Desafio - Módulo III
Citação de Miria schmitz de abreu em fevereiro 15, 2024, 7:54 pmFreud destacou a importância da repressão na formação do ego saudável. A repressão é um mecanismo de defesa que ajuda a manter afastados do consciente conteúdos psíquicos perturbadores ou ameaçadores. No entanto, em casos de esquizofrenia, Freud argumentou que o ego enfrenta dificuldades na aplicação efetiva da repressão.
A fragilidade do ego na esquizofrenia é caracterizada pela incapacidade do ego de lidar eficientemente com os impulsos instintivos e as demandas psíquicas internas. Freud postulou que, devido a essa fragilidade, o ego do esquizofrênico não é capaz de realizar a repressão de maneira adequada. Isso leva a uma sobrecarga de estímulos e à incapacidade de filtrar eficientemente as percepções externas e internas.
Freud destacou a importância da repressão na formação do ego saudável. A repressão é um mecanismo de defesa que ajuda a manter afastados do consciente conteúdos psíquicos perturbadores ou ameaçadores. No entanto, em casos de esquizofrenia, Freud argumentou que o ego enfrenta dificuldades na aplicação efetiva da repressão.
A fragilidade do ego na esquizofrenia é caracterizada pela incapacidade do ego de lidar eficientemente com os impulsos instintivos e as demandas psíquicas internas. Freud postulou que, devido a essa fragilidade, o ego do esquizofrênico não é capaz de realizar a repressão de maneira adequada. Isso leva a uma sobrecarga de estímulos e à incapacidade de filtrar eficientemente as percepções externas e internas.
Citação de Michele Braga em fevereiro 15, 2024, 9:07 pmFreud aborda as duas vertentes da esquizofrenia: a megalomania e a hipocondria. A primeira permite uma maior elaboração interna da libido que se encontra concentrada no ego, constituindo, portanto, uma forma de tratamento mais bem sucedida. Nela, ocorre um domínio psíquico desse excesso de libido. A megalomania seria o correspondente das fantasias encontradas nas neuroses de transferência (histeria e neurose obsessiva). No entanto, quando o represamento da libido no ego fica mais intenso e a megalomania não é suficiente para fornecer o suporte psíquico necessário a esse excesso, a libido retorna ao auto-erotismo e a patologia torna-se mais evidente, caracterizando os fenômenos da hipocondria. Nela, a angústia invade o corpo sem mediação. Recalcati (2003) considera a megalomania o polo positivo da esquizofrenia e a hipocondria o pólo negativo, forma extrema do narcisismo do sujeito. Embora os termos negativo e positivo possam carregar um certo juízo de valor, não é por essa vertente que segue o pensamento de Recalcati. Em sua leitura detida do texto freudiano, considera a megalomania um pólo positivo por apresentar mais recursos psíquicos para tratar a libido, enquanto na hipocondria os fenômenos corporais são avassaladores: desintegração, despersonalização, desmaterialização, até o desaparecimento do sentimento de vida, o sujeito colocando-se como um corpo morto.
Freud aborda as duas vertentes da esquizofrenia: a megalomania e a hipocondria. A primeira permite uma maior elaboração interna da libido que se encontra concentrada no ego, constituindo, portanto, uma forma de tratamento mais bem sucedida. Nela, ocorre um domínio psíquico desse excesso de libido. A megalomania seria o correspondente das fantasias encontradas nas neuroses de transferência (histeria e neurose obsessiva). No entanto, quando o represamento da libido no ego fica mais intenso e a megalomania não é suficiente para fornecer o suporte psíquico necessário a esse excesso, a libido retorna ao auto-erotismo e a patologia torna-se mais evidente, caracterizando os fenômenos da hipocondria. Nela, a angústia invade o corpo sem mediação. Recalcati (2003) considera a megalomania o polo positivo da esquizofrenia e a hipocondria o pólo negativo, forma extrema do narcisismo do sujeito. Embora os termos negativo e positivo possam carregar um certo juízo de valor, não é por essa vertente que segue o pensamento de Recalcati. Em sua leitura detida do texto freudiano, considera a megalomania um pólo positivo por apresentar mais recursos psíquicos para tratar a libido, enquanto na hipocondria os fenômenos corporais são avassaladores: desintegração, despersonalização, desmaterialização, até o desaparecimento do sentimento de vida, o sujeito colocando-se como um corpo morto.
Citação de pauloemidioestudos em fevereiro 15, 2024, 9:41 pmNa opinião de Freud, quando a libido é afastada dos objetos externos na esquizofrenia, ela se direciona para o ego. Esse redirecionamento indica uma atitude que é conhecida como narcisismo. O narcisismo é caracterizado pela crença na magia das palavras, na onipotência do pensamento e na autossuficiência. É por meio desse caminho narcísico que nasce o "eu ideal". Em outras palavras, a libido, quando afastada do mundo externo, se volta para o ego, influenciando a percepção do indivíduo e buscando uma nova identidade.
Na opinião de Freud, quando a libido é afastada dos objetos externos na esquizofrenia, ela se direciona para o ego. Esse redirecionamento indica uma atitude que é conhecida como narcisismo. O narcisismo é caracterizado pela crença na magia das palavras, na onipotência do pensamento e na autossuficiência. É por meio desse caminho narcísico que nasce o "eu ideal". Em outras palavras, a libido, quando afastada do mundo externo, se volta para o ego, influenciando a percepção do indivíduo e buscando uma nova identidade.
Citação de Leticia Gunther em fevereiro 16, 2024, 3:28 pmSegundo Freud, na esquizofrenia, a libido se retira dos objetos externos e se volta para o próprio eu, em um processo de regressão ao autoerotismo infantil12. Esse movimento libidinal pode ter duas consequências: a megalomania e a hipocondria. A megalomania é uma forma de compensar a perda de interesse pelo mundo, inflando o eu ideal e buscando a onipotência1. A hipocondria é uma forma de expressar o sofrimento do eu corporal, que se sente invadido por estímulos desprazerosos e excessivos.
Freud se refere a esse mecanismo como uma defesa primária, que ocorre antes do recalque, e que consiste em rejeitar a realidade externa que é incompatível com o narcisismo do sujeito
Segundo Freud, na esquizofrenia, a libido se retira dos objetos externos e se volta para o próprio eu, em um processo de regressão ao autoerotismo infantil12. Esse movimento libidinal pode ter duas consequências: a megalomania e a hipocondria. A megalomania é uma forma de compensar a perda de interesse pelo mundo, inflando o eu ideal e buscando a onipotência1. A hipocondria é uma forma de expressar o sofrimento do eu corporal, que se sente invadido por estímulos desprazerosos e excessivos.
Freud se refere a esse mecanismo como uma defesa primária, que ocorre antes do recalque, e que consiste em rejeitar a realidade externa que é incompatível com o narcisismo do sujeito
Citação de Camila Carvalho em fevereiro 16, 2024, 9:56 pmAo ID
Ao ID
Citação de wallas dos santos gouvea em fevereiro 17, 2024, 2:08 pmNo caso da esquizofrenia, (...), fomos levados à suposição de que, após o processo de repressão, a libido que foi retirada não procura um novo objeto e refugia-se no ego; isto é, que as catexias objetais são abandonadas, restabelecendo-se uma primitiva condição de narcisismo de ausência de objeto.
No caso da esquizofrenia, (...), fomos levados à suposição de que, após o processo de repressão, a libido que foi retirada não procura um novo objeto e refugia-se no ego; isto é, que as catexias objetais são abandonadas, restabelecendo-se uma primitiva condição de narcisismo de ausência de objeto.
Citação de Walerie Pinheiro Rocha em fevereiro 17, 2024, 10:56 pmNo paciente referido com esquizofrenia, temos o afastamento da libido do mundo externo. Segundo a psicanálise somos formado do Id, Ego, e Superego. No paciente, ele não consegue manter um equilíbrio entre o Id, o Ego e o Superego, levando que o excesso de dopamina produzido pelo organismo mantenha a permanência dos sintomas e consequentemente vivendo sua fantasia de presidente que para ele é a realidade.
No paciente referido com esquizofrenia, temos o afastamento da libido do mundo externo. Segundo a psicanálise somos formado do Id, Ego, e Superego. No paciente, ele não consegue manter um equilíbrio entre o Id, o Ego e o Superego, levando que o excesso de dopamina produzido pelo organismo mantenha a permanência dos sintomas e consequentemente vivendo sua fantasia de presidente que para ele é a realidade.
Citação de Susana da Conceicao Marques Albuquerque em fevereiro 18, 2024, 1:37 amFreud estava interessado na relação entre a libido e os objetos externos na esquizofrenia, uma condição caracterizada por distorções na percepção da realidade e uma desconexão com o mundo externo. Na teoria freudiana, a libido é a energia psíquica associada ao instinto sexual e outras formas de prazer. Freud postulou que, em condições normais, a libido é investida nos objetos externos, ou seja, nas pessoas, atividades e interesses do mundo ao redor.
Na esquizofrenia, Freud observou que a libido parece ser retirada dos objetos externos e redirecionada para dentro do eu. Ele sugeriu que isso pode estar relacionado a uma fragilidade na estrutura do eu, que é incapaz de lidar adequadamente com os estímulos externos ou integrar as experiências de maneira coesa. Em outras palavras, a libido, em vez de ser investida nas relações interpessoais e nas atividades do mundo exterior, é recolhida para dentro do eu, levando a uma retirada do contato com a realidade externa e a uma intensificação dos processos internos.
Essa hipótese de Freud está intimamente ligada à sua teoria sobre a constituição do eu, na qual ele descreve o eu como uma estrutura psíquica que medeia entre os impulsos instintivos do id, as demandas da realidade externa e os padrões morais e éticos do superego. Na esquizofrenia, o eu é enfraquecido ou desorganizado, levando à retirada da libido dos objetos externos e à retração para dentro do eu.
Portanto, Freud estava se referindo à retirada da libido dos objetos externos e à sua internalização no eu como um mecanismo que contribui para os sintomas observados na esquizofrenia, como alienação, delírios e alucinações.
Freud estava interessado na relação entre a libido e os objetos externos na esquizofrenia, uma condição caracterizada por distorções na percepção da realidade e uma desconexão com o mundo externo. Na teoria freudiana, a libido é a energia psíquica associada ao instinto sexual e outras formas de prazer. Freud postulou que, em condições normais, a libido é investida nos objetos externos, ou seja, nas pessoas, atividades e interesses do mundo ao redor.
Na esquizofrenia, Freud observou que a libido parece ser retirada dos objetos externos e redirecionada para dentro do eu. Ele sugeriu que isso pode estar relacionado a uma fragilidade na estrutura do eu, que é incapaz de lidar adequadamente com os estímulos externos ou integrar as experiências de maneira coesa. Em outras palavras, a libido, em vez de ser investida nas relações interpessoais e nas atividades do mundo exterior, é recolhida para dentro do eu, levando a uma retirada do contato com a realidade externa e a uma intensificação dos processos internos.
Essa hipótese de Freud está intimamente ligada à sua teoria sobre a constituição do eu, na qual ele descreve o eu como uma estrutura psíquica que medeia entre os impulsos instintivos do id, as demandas da realidade externa e os padrões morais e éticos do superego. Na esquizofrenia, o eu é enfraquecido ou desorganizado, levando à retirada da libido dos objetos externos e à retração para dentro do eu.
Portanto, Freud estava se referindo à retirada da libido dos objetos externos e à sua internalização no eu como um mecanismo que contribui para os sintomas observados na esquizofrenia, como alienação, delírios e alucinações.
Citação de crys silva em fevereiro 18, 2024, 5:36 amNa fase de se descobrir existem marcas e inúmeros pontos os quais são difíceis de se perceber a princípio. o id, ego e superego são três componentes da formação da personalidade, e nos relata um pouco da impulsividade , da racionalidade e da moralidade, ,no decorrer do desenvolvimento muitas das vezes um desses três componentes fica camuflado no subconsciente. desenvolvendo aí uma dificuldade de auto conhecimento, de se encontrar consigo mesmo, essa desordem pode causar vários tipos de transtornos dificultando o auto desenvolvimento do indivíduo.
Na fase de se descobrir existem marcas e inúmeros pontos os quais são difíceis de se perceber a princípio. o id, ego e superego são três componentes da formação da personalidade, e nos relata um pouco da impulsividade , da racionalidade e da moralidade, ,no decorrer do desenvolvimento muitas das vezes um desses três componentes fica camuflado no subconsciente. desenvolvendo aí uma dificuldade de auto conhecimento, de se encontrar consigo mesmo, essa desordem pode causar vários tipos de transtornos dificultando o auto desenvolvimento do indivíduo.
Citação de Danila Pimentel de Araujo alavez Rodrigues em fevereiro 18, 2024, 11:07 amO acontece com a libido afastada no caso da esquizofrenia
Dentro do contexto Freudiano, podemos entender que o indivíduo está preso ainda na área do id e não consegue compreender a necessidade de relacionamento social e a moral imposta pela sociedade.
Sendo assim, dentro da sua fantasia, não há interesse pelo outro ou pelo mundo externo. Está preso no pensamento primário de narcisismo, onde é suprido pela idéia de ser o Presidente dos EUA.
O acontece com a libido afastada no caso da esquizofrenia
Dentro do contexto Freudiano, podemos entender que o indivíduo está preso ainda na área do id e não consegue compreender a necessidade de relacionamento social e a moral imposta pela sociedade.
Sendo assim, dentro da sua fantasia, não há interesse pelo outro ou pelo mundo externo. Está preso no pensamento primário de narcisismo, onde é suprido pela idéia de ser o Presidente dos EUA.