Desafio - Módulo I
Citação de andrea.gconsult@gmail.com em abril 26, 2023, 9:37 pmPrimeiro:colocar ele em uma atividade(capoeira,judor ou outro)para ele direcionar a agressividade de uma forma positiva,e depois conversar mais com os pais dele , para melhor o ajudar .
Primeiro:colocar ele em uma atividade(capoeira,judor ou outro)para ele direcionar a agressividade de uma forma positiva,e depois conversar mais com os pais dele , para melhor o ajudar .
Citação de Karolina em abril 27, 2023, 2:24 amA primeira coisa a se fazer é conversar com o Eduardo, para entender como é o seu ambiente familiar.
Incentiva-lo a buscar autoconhecimento também é muito importante, principalmente para identificar a origem desses comportamentos e ressignificar os seus traumas.
E por último, aconselha-lo a fazer algo que gosta, uma atividade que ele possa ocupar a sua mente.
A primeira coisa a se fazer é conversar com o Eduardo, para entender como é o seu ambiente familiar.
Incentiva-lo a buscar autoconhecimento também é muito importante, principalmente para identificar a origem desses comportamentos e ressignificar os seus traumas.
E por último, aconselha-lo a fazer algo que gosta, uma atividade que ele possa ocupar a sua mente.
Citação de ROSENEIDE BISPO VIANA em abril 27, 2023, 3:11 pmA primeira é entender o ambiente em que vive para saber a raiz do problema.
Conscientizá-lo de sua real situação e questioná-lo para entender.
E Ajudar -lo mediante as suas respostas.
A primeira é entender o ambiente em que vive para saber a raiz do problema.
Conscientizá-lo de sua real situação e questioná-lo para entender.
E Ajudar -lo mediante as suas respostas.
Citação de Livia Escobar Garlipp em abril 27, 2023, 7:09 pmO acompanhamento psicanalítico periódico desse jovem é fundamental.
Em paralelo, oferecer alguma atividade como por exemplo esportiva, onde possa ocorrer o gasto de energia.
O acolhimento por parte dos professores pode trazer o jovem a se abrir e contribuir com seu próprio autoconhecimento e progresso.
O acompanhamento psicanalítico periódico desse jovem é fundamental.
Em paralelo, oferecer alguma atividade como por exemplo esportiva, onde possa ocorrer o gasto de energia.
O acolhimento por parte dos professores pode trazer o jovem a se abrir e contribuir com seu próprio autoconhecimento e progresso.
Citação de Soniaeduc@gmail.com em abril 27, 2023, 7:47 pmA primeira atitude a ser pensada é entender através da escuta desse garoto e entender sua historia de vida. Após esse entendimento buscar integra-lo nas atividades da turma, criando atividades envolvendo tanto ele como os outros a fim de que ele não se sinta excluido das demais atividades. Uma boa atividade seria roda de conversa estimulando que todos pudessem expor suas vivências. Outra atividade, poderia ser uma dinamica voltada também para o estimulo da fala, utilizando o recurso de resgate de memorias afetivas, que pode ser feita com desenhos ou outro tipo de arte ou recurso.
A primeira atitude a ser pensada é entender através da escuta desse garoto e entender sua historia de vida. Após esse entendimento buscar integra-lo nas atividades da turma, criando atividades envolvendo tanto ele como os outros a fim de que ele não se sinta excluido das demais atividades. Uma boa atividade seria roda de conversa estimulando que todos pudessem expor suas vivências. Outra atividade, poderia ser uma dinamica voltada também para o estimulo da fala, utilizando o recurso de resgate de memorias afetivas, que pode ser feita com desenhos ou outro tipo de arte ou recurso.
Citação de Andressa Trindade em abril 27, 2023, 9:24 pm1° Ação: Conhecer como é o meio em que Eduardo vive, verificar como é o convívio com os pais.
2° Ação: É analisar os dados obtidos durante a conversa com os pais e propor alternativas para melhor adaptação de Eduardo com o meio escolar.
3° Ação: Conversar com Eduardo, afim de saber quais são seus traumas, medos e anseios. E deixar que Eduardo se alto avalie e reconheça que mudanças são bem-vindas e que ele pode se tornar uma pessoa com melhores resultados.
1° Ação: Conhecer como é o meio em que Eduardo vive, verificar como é o convívio com os pais.
2° Ação: É analisar os dados obtidos durante a conversa com os pais e propor alternativas para melhor adaptação de Eduardo com o meio escolar.
3° Ação: Conversar com Eduardo, afim de saber quais são seus traumas, medos e anseios. E deixar que Eduardo se alto avalie e reconheça que mudanças são bem-vindas e que ele pode se tornar uma pessoa com melhores resultados.
Citação de Andréa El em abril 27, 2023, 10:00 pm1 -Investigar como foi sua criação e infancia ,traumas , encontrar a origem do problema psicologico
2- Analisar a personalidade a partir do consciente, pré consciente e inconsciente quanto a sinalização de algum transtorno de personalidade
3- Aplicar medidas socioeducativas de como conviver em sociedade de forma amigavel lhe trará beneficios
1 -Investigar como foi sua criação e infancia ,traumas , encontrar a origem do problema psicologico
2- Analisar a personalidade a partir do consciente, pré consciente e inconsciente quanto a sinalização de algum transtorno de personalidade
3- Aplicar medidas socioeducativas de como conviver em sociedade de forma amigavel lhe trará beneficios
Citação de Andréa El em abril 27, 2023, 10:50 pm1 - Buscar por meio da Analise compreender a primeira infancia, vivencias, educação recebida, buscar por traumas medos e fobias, conflitos, perdas.
2- Compreendendo o momento de transição da adolescencia levando em consideração a personalidade e indicios de transtornos por meio do consciente, pré consciente e material do inconsciente.
3- Apos a detecção do problema acompanhá-lo e desenvolver atividades junto a ele pra adquirir ,ou educar sobre habilidades de convivência social ou em caso de ausência destas devido ao meio que foi educado, leva-lo ao objetivo é apontar ao adolescente sobre os beneficios de uma boa convivência em sociedade
1 - Buscar por meio da Analise compreender a primeira infancia, vivencias, educação recebida, buscar por traumas medos e fobias, conflitos, perdas.
2- Compreendendo o momento de transição da adolescencia levando em consideração a personalidade e indicios de transtornos por meio do consciente, pré consciente e material do inconsciente.
3- Apos a detecção do problema acompanhá-lo e desenvolver atividades junto a ele pra adquirir ,ou educar sobre habilidades de convivência social ou em caso de ausência destas devido ao meio que foi educado, leva-lo ao objetivo é apontar ao adolescente sobre os beneficios de uma boa convivência em sociedade
Citação de Niobey Ayer em abril 27, 2023, 10:59 pmComo o adolescente mencionado tem um histórico em que a agressividade se percebe nitidamente, e no primeiro momento dá sinais de "sobrevivência" por meio da "agressividade", neste caso, voltado para os mais frágeis, talvez o método mais adequado é o da "aproximação/distanciamento" na busca de conquistar a atenção e a confiança deles, isso se daria por meio de atividades bem simples que exigissem um "baixar da guarda";
Após essa abordagem de "conquista", deveria buscar áreas de maior interesse para que pudesse "pela provocação intencional" fazer que o instinto belicosidade fosse canalizado em expressões artísticas, técnicas ou esportistas descortinando suas "barreiras";
Por fim, fazendo a conexão entre o primeiro ponto e o segundo, poderia, de forma simples, criar não somente um momento de apontar, em grupo, as melhores opções de atividades interativas/avaliativas, isto é, de competições que possa favorecer a reciprocidade.
Essas seriam as minhas ideias iniciais
Como o adolescente mencionado tem um histórico em que a agressividade se percebe nitidamente, e no primeiro momento dá sinais de "sobrevivência" por meio da "agressividade", neste caso, voltado para os mais frágeis, talvez o método mais adequado é o da "aproximação/distanciamento" na busca de conquistar a atenção e a confiança deles, isso se daria por meio de atividades bem simples que exigissem um "baixar da guarda";
Após essa abordagem de "conquista", deveria buscar áreas de maior interesse para que pudesse "pela provocação intencional" fazer que o instinto belicosidade fosse canalizado em expressões artísticas, técnicas ou esportistas descortinando suas "barreiras";
Por fim, fazendo a conexão entre o primeiro ponto e o segundo, poderia, de forma simples, criar não somente um momento de apontar, em grupo, as melhores opções de atividades interativas/avaliativas, isto é, de competições que possa favorecer a reciprocidade.
Essas seriam as minhas ideias iniciais
Citação de Aurea Cavalcanti de Oliveira em abril 28, 2023, 1:39 amConforme estudo de caso do Eduardo sabemos que a agressividade é um tipo de comportamento normal é uma força instintiva que como outras si manifesto em todos seres humanos nos primeiros anos de vida. Eduardo apresenta essa agressividade desde os 6 anos justamente na primeira infância . Digamos que ele encontrou na agressividade uma forma de chamar a atenção do professor para si.
Em primeira análise é preciso observar e estudar uma forma de concluir essa hipótese no comportamento dele pôs, as crianças quando são agressivas procuram despertar nos pais e cuidadores o sentimento interno que esses não conseguem distinguir. Muitas vezes algumas crianças são rotuladas pelos comportamentos , porém é preciso conhecer as suas causas para si adotar algum tipo de manifestação relacionada a sua agressividade.
Percebemos que até os 14 anos Eduardo continua carregando pulsões agressivas e delitos contra os colegas , conforme Freud na psicanálise sua colocação diferenciada dos motivos , despertam-se todas as emoções do paciente , inclusive as hostis são aproveitadas para finalidades de análises, onde o Eduardo já adolescente precisa de apoio e tratamento psicológico, psiquiátrico e psicoterapêutico provavelmente isto, com a atuação dos pais ou mesmo em família provavelmente como individual.
Conforme estudo de caso do Eduardo sabemos que a agressividade é um tipo de comportamento normal é uma força instintiva que como outras si manifesto em todos seres humanos nos primeiros anos de vida. Eduardo apresenta essa agressividade desde os 6 anos justamente na primeira infância . Digamos que ele encontrou na agressividade uma forma de chamar a atenção do professor para si.
Em primeira análise é preciso observar e estudar uma forma de concluir essa hipótese no comportamento dele pôs, as crianças quando são agressivas procuram despertar nos pais e cuidadores o sentimento interno que esses não conseguem distinguir. Muitas vezes algumas crianças são rotuladas pelos comportamentos , porém é preciso conhecer as suas causas para si adotar algum tipo de manifestação relacionada a sua agressividade.
Percebemos que até os 14 anos Eduardo continua carregando pulsões agressivas e delitos contra os colegas , conforme Freud na psicanálise sua colocação diferenciada dos motivos , despertam-se todas as emoções do paciente , inclusive as hostis são aproveitadas para finalidades de análises, onde o Eduardo já adolescente precisa de apoio e tratamento psicológico, psiquiátrico e psicoterapêutico provavelmente isto, com a atuação dos pais ou mesmo em família provavelmente como individual.