Desafio - Módulo VII
Citação de Marcio Araujo em julho 5, 2026, 1:09 amÉ necessário tomar bastante cuidado com essas questões, pois às vezes pessoas são injustiçadas. E algumas situações são irreversíveis.
É necessário tomar bastante cuidado com essas questões, pois às vezes pessoas são injustiçadas. E algumas situações são irreversíveis.
Citação de anebinderg em julho 7, 2026, 1:19 amO acontecimento da internet e das redes sociais fizeram com que as pessoas passassem a viver no imaginário e na ignorância da irresponsabilidade digital. A internet facilitou o aparecimento de tribunais virtuais, onde pessoas tem seus gatilhos de indignação ativados pelo medo, raiva ou surpresa , emoções que desligam o racional e ativam a ação. A desconexão com a autoria de alguma notícia traz uma sensação de menos responsabilidade individual com as consequências do compartilhamento.
Pessoas passam a acreditar em fake news (notícias falsas) pois não costumam se proteger e checar a veracidade das notícias divulgadas. Muitas agem através de vieses cognitivos, necessidades emocionais e pressões sociais que alteram a percepção da realidade.
Refletir sobre a relação entre imagem e real é importante para evitar julgamentos prévios e atitudes subsequentes bem como o uso da violência.
O acontecimento da internet e das redes sociais fizeram com que as pessoas passassem a viver no imaginário e na ignorância da irresponsabilidade digital. A internet facilitou o aparecimento de tribunais virtuais, onde pessoas tem seus gatilhos de indignação ativados pelo medo, raiva ou surpresa , emoções que desligam o racional e ativam a ação. A desconexão com a autoria de alguma notícia traz uma sensação de menos responsabilidade individual com as consequências do compartilhamento.
Pessoas passam a acreditar em fake news (notícias falsas) pois não costumam se proteger e checar a veracidade das notícias divulgadas. Muitas agem através de vieses cognitivos, necessidades emocionais e pressões sociais que alteram a percepção da realidade.
Refletir sobre a relação entre imagem e real é importante para evitar julgamentos prévios e atitudes subsequentes bem como o uso da violência.
Citação de Kkhrms em julho 7, 2026, 3:07 amEsse caso é um exemplo clássico para discutir a relação entre imagem, imaginário e realidade à luz da psicanálise. A morte de Fabiane Maria de Jesus, em 2014, mostra como uma imagem pode adquirir um estatuto de verdade para um grupo, mesmo sem qualquer correspondência com a realidade.
1. O que caracteriza uma imagem como mais "real" que outra?
Sob a perspectiva da psicanálise, especialmente a partir de Freud e Lacan, uma imagem não é considerada "mais real" apenas porque se parece mais com a realidade objetiva. Ela se torna mais "real" quando consegue mobilizar crenças, desejos, medos e fantasias já presentes no imaginário das pessoas.
No caso de Fabiane:
- o retrato falado apresentava traços genéricos, que poderiam corresponder a muitas pessoas;
- a página divulgou a imagem associando-a a uma suposta sequestradora e praticante de "magia negra";
- o contexto social já era marcado por medo de desaparecimento de crianças, violência urbana e circulação de boatos nas redes sociais.
Assim, a imagem passou a funcionar como um significante, isto é, um elemento capaz de condensar esses medos coletivos. Para a psicanálise, a imagem adquire efeito de realidade quando encontra um imaginário disposto a reconhecê-la como verdadeira.
Em outras palavras, não foi a semelhança física que tornou a imagem "real", mas o sentido que os sujeitos atribuíram a ela.
2. Por que os leitores da página tomaram a imagem como "real"?
A psicanálise explica esse fenômeno por diferentes mecanismos.
Primeiro, pelo registro do imaginário, descrito por Lacan. O ser humano tende a organizar a realidade por meio de imagens que parecem completas e coerentes. Quando os leitores viram o retrato falado, passaram a buscar alguém que correspondesse àquela representação.
Segundo, ocorreu um processo de projeção, mecanismo de defesa descrito por Freud. Os medos e angústias coletivas relacionados ao sequestro de crianças foram projetados sobre uma pessoa inocente que apresentava alguma semelhança física com o desenho.
Também atuou a influência do Outro social (Lacan). A informação foi publicada por uma página de notícias, o que conferiu aparência de credibilidade. Além disso, comentários e compartilhamentos reforçaram a ideia de que a informação era verdadeira. O grupo validou coletivamente essa crença, reduzindo o senso crítico individual.
Por fim, o fenômeno evidencia a força do imaginário coletivo: quando uma narrativa responde aos medos e expectativas de uma comunidade, ela pode ser aceita como verdade mesmo sem provas concretas.
No caso de Fabiane Maria de Jesus, a imagem foi tomada como "real" não porque comprovasse os fatos, mas porque encontrou um imaginário social já marcado pelo medo, pela desinformação e pela necessidade de identificar um culpado. Sob a ótica da psicanálise, a violência resultou da predominância do imaginário sobre o real, mostrando que a percepção humana não é guiada apenas pelos fatos, mas também pelos desejos, fantasias e crenças compartilhadas socialmente.
Essa tragédia evidencia que uma imagem nunca é neutra: ela produz sentidos e pode mobilizar afetos tão intensos que, quando associados à ausência de reflexão crítica, levam pessoas a agir como se uma representação fosse a própria realidade.
Esse caso é um exemplo clássico para discutir a relação entre imagem, imaginário e realidade à luz da psicanálise. A morte de Fabiane Maria de Jesus, em 2014, mostra como uma imagem pode adquirir um estatuto de verdade para um grupo, mesmo sem qualquer correspondência com a realidade.
1. O que caracteriza uma imagem como mais "real" que outra?
Sob a perspectiva da psicanálise, especialmente a partir de Freud e Lacan, uma imagem não é considerada "mais real" apenas porque se parece mais com a realidade objetiva. Ela se torna mais "real" quando consegue mobilizar crenças, desejos, medos e fantasias já presentes no imaginário das pessoas.
No caso de Fabiane:
- o retrato falado apresentava traços genéricos, que poderiam corresponder a muitas pessoas;
- a página divulgou a imagem associando-a a uma suposta sequestradora e praticante de "magia negra";
- o contexto social já era marcado por medo de desaparecimento de crianças, violência urbana e circulação de boatos nas redes sociais.
Assim, a imagem passou a funcionar como um significante, isto é, um elemento capaz de condensar esses medos coletivos. Para a psicanálise, a imagem adquire efeito de realidade quando encontra um imaginário disposto a reconhecê-la como verdadeira.
Em outras palavras, não foi a semelhança física que tornou a imagem "real", mas o sentido que os sujeitos atribuíram a ela.
2. Por que os leitores da página tomaram a imagem como "real"?
A psicanálise explica esse fenômeno por diferentes mecanismos.
Primeiro, pelo registro do imaginário, descrito por Lacan. O ser humano tende a organizar a realidade por meio de imagens que parecem completas e coerentes. Quando os leitores viram o retrato falado, passaram a buscar alguém que correspondesse àquela representação.
Segundo, ocorreu um processo de projeção, mecanismo de defesa descrito por Freud. Os medos e angústias coletivas relacionados ao sequestro de crianças foram projetados sobre uma pessoa inocente que apresentava alguma semelhança física com o desenho.
Também atuou a influência do Outro social (Lacan). A informação foi publicada por uma página de notícias, o que conferiu aparência de credibilidade. Além disso, comentários e compartilhamentos reforçaram a ideia de que a informação era verdadeira. O grupo validou coletivamente essa crença, reduzindo o senso crítico individual.
Por fim, o fenômeno evidencia a força do imaginário coletivo: quando uma narrativa responde aos medos e expectativas de uma comunidade, ela pode ser aceita como verdade mesmo sem provas concretas.
No caso de Fabiane Maria de Jesus, a imagem foi tomada como "real" não porque comprovasse os fatos, mas porque encontrou um imaginário social já marcado pelo medo, pela desinformação e pela necessidade de identificar um culpado. Sob a ótica da psicanálise, a violência resultou da predominância do imaginário sobre o real, mostrando que a percepção humana não é guiada apenas pelos fatos, mas também pelos desejos, fantasias e crenças compartilhadas socialmente.
Essa tragédia evidencia que uma imagem nunca é neutra: ela produz sentidos e pode mobilizar afetos tão intensos que, quando associados à ausência de reflexão crítica, levam pessoas a agir como se uma representação fosse a própria realidade.
Citação de Luiz Antonio De Almeida Souza em julho 9, 2026, 3:00 amAo refletir sobre a notícia, percebo que uma imagem passa a ser vista como “real” ou mais “real” não apenas por aquilo que ela mostra, mas principalmente pelo contexto em que ela circula e pelo sentido que as pessoas atribuem a ela. Uma imagem pode parecer verdadeira quando vem acompanhada de uma narrativa convincente, de medo coletivo, de comentários de outras pessoas e de uma fonte que aparenta ter credibilidade. Porém, isso não significa que ela represente de fato a realidade.
No caso de Fabiane Maria de Jesus, o retrato falado divulgado na rede social foi interpretado por muitos como se fosse uma prova concreta. As pessoas não olharam para aquela imagem como uma representação que precisava ser verificada, mas como se ela fosse a própria verdade. Isso mostra como a imagem, quando associada a um boato forte e a um clima de medo, pode produzir uma interpretação perigosa da realidade.
Acredito que os leitores daquela rede social tomaram a imagem e a notícia como reais porque já estavam envolvidos emocionalmente pelo medo de sequestro de crianças e pela ideia de uma ameaça à comunidade. Nesse ambiente, o imaginário coletivo foi alimentado pela imagem, e o discurso da rede social deu a ela uma aparência de verdade. Assim, a imagem deixou de ser apenas um retrato falado e passou a funcionar como uma confirmação para quem já estava tomado pelo medo.
Esse caso mostra de forma muito triste que a relação entre imagem e real precisa ser pensada com responsabilidade. Uma imagem não fala sozinha; ela depende do contexto, da legenda, da forma como é divulgada e do olhar de quem a interpreta. Quando não há reflexão crítica, uma imagem falsa ou mal interpretada pode gerar consequências reais e irreversíveis, como aconteceu com Fabiane.
Por isso, entendo que uma imagem só pode ser considerada mais próxima do real quando é analisada com cuidado, levando em conta sua origem, seu contexto e sua credibilidade. Caso contrário, ela pode apenas parecer real, mas estar sustentando uma interpretação equivocada e até violenta da realidade.
Ao refletir sobre a notícia, percebo que uma imagem passa a ser vista como “real” ou mais “real” não apenas por aquilo que ela mostra, mas principalmente pelo contexto em que ela circula e pelo sentido que as pessoas atribuem a ela. Uma imagem pode parecer verdadeira quando vem acompanhada de uma narrativa convincente, de medo coletivo, de comentários de outras pessoas e de uma fonte que aparenta ter credibilidade. Porém, isso não significa que ela represente de fato a realidade.
No caso de Fabiane Maria de Jesus, o retrato falado divulgado na rede social foi interpretado por muitos como se fosse uma prova concreta. As pessoas não olharam para aquela imagem como uma representação que precisava ser verificada, mas como se ela fosse a própria verdade. Isso mostra como a imagem, quando associada a um boato forte e a um clima de medo, pode produzir uma interpretação perigosa da realidade.
Acredito que os leitores daquela rede social tomaram a imagem e a notícia como reais porque já estavam envolvidos emocionalmente pelo medo de sequestro de crianças e pela ideia de uma ameaça à comunidade. Nesse ambiente, o imaginário coletivo foi alimentado pela imagem, e o discurso da rede social deu a ela uma aparência de verdade. Assim, a imagem deixou de ser apenas um retrato falado e passou a funcionar como uma confirmação para quem já estava tomado pelo medo.
Esse caso mostra de forma muito triste que a relação entre imagem e real precisa ser pensada com responsabilidade. Uma imagem não fala sozinha; ela depende do contexto, da legenda, da forma como é divulgada e do olhar de quem a interpreta. Quando não há reflexão crítica, uma imagem falsa ou mal interpretada pode gerar consequências reais e irreversíveis, como aconteceu com Fabiane.
Por isso, entendo que uma imagem só pode ser considerada mais próxima do real quando é analisada com cuidado, levando em conta sua origem, seu contexto e sua credibilidade. Caso contrário, ela pode apenas parecer real, mas estar sustentando uma interpretação equivocada e até violenta da realidade.
Citação de Cristiane da Silva Vassao Barreto em julho 12, 2026, 8:16 pmNa minha opinião, uma imagem é vista como mais "real" quando parece confiável e está acompanhada de informações que fazem as pessoas acreditarem que ela é verdadeira. Porém, isso não significa que ela realmente represente os fatos ou pessoas.
No caso da notícia, muitas pessoas acreditaram no que foi publicado na rede social porque confiaram na imagem e no texto, sem verificar se as informações eram verdadeiras. Isso mostra como uma imagem pode influenciar as pessoas e como é importante analisar o contexto e confirmar a informação antes de acreditar ou compartilhar uma notícia.
Eu moro em Guarujá, cidade onde ocorreu esse fato tão lamentável. Na época, eu lecionava em uma escola no bairro Morrinhos, onde o crime aconteceu. Foi muito triste... um momento de grande comoção e todos ficamos profundamente estarrecidos quando soubemos o que havia acontecido. Esse caso gerou muitas discussões, inclusive em sala de aula. No dia seguinte, soubemos que alguns de nossos próprios alunos haviam presenciado toda a agressão e permaneceram apenas assistindo. Diante dessa realidade, passamos a trabalhar intensamente o tema com os estudantes, promovemos reuniões com os pais e desenvolvemos ações com a comunidade para conscientizar sobre os perigos da desinformação, dos julgamentos precipitados e da violência. Mesmo após mais de dez anos, esse episódio continua sendo lembrado e utilizado em projetos educativos de combate à violência.
Na minha opinião, uma imagem é vista como mais "real" quando parece confiável e está acompanhada de informações que fazem as pessoas acreditarem que ela é verdadeira. Porém, isso não significa que ela realmente represente os fatos ou pessoas.
No caso da notícia, muitas pessoas acreditaram no que foi publicado na rede social porque confiaram na imagem e no texto, sem verificar se as informações eram verdadeiras. Isso mostra como uma imagem pode influenciar as pessoas e como é importante analisar o contexto e confirmar a informação antes de acreditar ou compartilhar uma notícia.
Eu moro em Guarujá, cidade onde ocorreu esse fato tão lamentável. Na época, eu lecionava em uma escola no bairro Morrinhos, onde o crime aconteceu. Foi muito triste... um momento de grande comoção e todos ficamos profundamente estarrecidos quando soubemos o que havia acontecido. Esse caso gerou muitas discussões, inclusive em sala de aula. No dia seguinte, soubemos que alguns de nossos próprios alunos haviam presenciado toda a agressão e permaneceram apenas assistindo. Diante dessa realidade, passamos a trabalhar intensamente o tema com os estudantes, promovemos reuniões com os pais e desenvolvemos ações com a comunidade para conscientizar sobre os perigos da desinformação, dos julgamentos precipitados e da violência. Mesmo após mais de dez anos, esse episódio continua sendo lembrado e utilizado em projetos educativos de combate à violência.
Citação de Leidjane Oliveira de Miranda em julho 14, 2026, 2:35 amO que carateriza uma imagem como real, é a credibilidade da fonte de onde está vindo a informação, se essa fonte se enquadra dentro dos principios éticos e morais, tendo responsabilidade social. Alguns leitores tomaram para si a mensagem como real, porque foram movidos por sentimento de senso de justiça, deixando-se levar pela emoção, a ponta de não verificar a veracidade da informação, cometendo uma injustiça irreversível.
O que carateriza uma imagem como real, é a credibilidade da fonte de onde está vindo a informação, se essa fonte se enquadra dentro dos principios éticos e morais, tendo responsabilidade social. Alguns leitores tomaram para si a mensagem como real, porque foram movidos por sentimento de senso de justiça, deixando-se levar pela emoção, a ponta de não verificar a veracidade da informação, cometendo uma injustiça irreversível.
Citação de eniale231077@gmail.com em julho 14, 2026, 9:10 pm1. Uma imagem parece "real" pela estética amadora, sem edições, e pelo uso de formatos institucionais (como retratos falados ou câmeras de segurança), que transmitem autoridade e factualidade.
2. Os leitores acreditaram devido ao forte apelo emocional (crimes contra crianças) e à validação social, já que o compartilhamento por conhecidos gerou um efeito manada que dispensou a checagem de fontes oficiais.
Citação de Kleber Dias De Lucena em julho 15, 2026, 1:05 pmQuestão 1
Uma imagem é caracterizada como "real" ou mais "real" que outras quando ela consegue transmitir credibilidade por meio de elementos que se aproximam da nossa experiência de mundo. Isso envolve a verossimilhança, ou seja, quando a cena retratada parece possível e coerente, além da qualidade técnica, como resolução, enquadramento e ausência de sinais evidentes de edição. Outro fator importante é o contexto em que a imagem é divulgada, pois quando ela vem de uma fonte conhecida, de uma rede social com grande alcance ou é compartilhada por pessoas próximas, tende a ser aceita com mais facilidade. A presença de detalhes, legendas, datas e locais também reforça essa sensação de realidade. Dessa forma, o que torna uma imagem "mais real" não é necessariamente o fato dela ser verdadeira, mas a capacidade dela de convencer o observador de que corresponde ao real.
Questão 2
Os leitores da rede social mencionada aceitaram a imagem e a notícia como reais porque as redes sociais funcionam como espaços que reforçam crenças e opiniões já existentes. Quando uma informação confirma aquilo que a pessoa já pensa ou sente, ela é aceita de forma mais rápida e com menos questionamento. Além disso, a autoridade atribuída à própria rede ou ao perfil que divulgou o conteúdo influencia diretamente na aceitação, pois existe uma tendência de acreditar que o que circula em grande escala deve ser verdadeiro. Outro ponto é a velocidade com que as informações circulam e o apelo emocional que elas provocam. Em um ambiente onde tudo acontece muito rápido e gera reações como surpresa, medo ou indignação, as pessoas tendem a compartilhar e acreditar primeiro, deixando a checagem dos fatos em segundo plano.
Questão 1
Uma imagem é caracterizada como "real" ou mais "real" que outras quando ela consegue transmitir credibilidade por meio de elementos que se aproximam da nossa experiência de mundo. Isso envolve a verossimilhança, ou seja, quando a cena retratada parece possível e coerente, além da qualidade técnica, como resolução, enquadramento e ausência de sinais evidentes de edição. Outro fator importante é o contexto em que a imagem é divulgada, pois quando ela vem de uma fonte conhecida, de uma rede social com grande alcance ou é compartilhada por pessoas próximas, tende a ser aceita com mais facilidade. A presença de detalhes, legendas, datas e locais também reforça essa sensação de realidade. Dessa forma, o que torna uma imagem "mais real" não é necessariamente o fato dela ser verdadeira, mas a capacidade dela de convencer o observador de que corresponde ao real.
Questão 2
Os leitores da rede social mencionada aceitaram a imagem e a notícia como reais porque as redes sociais funcionam como espaços que reforçam crenças e opiniões já existentes. Quando uma informação confirma aquilo que a pessoa já pensa ou sente, ela é aceita de forma mais rápida e com menos questionamento. Além disso, a autoridade atribuída à própria rede ou ao perfil que divulgou o conteúdo influencia diretamente na aceitação, pois existe uma tendência de acreditar que o que circula em grande escala deve ser verdadeiro. Outro ponto é a velocidade com que as informações circulam e o apelo emocional que elas provocam. Em um ambiente onde tudo acontece muito rápido e gera reações como surpresa, medo ou indignação, as pessoas tendem a compartilhar e acreditar primeiro, deixando a checagem dos fatos em segundo plano.
Citação de Albério C Oliveira em julho 22, 2026, 2:08 amEsse caso mostra que a imagem não é neutra: ela carrega nossos medos e crenças, e nas redes sociais a "verdade" é construída pelo coletivo, não pelos fatos. O retrato falado falso virou real porque alimentou o pânico geral, provando que ver não é acreditar. Precisamos ter mais cuidado e crítica ao consumir imagens, pois quando circulam sem checagem, elas podem ter consequências trágicas na vida real.
Esse caso mostra que a imagem não é neutra: ela carrega nossos medos e crenças, e nas redes sociais a "verdade" é construída pelo coletivo, não pelos fatos. O retrato falado falso virou real porque alimentou o pânico geral, provando que ver não é acreditar. Precisamos ter mais cuidado e crítica ao consumir imagens, pois quando circulam sem checagem, elas podem ter consequências trágicas na vida real.
Citação de Albério C Oliveira em julho 22, 2026, 2:10 amCitação de Leidjane Oliveira de Miranda em julho 14, 2026, 2:35 amO que carateriza uma imagem como real, é a credibilidade da fonte de onde está vindo a informação, se essa fonte se enquadra dentro dos principios éticos e morais, tendo responsabilidade social. Alguns leitores tomaram para si a mensagem como real, porque foram movidos por sentimento de senso de justiça, deixando-se levar pela emoção, a ponta de não verificar a veracidade da informação, cometendo uma injustiça irreversível.
Oi, Leidjane! Concordo muito com você sobre a emoção atropelar a razão. É triste ver como o 'senso de justiça', quando movido apenas pelo sentimento e sem checar os fatos, pode virar uma injustiça irreversível. A falta de responsabilidade social na hora de compartilhar é o que torna tudo tão perigoso.
Citação de Leidjane Oliveira de Miranda em julho 14, 2026, 2:35 amO que carateriza uma imagem como real, é a credibilidade da fonte de onde está vindo a informação, se essa fonte se enquadra dentro dos principios éticos e morais, tendo responsabilidade social. Alguns leitores tomaram para si a mensagem como real, porque foram movidos por sentimento de senso de justiça, deixando-se levar pela emoção, a ponta de não verificar a veracidade da informação, cometendo uma injustiça irreversível.
Oi, Leidjane! Concordo muito com você sobre a emoção atropelar a razão. É triste ver como o 'senso de justiça', quando movido apenas pelo sentimento e sem checar os fatos, pode virar uma injustiça irreversível. A falta de responsabilidade social na hora de compartilhar é o que torna tudo tão perigoso.
