Desafio - Módulo VII
Citação de Carlos Alberto Peixoto de Oliveira Segundo em maio 26, 2026, 5:03 am
- Uma imagem só se torna mais "real" que outra se realmente ela for veridica, não pelo fato de apenas mensionar0airmar que é "real".
- os leitores tomaram por "real" por confiar na tal pagina da rede ao ponto de não questionar a veracidade dos fatos.
- Uma imagem só se torna mais "real" que outra se realmente ela for veridica, não pelo fato de apenas mensionar0airmar que é "real".
- os leitores tomaram por "real" por confiar na tal pagina da rede ao ponto de não questionar a veracidade dos fatos.
Citação de Diego Melo em maio 26, 2026, 8:54 pmA imagem se torna convincente porque mobiliza afetos, fantasias, identificações e mecanismos inconscientes que produzem no sujeito uma sensação de verdade. No caso de imagens veiculadas em redes sociais e notícias, carregam um valor simbólico de legitimidade, a partir da estrutura narrativa que a envolve, como por exemplo o layout institucional, a linguagem jornalística, depoimentos, vídeos, títulos alarmantes, etc. Como nossa relação com a realidade é intermediada por desejos, medos, fantasias e identificações inconscientes. A notícia tende a ser tomada como verdadeira quando ela encontra ressonância em conteúdos emocionais já presentes no sujeito ou no imaginário coletivo.
A imagem se torna convincente porque mobiliza afetos, fantasias, identificações e mecanismos inconscientes que produzem no sujeito uma sensação de verdade. No caso de imagens veiculadas em redes sociais e notícias, carregam um valor simbólico de legitimidade, a partir da estrutura narrativa que a envolve, como por exemplo o layout institucional, a linguagem jornalística, depoimentos, vídeos, títulos alarmantes, etc. Como nossa relação com a realidade é intermediada por desejos, medos, fantasias e identificações inconscientes. A notícia tende a ser tomada como verdadeira quando ela encontra ressonância em conteúdos emocionais já presentes no sujeito ou no imaginário coletivo.
Citação de Tatiana Borges Rego Da Silva em junho 4, 2026, 11:25 am1 A imagem é tida como real ou mais real quando parece autêntica, espontânea e a próxima da vida cotidiana sem aparência de montagem ou produção. Ela ganha essa marca quando se associa a uma situação que desperta emoções fortes como,choque, compaixão, ou revolta e quando é compartilhada como se fosse um relato verdadeiro dos fatos. 2 ,Os leitores aceitam como verdade porque a imagem ea narrativa foram apresentadas como um relato de acontecimento real,com detalhes que remetem a violência e sofrimento, temas que geram forte identificação e crenças imediata.pPor circular em redes social ,onde a in formação se espalha rapidamente e ganha força ao ser compartilhada várias vezes ,a notícia passa a ser considerada verdadeira apnenas por estar lá, como se a própria circulação provasse sua veracidade. Ha também uma tendencia emocional de acreditar no que confirma idéias já existentes sobre a violência e injustiça, sem checar a origem ou a prova dos fatos.
1 A imagem é tida como real ou mais real quando parece autêntica, espontânea e a próxima da vida cotidiana sem aparência de montagem ou produção. Ela ganha essa marca quando se associa a uma situação que desperta emoções fortes como,choque, compaixão, ou revolta e quando é compartilhada como se fosse um relato verdadeiro dos fatos. 2 ,Os leitores aceitam como verdade porque a imagem ea narrativa foram apresentadas como um relato de acontecimento real,com detalhes que remetem a violência e sofrimento, temas que geram forte identificação e crenças imediata.pPor circular em redes social ,onde a in formação se espalha rapidamente e ganha força ao ser compartilhada várias vezes ,a notícia passa a ser considerada verdadeira apnenas por estar lá, como se a própria circulação provasse sua veracidade. Ha também uma tendencia emocional de acreditar no que confirma idéias já existentes sobre a violência e injustiça, sem checar a origem ou a prova dos fatos.
Citação de Ana Amélia Jost em junho 8, 2026, 4:22 amSobre a percepção de realidade: Uma imagem acaba sendo vista como 'real' ou mais convincente quando ela desperta emoções intensas, como medo ou indignação, especialmente se ela confirma crenças ou temores que já estavam no imaginário das pessoas. Esse tipo de conteúdo ganha uma aparência de verdade porque apela diretamente para o emocional, fazendo com que a análise crítica fique em segundo plano.
Sobre a reação dos leitores: A credibilidade dada ao boato na rede social aconteceu muito por causa da velocidade da informação e do efeito de grupo. Quando as pessoas veem muitos outros compartilhando e se indignando, cria-se um movimento onde o impulso de fazer justiça e o medo superam a necessidade de verificar a veracidade do que está sendo espalhado, transformando uma mentira em uma suposta verdade coletiva.
Sobre a percepção de realidade: Uma imagem acaba sendo vista como 'real' ou mais convincente quando ela desperta emoções intensas, como medo ou indignação, especialmente se ela confirma crenças ou temores que já estavam no imaginário das pessoas. Esse tipo de conteúdo ganha uma aparência de verdade porque apela diretamente para o emocional, fazendo com que a análise crítica fique em segundo plano.
Sobre a reação dos leitores: A credibilidade dada ao boato na rede social aconteceu muito por causa da velocidade da informação e do efeito de grupo. Quando as pessoas veem muitos outros compartilhando e se indignando, cria-se um movimento onde o impulso de fazer justiça e o medo superam a necessidade de verificar a veracidade do que está sendo espalhado, transformando uma mentira em uma suposta verdade coletiva.
Citação de Luzy Torres em junho 10, 2026, 8:25 amPrimeira questão:
No ambiente digital, o estatuto de "realidade" de uma imagem não depende da verdade factual, mas sim de fatores estéticos, técnicos e psicológicos que engajam o observador. Uma imagem é percebida como "mais real" levando em conta, acredito eu, a três características: o "efeito do real" e a "estética do amadorismo". Os registros de baixa resolução, retratos falados rudimentares ou vídeos gravados de celular como o do cinegrafista amador citado na notícia, parece mais reais para o público do que produções profissionais e polidas. o cérebro associa o "tosco" e o "imediato" ao flagrante, ao autêntico, àquilo que "não deu tempo de ser editado ou manipulado". Segunda caraterística: "a carga afetiva e proximidade". Uma imagem se torna psiquicamente real quando ela se conecta com uma emoção pré-existente no sujeito (medo, indignação, desejo de justiça). Se a imagem ativa o "Id" ou o "Superego" de forma violenta, o "Ego" aceita a imagem como real imediatamente, pulando a etapa da checagem lógica. Terceira caraterística: "a validação institucional ou tecnológica". O fato de a imagem estar emoldurada por uma interface técnica que o sujeito confia (uma página de notícias local com muitos seguidores) confere a ela um selo implicito de autoridade. A moldura (a página "Guarujá Alerta") dita o valor do conteúdo.
Segunda questão:
O linchamento de Fabiane de Jesus ocorreu porque o público daquela página sofreu um fenômeno de "contágio psiquico e a falência do exame de realidade". Os leitores tomaram a mentira como verdade por causa do seguintes fatores psicanalíticos e sociais: A Autoridade do "Grupo" (O Superego Terceirizado). Lembrando um pouco sobre psicologia das massas, quando o indivíduo entra em um grupo (neste caso o "virtual" como uma página do facebook com milhares de membros), ele tende a abrir mão de seu julgamento crítico individual. Se a página que operava como o "lider" informativo daquela comunidade, postou o retrato falado, a mente do leitor entende que a informação ja foi validada pela comunidade. O julgamento do grupo substitui o julgamento do indivíduo. Outra coisa que a meu ver fica claro: "a urgência do medo (Anulação do Princípio da Realidade). A notícia mexia como "sequestro de crianças para magia negra". o medo Arcaico de perder um filho ou um ente querido que é incapaz de se defender, gera um estado de "alerta e angústia intolerável (lembrando o caso do "cachorro orelha"). Diante de uma ameaça tão grave, o Ego entra em modo de sobrevivência e suspende o princípio da realidade (o tempo necessário para investigar, duvidar e checar). Instala-se o pensamento primitivo: "É melhor pecar pelo excesso de pressa do que pagar pra ver se é verdade". A urgência emocional atropelou a lógica. Aqui, também entra outro mecanismo de defesa: O mecanismo da Projeção e o conhecido "Bode Expiatório. A comunidade muitas vezes acumula tensões latentes como a "frustração social, medo da violência real do dia a dia, sensação de desamparo". A noticia ofereceu um canal perfeito para a "projeção". Ao apontar uma culpada visível (a imagem), a página deu aos leitores um "bode expiatório". Acreditar na notícia era a desculpa que o Id precisava para descarregar toda a agressividade reprimida, sob a máscara moralista de "proteger as crianças" (racionalização). E finalizando o raciocínio: A Ilusão de Consenso (Viés de Confirmação Coletivo). Ao entrarem nos comentários e verem dezenas de outras pessoas comentando com revolta, os leitores tiveram a sua percepção individual confirmada pelo coletivo. Se todos na tela estão agindo como se aquilo fosse real, o psiquismo do indivíduo conclui que "deve ser real".A repetção e o eco da massa virtual transformaram o boato em um fato inquestionável na mente dos agressores. Para mim, a comparação entre o trágico fim de Fabiane Maria de Jesus, foco do nosso estudo e o recente caso do cão Orelha (ocorrido em Santa Cataria neste ano de 2026) é perfeita e assustadora. Ambos os casos ilustram com precisão matemática como o curto-circuito entre a "Imagem Virtual" e o "Real" opera no psiquismo de massa, gerando barbárie. Embora um envolva uma vida humana e o outro a vida de um animalcomunitário, eu entendo que as engrenagens psicológicas, o uso de boatos e o colapso do exame de realidade pelo "tribunal da internet" são idênticos.
Primeira questão:
No ambiente digital, o estatuto de "realidade" de uma imagem não depende da verdade factual, mas sim de fatores estéticos, técnicos e psicológicos que engajam o observador. Uma imagem é percebida como "mais real" levando em conta, acredito eu, a três características: o "efeito do real" e a "estética do amadorismo". Os registros de baixa resolução, retratos falados rudimentares ou vídeos gravados de celular como o do cinegrafista amador citado na notícia, parece mais reais para o público do que produções profissionais e polidas. o cérebro associa o "tosco" e o "imediato" ao flagrante, ao autêntico, àquilo que "não deu tempo de ser editado ou manipulado". Segunda caraterística: "a carga afetiva e proximidade". Uma imagem se torna psiquicamente real quando ela se conecta com uma emoção pré-existente no sujeito (medo, indignação, desejo de justiça). Se a imagem ativa o "Id" ou o "Superego" de forma violenta, o "Ego" aceita a imagem como real imediatamente, pulando a etapa da checagem lógica. Terceira caraterística: "a validação institucional ou tecnológica". O fato de a imagem estar emoldurada por uma interface técnica que o sujeito confia (uma página de notícias local com muitos seguidores) confere a ela um selo implicito de autoridade. A moldura (a página "Guarujá Alerta") dita o valor do conteúdo.
Segunda questão:
O linchamento de Fabiane de Jesus ocorreu porque o público daquela página sofreu um fenômeno de "contágio psiquico e a falência do exame de realidade". Os leitores tomaram a mentira como verdade por causa do seguintes fatores psicanalíticos e sociais: A Autoridade do "Grupo" (O Superego Terceirizado). Lembrando um pouco sobre psicologia das massas, quando o indivíduo entra em um grupo (neste caso o "virtual" como uma página do facebook com milhares de membros), ele tende a abrir mão de seu julgamento crítico individual. Se a página que operava como o "lider" informativo daquela comunidade, postou o retrato falado, a mente do leitor entende que a informação ja foi validada pela comunidade. O julgamento do grupo substitui o julgamento do indivíduo. Outra coisa que a meu ver fica claro: "a urgência do medo (Anulação do Princípio da Realidade). A notícia mexia como "sequestro de crianças para magia negra". o medo Arcaico de perder um filho ou um ente querido que é incapaz de se defender, gera um estado de "alerta e angústia intolerável (lembrando o caso do "cachorro orelha"). Diante de uma ameaça tão grave, o Ego entra em modo de sobrevivência e suspende o princípio da realidade (o tempo necessário para investigar, duvidar e checar). Instala-se o pensamento primitivo: "É melhor pecar pelo excesso de pressa do que pagar pra ver se é verdade". A urgência emocional atropelou a lógica. Aqui, também entra outro mecanismo de defesa: O mecanismo da Projeção e o conhecido "Bode Expiatório. A comunidade muitas vezes acumula tensões latentes como a "frustração social, medo da violência real do dia a dia, sensação de desamparo". A noticia ofereceu um canal perfeito para a "projeção". Ao apontar uma culpada visível (a imagem), a página deu aos leitores um "bode expiatório". Acreditar na notícia era a desculpa que o Id precisava para descarregar toda a agressividade reprimida, sob a máscara moralista de "proteger as crianças" (racionalização). E finalizando o raciocínio: A Ilusão de Consenso (Viés de Confirmação Coletivo). Ao entrarem nos comentários e verem dezenas de outras pessoas comentando com revolta, os leitores tiveram a sua percepção individual confirmada pelo coletivo. Se todos na tela estão agindo como se aquilo fosse real, o psiquismo do indivíduo conclui que "deve ser real".A repetção e o eco da massa virtual transformaram o boato em um fato inquestionável na mente dos agressores. Para mim, a comparação entre o trágico fim de Fabiane Maria de Jesus, foco do nosso estudo e o recente caso do cão Orelha (ocorrido em Santa Cataria neste ano de 2026) é perfeita e assustadora. Ambos os casos ilustram com precisão matemática como o curto-circuito entre a "Imagem Virtual" e o "Real" opera no psiquismo de massa, gerando barbárie. Embora um envolva uma vida humana e o outro a vida de um animalcomunitário, eu entendo que as engrenagens psicológicas, o uso de boatos e o colapso do exame de realidade pelo "tribunal da internet" são idênticos.
Citação de Joao Jose Klein em junho 12, 2026, 1:22 amResposta à primeira pergunta :
Na psicanálise, a experiência subjetiva não depende somente da realidade objetiva,mas também do investimento psíquico que o sujeito faz sobre aquilo.
Por isso, uma imagem pode ganhar força porque: parece verdadeira, mesmo sem ter sido verificada.
Freud observava que o psiquismo humano não responde apenas ao que aconteceu de fato, mas também ao sentido que aquilo adquire internamente.
Uma imagem acompanhada de narrativa emocional pode adquirir estatuto de verdade subjetiva.
Em resposta à segunda pergunta:
Do ponto de vista psicanalítico, os leitores não necessariamente tomariam aquela imagem como real porque era verdadeira, mas porque ela ganhou força subjetiva ao tocar medos, fantasias, identificações e afetos compartilhados.
Isso não reduz responsabilidade individual nem substitui explicações sociais, jurídicas ou comunicacionais — é apenas uma forma de compreender como certas imagens e narrativas podem adquirir poder dentro da experiência psíquica coletiva.
Resposta à primeira pergunta :
Na psicanálise, a experiência subjetiva não depende somente da realidade objetiva,mas também do investimento psíquico que o sujeito faz sobre aquilo.
Por isso, uma imagem pode ganhar força porque: parece verdadeira, mesmo sem ter sido verificada.
Freud observava que o psiquismo humano não responde apenas ao que aconteceu de fato, mas também ao sentido que aquilo adquire internamente.
Uma imagem acompanhada de narrativa emocional pode adquirir estatuto de verdade subjetiva.
Em resposta à segunda pergunta:
Do ponto de vista psicanalítico, os leitores não necessariamente tomariam aquela imagem como real porque era verdadeira, mas porque ela ganhou força subjetiva ao tocar medos, fantasias, identificações e afetos compartilhados.
Isso não reduz responsabilidade individual nem substitui explicações sociais, jurídicas ou comunicacionais — é apenas uma forma de compreender como certas imagens e narrativas podem adquirir poder dentro da experiência psíquica coletiva.
Citação de WANDERSON CORDEIRO em junho 15, 2026, 12:03 am1. O que caracteriza uma imagem veiculada como real ou mais real que outras?
Uma imagem é considerada real quando apresenta elementos que transmitem credibilidade, como detalhes visuais, contexto, qualidade e coerência com a realidade conhecida pelas pessoas.2. Por que os leitores da rede social consideraram a imagem ou notícia como real?
Porque a informação parecia confiável e compatível com aquilo que eles conheciam ou acreditavam ser verdadeiro, levando-os a aceitá-la e compartilhá-la sem questionamentos mais profundos.
1. O que caracteriza uma imagem veiculada como real ou mais real que outras?
Uma imagem é considerada real quando apresenta elementos que transmitem credibilidade, como detalhes visuais, contexto, qualidade e coerência com a realidade conhecida pelas pessoas.
2. Por que os leitores da rede social consideraram a imagem ou notícia como real?
Porque a informação parecia confiável e compatível com aquilo que eles conheciam ou acreditavam ser verdadeiro, levando-os a aceitá-la e compartilhá-la sem questionamentos mais profundos.
Citação de Gabriela De Almeida Leite em junho 19, 2026, 1:17 pmNa verdade a imagem real aparentemente foi distorcida por "parecer" com a vítima. Essa reportagem tem varios pontos negativos: falta de se aprofundar e tentar descobrir quem de fato é na foto (o real) do boato, falta de profissionalismo da pagina que postou e distorção de imagem, dentre outros. A internet tem se tornado cada vez palco para essa distorção, tanto da vida individual de cada pessoa como para propagação de ódio. Cabe agora as autoridades investigar e encontrar os culpados, enquanto a família sofre pela perda.
Na verdade a imagem real aparentemente foi distorcida por "parecer" com a vítima. Essa reportagem tem varios pontos negativos: falta de se aprofundar e tentar descobrir quem de fato é na foto (o real) do boato, falta de profissionalismo da pagina que postou e distorção de imagem, dentre outros. A internet tem se tornado cada vez palco para essa distorção, tanto da vida individual de cada pessoa como para propagação de ódio. Cabe agora as autoridades investigar e encontrar os culpados, enquanto a família sofre pela perda.
Citação de Aline Dayara da Silva Franca em junho 26, 2026, 6:20 pmA internet tem seu lado positivo e negativo. Mas para atrais o melhor lado positivo é necessário saber filtra bem tento domínio no intelecto emocional. Devido ao inúmeras fato que aconteceu com sugestão esse que nos deu para refletir. Por fim a internet e rede social é algo livre para todos um público mas nem todos o público saber usar ela da forma mas proveitosa.
A internet tem seu lado positivo e negativo. Mas para atrais o melhor lado positivo é necessário saber filtra bem tento domínio no intelecto emocional. Devido ao inúmeras fato que aconteceu com sugestão esse que nos deu para refletir. Por fim a internet e rede social é algo livre para todos um público mas nem todos o público saber usar ela da forma mas proveitosa.
Citação de MARCO AURELIO CERCAL em junho 29, 2026, 12:03 amO Caso em questão reflete o momento sociocultural do momento e a influência das redes sociais na construção da realidade.
O que torna uma imagem real ou mais real do que as outras é a necessidade da justificação da realidade pelo sujeito. Muitas vezes estamos em busca de signos que nos ajudem a comnpreender e lidar com aquilo que entedemos como real, e portanto que nos ajuedem a encontrar sentido para os acontecimentos e as angústias do dia a dia.
A violência do estado de SP e a sensação de impunidade e insegurança acabam criando condições para a construção de uma neurose coletiva. A imagem veiculada serviu apenas como gatilho que influenciou as pessoas a revestí-la de realidade com o objetivo de criar condições para a realização de justiça com as próprias mãos, satisfazendo assim a necessidade de uma autosatisfação e autojustificação da realidade.
O Caso em questão reflete o momento sociocultural do momento e a influência das redes sociais na construção da realidade.
O que torna uma imagem real ou mais real do que as outras é a necessidade da justificação da realidade pelo sujeito. Muitas vezes estamos em busca de signos que nos ajudem a comnpreender e lidar com aquilo que entedemos como real, e portanto que nos ajuedem a encontrar sentido para os acontecimentos e as angústias do dia a dia.
A violência do estado de SP e a sensação de impunidade e insegurança acabam criando condições para a construção de uma neurose coletiva. A imagem veiculada serviu apenas como gatilho que influenciou as pessoas a revestí-la de realidade com o objetivo de criar condições para a realização de justiça com as próprias mãos, satisfazendo assim a necessidade de uma autosatisfação e autojustificação da realidade.
