Desafio - Módulo II
Citação de Katia Barcellos Carvalho em setembro 7, 2024, 1:56 amO irmão que ficou em casa pôde se ver no irmão através do espelho, a construção do próprio EU nesse caso estava baseado em seu irmão.
O irmão que ficou em casa pôde se ver no irmão através do espelho, a construção do próprio EU nesse caso estava baseado em seu irmão.
Citação de Monique Moura em setembro 7, 2024, 12:19 pmEsse gêmeos estão tendo dificuldades em construir o eu ,pois o outro que deveria ser a ajuda era igual fisicamente o que dificultava mais ainda nessa construção do eu físico
Esse gêmeos estão tendo dificuldades em construir o eu ,pois o outro que deveria ser a ajuda era igual fisicamente o que dificultava mais ainda nessa construção do eu físico
Citação de Jessica Suhett em setembro 7, 2024, 6:20 pmBom, podemos ver claramente a falta de descoberta do “eu”. Afinal, ele está “acostumado” desde o ventre a ter seu irmão por perto, que por sinal, é idêntico a ele, causando, quando está só, uma confusão na mente dele.
Bom, podemos ver claramente a falta de descoberta do “eu”. Afinal, ele está “acostumado” desde o ventre a ter seu irmão por perto, que por sinal, é idêntico a ele, causando, quando está só, uma confusão na mente dele.
Citação de Millena Lemos de Araújo em setembro 8, 2024, 11:31 pmLevando em consideração o conteúdo estudado, podemos afirmar que a criança em questão ainda não se reconhece e acha que sua imagem no espelho é a de seu irmão gêmeo. Ainda não é capaz de distinguir-se do irmão.
Levando em consideração o conteúdo estudado, podemos afirmar que a criança em questão ainda não se reconhece e acha que sua imagem no espelho é a de seu irmão gêmeo. Ainda não é capaz de distinguir-se do irmão.
Citação de NICOLAS VLADIMIR em setembro 9, 2024, 2:35 pmO garoto projeta a imagem do seu irmão por serem gêmeros. Assim, percebendo que a imagem projetada no espelho não atende suas epectativas - o brincar com ele, há a frustração momentânea.
O garoto projeta a imagem do seu irmão por serem gêmeros. Assim, percebendo que a imagem projetada no espelho não atende suas epectativas - o brincar com ele, há a frustração momentânea.
Citação de Gustavo Tomasi | Mixsalive em setembro 9, 2024, 6:11 pmFreud considera que o "eu" estrutura-se também através do externo, do outro, na identificação com este, referenciando-se nele. Na constituição do sujeito, o corpo é um elemento de fundamental importância no acesso ao mundo subjetivo: sua subjetividade o conduz ao universo afetivo e simbólico, conectando-o à sua dimensão psíquica e existencial. Freud anuncia o "eu" como eu corporal, já que é a projeção da exterioridade do "eu". A criança, ao nascer, dado seu estado de confusão, não é capaz de definir seus limites corporais, que é interno ou externo nele. Neste sentido, constituirá sua imagem corporal a partir da percepção de seu corpo (mundo interior) e mundo externo.
Lacan, nesta esteira, aponta através do estágio do espelho que o "eu" não é produto do amadurecimento biológico - revisitando ideias freudianas - mas sim o resultado de uma relação, ou comparação, com o outro. A partir desta identificação do "eu", amparada pela equiparação a um outro (mãe ou quem a substitua) - este outro estando presente fisicamente e reagindo a ele - o "eu" é entendido como tal pela criança; ainda que não saiba o que é, ele sabe que é aquele "eu". O estádio do espelho, para Lacan, delineia inicialmente o "eu" fundamental através da imagem unificada do corpo e também da presença efetiva do outro, que testemunha, por meio do olhar, a forma do semelhante. No ideal lacaniano, esta é a identificação crucial, um ideal de imagem de si: na fase inicial de vida, o conceito de perfil de eu baseia-se no corpo, constituindo o eu-imaginário neste período imaginário; também passa a diferenciar-se do talhe do outro e do mundo externo a partir da imagem do seu próprio torso. Então, por conta da identificação de seu corpo individual, passa a entender aquilo que é e aquilo que não é, permitindo-lhe identidade.
Todavia, na circunstância em análise, o referencial de imagem do espelho resulta na semelhança com o gêmeo univitelino. Lacan e Dolto apontam teses que poderiam explicar o fenômeno.
Para Lacan, neste sentido, o indivíduo constituirá sua imagem corporal a partir da percepção de seu corpo (mundo interior) e mundo externo. As sensações internas e externas se expressarão no corpo biológico: tato, audição, olfato, paladar e visão, assim como as sensações de dor (nocicepção) e o sentido de localização corporal (propriocepção). A visão possui grande importância na construção do eu, uma vez que é através deste sentido que o outro é conhecido, onde compreende-se os contornos corporais e seus limites, e, olhando-se no espelho, por meio da qual surge a imagem especular, originada pelo ato de olhar-se a si próprio, olhar para o outro e do olhar do outro.
Françoise Dolto apresentou uma nova concepção sobre a imagem do corpo, explorando a tese de que o inconsciente é um registro de traços estruturais, como sendo parte da história emocional da relação do ser humano com o outro desde sua concepção. Essa concepção da imagem do corpo inconsciente caracteriza-a como uma representação psíquica primária, precoce, sem figuração no instante em que é elaborada, só sendo possível sua representação num momento posterior. Ou seja, ainda que haja uma determinação essencial sobre o "eu" individual da criança, há ainda a necessidade do aprimoramento do esquema corporal. O nomeado esquema corporal caracteriza o indivíduo como representante da espécie humana, não importando o lugar, a época ou as circunstâncias em que vive. Através dele, desempenha-se o papel ativo ou passivo da imagem do corpo, no sentido de que propicia a objetivação de uma intersubjetividade, de uma relação da linguagem com os outros.
Neste aspecto, há também grande importância na questão do nome. O nome, desde o nascimento, liga-se à criança e contribui à estruturação da imagem do corpo. O nome, quando dito, despertará o sujeito do sono profundo, por exemplo; um fonema intimamente ligado à própria vida e com o outro e, a partir da nascença, torna-se significante da relação com a mãe, e, subsequentemente, com os outros indivíduos e, mais tarde, item basilar nas relações sociais e de identificação.
Freud considera que o "eu" estrutura-se também através do externo, do outro, na identificação com este, referenciando-se nele. Na constituição do sujeito, o corpo é um elemento de fundamental importância no acesso ao mundo subjetivo: sua subjetividade o conduz ao universo afetivo e simbólico, conectando-o à sua dimensão psíquica e existencial. Freud anuncia o "eu" como eu corporal, já que é a projeção da exterioridade do "eu". A criança, ao nascer, dado seu estado de confusão, não é capaz de definir seus limites corporais, que é interno ou externo nele. Neste sentido, constituirá sua imagem corporal a partir da percepção de seu corpo (mundo interior) e mundo externo.
Lacan, nesta esteira, aponta através do estágio do espelho que o "eu" não é produto do amadurecimento biológico - revisitando ideias freudianas - mas sim o resultado de uma relação, ou comparação, com o outro. A partir desta identificação do "eu", amparada pela equiparação a um outro (mãe ou quem a substitua) - este outro estando presente fisicamente e reagindo a ele - o "eu" é entendido como tal pela criança; ainda que não saiba o que é, ele sabe que é aquele "eu". O estádio do espelho, para Lacan, delineia inicialmente o "eu" fundamental através da imagem unificada do corpo e também da presença efetiva do outro, que testemunha, por meio do olhar, a forma do semelhante. No ideal lacaniano, esta é a identificação crucial, um ideal de imagem de si: na fase inicial de vida, o conceito de perfil de eu baseia-se no corpo, constituindo o eu-imaginário neste período imaginário; também passa a diferenciar-se do talhe do outro e do mundo externo a partir da imagem do seu próprio torso. Então, por conta da identificação de seu corpo individual, passa a entender aquilo que é e aquilo que não é, permitindo-lhe identidade.
Todavia, na circunstância em análise, o referencial de imagem do espelho resulta na semelhança com o gêmeo univitelino. Lacan e Dolto apontam teses que poderiam explicar o fenômeno.
Para Lacan, neste sentido, o indivíduo constituirá sua imagem corporal a partir da percepção de seu corpo (mundo interior) e mundo externo. As sensações internas e externas se expressarão no corpo biológico: tato, audição, olfato, paladar e visão, assim como as sensações de dor (nocicepção) e o sentido de localização corporal (propriocepção). A visão possui grande importância na construção do eu, uma vez que é através deste sentido que o outro é conhecido, onde compreende-se os contornos corporais e seus limites, e, olhando-se no espelho, por meio da qual surge a imagem especular, originada pelo ato de olhar-se a si próprio, olhar para o outro e do olhar do outro.
Françoise Dolto apresentou uma nova concepção sobre a imagem do corpo, explorando a tese de que o inconsciente é um registro de traços estruturais, como sendo parte da história emocional da relação do ser humano com o outro desde sua concepção. Essa concepção da imagem do corpo inconsciente caracteriza-a como uma representação psíquica primária, precoce, sem figuração no instante em que é elaborada, só sendo possível sua representação num momento posterior. Ou seja, ainda que haja uma determinação essencial sobre o "eu" individual da criança, há ainda a necessidade do aprimoramento do esquema corporal. O nomeado esquema corporal caracteriza o indivíduo como representante da espécie humana, não importando o lugar, a época ou as circunstâncias em que vive. Através dele, desempenha-se o papel ativo ou passivo da imagem do corpo, no sentido de que propicia a objetivação de uma intersubjetividade, de uma relação da linguagem com os outros.
Neste aspecto, há também grande importância na questão do nome. O nome, desde o nascimento, liga-se à criança e contribui à estruturação da imagem do corpo. O nome, quando dito, despertará o sujeito do sono profundo, por exemplo; um fonema intimamente ligado à própria vida e com o outro e, a partir da nascença, torna-se significante da relação com a mãe, e, subsequentemente, com os outros indivíduos e, mais tarde, item basilar nas relações sociais e de identificação.
Citação de Esmaína em setembro 9, 2024, 7:35 pmNosso Eu tem origem sempre num laço identificatório inconsciente com o Outro, a partir do qual serei capaz de me identificar e constituir um Eu, através desse Outro que está em relação comigo.
Nosso Eu tem origem sempre num laço identificatório inconsciente com o Outro, a partir do qual serei capaz de me identificar e constituir um Eu, através desse Outro que está em relação comigo.
Citação de Ivanildadoe em setembro 9, 2024, 7:46 pmAinda sobre os irmãos gêmeos se for gerado da mesma placenta existe uma ligação de alma devido serem gerado na mesma placenta mas se for gêmeos de placenta separada um se espelhar no outro e será sempre assim um protegendo outro
Ainda sobre os irmãos gêmeos se for gerado da mesma placenta existe uma ligação de alma devido serem gerado na mesma placenta mas se for gêmeos de placenta separada um se espelhar no outro e será sempre assim um protegendo outro
Citação de Ivanildadoe em setembro 9, 2024, 8:39 pmOs irmãos gêmeos se conhecem muito bem e podem até ser tratados como se iguais mais são eles são pessoas deferente. A criança entende q gemios como pessoas totalmente diferente delas mais os outros podem buscar assimetria entre os irmãos isso pode pode ser um desafio para os pais q precisam respeitar as individualidade dos gêmeos os mesmos com tantas semelhanças física e olhando pra o espelho ele não se vê mais sim deu irmão ele não percebe a sua própria imagem e sim seu irmão
Os irmãos gêmeos se conhecem muito bem e podem até ser tratados como se iguais mais são eles são pessoas deferente. A criança entende q gemios como pessoas totalmente diferente delas mais os outros podem buscar assimetria entre os irmãos isso pode pode ser um desafio para os pais q precisam respeitar as individualidade dos gêmeos os mesmos com tantas semelhanças física e olhando pra o espelho ele não se vê mais sim deu irmão ele não percebe a sua própria imagem e sim seu irmão
Citação de Mireide Silva Dos Santos Armentano em setembro 10, 2024, 12:09 amNo caso dos irmãos gêmeos ele são idênticos mais pode traçar modos diferente de vida , pois se trata de duas pessoas .
No caso dos irmãos gêmeos ele são idênticos mais pode traçar modos diferente de vida , pois se trata de duas pessoas .