Desafio - Módulo II
Citação de adriana aparecida da silva massei em setembro 3, 2025, 8:12 pmO menin que ficou ainda não consegue se identificar como uma pessoa sozinha, ele ve o rflexo dele mesmo e não admite a solitude, que o irmao causa
O menin que ficou ainda não consegue se identificar como uma pessoa sozinha, ele ve o rflexo dele mesmo e não admite a solitude, que o irmao causa
Citação de AURENIDE JOSÉ DOS SANTOS em setembro 4, 2025, 2:47 amPor estar a criança no estado de desamparo, pode-se imaginar que ainda não existe a compreensão, interpretação ou concepção estruturada sobre a realidade, impedindo-a de identificar a situação. Por esse motivo, ficou confuso com a imagem refletida no espelho, pensando ser seu irmão. O nível de experiência adquirido, até o momento, ainda não foi suficiente para situá-lo no mundo que já existe, não favorecendo o desenvolvimento do eu corpo e psiquismo pré-estabelecido.
Por estar a criança no estado de desamparo, pode-se imaginar que ainda não existe a compreensão, interpretação ou concepção estruturada sobre a realidade, impedindo-a de identificar a situação. Por esse motivo, ficou confuso com a imagem refletida no espelho, pensando ser seu irmão. O nível de experiência adquirido, até o momento, ainda não foi suficiente para situá-lo no mundo que já existe, não favorecendo o desenvolvimento do eu corpo e psiquismo pré-estabelecido.
Citação de LEOMAR PAES em setembro 4, 2025, 11:59 amPara Freud, o narcisismo é uma fase em que o eu (ego) se constitui a partir da própria imagem. O gêmeo que ficou doente está acostumado a uma relação especular real: o irmão gêmeo, que funciona como um “outro eu” e responde às suas ações. No espelho, ele vê a própria imagem, mas essa imagem é muda, não devolve a resposta que o irmão gêmeo normalmente lhe daria. Isso pode gerar sentimento de solidão, falta e desamparo, conceitos que Freud relaciona à angústia do eu diante da ausência do objeto amado.
Para Freud, o narcisismo é uma fase em que o eu (ego) se constitui a partir da própria imagem. O gêmeo que ficou doente está acostumado a uma relação especular real: o irmão gêmeo, que funciona como um “outro eu” e responde às suas ações. No espelho, ele vê a própria imagem, mas essa imagem é muda, não devolve a resposta que o irmão gêmeo normalmente lhe daria. Isso pode gerar sentimento de solidão, falta e desamparo, conceitos que Freud relaciona à angústia do eu diante da ausência do objeto amado.
Citação de Milenesa em setembro 4, 2025, 1:29 pmO menino confundiu a própria imagem no espelho com a do irmão, mostrando que sua identidade ainda estava em construção. Isso acontece porque, no início da vida, a gente precisa do outro para se reconhecer. Nos gêmeos, essa confusão fica ainda mais forte por causa da semelhança, mas quando um fica doente e o outro vai para a escola, começa a aparecer essa separação. Na visão psicanalítica, isso faz parte do processo de constituição do eu: a criança precisa se ver diferente do outro para começar a reconhecer quem ela mesma é. Nesse caso, o espelho e a relação com a mãe ajuda a reforçar essa descoberta.
Todos nós precisamos do olhar do outro para nos reconhecer, mas também de momentos em que conseguimos nos afirmar como indivíduos únicos.
O menino confundiu a própria imagem no espelho com a do irmão, mostrando que sua identidade ainda estava em construção. Isso acontece porque, no início da vida, a gente precisa do outro para se reconhecer. Nos gêmeos, essa confusão fica ainda mais forte por causa da semelhança, mas quando um fica doente e o outro vai para a escola, começa a aparecer essa separação. Na visão psicanalítica, isso faz parte do processo de constituição do eu: a criança precisa se ver diferente do outro para começar a reconhecer quem ela mesma é. Nesse caso, o espelho e a relação com a mãe ajuda a reforçar essa descoberta.
Todos nós precisamos do olhar do outro para nos reconhecer, mas também de momentos em que conseguimos nos afirmar como indivíduos únicos.
Citação de Natalia Truguilho de Melo em setembro 4, 2025, 3:12 pmNa história, o irmão que ficou em casa ainda não tem clareza de quem é o seu próprio eu sem o auxílio de outra pessoa. Como sua imagem externa é idêntica à do irmão, e por falta de maturidade, ele não consegue diferenciar a si mesmo do outro. Para Freud, isso mostra o estado de desamparo da criança, que precisa do outro para se constituir. Em Lacan, vemos o estádio do espelho, em que a criança se identifica com a imagem refletida de forma ilusória, acreditando que se trata de um outro – no caso, o irmão. Quando o reflexo não responde, surge a angústia, porque o eu depende do olhar e do reconhecimento do outro. Já em Dolto, essa situação acontece porque a imagem do corpo ainda não está formada, e por isso o reflexo é confundido com um sujeito real. A entrada da mãe no quarto é essencial, pois traz acolhimento e ajuda o filho a se localizar. Assim, a cena mostra como a criança ainda não diferencia plenamente o eu do outro e como precisa da presença de alguém para começar a formar sua identidade.
Na história, o irmão que ficou em casa ainda não tem clareza de quem é o seu próprio eu sem o auxílio de outra pessoa. Como sua imagem externa é idêntica à do irmão, e por falta de maturidade, ele não consegue diferenciar a si mesmo do outro. Para Freud, isso mostra o estado de desamparo da criança, que precisa do outro para se constituir. Em Lacan, vemos o estádio do espelho, em que a criança se identifica com a imagem refletida de forma ilusória, acreditando que se trata de um outro – no caso, o irmão. Quando o reflexo não responde, surge a angústia, porque o eu depende do olhar e do reconhecimento do outro. Já em Dolto, essa situação acontece porque a imagem do corpo ainda não está formada, e por isso o reflexo é confundido com um sujeito real. A entrada da mãe no quarto é essencial, pois traz acolhimento e ajuda o filho a se localizar. Assim, a cena mostra como a criança ainda não diferencia plenamente o eu do outro e como precisa da presença de alguém para começar a formar sua identidade.
Citação de Kellen Cristina em setembro 4, 2025, 6:19 pmEles são tão iguais fisicamente, que um deles não consegue distinguir quem eles são. Então pensa que o seu reflexo é o seu irmão.
Eles são tão iguais fisicamente, que um deles não consegue distinguir quem eles são. Então pensa que o seu reflexo é o seu irmão.
Citação de Paula Ribeiro em setembro 5, 2025, 4:08 pmDevido ser o primeiro contato com a sua própria imagem refletida no espelho, ele acredita que aquele reflexo seja o irmao gêmeo. Por serem idênticos, essa desassociação com o reflexo da sua própria imagem com a imagem que o mesmo vê do irmão ainda não pôde ser diferenciada
Devido ser o primeiro contato com a sua própria imagem refletida no espelho, ele acredita que aquele reflexo seja o irmao gêmeo. Por serem idênticos, essa desassociação com o reflexo da sua própria imagem com a imagem que o mesmo vê do irmão ainda não pôde ser diferenciada
Citação de Antonio Carlos dos Reis em setembro 6, 2025, 4:51 pmDesde o nascimento somos unicos e singulares existencialmente, porém durante o processo histórico de interação, representação e compreensão de mundos, coisas e dimensões objetivas e subjetivas, somos impulsionados ao processo de descobertas, em relação ao meu próprio EU, do outro e do mundo. Desse modo, ocorrem confusões mentais, quem sou, e quem é o outro.
Desde o nascimento somos unicos e singulares existencialmente, porém durante o processo histórico de interação, representação e compreensão de mundos, coisas e dimensões objetivas e subjetivas, somos impulsionados ao processo de descobertas, em relação ao meu próprio EU, do outro e do mundo. Desse modo, ocorrem confusões mentais, quem sou, e quem é o outro.
Citação de pedagoga.analima em setembro 7, 2025, 5:08 pmEstou começando agora a entender melhor a teoria psicanalítica, e uma coisa que me chamou atenção foi o conceito de alteridade, a ideia de que a gente só começa a se reconhecer como pessoa a partir da relação com o outro.
Pensando nos irmãos gêmeos, isso parece ainda mais interessante. Como eles são muito parecidos fisicamente e convivem desde o nascimento, pode ser difícil perceber quem é quem, tanto para eles quanto para quem está por perto. Mas, ao mesmo tempo, essa convivência tão próxima pode ajudar cada um a perceber as diferenças entre si, como gostos, atitudes e jeitos de pensar.
Acho que, mesmo sendo tão iguais, eles vão construindo o próprio eu ao se relacionarem um com o outro e com os adultos ao redor. É como se o outro fosse um espelho, mas também um limite, alguém que mostra que eu sou eu, e o outro é o outro.
Ainda estou aprendendo, mas entendi que a alteridade é essencial para a gente se formar como sujeito, e no caso dos gêmeos, esse processo pode ser mais complexo, mas também muito rico.
Estou começando agora a entender melhor a teoria psicanalítica, e uma coisa que me chamou atenção foi o conceito de alteridade, a ideia de que a gente só começa a se reconhecer como pessoa a partir da relação com o outro.
Pensando nos irmãos gêmeos, isso parece ainda mais interessante. Como eles são muito parecidos fisicamente e convivem desde o nascimento, pode ser difícil perceber quem é quem, tanto para eles quanto para quem está por perto. Mas, ao mesmo tempo, essa convivência tão próxima pode ajudar cada um a perceber as diferenças entre si, como gostos, atitudes e jeitos de pensar.
Acho que, mesmo sendo tão iguais, eles vão construindo o próprio eu ao se relacionarem um com o outro e com os adultos ao redor. É como se o outro fosse um espelho, mas também um limite, alguém que mostra que eu sou eu, e o outro é o outro.
Ainda estou aprendendo, mas entendi que a alteridade é essencial para a gente se formar como sujeito, e no caso dos gêmeos, esse processo pode ser mais complexo, mas também muito rico.
Citação de JHONATAN DOS SANTOS em setembro 7, 2025, 10:06 pmCom base nos materiais, a situação dos gêmeos pode ser analisada pela psicanálise a partir de alguns pontos principais. O primeiro é o desafio na formação da identidade, onde a semelhança com o irmão pode dificultar o processo de diferenciação individual, especialmente no estádio do espelho de Lacan.
Além disso, a rivalidade fraterna e a disputa por atenção dos pais são intensificadas, já que ambos competem pelo mesmo espaço e reconhecimento. O vínculo único entre eles é ambivalente: pode ser uma fonte de apoio, mas também dificultar a individuação de cada um. A forma como os pais lidam com essa dualidade é crucial para o desenvolvimento de cada criança.
Com base nos materiais, a situação dos gêmeos pode ser analisada pela psicanálise a partir de alguns pontos principais. O primeiro é o desafio na formação da identidade, onde a semelhança com o irmão pode dificultar o processo de diferenciação individual, especialmente no estádio do espelho de Lacan.
Além disso, a rivalidade fraterna e a disputa por atenção dos pais são intensificadas, já que ambos competem pelo mesmo espaço e reconhecimento. O vínculo único entre eles é ambivalente: pode ser uma fonte de apoio, mas também dificultar a individuação de cada um. A forma como os pais lidam com essa dualidade é crucial para o desenvolvimento de cada criança.
