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Desafio - Módulo IV

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Hans, o Esperto foi um animal incomum e com habilidades extraordinárias. Mesmo que não fosse capaz de realizar cálculos de modo semelhante ao que seres humanos fazem, Hans é um exemplo da alta capacidade cognitiva em espécies não-humanas. E sua história também é um lembrete da importância da investigação científica cuidadosa para que possamos compreender o mundo à nossa volta de maneira mais adequada.

É  de importante valia considerar os vínculos uma vez que o paciente é acima de tudo um ser humano, assim como o profissional. Além do fato de que uma boa relação profissional-paciente, facilita o entendimento profundo do caso e maior abertura/confiança do paciente.

O estreitamento do relacionamento profissional e usuário se faz necessário para humanizar o atendimento, criando-se assim um ambiente mais harmônico, integrando o usuário ao lugar.

Sem dúvida adotar um atendimento horizontalizado é mais humano e eficaz. Cada profissional envolvido com o paciente tem um nível de intimidade diferente, possibilitando assim inúmeras possibilidades de ajuda-lo. O estudo de caso  entre a equipe multidisciplinar, é a melhor forma de evoluir o paciente mais rapidamente.

é preciso saber qual o publico vai em busca de cuidados e atenção, e o profissional tem que estar disposto a ajudar da forma que o paciente receber sua ajuda, ou nem querer saber da ajuda do profissional.

Primeiramente precisamos reunir essa equipe para alinharmos e discutirmos sobre o caso clínico do paciente.

A equipe deve compartilhar informações e propor ações para garantir o melhor resultado para esse paciente.

Dentro dessas abordagens devem ser considerados todos os aspectos, não somente a doença isolada, mas o estado emocional do paciente, a sua família, o ambiente em que ele está inserido, uma análise biopsicossocial.

Trabalhar de forma horizontalizada, com um olhar amplo para o paciente, com integração da equipe, favorece todos os profissionais envolvidos, além de garantir melhorias na qualidade do serviço, redução no custos e o mas importante, dá acesso para todos de forma eficiente e eficaz.

Psicanálise:

Criador: Sigmund Freud.

Enfoque: Investigação dos conflitos psíquicos, sonhos, lembranças reprimidas e o inconsciente.

Método: Exploração do que é inacessível por outros meios.

Material de Análise: Subjetivo, baseado nas experiências pessoais de Freud.

Princípios:

Consciência: Estado de alerta geral aos pensamentos e sentimentos.

Pré-consciente: Conteúdos acessíveis à consciência.

Inconsciente: Conteúdos reprimidos e inacessíveis.

Ênfase: Mente humana, processos internos e simbologia.

Behaviorismo:

Criador: John B. Watson.

Enfoque: Estudo do comportamento humano com base no ambiente externo.

Método: Análise direta e visível.

Material de Análise: Comportamento observável e identificável.

Princípios:

Estímulo: Eventos externos que influenciam o comportamento.

Resposta: Comportamento como reação aos estímulos.

Condicionamento: Associação entre estímulos e respostas.

Ênfase: Materialidade, causas e efeitos tangíveis.

Enquanto a Psicanálise mergulha nas profundezas da mente e do inconsciente, o Behaviorismo foca no comportamento visível e nas relações com o ambiente. Ambas abordam o ser humano de maneiras distintas, mas complementares.

Considerar uma abordagem com vínculos entre usuário e profissional, constituindo um espaço de cuidado horizontal para promover uma relação de parceria, respeitando a singularidade do usuário, para facilitar a comunicação e a adesão ao tratamento. Reconhecer a subjetividade do usuário, cada um tem uma história única.

Incentivar a participação ativa do usuário no seu próprio processo. Esse tipo de abordagem pode contribuir para um cuidado mais humanizado, integral e eficaz, alinhado com os princípios de promoção de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS)

Estabelecer vínculos entre o paciente e o terapeuta. Este princípio pode ser estendido a saúde pública em oposição ao modelo tradicional para que ambos os lados tenham voz e são considerados ativos no processo. Um vínculo forte e baseado em confiança facilita a abertura do usuário, melhorando a qualidade da informação coletada e a adesão ao tratamento. O profissional não é visto apenas como o único que detém conhecimentos e que impõe soluções, mas alguém que colabora com o usuário para encontrar o melhor caminho.

Empoderar os usuários incentivando a participar ativamente nas decisões sobre seu tratamento para melhores resultados e maior satisfação com o cuidado recebido.

Valorizar a escuta ativa e a expressão de sentimentos e pensamentos em um espaço onde os usuários se sintam ouvidos e compreendidos. A expressão de angústias, medos e expectativas pode ajudar com detalhes importantes para a equipe de saúde, permitindo um acompanhamento mais eficaz e atento às suas necessidades.

Desenvolver uma relação terapêutica sólida, com o profissional atento não apenas aos sintomas físicos, mas também ao emocional e psicológico do usuário, promovendo um cuidado mais integral.

No contexto de saúde pública, isso pode significar estar atento a aspectos não-verbais e inconscientes que podem influenciar a saúde e o comportamento do usuário. Reconhecer esses aspectos pode enriquecer a compreensão do caso e direcionar intervenções mais eficazes.

 

A escolha da preposição que reforça a parceria e o respeito à condição de sujeito do usuário é fundamental para constituir um espaço de cuidados horizontal, onde a relação entre o profissional psicanalista e o usuário é colaborativa, respeitosa e igualitária.

A abordagem de uma linguagem mais simples e de fácil compreensão entre profissional e paciente é necessário muitas vezes para que o paciente consiga de uma forma mais prática chegar a entender todo o processo.

Conduzindo de maneira eficiente e inteligente o diálogo, o próprio paciente pode atender em muitos pontos explicações de posições, as vezes, autoimpostas, ainda que sem querer ou entender, por eles mesmos.

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