Desafio - Módulo I
Citação de amsoaresrj em março 30, 2026, 8:51 pmEu primeiro irei propor conhecer o ambiente familiar , do Eduardo, sua criação pode dizer muito sobre suas ações e decisões, conheceria também a historia de vida dos seus pais , após feita essa analise tentaria trazer o Eduardo ao convívio pacifico com seus colegas por promover oficinas e estratégias de convivência como jogos de equipe mostrando a ele a importância de um convívio social equilibrado , mostrando que conflitos vão sempre existir mias que podem ser solucionas afinal somos pessoas de personalidade diferentes e como um jovem ele esta com a personalidade em formação e cabe cada um de nós na função de educadores influenciar positivamente outros jovens contribuindo para uma sociedade mias compreensiva, tolerantes com as diferenças de outros, e em terceiro lugar por mais trabalhoso que seja procuraria fazer um trabalho de ajuda emocional a este jovem Eduardo, individualmente tratando suas emoções a partir do seu Eu interior , pois a mudança esta em acessar o inconsciente , através da Neuro Programação Mental com atividades e exposição aos sintomas.
Eu primeiro irei propor conhecer o ambiente familiar , do Eduardo, sua criação pode dizer muito sobre suas ações e decisões, conheceria também a historia de vida dos seus pais , após feita essa analise tentaria trazer o Eduardo ao convívio pacifico com seus colegas por promover oficinas e estratégias de convivência como jogos de equipe mostrando a ele a importância de um convívio social equilibrado , mostrando que conflitos vão sempre existir mias que podem ser solucionas afinal somos pessoas de personalidade diferentes e como um jovem ele esta com a personalidade em formação e cabe cada um de nós na função de educadores influenciar positivamente outros jovens contribuindo para uma sociedade mias compreensiva, tolerantes com as diferenças de outros, e em terceiro lugar por mais trabalhoso que seja procuraria fazer um trabalho de ajuda emocional a este jovem Eduardo, individualmente tratando suas emoções a partir do seu Eu interior , pois a mudança esta em acessar o inconsciente , através da Neuro Programação Mental com atividades e exposição aos sintomas.
Citação de Aline_vrib em abril 1, 2026, 8:42 pmCom base na teoria de Sigmund Freud, o comportamento agressivo de Eduardo pode ser compreendido como expressão de uma energia pulsional que não encontrou formas adequadas de elaboração. Nesse sentido, a sublimação aparece como um recurso fundamental, pois permite redirecionar esses impulsos para atividades socialmente aceitas, sem a necessidade de repressão.
Diante disso, três ações podem favorecer a mudança de comportamento do adolescente: a inserção em atividades esportivas estruturadas, como lutas, que possibilitam a expressão da agressividade dentro de regras e disciplina; o incentivo à produção artística, como desenho, pintura ou escrita, permitindo a elaboração simbólica de seus conteúdos internos; e a atribuição de pequenas responsabilidades dentro do grupo, como auxiliar em tarefas ou apoiar colegas mais novos, transformando a necessidade de controle em um lugar de reconhecimento social. Essas estratégias contribuem para que Eduardo encontre novas formas de expressão, promovendo uma relação mais equilibrada com o meio e com os outros.
Com base na teoria de Sigmund Freud, o comportamento agressivo de Eduardo pode ser compreendido como expressão de uma energia pulsional que não encontrou formas adequadas de elaboração. Nesse sentido, a sublimação aparece como um recurso fundamental, pois permite redirecionar esses impulsos para atividades socialmente aceitas, sem a necessidade de repressão.
Diante disso, três ações podem favorecer a mudança de comportamento do adolescente: a inserção em atividades esportivas estruturadas, como lutas, que possibilitam a expressão da agressividade dentro de regras e disciplina; o incentivo à produção artística, como desenho, pintura ou escrita, permitindo a elaboração simbólica de seus conteúdos internos; e a atribuição de pequenas responsabilidades dentro do grupo, como auxiliar em tarefas ou apoiar colegas mais novos, transformando a necessidade de controle em um lugar de reconhecimento social. Essas estratégias contribuem para que Eduardo encontre novas formas de expressão, promovendo uma relação mais equilibrada com o meio e com os outros.
Citação de wallison bruno andrade nascimento em abril 3, 2026, 5:37 pm1 primeiro passo, é analisar toda trajetória e família do adolescente. buscar a solução.
2 Identificar o porque, demais alunos tiverem sucesso e Eduardo , não.
3 indicar ou orientar a algo, que ele goste ou tenha interesse.
1 primeiro passo, é analisar toda trajetória e família do adolescente. buscar a solução.
2 Identificar o porque, demais alunos tiverem sucesso e Eduardo , não.
3 indicar ou orientar a algo, que ele goste ou tenha interesse.
Citação de Silvana Darzé Serrano em abril 6, 2026, 6:16 pmDIANTE DO CASO EXPOSTO, E SABENDO QUE EDUARDO VIVE EM UMA COMUNIDADE QUE NÃO APRESENTA ESTÍMULOS POSITIVOS, SERIA IMPORTANTE UMA CONVERSA COM OS PAIS E RESPONSÁVEIS PELO ALUNO E EM SEGUIDA PROPOR ATIVIDADES INTELECUTAIS , ARTÍSTICAS E ESPORTIVAS PARA CANALIZAR E ORIENTAR AS ENERGIAS DE EDUARDO ESTIMULANDOS SUAS HABILIDADES.
DIANTE DO CASO EXPOSTO, E SABENDO QUE EDUARDO VIVE EM UMA COMUNIDADE QUE NÃO APRESENTA ESTÍMULOS POSITIVOS, SERIA IMPORTANTE UMA CONVERSA COM OS PAIS E RESPONSÁVEIS PELO ALUNO E EM SEGUIDA PROPOR ATIVIDADES INTELECUTAIS , ARTÍSTICAS E ESPORTIVAS PARA CANALIZAR E ORIENTAR AS ENERGIAS DE EDUARDO ESTIMULANDOS SUAS HABILIDADES.
Citação de Raissa Fernanda Duarte Granells em abril 7, 2026, 10:01 pm1. Inserção em atividades esportivas estruturadas (ex: artes marciais ou futebol)
Esportes , especialmente artes marciais ajudam a canalizar agressividade dentro de regras claras, disciplina e respeito ao outro. Isso permite que Eduardo expresse sua energia e competitividade de forma socialmente aceita, desenvolvendo autocontrole e noção de limites.
2. Oficinas de expressão artística (teatro, música ou desenho)
Atividades criativas funcionam como vias de simbolização dos conflitos internos. Por exemplo, no teatro ou na música, Eduardo poderia expressar sentimentos como raiva, frustração ou insegurança sem recorrer à violência, transformando esses impulsos em produção simbólica.3. Participação em projetos de responsabilidade e liderança (monitoria ou ajuda comunitária)
Dar a ele papéis de responsabilidade como ajudar colegas mais novos ou participar de ações comunitárias — pode ressignificar sua relação com o outro. A agressividade pode ser sublimada em proteção, cuidado e protagonismo positivo, fortalecendo sua autoestima e pertencimento social.Essas intervenções funcionam melhor quando combinadas com acompanhamento contínuo (psicológico e pedagógico), garantindo que a energia psíquica encontre saídas cada vez mais elaboradas e socialmente integradas.
1. Inserção em atividades esportivas estruturadas (ex: artes marciais ou futebol)
Esportes , especialmente artes marciais ajudam a canalizar agressividade dentro de regras claras, disciplina e respeito ao outro. Isso permite que Eduardo expresse sua energia e competitividade de forma socialmente aceita, desenvolvendo autocontrole e noção de limites.
2. Oficinas de expressão artística (teatro, música ou desenho)
Atividades criativas funcionam como vias de simbolização dos conflitos internos. Por exemplo, no teatro ou na música, Eduardo poderia expressar sentimentos como raiva, frustração ou insegurança sem recorrer à violência, transformando esses impulsos em produção simbólica.
3. Participação em projetos de responsabilidade e liderança (monitoria ou ajuda comunitária)
Dar a ele papéis de responsabilidade como ajudar colegas mais novos ou participar de ações comunitárias — pode ressignificar sua relação com o outro. A agressividade pode ser sublimada em proteção, cuidado e protagonismo positivo, fortalecendo sua autoestima e pertencimento social.
Essas intervenções funcionam melhor quando combinadas com acompanhamento contínuo (psicológico e pedagógico), garantindo que a energia psíquica encontre saídas cada vez mais elaboradas e socialmente integradas.
Citação de Adriana Bastos Santos em abril 8, 2026, 6:40 pm
- Conhecer seu contexto familiar
- Encaminhar para uma avaliação psicológica para investigação de algum transtorno, uma vez que a escola já tentou todos os meus de ajudá-lo e não obteve resultados positivos.
- Conhecer seu contexto familiar
- Encaminhar para uma avaliação psicológica para investigação de algum transtorno, uma vez que a escola já tentou todos os meus de ajudá-lo e não obteve resultados positivos.
Citação de MARCO AURELIO CERCAL em abril 11, 2026, 12:04 amPelo relato do caso, Eduardo apresenta este comportamento desde os 6 anos de idade. A partir desta informação podemos inferir que antes dos 6 anos ele não apresentava tal comportamento.
Primeira Ação:
Compreender a história e o ambiente que caracterizou a vida de Eduardo desde o nascimento até a idade atual, a fim de compreender as variáveis biopsicossociais, e como estas variáveis se interrelacionaram até a idade atual.
Segunda Ação:
Agressividade, manifestada pelo Eduardo provavelmente está relacionada com a estratégia que ele aprendeu para sobreviver no ambiente no qual cresceu. Muitas vezes a agressividade é fruto de abandono, onde o sujeito acaba desenvolvendo estratégias próprias de autopreservação. Portanto deveríamos ouvir o Eduardo e procurar conhecer a sua visão de mundo e procurar compreender como sua história influencia a construção das suas crenças e da sua perspectiva em relação ao si, em relação ao mundo e em relação à sua perspectiva de futuro, seus desafios, seus desejos e seus medos. Na sequência deveríamos conhecer a dinâmica familiar e como a mesma pode ter contribuído com a dinâmica comportamental de Eduardo.
Terceira Ação:
A partir desta escuta deveríamos começar a ajudar o Eduardo a entrar em contato com suas próprias narrativas, buscando auxiliá-lo a ressignificar compreender e sua história, seus medos e receios, oferecendo a ela a possibilidade de ressignificar sua história permitindo a ele a construção de uma narrativa funcional e construtiva sobre si mesmo.
Pelo relato do caso, Eduardo apresenta este comportamento desde os 6 anos de idade. A partir desta informação podemos inferir que antes dos 6 anos ele não apresentava tal comportamento.
Primeira Ação:
Compreender a história e o ambiente que caracterizou a vida de Eduardo desde o nascimento até a idade atual, a fim de compreender as variáveis biopsicossociais, e como estas variáveis se interrelacionaram até a idade atual.
Segunda Ação:
Agressividade, manifestada pelo Eduardo provavelmente está relacionada com a estratégia que ele aprendeu para sobreviver no ambiente no qual cresceu. Muitas vezes a agressividade é fruto de abandono, onde o sujeito acaba desenvolvendo estratégias próprias de autopreservação. Portanto deveríamos ouvir o Eduardo e procurar conhecer a sua visão de mundo e procurar compreender como sua história influencia a construção das suas crenças e da sua perspectiva em relação ao si, em relação ao mundo e em relação à sua perspectiva de futuro, seus desafios, seus desejos e seus medos. Na sequência deveríamos conhecer a dinâmica familiar e como a mesma pode ter contribuído com a dinâmica comportamental de Eduardo.
Terceira Ação:
A partir desta escuta deveríamos começar a ajudar o Eduardo a entrar em contato com suas próprias narrativas, buscando auxiliá-lo a ressignificar compreender e sua história, seus medos e receios, oferecendo a ela a possibilidade de ressignificar sua história permitindo a ele a construção de uma narrativa funcional e construtiva sobre si mesmo.
Citação de MARCO AURELIO CERCAL em abril 11, 2026, 12:06 amPelo relato do caso, Eduardo apresenta este comportamento desde os 6 anos de idade. A partir desta informação podemos inferir que antes dos 6 anos ele não apresentava tal comportamento.
Primeira Ação:
Compreender a história e o ambiente que caracterizou a vida de Eduardo desde o nascimento até a idade atual, a fim de compreender as variáveis biopsicossociais, e como estas variáveis se interrelacionaram até a idade atual.
Segunda Ação:
Agressividade, manifestada pelo Eduardo provavelmente está relacionada com a estratégia que ele aprendeu para sobreviver no ambiente no qual cresceu. Muitas vezes a agressividade é fruto de abandono, onde o sujeito acaba desenvolvendo estratégias próprias de autopreservação. Portanto deveríamos ouvir o Eduardo e procurar conhecer a sua visão de mundo e procurar compreender como sua história influencia a construção das suas crenças e da sua perspectiva em relação ao si, em relação ao mundo e em relação à sua perspectiva de futuro, seus desafios, seus desejos e seus medos. Na sequência deveríamos conhecer a dinâmica familiar e como a mesma pode ter contribuído com a dinâmica comportamental de Eduardo.
Terceira Ação:
A partir desta escuta deveríamos começar a ajudar o Eduardo a entrar em contato com suas próprias narrativas, buscando auxiliá-lo a ressignificar compreender e sua história, seus medos e receios, oferecendo a ela a possibilidade de ressignificar sua história permitindo a ele a construção de uma narrativa funcional e construtiva sobre si mesmo.
Pelo relato do caso, Eduardo apresenta este comportamento desde os 6 anos de idade. A partir desta informação podemos inferir que antes dos 6 anos ele não apresentava tal comportamento.
Primeira Ação:
Compreender a história e o ambiente que caracterizou a vida de Eduardo desde o nascimento até a idade atual, a fim de compreender as variáveis biopsicossociais, e como estas variáveis se interrelacionaram até a idade atual.
Segunda Ação:
Agressividade, manifestada pelo Eduardo provavelmente está relacionada com a estratégia que ele aprendeu para sobreviver no ambiente no qual cresceu. Muitas vezes a agressividade é fruto de abandono, onde o sujeito acaba desenvolvendo estratégias próprias de autopreservação. Portanto deveríamos ouvir o Eduardo e procurar conhecer a sua visão de mundo e procurar compreender como sua história influencia a construção das suas crenças e da sua perspectiva em relação ao si, em relação ao mundo e em relação à sua perspectiva de futuro, seus desafios, seus desejos e seus medos. Na sequência deveríamos conhecer a dinâmica familiar e como a mesma pode ter contribuído com a dinâmica comportamental de Eduardo.
Terceira Ação:
A partir desta escuta deveríamos começar a ajudar o Eduardo a entrar em contato com suas próprias narrativas, buscando auxiliá-lo a ressignificar compreender e sua história, seus medos e receios, oferecendo a ela a possibilidade de ressignificar sua história permitindo a ele a construção de uma narrativa funcional e construtiva sobre si mesmo.
Citação de DIANE Almeida em abril 11, 2026, 3:24 amSeria necessário após a anamnese saber como é a rotina de convivência dele com a família.amparar e ofertar acolhimento após isso. Durante as sessões seguidas propor ações para ajudar no comportamento agressivo e que contribua com a ferramenta de ter uma rotina dinâmica social.como por exemplo.: participar de atividades em grupo, ajudar a ele se auto descobrir em qual atividade ele se indentifica...poderia ser arteterapia,tocar um instrumento, e etc. Iria propor esse desafio a ele contando com a participação do mesmo e pedindo pra ele trazer o relatório de como foi a experiência dele para as sessões.
Seria necessário após a anamnese saber como é a rotina de convivência dele com a família.amparar e ofertar acolhimento após isso. Durante as sessões seguidas propor ações para ajudar no comportamento agressivo e que contribua com a ferramenta de ter uma rotina dinâmica social.como por exemplo.: participar de atividades em grupo, ajudar a ele se auto descobrir em qual atividade ele se indentifica...poderia ser arteterapia,tocar um instrumento, e etc. Iria propor esse desafio a ele contando com a participação do mesmo e pedindo pra ele trazer o relatório de como foi a experiência dele para as sessões.
Citação de Thayser Schneider em abril 12, 2026, 4:18 pmTeria que analisar profundamente o ambiente em que vive, sob o tripe psicanalitico.
Teria que analisar profundamente o ambiente em que vive, sob o tripe psicanalitico.
