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Desafio - Módulo I

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Bem, não foi citado o histórico familiar desse adolescente, tudo indica que ele tem um histórico familiar de abandono, falta de limites ou até mesmo um desgaste familiar por conta do seu comportamento.

Como ações a primeira seria investigar o histórico familiar desse adolescente, segundo seria entender o que internamente está lhe faltando ou o atingindo para que ele se comporte dessa maneira.

Enfim juntando todos esses pressupostos seria importante transformar toda essa energia acumulada negativamente em soluções práticas para esse conflito interno cicatrizando feridas existentes visando uma melhora em seu comportamento.

 

Ao refletir sobre o estudo de caso, segundo a compreensão Freudiana sobre sublimação, a agressividade do Eduardo pode ser uma forma de impulsos como raiva ou frustração, assim como seu baixo desempenho na escola pode ser para mostrar um luta interna por medo, talvez. Sugiro, que através dessa análise, o Eduardo possa pensar em fazer atividades ligadas ao esporte ou arte, podendo assim, liberar tensões ou expressar sentimentos e conflitos por meio da arte, acreditando que esse direcionamento possa fazer com que ele consigo redirecionar seus impulsos e melhorar na escola e convívio social.

A primeira coisa que eu faria seria a investigação familiar de como foi sua concepção, nascimento e infância dentro do seu meio com uma entrevista com os responsáveis. Diante dos fatos a segunda coisa seria uma conversa com Eduardo como ele se enxerga e como se sente diante da sua família e seu meio. E dentro desta conversa identificar situações que favorecessem a autoestima do garoto. Ainda analisaria o fato de apresentar algum distúrbio como TDAH, TOD. A terceira seria propor metas para que ele fosse conquistando um bom comportamento e desenvolvendo atenção aos estudos, identificando a necessidade de terapias para o acompanhamento desse desenvolvimento.

A agressividade pode ser uma forma de comunicação do sofrimento psíquico. Muitas vezes o sujeito não consegue simbolizar o que sente e passa ao ato.
ações: explorar por meio de fala do paciente como foram suas relações familiares desde sua infância, também utilizar desenhos, escritas, figuras como forma de expressão.

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Josilene Godoy dos Santos

Considerando a compreensão freudiana sobre a sublimação, é possível pensar em ações que canalizem a agressividade e os impulsos destrutivos de Eduardo para atividades socialmente aceitas e construtivas. Como a sublimação permite transformar forças internas intensas em produções positivas, uma alternativa seria envolver o adolescente em atividades esportivas, como artes marciais, futebol ou atletismo, que possibilitam a expressão da agressividade de forma controlada e saudável.

Além disso, atividades artísticas, como música, teatro, grafite ou oficinas de expressão corporal, podem favorecer a elaboração simbólica de seus conflitos internos, permitindo que ele expresse emoções reprimidas sem recorrer à violência. Projetos de responsabilidade social dentro da própria ONG, nos quais Eduardo possa assumir pequenos papéis de liderança ou cuidado com outros adolescentes, também podem contribuir para fortalecer seu autoconceito e reduzir comportamentos agressivos.

Dessa forma, ao invés de reprimir ou punir excessivamente seus impulsos, a ONG pode favorecer processos de sublimação que auxiliem Eduardo a transformar sua energia psíquica em ações construtivas, beneficiando tanto o indivíduo quanto o grupo social.

A ausência de informações sobre o histórico familiar do adolescente não impede a formulação de hipóteses interpretativas, pois, segundo a psicanálise, o comportamento agressivo recorrente costuma estar ligado a conflitos internos não elaborados.

1. Avaliar a história pregressa do Eduardo, afim de analisar o possível ponto de origem deste comportamento;

2. Analisar seu vínculo familiar e comportamentos familiares;

3. Analisar pontos que chamem a atenção de Eduardo (como artes, esportes, hobbies, um ato de sublimação mesmo) afim de fazê-lo manifestar sua violência de forma subliminar.

canalizar a energia para prática de esportes, expressar suas emoções por desenhos ou obras artíticas e usar histórias com personagens para teatralizar suas emoções.

1º – Torna-se fundamental compreender o contexto familiar de Eduardo, uma vez que o processo de elaboração da sublimação já se configura como um mecanismo de defesa do ego. Esse mecanismo tem como função atenuar ou afastar lembranças dolorosas, aproximando-se do conceito de recalque. Dessa forma, é possível que Eduardo manifeste comportamentos agressivos no ambiente escolar como uma estratégia inconsciente de autoproteção.

2º – O contexto escolar exerce papel central na compreensão do conceito de sublimação, destacando-se também a relevância do acompanhamento psicanalítico na mediação da relação entre Eduardo e seus professores, favorecendo uma leitura mais aprofundada de seus comportamentos e dificuldades.

3º – No que se refere ao processo de aprendizagem infantil, a psicanálise oferece contribuições significativas. Entre elas, destaca-se o conceito formulado por Sigmund Freud acerca da pulsão de saber, ou desejo de conhecer. Segundo essa perspectiva, a criança desloca seus desejos ligados à curiosidade sexual para o interesse pelo conhecimento intelectual, fenômeno que se manifesta de forma evidente no ambiente escolar.

Segundo Freud, a sublimação é um mecanismo que permite transformar impulsos agressivos em comportamentos socialmente aceitos, contribuindo para a ordem social. No caso de Eduardo, algumas ações podem favorecer essa mudança:

  1. Atividades esportivas: o esporte possibilita a descarga da agressividade de forma organizada, por meio de regras, disciplina e cooperação, favorecendo o autocontrole e a socialização.
  2. Atividades artísticas e expressivas: música, teatro ou desenho permitem a elaboração simbólica dos conflitos internos, sendo formas privilegiadas de sublimação dos impulsos agressivos.
  3. Projetos com responsabilidades coletivas: envolver Eduardo em tarefas ou projetos supervisionados ajuda a redirecionar sua energia para objetivos construtivos, promovendo pertencimento e reconhecimento social.

Essas ações oferecem caminhos para que seus impulsos sejam ressignificados, contribuindo para seu desenvolvimento psíquico e para a convivência social.

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