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Desafio - Módulo I

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Participar de:

  • oficinas de artes marciais
  • esportes de contato
  • cursos de marcenaria ou borracharia
  • Aulas de bateria

Reprimir nestes casos pode piorar a situação. Tem que que oferecer objetos substitutos para que a sociedade veja valor e promova o equilíbrio social.

Citação de IEVI em outubro 29, 2021, 10:57 am

Após reflexão, e considerando a compreensão freudiana sobre sublimação e os benefícios desse processo para manutenção da ordem social, apresente três ações/atividades que poderiam ser feitas para favorecer a mudança de comportamento de Eduardo. 

1º - Como aprendemos no inicio das lições, a "Base" é o AUTOCONHECIMENTO, nesse sentido entendo que devemos trabalhar com o adolescente esse tema, auxiliando-o a identificar quais são os impulsos, desejos e fantasias recorrentes, de forma que ele nomeie o que sente.
2º - Explorar seus talentos e interesses, testando atividades que canalizem energia: arte, esportes, musicas, pesquisas etc.
3º - Trabalhar com o adolescente a tolerância à frustração.

 

1. Atividades físicas estruturadas (especialmente esportes de contato)

Esportes como artes marciais, boxe ou futebol permitem que o adolescente expresse agressividade de forma controlada, com regras claras e disciplina. Isso não só libera tensão, mas também ensina autocontrole, respeito ao outro e limites — elementos centrais para a sublimação.

2. Expressão artística (música, desenho, escrita)

A arte funciona como um canal simbólico para emoções intensas. Um adolescente agressivo pode transformar raiva em produção criativa — por exemplo, compondo músicas, escrevendo ou desenhando. Aqui, o impulso é transformado em algo culturalmente valorizado, exatamente como Freud descrevia.

3. Participação em projetos sociais ou atividades com responsabilidade

Envolver o adolescente em atividades como voluntariado, grupos comunitários ou até tarefas com responsabilidade (liderança em equipe, por exemplo) ajuda a redirecionar a energia para algo construtivo. A agressividade pode ser ressignificada como iniciativa, coragem ou senso de justiça.

1. Atividades físicas estruturadas (especialmente esportes de contato)

Esportes como artes marciais, boxe ou futebol permitem que o adolescente expresse agressividade de forma controlada, com regras claras e disciplina. Isso não só libera tensão, mas também ensina autocontrole, respeito ao outro e limites — elementos centrais para a sublimação.

2. Expressão artística (música, desenho, escrita)

A arte funciona como um canal simbólico para emoções intensas. Um adolescente agressivo pode transformar raiva em produção criativa — por exemplo, compondo músicas, escrevendo ou desenhando. Aqui, o impulso é transformado em algo culturalmente valorizado, exatamente como Freud descrevia.

3. Participação em projetos sociais ou atividades com responsabilidade

Envolver o adolescente em atividades como voluntariado, grupos comunitários ou até tarefas com responsabilidade (liderança em equipe, por exemplo) ajuda a redirecionar a energia para algo construtivo. A agressividade pode ser ressignificada como iniciativa, coragem ou senso de justiça.

Eu sugeriria alternativas que substituam atitudes agressivas por comportamentos mais positivos, que incentivem a convivência social e também contribuam para o desenvolvimento pessoal. Por exemplo, envolver-se em atividades cognitivas, como jogos de estratégia; explorar habilidades artísticas, como aprender a tocar um instrumento musical ou participar de grupos de dança; além de praticar esportes ou artes marciais, que ajudam a canalizar energia de forma saudável.

1° Conversar com o Eduardo, buscando entender o que estaria levando ele a tomar tal atitude agressiva com os outros.

2° Atribuir a Eduardo uma responsabilidade técnica ou de auxílio ( como organizar equipamentos ou ajudar em uma tarefa onde ele tenha domínio). Ao deslocar o desejo de domínio e poder (pulsão de domínio) para um papel de liderança útil á ONG, Eduardo pode encontrar satisfação egoísta no reconhecimento social, em vez de buscá-la através do conflito.

A meu meu ver, lógico que é preciso uma investigação analítica de Eduardo, mas em relação a sublimação sendo que a mesmo seja convertida em energia artística, ou até esportiva,  experimentaria uma oficina de música de preferencia percussão ou algum esporte pois ambos deliberam disciplina.

1. Acredito que o primeiro grande passo é realizar a escuta ativa do Eduardo ou empregar recursos por meio dos quais ele possa manifestar a percepção que ele tem sobre si e/ou os sentimentos que fundamentam os comportamentos observados.

2. Como o impulso não se desfaz, mas permanece no sujeito, o segundo passo é buscar outros objetos nos quais ele possa direcionar e descarregar tais impulsos de forma mais positiva.

3. Trabalhar com a família e com os grupos que interagem com ele recursos para evitar que situações gatilho sejam mantidas na relação com o Eduardo.

 

É muito válido primeiro saber como é o convívio familiar de Eduardo… para melhor compreender certas atitudes, apoiá-lo a praticar esportes ou atividades físicas e procurar um acompanhamento psicológico…

É preciso analisar o contexto familiar de Eduardo, possíveis mudanças, acontecimentos, conflitos, entre outros que possam estar levando Eduardo a estes comportamentos em ambiente social, como a escola, a ONG.

A partir dessas informações e análises será possível propor intervenções mais adequadas, possivelmente um acompanhamento terapêutico.

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