Desafio - Módulo V
Citação de Cintia de Laet Ravani Bottoni em novembro 10, 2025, 5:13 pmO desafio de hoje, nos propõe um processo terapêutico muito importante que é a escrita. Eu sempre gostei de escrever e ela me trás inúmeros benefícios, como organização do pensamento, promove uma sensação de bem estar, diminui os níveis de ansiedade e preocupação (às vezes, estou com muitas demandas e quando escrevo, mesmo em forma de check list, desacelera o meu pensamento). Hoje, poder escrever a minha biografia e reviver a minha infância, as alegrias e dores, trás um mix de sentimentos e emoções, mas acima de tudo, permanece a gratidão, pois tudo que chegou até mim, me fortaleceu, ensinou, moldou e me fez chegar até aqui, a quem eu sou hoje e sou imensamente grata por isso.
O desafio de hoje, nos propõe um processo terapêutico muito importante que é a escrita. Eu sempre gostei de escrever e ela me trás inúmeros benefícios, como organização do pensamento, promove uma sensação de bem estar, diminui os níveis de ansiedade e preocupação (às vezes, estou com muitas demandas e quando escrevo, mesmo em forma de check list, desacelera o meu pensamento). Hoje, poder escrever a minha biografia e reviver a minha infância, as alegrias e dores, trás um mix de sentimentos e emoções, mas acima de tudo, permanece a gratidão, pois tudo que chegou até mim, me fortaleceu, ensinou, moldou e me fez chegar até aqui, a quem eu sou hoje e sou imensamente grata por isso.
Citação de Stephany Mingure Moure Porto em novembro 10, 2025, 5:58 pmDurante a escrita, senti um misto de saudade e reflexão. Lembrei de momentos da infância e percebi como alguns sentimentos ainda me acompanham hoje. Foi uma experiência leve, mas profunda, que me fez olhar para mim com mais empatia e autoconhecimento
Durante a escrita, senti um misto de saudade e reflexão. Lembrei de momentos da infância e percebi como alguns sentimentos ainda me acompanham hoje. Foi uma experiência leve, mas profunda, que me fez olhar para mim com mais empatia e autoconhecimento
Citação de Liciane Langona Montanholi em novembro 10, 2025, 9:39 pmAutoreflexão é um processo necessário para amadurecer e aprender com a realidade. A reflexão feita com outra pessoa (psicológico, amigos, familiares) pode esbarrar nos limites que o outro apresenta de aceitar nossas fragilidades e lidar com nossas emoções. No entanto, na autoreflexão estamos diante dos nossos próprios limites de aceitar como somos e nossa capacidade de evoluir.
Para sermos capazes de aceitar nossas emoções e regula-las, o contato com o outro é muito importante, seja na aceitação de quem somos ou na confiança de nossa capacidade de evoluir.
Autoreflexão é um processo necessário para amadurecer e aprender com a realidade. A reflexão feita com outra pessoa (psicológico, amigos, familiares) pode esbarrar nos limites que o outro apresenta de aceitar nossas fragilidades e lidar com nossas emoções. No entanto, na autoreflexão estamos diante dos nossos próprios limites de aceitar como somos e nossa capacidade de evoluir.
Para sermos capazes de aceitar nossas emoções e regula-las, o contato com o outro é muito importante, seja na aceitação de quem somos ou na confiança de nossa capacidade de evoluir.
Citação de DIEGO BONIFACIO em novembro 13, 2025, 1:05 pmCarrego em mim uma curiosidade profunda sobre o que move o ser humano — seus medos, desejos, dores e esperanças. Talvez por isso a psicanálise tenha me encontrado: ela é, de certo modo, o espelho onde posso observar não apenas o outro, mas também minhas próprias camadas. Tenho uma necessidade quase vital de compreender o que sinto, de traduzir em palavras aquilo que às vezes só se manifesta como silêncio ou inquietação.
Sempre vivi entre dois mundos — o da razão e o da fé. A teologia me mostrou o mistério e o sentido; a psicanálise me ensinou a olhar para dentro, a escutar o que o sagrado também diz em forma de inconsciente. E, com o tempo, percebi que não preciso escolher entre um e outro. Meu caminho é justamente o de integrar: unir o espiritual e o emocional, o humano e o divino, o consciente e o inconsciente.
Em termos simbólicos, sinto que carrego o arquétipo do curador ferido. É como se minhas próprias dores me ensinassem a cuidar — não a partir da perfeição, mas da compreensão. Não busco curar por estar ileso, mas porque sei o que é estar ferido e ainda assim desejar a vida. A psicanálise me ajuda a entender essa ferida; a fé me ensina a transformá-la em fonte de compaixão.
Meu olhar sobre o outro vem de um lugar de acolhimento. Gosto de escutar, de perceber o que há por trás das palavras, o que o silêncio tenta dizer. Mas ao mesmo tempo, tenho em mim uma busca constante por coerência interna — um desejo de alinhar o que sinto, penso e faço. Isso mostra o quanto valorizo a autenticidade, mesmo sabendo que ser autêntico é um processo, não um ponto de chegada.
Vejo que meu superego — essa voz que orienta e cobra — não é tão punitivo quanto já foi um dia. Tenho aprendido a ser mais ético do que rígido, mais compreensivo do que exigente. Descobri que o amadurecimento emocional não vem de controlar os sentimentos, mas de dar-lhes um lugar.
A frase que me define talvez seja: “A cura começa no reencontro com a essência.”
Porque, no fundo, meu processo tem sido justamente esse — lembrar de quem sou antes das máscaras, antes das expectativas. Encontrar em mim o espaço onde o sagrado e o humano se tocam, onde a dor se transforma em sabedoria e o silêncio vira presença.Sou, acima de tudo, alguém em processo. Alguém que aprendeu que compreender a si mesmo é uma forma de fé.
Carrego em mim uma curiosidade profunda sobre o que move o ser humano — seus medos, desejos, dores e esperanças. Talvez por isso a psicanálise tenha me encontrado: ela é, de certo modo, o espelho onde posso observar não apenas o outro, mas também minhas próprias camadas. Tenho uma necessidade quase vital de compreender o que sinto, de traduzir em palavras aquilo que às vezes só se manifesta como silêncio ou inquietação.
Sempre vivi entre dois mundos — o da razão e o da fé. A teologia me mostrou o mistério e o sentido; a psicanálise me ensinou a olhar para dentro, a escutar o que o sagrado também diz em forma de inconsciente. E, com o tempo, percebi que não preciso escolher entre um e outro. Meu caminho é justamente o de integrar: unir o espiritual e o emocional, o humano e o divino, o consciente e o inconsciente.
Em termos simbólicos, sinto que carrego o arquétipo do curador ferido. É como se minhas próprias dores me ensinassem a cuidar — não a partir da perfeição, mas da compreensão. Não busco curar por estar ileso, mas porque sei o que é estar ferido e ainda assim desejar a vida. A psicanálise me ajuda a entender essa ferida; a fé me ensina a transformá-la em fonte de compaixão.
Meu olhar sobre o outro vem de um lugar de acolhimento. Gosto de escutar, de perceber o que há por trás das palavras, o que o silêncio tenta dizer. Mas ao mesmo tempo, tenho em mim uma busca constante por coerência interna — um desejo de alinhar o que sinto, penso e faço. Isso mostra o quanto valorizo a autenticidade, mesmo sabendo que ser autêntico é um processo, não um ponto de chegada.
Vejo que meu superego — essa voz que orienta e cobra — não é tão punitivo quanto já foi um dia. Tenho aprendido a ser mais ético do que rígido, mais compreensivo do que exigente. Descobri que o amadurecimento emocional não vem de controlar os sentimentos, mas de dar-lhes um lugar.
A frase que me define talvez seja: “A cura começa no reencontro com a essência.”
Porque, no fundo, meu processo tem sido justamente esse — lembrar de quem sou antes das máscaras, antes das expectativas. Encontrar em mim o espaço onde o sagrado e o humano se tocam, onde a dor se transforma em sabedoria e o silêncio vira presença.
Sou, acima de tudo, alguém em processo. Alguém que aprendeu que compreender a si mesmo é uma forma de fé.
Citação de marimaricarmona@gmail.com em novembro 14, 2025, 6:19 pmA experiência foi um misto de emoções, visto que o que tem o poder de nos marcar acontece quando não temos capacidade de avaliar o fato ocorrido. Tive uma infância difícil em um lar disfuncional marcado pelo vício do álcool. Sou a filha mais nova de três irmãos, a mais sensível, a mais emotiva, diagnosticada com TDAH na fase adulta e a que absorveu todos os tipos de traumas possíveis dentro desse contexto. Me casei aos 17 anos de idade, me sentindo uma covarde por deixar minha mãe e irmão nesse cenário, mas já não suportava sobreviver nessa realidade. 08 meses após meu casamento e 01 mês após ter completado 18 anos, meu pai faleceu de infarto fulminante. O motivo pelo qual havia me casado cedo já não existia mais; tentei reconstruir minha vida, após 15 anos de relacionamento e com um filho de 06 anos de idade, me separei. Me casei novamente em 2016; aos 41 anos de idade tive depressão e decidi que não iria sucumbir no mar mental e das emoções e passei a ser a observadora dos meus pensamentos, sentimentos e emoções, pedi perdão á meu pai e á mim mesma por tantas idealizações infantis e aos poucos fui ressignificando o terreno da infância o qual nos acompanha por toda a vida. Cheguei a fazer uma carta para ele, escrevendo tudo o que gostaria de dizer e após uma semana lendo e chorando; a cada dia chorando e sentindo um pouco menos, voltei á casa onde morávamos no interior de São Paulo para queimar essa carta e encerrar um ciclo. Isso não significa que não há dias em que novamente preciso mergulhar em mim para superar os obstáculos que se apresentam, mas após ressignificar e adultecer; a vida tem se tornado mais leve.
A experiência foi um misto de emoções, visto que o que tem o poder de nos marcar acontece quando não temos capacidade de avaliar o fato ocorrido. Tive uma infância difícil em um lar disfuncional marcado pelo vício do álcool. Sou a filha mais nova de três irmãos, a mais sensível, a mais emotiva, diagnosticada com TDAH na fase adulta e a que absorveu todos os tipos de traumas possíveis dentro desse contexto. Me casei aos 17 anos de idade, me sentindo uma covarde por deixar minha mãe e irmão nesse cenário, mas já não suportava sobreviver nessa realidade. 08 meses após meu casamento e 01 mês após ter completado 18 anos, meu pai faleceu de infarto fulminante. O motivo pelo qual havia me casado cedo já não existia mais; tentei reconstruir minha vida, após 15 anos de relacionamento e com um filho de 06 anos de idade, me separei. Me casei novamente em 2016; aos 41 anos de idade tive depressão e decidi que não iria sucumbir no mar mental e das emoções e passei a ser a observadora dos meus pensamentos, sentimentos e emoções, pedi perdão á meu pai e á mim mesma por tantas idealizações infantis e aos poucos fui ressignificando o terreno da infância o qual nos acompanha por toda a vida. Cheguei a fazer uma carta para ele, escrevendo tudo o que gostaria de dizer e após uma semana lendo e chorando; a cada dia chorando e sentindo um pouco menos, voltei á casa onde morávamos no interior de São Paulo para queimar essa carta e encerrar um ciclo. Isso não significa que não há dias em que novamente preciso mergulhar em mim para superar os obstáculos que se apresentam, mas após ressignificar e adultecer; a vida tem se tornado mais leve.
Citação de Julianna Soares em novembro 15, 2025, 1:02 pmOlhar pra nossa criança interior é sempre muito válido, faz a gente olhar com o nosso olhar de hoje e entender o que ainda nos afeta e o que já conseguimos superar... É um trabalho árduo, pq nos faz lembrar de sentimentos e motivos que nos fazem viver até hoje por 'traumas' ou feridas que ainda não foram cicatrizadas. Mas tbm nos faz olhar com um olhar humano para nossos pais, eles fizeram o melhor que eles tinham. Me trouxe muitos insights principalmente sobre meu comportamento em sempre querer agradar pra me sentir amada.
Olhar pra nossa criança interior é sempre muito válido, faz a gente olhar com o nosso olhar de hoje e entender o que ainda nos afeta e o que já conseguimos superar... É um trabalho árduo, pq nos faz lembrar de sentimentos e motivos que nos fazem viver até hoje por 'traumas' ou feridas que ainda não foram cicatrizadas. Mas tbm nos faz olhar com um olhar humano para nossos pais, eles fizeram o melhor que eles tinham. Me trouxe muitos insights principalmente sobre meu comportamento em sempre querer agradar pra me sentir amada.
Citação de Milenesa em novembro 18, 2025, 4:40 pmEstá sendo uma trajetória difícil, no início bem lenta...depois que consegui identificar algumas coisas, alguns gatilhos, contextos da minha infância até aqui que me levou a entender as emoções e sensações que sentia.
Eu particularmente não teria tanta leveza no contexto que vivi até hoje se tivesse lado a lado a minha psicóloga e Jesus. Uniu toda descoberta de traumas, abusos, imundícies e a palavra de Deus que me trouxe o Amor e o Perdão comigo e o Próximo.
Mas entendo que nesse contexto da auto análise, é justamente para sabermos como reagimos a diferentes estímulos, emoções, situações. E nessa busca encontramos o nosso EU. Explorar o que sentimos e pensamos lá no fundo.
Como ouvi uma vez em algum lugar que não me recordo agora. "NOS TORNAMOS DETETIVES DA NOSSA PRÓPIA MENTE"
Está sendo uma trajetória difícil, no início bem lenta...depois que consegui identificar algumas coisas, alguns gatilhos, contextos da minha infância até aqui que me levou a entender as emoções e sensações que sentia.
Eu particularmente não teria tanta leveza no contexto que vivi até hoje se tivesse lado a lado a minha psicóloga e Jesus. Uniu toda descoberta de traumas, abusos, imundícies e a palavra de Deus que me trouxe o Amor e o Perdão comigo e o Próximo.
Mas entendo que nesse contexto da auto análise, é justamente para sabermos como reagimos a diferentes estímulos, emoções, situações. E nessa busca encontramos o nosso EU. Explorar o que sentimos e pensamos lá no fundo.
Como ouvi uma vez em algum lugar que não me recordo agora. "NOS TORNAMOS DETETIVES DA NOSSA PRÓPIA MENTE"
Citação de Max Maciel Nascimento de Araujo em novembro 19, 2025, 2:40 pmQuando comecei a escrever livremente sobre minha infância e sobre tudo o que me trouxe até aqui, senti algo parecido com abrir uma caixa antiga, guardada há anos. No início, uma mistura de curiosidade e leve receio: curiosidade por reencontrar lembranças que estavam adormecidas, e receio pelo impacto de revisitá-las.
Conforme as palavras começaram a sair, percebi que meu corpo reagia. Era como se cada memória chamasse outra, e isso despertasse sensações diferentes: um calor no peito ao lembrar das primeiras descobertas, um aperto suave na garganta ao tocar em lembranças mais sensíveis, e uma certa nostalgia envolvendo tudo, como se eu estivesse revivendo cenários inteiros dentro de mim.
Em alguns momentos senti ternura — especialmente ao recordar detalhes simples, cheiros, vozes, gestos que marcaram minha infância mais profundamente do que eu imaginava.
Houve também momentos de surpresa: percebi que certas memórias voltaram carregadas de significados que eu não havia notado antes. Era como se escrever as tornasse mais nítidas, mais verdadeiras.À medida que avançava para outras fases da vida, surgiu uma sensação de compreensão: percebi como algumas escolhas, medos e forças que tenho hoje nasceram de acontecimentos distantes. Isso trouxe uma espécie de clareza interna, como se as peças começassem a se encaixar.
Também senti orgulho — por tudo que enfrentei, sobrevivi, construí. Escrever fez com que eu me enxergasse de fora, e isso trouxe uma sensação forte de reconhecimento.
E, por fim, houve um alívio.
Colocar no papel aquilo que sempre andou silencioso em mim trouxe leveza, como se cada frase libertasse um pouco do que estava guardado. Era a sensação de respirar fundo depois de muito tempo.No término da escrita, percebi que minha trajetória não é apenas uma sequência de fatos, mas uma construção cheia de sentidos, afetos e marcas. E senti gratidão por poder revisitar tudo isso com outro olhar — o olhar de quem cresceu, mas que ainda carrega dentro de si a criança que um dia fui.
Quando comecei a escrever livremente sobre minha infância e sobre tudo o que me trouxe até aqui, senti algo parecido com abrir uma caixa antiga, guardada há anos. No início, uma mistura de curiosidade e leve receio: curiosidade por reencontrar lembranças que estavam adormecidas, e receio pelo impacto de revisitá-las.
Conforme as palavras começaram a sair, percebi que meu corpo reagia. Era como se cada memória chamasse outra, e isso despertasse sensações diferentes: um calor no peito ao lembrar das primeiras descobertas, um aperto suave na garganta ao tocar em lembranças mais sensíveis, e uma certa nostalgia envolvendo tudo, como se eu estivesse revivendo cenários inteiros dentro de mim.
Em alguns momentos senti ternura — especialmente ao recordar detalhes simples, cheiros, vozes, gestos que marcaram minha infância mais profundamente do que eu imaginava.
Houve também momentos de surpresa: percebi que certas memórias voltaram carregadas de significados que eu não havia notado antes. Era como se escrever as tornasse mais nítidas, mais verdadeiras.
À medida que avançava para outras fases da vida, surgiu uma sensação de compreensão: percebi como algumas escolhas, medos e forças que tenho hoje nasceram de acontecimentos distantes. Isso trouxe uma espécie de clareza interna, como se as peças começassem a se encaixar.
Também senti orgulho — por tudo que enfrentei, sobrevivi, construí. Escrever fez com que eu me enxergasse de fora, e isso trouxe uma sensação forte de reconhecimento.
E, por fim, houve um alívio.
Colocar no papel aquilo que sempre andou silencioso em mim trouxe leveza, como se cada frase libertasse um pouco do que estava guardado. Era a sensação de respirar fundo depois de muito tempo.
No término da escrita, percebi que minha trajetória não é apenas uma sequência de fatos, mas uma construção cheia de sentidos, afetos e marcas. E senti gratidão por poder revisitar tudo isso com outro olhar — o olhar de quem cresceu, mas que ainda carrega dentro de si a criança que um dia fui.
Citação de Keila barreto em novembro 20, 2025, 9:25 pmPara mim foi um divisor de águas, a auto-analise me ajudou a me libertar de traumas de infância, identificar pontos cruciais no meu relacionamento familiar . Oque me ajudou nas relações pessoais e profissionais também, este momento foi um misto de sentimentos e emoções.
Senti dor, tristeza, medo e também a sensação de libertação e alívio, posso dizer que a au-toanalise salvou minha vida em áreas emocionais , e físicas também .
-O efeito disso ; consigo me manter mais firme em decisões, ter mais clareza em situações difíceis, ouvir mais, ter uma boa e clara comunicação com pessoas do meu ciclo , controlar mais meus impulsos, e ser mais atento e empático ao meu próximo.
Para mim foi um divisor de águas, a auto-analise me ajudou a me libertar de traumas de infância, identificar pontos cruciais no meu relacionamento familiar . Oque me ajudou nas relações pessoais e profissionais também, este momento foi um misto de sentimentos e emoções.
Senti dor, tristeza, medo e também a sensação de libertação e alívio, posso dizer que a au-toanalise salvou minha vida em áreas emocionais , e físicas também .
-O efeito disso ; consigo me manter mais firme em decisões, ter mais clareza em situações difíceis, ouvir mais, ter uma boa e clara comunicação com pessoas do meu ciclo , controlar mais meus impulsos, e ser mais atento e empático ao meu próximo.
Citação de Vainice Ferreira da Costa em novembro 22, 2025, 8:36 pmTive uma adolescência muito difícil com vários conflitos familiares, brigas, traiçoes,separações dos pais, discriminações. Hoje esses conflitos internos ainda reverberam na convivência com uma única filha, sempre fui muito rígida e controladora, mas graças a Deus e a esse curso, estou mudando a minha forma de ver as coisas e já me sinto uma pessoa melhor e menos crítica. Obrigada por essa oportunidade!
Tive uma adolescência muito difícil com vários conflitos familiares, brigas, traiçoes,separações dos pais, discriminações. Hoje esses conflitos internos ainda reverberam na convivência com uma única filha, sempre fui muito rígida e controladora, mas graças a Deus e a esse curso, estou mudando a minha forma de ver as coisas e já me sinto uma pessoa melhor e menos crítica. Obrigada por essa oportunidade!
