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Desafio - Módulo I

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Acredito que o primeiro passo seria de escuta ! Ouvir o que o Eduardo tem a dizer, inicialmente o mesmo pode se perder em suas próprias palavras não conseguindo elaborar o que de fato acontece. Se sentir seguro para falar ( embora possa parecer confuso no inicio ) , precisamos estar atento aos sinais... Trazer a família, como eles enxergam o Eduardo, fatos que podem ter ocorrido desde a gravides precisam ser levantados também. Rejeições, possíveis abusos...enfim...Qual o lugar que o Eduardo se sente realmente seguro? acolhido ? Seriam momentos investigativos e através deste resultado montar uma forma de trazer o Eduardo a participar das atividades, lembrando que antes de tudo o mesmo precisa se sentir acolhido, principalmente ter a liberdade de expressão em sua fala com o profissional. Permitir expressar raiva, dor, tristeza, duvidas...

Considerando a compreensão freudiana sobre a sublimação, entende-se que impulsos agressivos e conflitos internos podem ser direcionados para atividades socialmente aceitas e construtivas. No caso de Eduardo, seria importante oferecer espaços em que ele pudesse transformar sua agressividade em expressão, pertencimento e reconhecimento positivo.

Três ações que poderiam favorecer essa mudança seriam:

  1. Inserção em atividades esportivas
    Esportes como futebol, artes marciais ou atletismo poderiam ajudar Eduardo a canalizar sua agressividade e energia para regras, disciplina e superação pessoal. Além disso, o esporte favorece a socialização, o autocontrole e o sentimento de pertencimento ao grupo.
  2. Oficinas de arte, música ou teatro
    Atividades artísticas permitem que emoções difíceis sejam expressadas simbolicamente. Através do desenho, da música ou da atuação, Eduardo poderia elaborar sentimentos internos de forma mais saudável, desenvolvendo criatividade, autoestima e capacidade de comunicação emocional.
  3. Participação em projetos de responsabilidade e liderança
    Dar a Eduardo pequenas responsabilidades dentro da ONG, como auxiliar em atividades, organizar materiais ou ajudar colegas mais novos, poderia fazer com que ele se sentisse valorizado e reconhecido positivamente. Muitas vezes, adolescentes com comportamento agressivo possuem necessidade de atenção e validação, e transformar isso em protagonismo saudável favorece mudanças significativas.

Dessa forma, a sublimação atua como um mecanismo capaz de transformar impulsos destrutivos em ações socialmente úteis, contribuindo tanto para o desenvolvimento emocional do adolescente quanto para sua integração social.

O comportamento de Eduardo pode estar relacionado a conflitos emocionais, experiências afetivas difíceis, sentimentos reprimidos ou formas de chamar atenção e lidar com sofrimentos internos. Assim, algumas ações importantes de maneira contínua seriam:

  1. Escuta psicológica e acompanhamento terapêutico
  2. Atividades de expressão emocional e simbólica
  3. Fortalecimento dos vínculos afetivos e sociais

Eu acredito que uma das ações que poderiam ser feitas com Eduardo é inseri-lo em atividades que ele se interessa, canalizando a sua energia para essa atividade.

Mas deveria ser algo que o faça pensar e refletir sobre o dano que ele tem causado a si mesmo e aos outros.

Além disso, a situação familiar e outros lugares que Eduardo frequenta, devem ser analisados. Até mesmo para saber se ele tem sofrido algum tipo de influência desses ambientes e até mesmo das pessoas que o frequenta.

Além de estabelecer limites para esse jovem.

A princípio, eu creio que as habilidades de Eduardo deveriam ser exploradas e as suas energias canalizadas para atividades que o atraiam.

Porém, atividade que o faça refletir sobre o peso de suas ações e eventualmente, trabalhá-las.

O contexto familiar e os ambientes diariamente frequentados também devem ser observado, para que seja sabido que tipo de influência esse jovem tem recebido.

Nas atividades propostas que o levará a refletir sobre suas próprias responsabilidades e mudanças de comportamento, também deve estar inserido o suporte, para que arita que ele tem seguido seja recalculada.

Deve-se também entender se Eduardo tem limites pré estabelecidos. E se não, isso também deve ser trabalhado.

Além da participação em atividades esportivas como forma de sublimação da agressividade, seria importante oferecer espaços de escuta e acolhimento para Eduardo, permitindo que ele pudesse expressar seus conflitos internos de maneira verbal, e não apenas por meio da violência. Outra ação importante seria incluí-lo em funções de responsabilidade dentro da ONG, favorecendo seu sentimento de pertencimento, valorização e reconhecimento social.

Considerando a teoria da sublimação de Freud, a agressividade do aluno pode ser compreendida como uma energia emocional que precisa ser redirecionada para formas construtivas e socialmente aceitas. Nesse sentido, indicam-se três ações principais: (1) inserção em atividades esportivas com disciplina e regras, como artes marciais ou esportes coletivos, favorecendo o autocontrole; (2) participação em oficinas de expressão artística ou técnica, como música, teatro, escrita, mecânica ou projetos manuais, possibilitando a transformação das emoções em produção criativa; e (3) acompanhamento próximo por um adulto de referência no projeto social, com estabelecimento de limites claros, escuta acolhedora e incentivo ao protagonismo, promovendo pertencimento e reconhecimento positivo.

A sublimação acontece quando os impulsos agressivos  ou destrutivos são transformados em atividades socialmente aceitas e positivas, com base nisso, as 3 alternativas propostas para resolução do caso de Eduardo, poderiam ser:
Colocar Eduardo para ajudar a supervisionar a turma;
Sugerir algum esporte que ensine disciplina e autocontrole e que canalize a agressividade;
Sugerir alguma forma de arte e expressão emocional reprimida sem violência.

Minha ponderação seria buscar ajuda especializada para investigar traumas e vivências escondidas no inconsciente do garoto, de forma à reconduzí-lo a consciência dos seus atos e comportamentos, orientando para a socialização e integração com os demais.

Acerca do comportamento do Eduardo, primeiro seria investigar o contexto familiar o qual ele estaria inserido, como relação com o pai, mãe e irmãos e todas a estrutura familiar, poderia também entender qual seria o mecanismo de defesa o qual Eduardo apresentava que o impedia de socializar com os colegas, entender qual é o mecanismo de defesa o qual era reprima dentro da sua psiquê, entender também o medo que ele inconscientemente o afastava das atividades e sociedade.

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