto o convivio na escola
avaliar qual e sua realidade no ceio familiar
encaminhar para avaliaçao psicologica
conversar com ele afim de entender sua percepçao quanto o convivio na escola
avaliar qual e sua realidade no ceio familiar
encaminhar para avaliaçao psicologica
Citação de Cristina Soares Mota em junho 16, 2025, 4:20 pm1- Ação de acolhimento, escuta ativa dele e da família para entender o que gera a ação.
2- Após entendimento, sugerir ações de sublimação (dentro da realidade dele, que façam sentido para seu bem- estar).
3- Sessões de acompanhamento para possíveis intervenções e evoluções.
1- Ação de acolhimento, escuta ativa dele e da família para entender o que gera a ação.
2- Após entendimento, sugerir ações de sublimação (dentro da realidade dele, que façam sentido para seu bem- estar).
3- Sessões de acompanhamento para possíveis intervenções e evoluções.
Citação de Camila Arantes Sardinha Rodstein em junho 16, 2025, 4:22 pmConsiderando a compreensão freudiana de sublimação e analisando o comportamento de Eduardo mesmo após intervenções da ONG e diante da melhora dos demais colegas, podemos pensar em algumas atitudes a serem tomadas:
- Entrevistas individuais com escuta empática, de modo a criar espaço seguro para expressão verbal dos conflitos internos que estão sendo expressos por meio da agressão. O principal foco é escutar além do discurso, considerando que a agressividade de Eduardo pode ser o mecanismo de defesa que desenvolveu contra sentimentos de inferioridade, rejeição ou abandono, em especial em um ambiente violento. Além do ambiente escolar, é também importante entender como é o ambiente familiar, e como Eduardo se sente nesses contextos. O objetivo dessa atividade seria reduzir o uso da projeção e do deslocamento como defesa, permitindo que Eduardo comece a nomear seus sentimentos e simbolizar sua dor.
Investir em atividades não verbais, permitindo que o inconsciente de Eduardo se expresse sem que precise noemar sentimentos ou verbalizar sua dor. Podem ser usadas atividades de desenho, teatro, ou escrita livre, por exemplo. O objetivo é permitir que mecanismos como sublimação e projeção ocorram num ambiente simbólico seguro, ajudando a elaborar afetos sem precisar descarregá-los no real.
- Criação de função, responsabilidade ou pertencimento junto ao grupo de demais adolescentes. Aqui, a ideia seria estimular a sublimação da agressividade através de um papel que devolva significado e valor ao sujeito dentro da coletividade. Como os deais colegas apresentaram melhora de comportamento, incluir Eduardo nesse contexto de modo a incentivar o sentimento de pertencimento ao grupo pode ajudá-lo no controle de sua agressividade, já que esta é a expressão de um indivíduo que não deu conta de seu sofrimento psíquico. Os impulsos destrutivos de Eduardo seriam canalizados para fins construtivos e simbólicos, como ser monitor da turma, cuidar de um espaço comum, organizar atividades para o grupo. Isso também trabalharia a identificação de Eduardo com modelos positivos.
Considerando a compreensão freudiana de sublimação e analisando o comportamento de Eduardo mesmo após intervenções da ONG e diante da melhora dos demais colegas, podemos pensar em algumas atitudes a serem tomadas:
- Entrevistas individuais com escuta empática, de modo a criar espaço seguro para expressão verbal dos conflitos internos que estão sendo expressos por meio da agressão. O principal foco é escutar além do discurso, considerando que a agressividade de Eduardo pode ser o mecanismo de defesa que desenvolveu contra sentimentos de inferioridade, rejeição ou abandono, em especial em um ambiente violento. Além do ambiente escolar, é também importante entender como é o ambiente familiar, e como Eduardo se sente nesses contextos. O objetivo dessa atividade seria reduzir o uso da projeção e do deslocamento como defesa, permitindo que Eduardo comece a nomear seus sentimentos e simbolizar sua dor.
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Investir em atividades não verbais, permitindo que o inconsciente de Eduardo se expresse sem que precise noemar sentimentos ou verbalizar sua dor. Podem ser usadas atividades de desenho, teatro, ou escrita livre, por exemplo. O objetivo é permitir que mecanismos como sublimação e projeção ocorram num ambiente simbólico seguro, ajudando a elaborar afetos sem precisar descarregá-los no real.
- Criação de função, responsabilidade ou pertencimento junto ao grupo de demais adolescentes. Aqui, a ideia seria estimular a sublimação da agressividade através de um papel que devolva significado e valor ao sujeito dentro da coletividade. Como os deais colegas apresentaram melhora de comportamento, incluir Eduardo nesse contexto de modo a incentivar o sentimento de pertencimento ao grupo pode ajudá-lo no controle de sua agressividade, já que esta é a expressão de um indivíduo que não deu conta de seu sofrimento psíquico. Os impulsos destrutivos de Eduardo seriam canalizados para fins construtivos e simbólicos, como ser monitor da turma, cuidar de um espaço comum, organizar atividades para o grupo. Isso também trabalharia a identificação de Eduardo com modelos positivos.
Citação de FABRICIA JULIANA DE MELLO em junho 16, 2025, 8:38 pmAcredito que primeiramente deveriam buscar a causa dos gatilhos, pois ele era o único com esse comportamento.
Acredito que primeiramente deveriam buscar a causa dos gatilhos, pois ele era o único com esse comportamento.
