Desafio - Módulo I
Citação de Renata em janeiro 20, 2026, 8:45 pmSeria interessante verificar com os pais se algo está acontecendo no ambiente familiar e pode estar refletindo no comportamento inadequado que o menino apresenta na escola. Propor atividades artísticas na expectativa de observar a forma como o menino expressa suas emoções. Criar uma rede de apoio entre os colegas de classe para que ele se sinta seguro e acolhido no ambiente escolar.
Seria interessante verificar com os pais se algo está acontecendo no ambiente familiar e pode estar refletindo no comportamento inadequado que o menino apresenta na escola. Propor atividades artísticas na expectativa de observar a forma como o menino expressa suas emoções. Criar uma rede de apoio entre os colegas de classe para que ele se sinta seguro e acolhido no ambiente escolar.
Citação de Angelica Soares Baptista em janeiro 20, 2026, 11:14 pmA princípio sentar e conversar, em seguida oferecer atividades como musica,dança,pintura, poemas,jogos, esportes, fazer construir algo...
A princípio sentar e conversar, em seguida oferecer atividades como musica,dança,pintura, poemas,jogos, esportes, fazer construir algo...
Citação de Cássia em janeiro 23, 2026, 3:58 pmAlgo interessante nesses casos acho que evitar punição, desenvolver a escuta sem julgamentos, investigar o que está por trás desse comportamemto, criar vimculos, estabelecer regras , buscar apoio especializado.
Algo interessante nesses casos acho que evitar punição, desenvolver a escuta sem julgamentos, investigar o que está por trás desse comportamemto, criar vimculos, estabelecer regras , buscar apoio especializado.
Citação de Felipe Saldanha da Silva em janeiro 24, 2026, 12:54 amPrimeiramente, temos que fazer uma avaliação através de conversa investigativa, propondo a Eduardo que se manifeste com suas próprias palavras, após iniciar uma investigação de seus comportamentos passados, antes de iniciar essa agressividade, avaliar o comportamento familiar ao entorno dele para só após iniciarmos uma terapia de mudança comportamental, propondo sua aceitação em corrigir seus erros e melhorar gradativamente.
Primeiramente, temos que fazer uma avaliação através de conversa investigativa, propondo a Eduardo que se manifeste com suas próprias palavras, após iniciar uma investigação de seus comportamentos passados, antes de iniciar essa agressividade, avaliar o comportamento familiar ao entorno dele para só após iniciarmos uma terapia de mudança comportamental, propondo sua aceitação em corrigir seus erros e melhorar gradativamente.
Citação de Shellder Feitosa De Sousa em janeiro 24, 2026, 1:05 pmÉ interessante através da associação livre investigar as questões do complexo de Édipo,ou verificar alguma fixação em algumas das fases do desenvolvimento psicossexual.Geralmente, depois de investigado e descoberto as causas dessa agressividade,que geralmente vem de traumas familiares, podemos sugerir uma sublimação como boxe, judô e outros esportes.
É interessante através da associação livre investigar as questões do complexo de Édipo,ou verificar alguma fixação em algumas das fases do desenvolvimento psicossexual.Geralmente, depois de investigado e descoberto as causas dessa agressividade,que geralmente vem de traumas familiares, podemos sugerir uma sublimação como boxe, judô e outros esportes.
Citação de Marcelo Carvalho em janeiro 24, 2026, 7:33 pmPensando no caso do Eduardo e no conceito de sublimação do Freud — que é essa capacidade incrível que a gente tem de transformar um impulso ruim em algo bom — eu acredito que a chave não é reprimir ou brigar com ele, mas redirecionar toda aquela energia que hoje está virando agressividade.
Se eu estivesse no conselho da ONG, proporia três caminhos:
Primeiro, colocar o Eduardo em contato com alguma forma de arte que demande corpo e expressão. Poderia ser uma oficina de graffiti (com espaço legalizado, claro), capoeira, breakdance ou teatro. Muitos jovens que carregam raiva ou frustração encontram na arte um lugar seguro para soltar o que sentem, sem machucar ninguém. O graffiti, por exemplo, pode dar a ele voz, identidade e até reconhecimento dos colegas — algo que hoje ele busca através das brigas.
Segundo, envolver ele em esportes que tenham regras claras e disciplina. Lutas como judô ou jiu-jitsu ensinam muito sobre autocontrole, respeito ao outro e hierarquia. E não é sobre "bater", mas sobre canalizar a força física com técnica. Se ele não curtir lutas, um esporte coletivo como futebol ou basquete também pode ajudá-lo a aprender a trabalhar em equipe e a lidar com frustrações dentro de um jogo, não na vida real.
Terceiro, e talvez o mais transformador: dar a ele uma função de responsabilidade dentro da ONG. Que tal fazer dele um monitor das crianças menores? Ou deixar que ele lidere uma pequena ação comunitária — como organizar um campeonato, cuidar de uma horta ou ajudar numa campanha sobre violência? Muitas vezes, o comportamento agressivo esconde uma necessidade profunda de ser visto, de ter valor. Se a gente inverter o papel dele, de "problemático" para "protagonista", pode mudar completamente a forma como ele se enxerga e como os outros o veem.
No fim, a ideia é simples: em vez de tentar calar a raiva do Eduardo, vamos tentar ouvir o que ela está querendo dizer — e ajudá-lo a transformar tudo isso em algo que faça sentido para ele e para a comunidade.
Pensando no caso do Eduardo e no conceito de sublimação do Freud — que é essa capacidade incrível que a gente tem de transformar um impulso ruim em algo bom — eu acredito que a chave não é reprimir ou brigar com ele, mas redirecionar toda aquela energia que hoje está virando agressividade.
Se eu estivesse no conselho da ONG, proporia três caminhos:
Primeiro, colocar o Eduardo em contato com alguma forma de arte que demande corpo e expressão. Poderia ser uma oficina de graffiti (com espaço legalizado, claro), capoeira, breakdance ou teatro. Muitos jovens que carregam raiva ou frustração encontram na arte um lugar seguro para soltar o que sentem, sem machucar ninguém. O graffiti, por exemplo, pode dar a ele voz, identidade e até reconhecimento dos colegas — algo que hoje ele busca através das brigas.
Segundo, envolver ele em esportes que tenham regras claras e disciplina. Lutas como judô ou jiu-jitsu ensinam muito sobre autocontrole, respeito ao outro e hierarquia. E não é sobre "bater", mas sobre canalizar a força física com técnica. Se ele não curtir lutas, um esporte coletivo como futebol ou basquete também pode ajudá-lo a aprender a trabalhar em equipe e a lidar com frustrações dentro de um jogo, não na vida real.
Terceiro, e talvez o mais transformador: dar a ele uma função de responsabilidade dentro da ONG. Que tal fazer dele um monitor das crianças menores? Ou deixar que ele lidere uma pequena ação comunitária — como organizar um campeonato, cuidar de uma horta ou ajudar numa campanha sobre violência? Muitas vezes, o comportamento agressivo esconde uma necessidade profunda de ser visto, de ter valor. Se a gente inverter o papel dele, de "problemático" para "protagonista", pode mudar completamente a forma como ele se enxerga e como os outros o veem.
No fim, a ideia é simples: em vez de tentar calar a raiva do Eduardo, vamos tentar ouvir o que ela está querendo dizer — e ajudá-lo a transformar tudo isso em algo que faça sentido para ele e para a comunidade.
Citação de Joseane Hesse em janeiro 26, 2026, 2:05 pm*Conversar com o jovem Eduardo, sobre o comportamento dele.
* Procurar ajuda de especialista
*Conversar com o jovem Eduardo, sobre o comportamento dele.
* Procurar ajuda de especialista
Citação de ELIZABETH MARQUES em janeiro 28, 2026, 12:38 pm1 - primeiro aproximação com diálogo para conhecer a realidade da vida dele, onde mora, com quem ele mora, se vive com os pais, irmãos ou outros membros da família, conhecer o histórico familiar, histórico escolar anterior, onde estudou, se já teve problemas antes, problemas de relacionamento fora da escola e etc. Conhecer a realidade da vida dele é fundamental para entender porque ele reage desta forma, para começar a entender e trabalhar os problemas do cotidiano dele.
2 - Propor atividades como futebol, basquete ou outro esporte de preferência dele para ajudar a canalizar a energia e agressividade de forma saudável , ajudando a lidar com o trabalho em equipe, desenvolvendo habilidades sociais e de comunicação.
3 - Trabalhar o ambiente familiar, para ajudar a família a entender o que está acontecendo com ele, entendendo os problemas em família e proporcionando uma nova oportunidade para ele e para a família, buscando um ponto de equilíbrio para a convivência dele em casa. Pois com um ambiente hostil em casa, de nada vai resolver trabalhar o aluno se não minimizar, na medida do possível, os problemas da sua realidade.
1 - primeiro aproximação com diálogo para conhecer a realidade da vida dele, onde mora, com quem ele mora, se vive com os pais, irmãos ou outros membros da família, conhecer o histórico familiar, histórico escolar anterior, onde estudou, se já teve problemas antes, problemas de relacionamento fora da escola e etc. Conhecer a realidade da vida dele é fundamental para entender porque ele reage desta forma, para começar a entender e trabalhar os problemas do cotidiano dele.
2 - Propor atividades como futebol, basquete ou outro esporte de preferência dele para ajudar a canalizar a energia e agressividade de forma saudável , ajudando a lidar com o trabalho em equipe, desenvolvendo habilidades sociais e de comunicação.
3 - Trabalhar o ambiente familiar, para ajudar a família a entender o que está acontecendo com ele, entendendo os problemas em família e proporcionando uma nova oportunidade para ele e para a família, buscando um ponto de equilíbrio para a convivência dele em casa. Pois com um ambiente hostil em casa, de nada vai resolver trabalhar o aluno se não minimizar, na medida do possível, os problemas da sua realidade.
Citação de Sidney Tadeu Gorges Junior em janeiro 28, 2026, 5:37 pmDiante da situação de Eduardo vejo que é necessário um diálogo com ele em primeira opção para conhecer a real situação dele, e assim começar uma análise mais detalhada para chegar ao ponto principal do desvio de padrão que vem sobre ele diante da classe, para que desta maneira possa indicar a orientação para se encontrar um maneira adequada para ajudar Eduardo com seus conflitos.
Diante da situação de Eduardo vejo que é necessário um diálogo com ele em primeira opção para conhecer a real situação dele, e assim começar uma análise mais detalhada para chegar ao ponto principal do desvio de padrão que vem sobre ele diante da classe, para que desta maneira possa indicar a orientação para se encontrar um maneira adequada para ajudar Eduardo com seus conflitos.
Citação de Marivane Carnelutti em janeiro 28, 2026, 5:39 pm1-Dialogar
2-Compreende-lo
3-Ajuda-lo
1-Dialogar
2-Compreende-lo
3-Ajuda-lo
