Desafio - Módulo I
Citação de Sanches em fevereiro 23, 2025, 8:17 pm
- Conversar com o garoto, entender seu comportamento, ver sua resposta conciente.
- Através disso entender como funciona seu inconciente, comportamentos que são naturais no meio do qual ele é inserido.
- Após tudo isso, fazer questionamentos provocativos, afim de o mesmo fazer uma auto reflexão e assim potencializar seu super-ego, deixando mais forte que seus desejos do Id.
- Conversar com o garoto, entender seu comportamento, ver sua resposta conciente.
- Através disso entender como funciona seu inconciente, comportamentos que são naturais no meio do qual ele é inserido.
- Após tudo isso, fazer questionamentos provocativos, afim de o mesmo fazer uma auto reflexão e assim potencializar seu super-ego, deixando mais forte que seus desejos do Id.
Citação de Juscilede Sousa Fonseca em fevereiro 23, 2025, 9:42 pmPrimeira coisa é buscar informações como ele vivi e com quem, como é esse ambiente, se é um lugar de muitos conflitos
Segundo passo, chamar os pais para colher informações desse comportamento com seus colegas;
Terceiro passo, é direciona-lo para ações como esporte, cultura, para desviar o foco da violência e ter uma boa disciplina.
Primeira coisa é buscar informações como ele vivi e com quem, como é esse ambiente, se é um lugar de muitos conflitos
Segundo passo, chamar os pais para colher informações desse comportamento com seus colegas;
Terceiro passo, é direciona-lo para ações como esporte, cultura, para desviar o foco da violência e ter uma boa disciplina.
Citação de marafclaro@gmail.com em fevereiro 23, 2025, 11:12 pmPrimeiro, conversar com o Eduardo para descobrir os motivos de seu comportamento agressivo, assim poderia falar dos seus sentimentos.
Segundo, interar-se do seu convívio familiar.
Terceiro, ajudá- lo para que seja inserido no convívio social!!
Primeiro, conversar com o Eduardo para descobrir os motivos de seu comportamento agressivo, assim poderia falar dos seus sentimentos.
Segundo, interar-se do seu convívio familiar.
Terceiro, ajudá- lo para que seja inserido no convívio social!!
Citação de Weslley em fevereiro 24, 2025, 2:32 am
- ver o contexto familiar a qual eduardo está inserido pois isso infliencia muito .
- verificar o contexto escolar , outro fator que colabora para tais atitudes .
- e após analisar tais dados , buscar tratar esse tipo de comportamento , que aparentemente foi causado por traumas ou no convivio de casa .
- ver o contexto familiar a qual eduardo está inserido pois isso infliencia muito .
- verificar o contexto escolar , outro fator que colabora para tais atitudes .
- e após analisar tais dados , buscar tratar esse tipo de comportamento , que aparentemente foi causado por traumas ou no convivio de casa .
Citação de Andrigo josé Dias dos santos em fevereiro 24, 2025, 12:43 pmAnalisar seu contexto familiar
Analisar os traumas recalcados no inconsciente
Sublimar a violência em algo aceitável socialmente
Analisar seu contexto familiar
Analisar os traumas recalcados no inconsciente
Sublimar a violência em algo aceitável socialmente
Citação de Ana Caroline de Castro Pontes em fevereiro 24, 2025, 7:29 pmA sublimação como mecanismo de defesa busca anular memórias e sentimentos que nos rementem a dor ou sensação de fragilidade. No contexto apresentado o adolescente em questão que não apresentou melhora no seu estado psicológico deixando estas características transparecerem através do seu comportamento desviante, nos leva a acreditar que existam traumas não resolvidos e uma certa resistência incosciente. Tudo isto pode ser agravado caso o seu núcleo familar seja desajustado ou desorganizado, o que deverá levar a uma intevenção terapêutica diferente da que foi desenvolvida com os demais uma vez que as necessidades deste aluno se mostram mais profundas e delicadas. Buscar compreender o seu contexto familiar e afetivo poderá trazer muitas respostas para estas questões mais sensíveis.
A sublimação como mecanismo de defesa busca anular memórias e sentimentos que nos rementem a dor ou sensação de fragilidade. No contexto apresentado o adolescente em questão que não apresentou melhora no seu estado psicológico deixando estas características transparecerem através do seu comportamento desviante, nos leva a acreditar que existam traumas não resolvidos e uma certa resistência incosciente. Tudo isto pode ser agravado caso o seu núcleo familar seja desajustado ou desorganizado, o que deverá levar a uma intevenção terapêutica diferente da que foi desenvolvida com os demais uma vez que as necessidades deste aluno se mostram mais profundas e delicadas. Buscar compreender o seu contexto familiar e afetivo poderá trazer muitas respostas para estas questões mais sensíveis.
Citação de Alessandra Souza Guimaraes em fevereiro 24, 2025, 9:49 pmInteressante a questão do Eduardo porque já vi casos assim no colégio onde meus filhos estudam e eu acredito que a primeira ação a ser tomada é chamar os pais e entender o convívio no ambiente familiar porque normalmente o problema está dentro do convívio com a família, amigos, vizinhos, ambientes tóxicos como o tráfico de drogas e roubos ... Eduardo pode ter crescido vendo ou vivendo algo
Segundo caminho é com certeza uma conversa com o próprio Eduardo, deixando ele se abrir pra entender que tipo de amizade ele tem, o que ele sente em relação a família, se tem algo ou alguém que está fazendo ele agir da maneira que está agindo
Terceiro seria buscar alguma atividade para suprir toda essa energia e falta de rendimento escolar, deixando a porta aberta para ele poder se comunicar
Interessante a questão do Eduardo porque já vi casos assim no colégio onde meus filhos estudam e eu acredito que a primeira ação a ser tomada é chamar os pais e entender o convívio no ambiente familiar porque normalmente o problema está dentro do convívio com a família, amigos, vizinhos, ambientes tóxicos como o tráfico de drogas e roubos ... Eduardo pode ter crescido vendo ou vivendo algo
Segundo caminho é com certeza uma conversa com o próprio Eduardo, deixando ele se abrir pra entender que tipo de amizade ele tem, o que ele sente em relação a família, se tem algo ou alguém que está fazendo ele agir da maneira que está agindo
Terceiro seria buscar alguma atividade para suprir toda essa energia e falta de rendimento escolar, deixando a porta aberta para ele poder se comunicar
Citação de Gabrielle. em fevereiro 25, 2025, 12:39 pmApós essa reflexão, devemos investigar a relação familiar, quem são os responsáveis, são os pais, avós?
O fator idade/ adolescência/ puberdade também são pontos a serem observados e levados em consideração.
A região, o ambiente em que esse adolescente está inserido.
E tratar todos eles, juntos porém separados, pois todos são uma engrenagem na vida de Eduardo que funcionam juntos, não adianta tratar apenas um aspecto.
Após essa reflexão, devemos investigar a relação familiar, quem são os responsáveis, são os pais, avós?
O fator idade/ adolescência/ puberdade também são pontos a serem observados e levados em consideração.
A região, o ambiente em que esse adolescente está inserido.
E tratar todos eles, juntos porém separados, pois todos são uma engrenagem na vida de Eduardo que funcionam juntos, não adianta tratar apenas um aspecto.
Citação de Eugenia Callejas em fevereiro 25, 2025, 3:33 pmImportante primeiro uma abordagem quanto a relação familiar, criação.
E análise da situação familiar com os comportamentos da criança.
Como ela se sente em relação aos familiares, relação com os pais.
Importante primeiro uma abordagem quanto a relação familiar, criação.
E análise da situação familiar com os comportamentos da criança.
Como ela se sente em relação aos familiares, relação com os pais.
Citação de Eugenia Callejas em fevereiro 25, 2025, 4:04 pmPenso que o indivíduo que sofre do complexo de inferioridade convive desde sua infância com uma certeza mórbida de que sempre é a última a ser lembrada ou requisitada para algo especial. A consequência desse processo é o desenvolvimento de uma personalidade tímida e retraída; nas situações sociais, não sente nenhuma potência pessoal, o que gera raiva e ódio como compensações psicológicas. É como se na presença de outros se sentisse totalmente anulada, e o ódio citado vai constantemente sendo expelido. Quando a auto estima está ferida, a agressividade é manifestada, a tolerância é curta diante da frustração; assim, a pessoa exprime uma reação, por não ter o resultado que se esperava. Isso faz questionar se é bom ou não ao sujeito
exteriorizar sua agressividade.Nesse sentido entendo importante avaliar as relação com os pais , com a família;
Considerara os argumentos da criança em relação aos pais;
E a partir dessa abordagem estabelecer a identificação da causa e estabelecer condutas na terapia para aguda- lo a resolver o conflito que esta causando a agrssividade.
Penso que o indivíduo que sofre do complexo de inferioridade convive desde sua infância com uma certeza mórbida de que sempre é a última a ser lembrada ou requisitada para algo especial. A consequência desse processo é o desenvolvimento de uma personalidade tímida e retraída; nas situações sociais, não sente nenhuma potência pessoal, o que gera raiva e ódio como compensações psicológicas. É como se na presença de outros se sentisse totalmente anulada, e o ódio citado vai constantemente sendo expelido. Quando a auto estima está ferida, a agressividade é manifestada, a tolerância é curta diante da frustração; assim, a pessoa exprime uma reação, por não ter o resultado que se esperava. Isso faz questionar se é bom ou não ao sujeito
exteriorizar sua agressividade.
Nesse sentido entendo importante avaliar as relação com os pais , com a família;
Considerara os argumentos da criança em relação aos pais;
E a partir dessa abordagem estabelecer a identificação da causa e estabelecer condutas na terapia para aguda- lo a resolver o conflito que esta causando a agrssividade.
