Desafio - Módulo VII
Citação de Maria Ceu Santos em janeiro 6, 2026, 5:01 pmCaraterizado pelo paradigma fotográfico as pessoas chegaram a conclusão de que aquela imagem era "real" era a imagem da mulher que sequestrava crianças essas pessoas não manifestaram vontade de comtemplar e observar , a imagem se era verdadeira face da raptora , mas preferiram acreditar no paradigma pós fotográfico dos mídia e assim exerceram sua justiça levando ao linchamento de uma inocente
Caraterizado pelo paradigma fotográfico as pessoas chegaram a conclusão de que aquela imagem era "real" era a imagem da mulher que sequestrava crianças essas pessoas não manifestaram vontade de comtemplar e observar , a imagem se era verdadeira face da raptora , mas preferiram acreditar no paradigma pós fotográfico dos mídia e assim exerceram sua justiça levando ao linchamento de uma inocente
Citação de Israel Andrade Leite em janeiro 8, 2026, 1:14 am
- A imagem é uma das formas de expressar a realidade e sua relação com ela. Portanto, o ato de ver é fundamental nesse processo e dialoga com os filtros, os julgamentos coletivamente construídos, aos quais poucas vezes as pessoas têm acesso e compreensão consciente, e a forma de olhar interfere também na constituição das pessoas como seres humanos. E além disso, ela permite dizer que o como "se habita" já é parte de um olhar que não mais somente observa e contempla, mas que, ao ver, produz sentido.
De acordo com Mota-Ribeiro e Coelho (2011), falando sobre modalidade de imagem, é proposto que a modalidade de imagem é um aspecto da dimensão interacional, o qual se relaciona com a credibilidade das imagens, no sentido de como a mensagem é construída. Os marcadores visuais das imagens permitem que elas sejam interpretadas como mais ou menos reais, e a credibilidade faz parte de uma construção social, coletiva.- Dentro de cada cultura, é possível encontrar diferentes formas de observar uma mesma imagem. Dessa forma, os padrões que caracterizam uma imagem mais "real" são contextuais, relacionais e variam conforme o tempo, espaço, o sujeito que as vê, a situação de interação entre os sujeitos, entre outros elementos coletivos. Logo, é importante você ter como ponto de partida essa reflexão sobre a relação entre a imagem e o real como uma dinâmica de representação, e não como uma correspondência objetiva. Os leitores das redes sociais tomaram a imagem divulgada como real porque o veículo de informação tinha credibilidade dentro da comunidade, fazendo com que não houvessem motivos inicialmente para que a informação e a imagem divulgadas fossem questionadas pelo público.
- A imagem é uma das formas de expressar a realidade e sua relação com ela. Portanto, o ato de ver é fundamental nesse processo e dialoga com os filtros, os julgamentos coletivamente construídos, aos quais poucas vezes as pessoas têm acesso e compreensão consciente, e a forma de olhar interfere também na constituição das pessoas como seres humanos. E além disso, ela permite dizer que o como "se habita" já é parte de um olhar que não mais somente observa e contempla, mas que, ao ver, produz sentido.
De acordo com Mota-Ribeiro e Coelho (2011), falando sobre modalidade de imagem, é proposto que a modalidade de imagem é um aspecto da dimensão interacional, o qual se relaciona com a credibilidade das imagens, no sentido de como a mensagem é construída. Os marcadores visuais das imagens permitem que elas sejam interpretadas como mais ou menos reais, e a credibilidade faz parte de uma construção social, coletiva. - Dentro de cada cultura, é possível encontrar diferentes formas de observar uma mesma imagem. Dessa forma, os padrões que caracterizam uma imagem mais "real" são contextuais, relacionais e variam conforme o tempo, espaço, o sujeito que as vê, a situação de interação entre os sujeitos, entre outros elementos coletivos. Logo, é importante você ter como ponto de partida essa reflexão sobre a relação entre a imagem e o real como uma dinâmica de representação, e não como uma correspondência objetiva. Os leitores das redes sociais tomaram a imagem divulgada como real porque o veículo de informação tinha credibilidade dentro da comunidade, fazendo com que não houvessem motivos inicialmente para que a informação e a imagem divulgadas fossem questionadas pelo público.
Citação de João Vitor da Silva Rocha em janeiro 8, 2026, 7:55 am1 - Na psicanálise, a imagem é uma imagem especular, uma construção mental, e tomamos aquilo que conhecemos como real. E diante da atualidade, onde uma imagem fala mais que mil palavras, principalmente por causa das redes sociais, eis a nossa realidade! O nosso "real" que defendemos com unhas e dentes.
2 - No caso do ocorrido, a veiculação da imagem da suspeita é reforçada com "verdade" por meio do veículo propagador, e essa realidade foi identificada quando encontrada alguém de mesma aparência, que se tornou de ordem simbólica ao criarem ligação e entre a imagem e aquilo que foi anunciado com a realidade a frente - a sósia inocente.
1 - Na psicanálise, a imagem é uma imagem especular, uma construção mental, e tomamos aquilo que conhecemos como real. E diante da atualidade, onde uma imagem fala mais que mil palavras, principalmente por causa das redes sociais, eis a nossa realidade! O nosso "real" que defendemos com unhas e dentes.
2 - No caso do ocorrido, a veiculação da imagem da suspeita é reforçada com "verdade" por meio do veículo propagador, e essa realidade foi identificada quando encontrada alguém de mesma aparência, que se tornou de ordem simbólica ao criarem ligação e entre a imagem e aquilo que foi anunciado com a realidade a frente - a sósia inocente.
Citação de Savio Negrao em janeiro 9, 2026, 8:45 pmUma imagem é caracterizada como "real" ou mais "real" que outras quando ela se apoia em uma representação social consolidada, que ancora o não familiar em conceitos já conhecidos pelo senso comum para dar conta de uma possível ameaça ou novidade. Nesse contexto, a percepção de veracidade não depende apenas do conteúdo visual, mas do sistema de consciência do receptor, que busca uma tomada de decisão coerente baseada na confiança depositada na fonte. Os leitores do portal mencionado tomaram a imagem e a notícia como reais porque o Ego, atuando como a instância da personalidade que mantém o contato com a realidade e observa os fenômenos cotidianos, valida a informação vinda de uma instituição reconhecida. Além disso, o exercício intelectual de validar uma notícia ocorre no pré-consciente, onde os conhecimentos adquiridos estão disponíveis para a reflexão imediata. Esse processo de aceitação é reforçado pela identificação com a autoridade do veículo, funcionando como um mecanismo que evita a angústia do estado de desamparo e da incerteza, fornecendo ao sujeito um instrumental suficiente para compreender e sobreviver às exigências do meio social.
Uma imagem é caracterizada como "real" ou mais "real" que outras quando ela se apoia em uma representação social consolidada, que ancora o não familiar em conceitos já conhecidos pelo senso comum para dar conta de uma possível ameaça ou novidade. Nesse contexto, a percepção de veracidade não depende apenas do conteúdo visual, mas do sistema de consciência do receptor, que busca uma tomada de decisão coerente baseada na confiança depositada na fonte. Os leitores do portal mencionado tomaram a imagem e a notícia como reais porque o Ego, atuando como a instância da personalidade que mantém o contato com a realidade e observa os fenômenos cotidianos, valida a informação vinda de uma instituição reconhecida. Além disso, o exercício intelectual de validar uma notícia ocorre no pré-consciente, onde os conhecimentos adquiridos estão disponíveis para a reflexão imediata. Esse processo de aceitação é reforçado pela identificação com a autoridade do veículo, funcionando como um mecanismo que evita a angústia do estado de desamparo e da incerteza, fornecendo ao sujeito um instrumental suficiente para compreender e sobreviver às exigências do meio social.
Citação de Liciane Langona Montanholi em janeiro 11, 2026, 3:49 pm
- Uma imagem pode ser "real" ou "mais real" do que as outras dependendo de como nós a interpretamos. Para interpretar, utilizamos: quem propagou a imagem (ex. uma imagem propagada pela Polícia pode ter maior credibilidade e busca por justiça), o que sentimos com a imagem, o conhecimento que temos sobre o que fazer diante da imagem e nossa capacidade de regular as emoções e agir da forma como sabemos que é correta e não de acordo com nossas emoções. A emoção pode direcionar uma ação, mas não a comandar.
- Devido à credibilidade que atribuem à rede social, o que as torna "cegas" às outras informações. Essa credibilidade, muitas vezes, é obtida pela persuação/medo/raiva e não pelo estímulo a criticidade. Esse comportamento estimula as pessoas a agirem mais pelas emoções e não pela razão.Esta notícia mostra como imagens são capazes de manipular as pessoas.
A manipulação associada ao desequilíbrio emocional levou ao crime.
Ou seja, as pessoas agiram baseado em sua necessidade de fazer justiça com as próprias mãos e a raiva as deixou cegas, mesmo quando a mulher que foi morta tentou defender sua inocência.
Observamos que houve:
Projeção da raiva na imagem divulgada.
Sublimação separação da pessoa morta, enquanto ser humano com direito de defesa para que fosse possível “fazer a justiça” e expressar a raiva contida.
As pessoas envolvidas no crime agiram pelo sentimento (primeiridade) que sentiram diante da imagem/ notícia. A notícia pode ter sido um gatilho para despertar sentimentos de serem injustiçadas e “idealizaram” na mulher morta um motivo aceitável para “fazerem justiça”.
No entanto, a reação (secundidade) levou a um comportamento deshumano (crime), demonstrando o quando as emoções superaram a razão.
A terceiridade baseou-se em sentimentos de vingança e de superioridade (sentir-se maior que a Polícia e o Sistema Judiciário) e não na razão, que seria denunciar a pessoa para que a justiça, para que ela passasse por um julgamento ético, o qual, chegaria na conclusão de que ela era inocente, pois desde o início houve distorção da imagem.
- Uma imagem pode ser "real" ou "mais real" do que as outras dependendo de como nós a interpretamos. Para interpretar, utilizamos: quem propagou a imagem (ex. uma imagem propagada pela Polícia pode ter maior credibilidade e busca por justiça), o que sentimos com a imagem, o conhecimento que temos sobre o que fazer diante da imagem e nossa capacidade de regular as emoções e agir da forma como sabemos que é correta e não de acordo com nossas emoções. A emoção pode direcionar uma ação, mas não a comandar.
- Devido à credibilidade que atribuem à rede social, o que as torna "cegas" às outras informações. Essa credibilidade, muitas vezes, é obtida pela persuação/medo/raiva e não pelo estímulo a criticidade. Esse comportamento estimula as pessoas a agirem mais pelas emoções e não pela razão.Esta notícia mostra como imagens são capazes de manipular as pessoas.
A manipulação associada ao desequilíbrio emocional levou ao crime.
Ou seja, as pessoas agiram baseado em sua necessidade de fazer justiça com as próprias mãos e a raiva as deixou cegas, mesmo quando a mulher que foi morta tentou defender sua inocência.
Observamos que houve:
Projeção da raiva na imagem divulgada.
Sublimação separação da pessoa morta, enquanto ser humano com direito de defesa para que fosse possível “fazer a justiça” e expressar a raiva contida.
As pessoas envolvidas no crime agiram pelo sentimento (primeiridade) que sentiram diante da imagem/ notícia. A notícia pode ter sido um gatilho para despertar sentimentos de serem injustiçadas e “idealizaram” na mulher morta um motivo aceitável para “fazerem justiça”.
No entanto, a reação (secundidade) levou a um comportamento deshumano (crime), demonstrando o quando as emoções superaram a razão.
A terceiridade baseou-se em sentimentos de vingança e de superioridade (sentir-se maior que a Polícia e o Sistema Judiciário) e não na razão, que seria denunciar a pessoa para que a justiça, para que ela passasse por um julgamento ético, o qual, chegaria na conclusão de que ela era inocente, pois desde o início houve distorção da imagem.
