Formação em Psicanálise Clínica

Formação em Psicanálise Clínica

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361 comentários sobre “e-Book – Imagem Pessoal

  1. Muito interessante a visão de Lacan quando ele fala do processo de formação da criança, nos primeiros estágios da vida, na formação do eu em face do seu aprendizado, sensorial através do corpo e suas observações, que vão moldar em parte o seu comportamento.

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  2. O e-book detalhou como a constituição psíquica depende da relação entre o corpo e a imagem. Aprendi que o sujeito se reconhece através da identificação com o outro, e que essa imagem corporal é o que nos dá uma sensação de unidade e existência no mundo.

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  3. Que sensacional entender mais um pouquinho sobre como somos formados, como uma criança se percebe.

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  4. A imagem do corpo contém expressões linguageiras, desenho, modelagem, memórias inconsciente que carrega consigo uma bagagem vivida, e ao mesmo tempo, com memorias atuais, vivas, dinâmicas, camuflável ou atualizável no desfeche despertamento do que somos, da nossa identidade, em nosso momento do aqui e agora.

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  5. A imagem é central para a constituição do sujeito na psicanálise, tanto a imagem pessoal quanto a imagem do corpo são construídas pela interação entre dimensões subjetivas e contextos sociais, culturais e simbólicos.

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  6. O homem é reflexo do seu meio, logo é preciso tentar mecanismos de saber lidar com as adversidades deste ambiente em que vive, não que ele sozinho vá mudar a realidade mas o importante é iniciar.

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  7. Entender a imagem pessoal pelo ponto de vista desses estudiosos, nos traz uma reflexão sobre as perspectivas de cada pessoa. Compreender o Eu, o sujeito, o corpo, e a sustentação de comportamentos em rede sociais.

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  8. Mas, primeiro, vamos a definição do que é autoimagem. Ela pode ser entendida como um “espelho interno”, refletindo o que você pensa, sente e vê sobre si mesmo. Assim sendo, é a descrição que a pessoa faz de si mesma. Então, essa imagem é multifatorial: social, biológica, cultural, genética e experiências de vida.

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  9. A psicologia social entende que tanto a imagem quanto a representação social do eu participam da construção da identidade humana. A imagem refere-se ao modo como a pessoa se percebe internamente — um “mapa” que organiza pensamentos, sentimentos e formas de agir. Já as representações sociais correspondem às ideias coletivas produzidas pela sociedade, que influenciam como o indivíduo entende o mundo e a si mesmo.

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  10. Na psicanálise, a imagem pessoal não se limita à aparência física, mas diz respeito à forma como o sujeito se percebe e se representa internamente, em relação a si mesmo e aos outros. Ela está ligada à formação do ego e à identidade psíquica.
    A imagem pessoal se forma desde a infância, através das relações afetivas e simbólicas com os outros (pais, cuidadores, sociedade).
    O sujeito constrói uma imagem de si a partir do olhar e do reconhecimento do outro.
    Essa imagem é tanto psicológica (como me vejo) quanto simbólica (como quero ser visto).

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  11. Na psicologia, a imagem é uma representação mental de diversas naturezas (visual, auditiva, olfativa Etc.) formada por experienciais e percepções sensoriais, que é integrada ao longo da vida. A construção do EU se dá a partir a articulação entre a imagem (imaginário), o corpo e a imagem (simbólico), mediada pela constante negociação entre os desejos pulsionais (principio do prazer) e a realidade).
    A IMAGEM e a apresentação social do “EU” na psicologia social são construídas a partir de representações sociais. conjuntos de crenças, opiniões e imagens socialmente compartilhadas que um grupo desenvolve para entender o mundo. O “EU” é visto como uma construção dinâmica, influenciada pela interação social linguagem e contextos históricos, sendo moldado tanto por referencias culturais mais amplas quanto pelas experiencias e interações individuais…
    Na psicologia, o CORPO está intrinsecamente ligado a identificação social e a imagem por meio do processo de identifica, onde o sujeito se constitui ao se espelhar em potras pessoas…
    Essa identificação ocorre através do estadio do espelho, onde a imagem especular se torna base para a constituição de uma unidade psíquica e da noção de um “EU” (ego). O corpo, estão, e moldado tanto pela imagem que o sujeito constrói para si quanto pela imagem que os outros projetam nele, influenciando a maneira como ele se relaciona com a sociedade..

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  12. João Rodrigues dos Santos
    06/10/25

    A Constituição da Imagem: A Constituição do eu, o estado de desamparo característico do recém-nascido até a sua inserção no mundo que já existe via os sistemas percepção – consciência.
    É relacionar o corpo como indetificacao da imagem como foco dos princípios da psicanálise para a constituição psíquica e existencial do sujeito.

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  13. O papel da psicologia social é de extrema importância tendo em vista que a representação coletiva que organiza significados e influencia comportamentos.

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  14. Neste capítulo, pude compreender como a constituição do eu é atravessada pelas teorias de Freud, Lacan e Dolto, especialmente no que diz respeito ao papel do inconsciente e das identificações. A imagem do corpo, na psicanálise, não é apenas biológica, mas simbólica e relacional, sendo estruturada no olhar e na linguagem do outro. Dolto reforça a importância da escuta materna na constituição do pré-eu e da imagem corporal. Na psicologia social, vi como as representações do eu são moldadas culturalmente, através da comunicação e da vivência social. Essa articulação entre psicanálise e psicologia social aprofunda minha compreensão sobre como o sujeito se forma e se representa no mundo.

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  15. Quando li percebi que cada um traz um olhar diferente, mas que se completam. Freud me fez pensar no “eu” como centro da personalidade, já Lacan me chamou atenção com a ideia de mostrar como a gente se reconhece na própria imagem. Dolto, por sua vez, destacou o corpo nessa construção da identidade.
    Me fez pensar que não é só sobre aparência, mas sobre como a gente se vê e se entende no mundo, influencia muito na nossa identidade e até na forma de se relacionar com os outros.

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  16. A verdade de cada individuo, ainda na infância, com sua imagem, começa e se descobrir, o estudo do corpo e da sua imagem, contribuem para o entendimento, da constituição da pessoa.

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  17. É interessante e importante perceber e entender como a imagem do corpo fundamenta a linguagem corporal, influencia na percepção da própria pessoa física- e mentalmente e, logicamente afeta sua autoestima…

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  18. A constituição do Eu, segundo Freud, Lacan e Dolto, revela que nossa imagem pessoal vai além do corpo físico: ela é construída a partir das experiências afetivas, do olhar do outro e da linguagem. Além disso, as representações sociais moldam como somos percebidos, mostrando que o sujeito é resultado da interação entre inconsciente, corpo e sociedade.

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  19. Como a definição do Eu é ampla e suas funções ou papéis fundamentais são múltiplos, precisamos muito estudar todos os autores que contribuíram para esse entendimento e em se falando de ser humano esse aprendizado é contínuo.

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  20. Teorias que nos revelam a nós mesmos. A imagem associada ao sujeito e sua história. Reflexo na sociedade, a representação que o indivíduo faz do seu corpo. A expressão no mundo.

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  21. O psiquismo humano, destarte, se traduz pela imagem subjetiva do real no interior das riquezas materiais e não materiais acumuladas no decorrer da história. É um sistema complexo que envolve aspectos conscientes e inconscientes, cognitivos, emocionais e sociais, e está em constante desenvolvimento ao longo da vida, influenciado por fatores biológicos, culturais e históricos.

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  22. Preocupa-me a quantidade de indivíduos que além de ainda não descobrir o Eu, se perdem/afastam cada vez mais dele…

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  23. O eu é o reflexo resultante da complexidade das emoções, sentimentos e ações externas que todo individuo tem com mais intensidade ou menos que desenvolvem o Ego ou Superego orientando assim a visão da sua imagem e atitudes perante a vida

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  24. Desde o nascimento do indivíduo ele é acometido de influenciações externas, local onde nasceu, pessoas que convivem, o corpo no qual está inserido e tantas outras e como ele reage a tudo isso, como enxerga, entende, e assim vai vivendo, tentando entender a si e tudo em seu entorno. A psicanálise entra quando o indivíduo se perde nesta jornada e vai investigar onde este indivíduo teve dificuldade, quais foram as consequências disso e ajudá-lo dentro do possível.

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  25. O psiquismo humano é moldado nas trocas com o mundo — somos resultado da cultura, da história e das relações sociais. A mente não se forma sozinha, ela se constrói no encontro com o outro.

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  26. O eu se desenvolve a partir do id e funciona como um mediador entre os desejos impulsivos e irracionais do id e as demandas do mundo externo e do superego. Sua principal função é garantir que os desejos do id sejam satisfeitos de uma maneira realista e socialmente aceitável.

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  27. Lacan fala de um “eu” ilusório, montado por imagens e pela linguagem, que precisa ser “atravessado” pra que o sujeito se encontre com seu desejo. A Bíblia fala de um “eu” que precisa se abrir à voz de Deus — não pra encontrar uma autoimagem perfeita, mas pra viver a verdade no encontro, na escuta, no amor.

    Em ambos os casos, o “eu” não é um ponto de chegada, mas um ponto de travessia.

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  28. Sobre a tese de lacan sobre o estádio do espelho é bem complexo, porque vai além de quando a criança se vê, sorri, porém necessita da confirmação, do reconhecimento do outro, que geralmente é a mãe. Porém a experiência do espelho não é apenas o espelho, mas tudo aquilo que é capaz de devolver para a criança a sua imagem, podendo ser uma superfície que possibilita que ela se reconheça e se distinga do outro, ou o grupo, ou o olhar do outro, de modo que, qualquer outra situação que permita a criança se reconhecer e se diferenciar, pode ser considera seu espelho, como foi afirmado anteriormente, tudo aquilo que é capaz de devolver para a criança a sua imagem.

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  29. No geral qualquer pessoa que deseja se autorizar psicanalista passa por esse processo. O psicanalista tem a função de equilibrar e tornar mais clara a relação do “eu” interior do paciente com seus questionamentos internos e com os problemas do mundo. Pessoas tem que se projetar, ou seja, se colocar no lugar do outro, quer ajudar alguém? comece por vc mesmo, mudando hábitos e fazendo escolhas certas.

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  30. Psicanaliticamente, a imagem e o eu podem ser considerados como a configuração do indivíduo, que se baseia em referências externas, como a criação dos pais, a forma como estes criam os filhos e a forma como os mesmos se desenvolvem. As representações condicionam o eu, crenças sociais compartilhadas, ideias e valores amplamente difundidos, inclusive as nossas suposições e ideologias culturais. As representações sociais nos auxiliam a compreendem o nosso mundo. A partir das concepções, é possível compreender que todos nós criamos modelos, mudamos nosso comportamento quando não é o que gostaríamos, e não somente o que fazemos, mas o que consideramos relevante. Por exemplo, ver pessoas atraentes e bonitas tende a aumentar a satisfação do indivíduo ou diminuir a satisfação como o próprio corpo, torna a pessoa fascinada ou sensível e diminuída, sendo uma parte da relação da pessoa com o outro. Esta é a experiência de um dos diversos comportamentos, valores e identidade, para que possamos estar em sintonia e harmonia com o ambiente e consigo mesmos.

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  31. Em geral, há uma transferência grande dos familiares com a criança e a formação da personalidade nos primeiros anos de vida.

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  32. O eu é uma parte do id que foi alterada pele influencia do mundo externo. E responsável por aplicar a realidade no id o núcleo do sistema perceptivo consciente.
    O eu também é uma projeção psíquica da superfície do corpo, e tem origem no contato do indivíduo com a realidade. Ele é um repertório que descreve o comportamento.

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  33. A criança ao incerir-se no mundo, não tem a consciência do (eu) então vivência um mundo diferente do consciente, não tem a noção exata das coisas resultando no q caracteriza a ilustrativa do texto, ao menino ver sua imagem no espelho e achar q é o irmão.

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  34. Acredito ser de suma importância a maneira com a qual a mãe se relaciona com o filho desde a infância, digo sobre a preocupação do que se é falado a ela, seus adjetivos exagerados em forma de super elogios ou de forma contrária, sem o direcionamento para uma formação do eu equilibrado.

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  35. O texto trás instruções importantes sobre o Eu (EGO) apresentado por Freud dentro do entendimento da consciência. Na apresentação de Lacan é falado sobre a compreensão do imaginário, durante o estádio do espelho. E Dolto mostra as diferenças entre imagem do corpo e o esquema corporal, sendo a Imagem do corpo elemento principal na constituição do EU e o quanto isso é válido desde que nascemos.

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  36. É nítido que cada autor citado no texto trás uma contribuição muito valiosa para o processo de evolução humana. e todos esses processos citados para a construção do EU, leva a mudanças significativas em relação do homem com a sociedade.

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  37. No eu está inserido tudo de bom e também tudo de ruim , vem desde o nascimento, as descobertas vem no passar do tempo o conhecimento cada vez mais apurados sobre essa personagem é que vai tornar menos difícil para se lidar com as consequências diversas de forma a amenizar os contrastes internos e externos

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  38. O eu é tudo aquilo visível e palpável no sujeito, sendo que no âmbito social junto ao corpo se manifesta de diversas formas segundo a imagem transmitida pela consciência interligada ao inconsciente.

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  39. Acabei absorvendo muito sobre a leitura, principalmente pelo fato de estarmos passando por uma mudança radical na forma de enxergar o “EU”, demasiadamente ligado principalmente ao Genero, Tanto FREUD, quanto LACAN, não denotam a expressão GENERO, mais contemporizando o que acabei de estudar nesse módulo, vimos a equidade entre o estadio de Desamparo, até o Descobrir o “EU”, na imagem e o quanto é importante objetivar os conhecimentos afim de utilizar em sociedade, essa que atualmente vivemos que no OLHAR tende a defraldar a natureza, antes de analisar.

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  40. O nosso EU, está relacionada o q fazemos e o mudamos em nossas vidas e o pensamos em relação ao outro , entretanto está relacionado as emoções e as expectativas.

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  41. Achei muito interessante o tópico relacionado à tese de se chamar a criança pequena pelo nome e não por amorzinho ou lindinho, por exemplo, a fim de promover o processo de constituição da identidade.

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  42. Desde o nascimento,Eros -Vida , até a morte (Tânatos) o ser humano vai se constituindo em um ser único com o seu Ego no controle da sua psiquê desde que exista uma harmonia entre id,ego,e superego.A sublimação sendo necessária para a solução de psicoses .
    O ser humano sendo autor da sua história , através da zona de desenvolvimento proximal (Vygotsky).

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  43. Abordar a constituição do eu na teoria psicanalítica envolve percorrer
    um caminho que Freud chamou de metapsicológica, pois é um campo de
    estudo sobre as relações entre o inconsciente e a consciência.

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  44. Embora sejamos sujeitos únicos nosso corpo, personalidade constroi-se apartir de interferências externas. Sendo um ser social onde a imagem corporal se estrutura através de nossa história e a comunicação externa com o outro.

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  45. O eu é aquela parte do Id que foi modificada pela influência direta do mundo externo e que visa aplicar a influência da realidade externa sobre o Id.

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  46. Cada ser humano é dotado de pensamento e persanalidade diferente, é isso que nos fazem pessoas. e a psicanalise proporciona esse conhecimento do outro.

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  47. O indivíduo instituído de valor social, busca uma imagem coerente que harmonize suas necessidades internas com as expectativas externas.

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  48. Imagem pessoal – A formação dessa imagem e as conexões foram teorizadas há algum tempo, e creio que nos auxilia em nossa própria capacidade de análise e compreensão quando deparamos com as novas descobertas bem como com a introdução da tecnologia nesse campo.

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  49. Entretanto, hoje, essa abordagem ganha uma nova roupagem na era da informação, onde a psicanálise se transformou em algo mais ágil e adaptado às realidades modernas. A análise do inconsciente ainda existe, mas é realizada em um contexto no qual a introspecção pode ser acessada de múltiplas formas e em diferentes cenários—não apenas no consultório. A “câmara escura” do passado se transformou em uma espécie de “plataforma interativa” onde o diálogo, o autoconhecimento e as reflexões são mais integrados ao cotidiano, com o auxílio da tecnologia.

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  50. O eu é um conjunto de aspectos, e podemos observar isso, quando vemos o quanto a imagem q temos do nosso corpo pode afetar a nossa Psique.

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  51. Gostei muito da colocação de Dolto:

    “O nome, desde o nascimento, é ligado ao corpo e à presença do outro, contribuindo
    determinantemente para a estruturação das imagens do corpo, incluindo as imagens
    mais primitivas”.

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  52. Freud, Lacan e Dolto, apresenta as diferentes formas de se expressar e enxergar o Eu. Esse tripé de possibilidades nos remente a compreender o verdadeiro significado dos EUs e qual deles será
    predominante para atender a necessidade do momento.

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  53. O indivíduo livre, independente de qualquer formação e contextos históricos ou o que seja, torna se responsável na formaçao do Eu, personalidade e imagem, diante da sociedade e independente da mesma, bem como por consequências de suas decisões, conforme seus objetivos de vida.

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  54. A comunicação interpessoal é muito importante para a formação da imagem do eu e o reconhecimento de si, ou seja pela estruturação da imagem assim como a formação da memorização. O que leva também a concrpção de sujeito e à visão de mundo. Segundo Dolto 2008 “A imagem do corpo é, a cada momento, memória inconsciente de todo o
    vivido relacional”.

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  55. Na construção do eu, a teoria psicanalítica é entendida por uma imagem unificada de si e da relação dos diversos componentes da psique. Na psicologia social, a autoimagem e a autoestima são formados pela inteiração social e representações coletivas. Já a imagem corporal refere-se à percepção que o indivíduo tem do seu próprio corpo.

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  56. Achei esse texto descrito no PDF como o fechamento perfeito do entendimento do EU, sendo:

    “Como vimos, o estudo do corpo na psicanálise é complexo e possui diferentes pontos de vista e de abordagens teóricas. Destaca-se a posição pulsional do
    corpo, a dimensão imaginária, sua correlação com o eu e com o narcisismo. A
    imagem do corpo se constitui no campo das identificações, na imagem refletida,
    sob o olhar do outro, tal como o estádio do espelho, sendo de fundamental
    importância na constituição do eu e da constituição psíquica”.
    Essa definição dos pulsos e influenciadores da nossa imagem é primordial para entendermo-nos e a forma como queremos ser vistos e sentidos, numa busca afirmação e ou espaço numa sociedade e ou grupo familiar.

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