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Desafio - Módulo III

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Quando a libido é reprimida ela se volta para o próprio eu e o indivíduo passa a ser o objeto do seu próprio desejo

Prezado Professor (a), conforme o texto que caracteriza o esquizofrênico em duas fases.

1. A personalidade megalomaníaca e

2. Desvios do mundo externo de pessoas e coisas.

Acredito que isso pode ocorrer, quando o personagem ávido em busca de saber, por falta de insuficiência de (razão e senso crítico), através de leituras que normalmente são complexas e que estão acima da sua capacidade de interpretação, tomar uma decisão errada fruto da sua ignorância, desfrutar de leituras complexas e complicadas, envolvendo a alquimia e a metafisica desses temas, responsável pela formação da sua crença.

Citando um exemplo muito comum, que ocorre com os estudantes principiantes mal orientados ao abordar temas complexos das filosofias, tais como: Espiritismo, Teosofia, Esoterismo entre outras, que inclui no seu repertório, de forma desorganizada, como exemplo:  "A teoria da reencarnação". É comum ao abordar alguns desses estudantes, que se diz ser a reencarnação de Faraós, Presidentes, entre outros personagens famosos, por conta disso desprezam os outros objetos do contexto da formação, complemento do seu ego.

Consequentemente, a formação desse pseudo personagem  causado pela sua ignorância fruto da sua crença infundada,  ele vibrará numa frequência, semelhante a uma  "Verdadeira lavagem cerebral", induzida através de uma leitura inocentemente inapropriada, gerando o seu comportamento esquizofrênico, convicto de ser esse personagem fruto da sua imaginação, causado pela sua ignorância (influencia do meio externo), ou traduzido de forma simples (Vive esse fantasma imaginário) na sua vida real de forma obcecada, por esse motivo não tem interesse em outros objetos da vida, vivendo em um sonho imaginário de difícil reversão.

Conclusão acredito que poderá haver um tratamento se o psicanalista convicto dessa (chave) desejar entrar neste mundo imaginário e seja capaz de utilizar alguma ferramente que possa conduzir o seu paciente de volta a realidade com alguma terapia complementar, combinada com a psicanálise, seguindo aqui a sugestão de uma terapia baseada na hipnose regressiva.

Trata-se do tema esquizofrinia e da relação entre a libido e o mundo externo,segundo as perspectiva de Freud. No caso Schreber um exemplo clinico de psicose,para ilustrar como o desligamento do libido do mundo externo pode levar a fenômenos como a hipocondria e a megalomania.Também destaca que esses mecanismo não e especifico da psicose,mas pode ocorrer em outras situações.

Na falta de libido o indivíduo troca o desejo da pessoas ou objeto de lugar.Transferido para delírios.

Ela acredita veemente em algo que não é real.

"Narcisismo primário".

A construção do EU é de um delírio, vivendo num mundo não real

O mecanismo que Freud está se referindo, é que a alteração da libido causa uma alteração na percepção do indivíduo, buscando outra identidade. O modelo de constituição do eu é o da identificação melancólica, o eu é formado pelos restos das relações, pelos fantasmas dos outros. O eu se forma a partir da imagem do outro, que é como um espelho.

A partir do momento que o indivíduo se enxerga como o Presidente, tendo a libido afastada dos objetos externos, esta será direcionada para o EGO, onde surgirá o ideal do EU, o narcisismo propriamente dito, e embora o indivíduo não tenha a consciência de sua realidade e sim daquela que foi criada, ela viverá tal qual se veja: O PRESIDENTE. Aqui o Freud traz a segunda tópica, onde temos o ID dominando o EGO E O SUPEREGO.

Sobre esquizofrenia, impossível fazer deixar de acreditar em algo que é a absoluta verdade do ser humano.

A substituição da libido interfere diretamente no ID, tornando impossível para o EGO reprimir o ID. A libido é afastada só mundo externo, dando lugar a um eu imaginário.

ao questionar o destino da libido afastada dos objetos externos na esquizofrenia, Freud está implicando uma compreensão do mecanismo de substituição e formação do eu ideal como uma resposta à retirada libidinal e à desconexão emocional dos pacientes esquizofrênicos.

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