Formação em Psicanálise Clínica

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324 comentários sobre “Na prática

  1. Fotografias tem esse “poder”. Capturar uma passagem do tempo para eternidade, talvez ela não explique tudos os detalhes do momento, mas sempre há uma interpletação.

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  2. A realidade de um jovem indo ao trabalho no cenário bastante atual e de uma forma bastante consciente, pois o mesmo ultiluza de um transporte não poluente mostrando sua preocupação no seu habitar e com o todo, e também a atual realidade das grandes metrópoles

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  3. Nessa imagem o fotógrafo ilustra o cotidiano de uma sociedade contemporânea, espaço, onde vive, vida, trabalho, correria das grandes metrópoles e também a iniciativa do cuidado com seu habitar, tendo em vista que o executivo utiliza de uma bicicleta para se locomover contribuindo pro vem xomum a toda sociedade.

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  4. As três análises demonstram que uma imagem pode ser interpretada em diferentes níveis:
    * como registro da realidade – um recorte da realidade feito pelo olhar do fotógrafo, o que explica o efeito borrado causado pelo movimento e pela técnica fotográfica;
    * como símbolo do cotidiano – a ideia principal é que a foto não mostra apenas um fato, mas também sentidos e experiências da vida urbana. Além disso, reforça-se que a imagem é única, pois depende do ângulo e do momento escolhido pelo fotógrafo;
    * e como expressão cultural e subjetiva – a fotografia pode transmitir reflexões sobre meio ambiente, mobilidade urbana e estilo de vida moderno e também mostra que cada espectador pode interpretar a imagem de maneira diferente, construindo seus próprios sentidos.

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  5. O FOTO DESCREVE O AMBIENTE QUE VIVE O PERSONAGME QUE CAPTUROU A IMAGEM PARA APRESENTAR O RITMO DE VIDA ACELERADO QUE VIVEMOS.

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  6. Aqui eu vejo que a fotografia atua como uma ponte e um muro. Ela é uma ponte porque nos permite acessar a cultura e a sociedade de um lugar que talvez não conheçamos. Mas ela é um muro porque nos entrega apenas um recorte estático. Enquanto a vida é fluxo e movimento contínuo, a imagem que vemos é um registro de uma ausência: a prova de que algo aconteceu, mas que já não está mais lá.

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  7. A fotografia é o registro de uma parte da realidade. Uma imagem que nos deixa tirar conclusões em base daquilo que conhecemos. Algo que já nos foi imposto desde o nascimento, como o mundo funciona. E com base do que temos em memória, atribuímos a repetição dos fatos. Uma simples imagem, mas que pode trazer grandes reflexões.

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  8. Ao analisar os estudos de cultura visual, sociologia da imagem e história. A fotografia mostra como um documento visual e uma construção social que, ao tentar representar a realidade, inevitavelmente revela as lentes culturais do fotógrafo e o contexto histórico/social do momento.

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  9. cada um tem sua interpretação de formas diferentes, cada pintura,desenhos e outros a leitura visual de como cada um vê as imagens

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  10. Interessante como uma imagem,pode nos trazer varias informacoes com a leitura visual e varios significados e interpretações diferenciadas.

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  11. Na prática, observei como os três paradigmas da imagem se aplicam à psicanálise. A imagem não é apenas um reflexo, mas uma aproximação do Real que permite ao sujeito se situar socialmente através do Simbólico. É uma ferramenta poderosa para entender a estética e a identidade.

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  12. Na psicanálise, especialmente na teoria de Jacques Lacan, os registros do imaginário, simbólico e real são três dimensões fundamentais para entender como o sujeito se constitui e se relaciona com o mundo. A imagem ocupa um papel central, sobretudo no Imaginário, mas também atravessa os outros dois registros. Assim, de maneira resumida, temos:
    • Imaginário: eu me vejo;
    • Simbólico: eu interpreto;
    • Real: algo sempre escapa.
    A teoria da imagem estuda como as imagens são produzidas, significadas e interpretadas. Ela entende a imagem não como simples cópia do mundo, mas como um sistema de representação atravessado por cultura, linguagem e percepção e possui uma síntese clara dos três paradigmas da imagem:
    • Pré-fotográfico — imagem como representação manual, aquela que é produzida pela mão humana (pintura, desenho, gravura) – a imagem é uma construção subjetiva e não tem relação com o real;
    • Fotográfico — imagem como registro do real, a qual surge com a fotografia, baseado na captação mecânica/luminosa do mundo e possui forte relação com a ideia de realidade e prova;
    • Pós-fotográfico — imagem como simulação digital, produzida ou manipulada por tecnologias digitais, onde a imagem é uma construção manipulável e híbrida.
    Assim sendo, na imagem em questão, vemos uma imagem classificada como fotográfica, pois trata-se de um registro fotográfico com forte ligação real (representação real), pois nela há um meio de transporte, uma pessoa indo para o trabalho, registro “borrado” que capta movimento e uma série de outros elementos registrados por um observador.

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  13. As três observações são muito boas, a primeira traz detalhes, de forma objetiva, do que temos na imagem, a segunda traz uma observação mais simbólica aos detalhes da imagem e a terceira traz uma observação sobre o mundo contemporâneo.

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  14. De acordo com a imagem, podemos entender que andar de bicicleta é uma forma mais saudável no dia a dia, seja ir para o trabalho ou para distrair. Pedalar é um exercício, faz bem para corpo e mente, além de evitar a poluição.
    As pessoas ao fundo, podem estar aproveitando um momento de lazer com amigos ou colegas com um lanche no final de tarde.
    Já o carro, pode ser alguém que more longe, e não tendo outra opção de transporte.

    Ja analisando a imagem, percebemos que ficou desfocada, isso mostra que o ciclista estava em movimento no momento em que o sujeito tirou a fotografia.

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  15. O fotografo como observador daquela realidade, opera um corte real mas tambem, se separa dele, embora abstrata, e esse momento não se repetirá.

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  16. A construção do “eu”(ego) é um processo complexo baseado na identificação com imagens externas, sendo a fotografia uma representação contemporânea poderosa do “estádio do espelho” segundo a perspectiva psicanalítica. A imagem fotográfica atua no registro do imaginário, moldando a identidade através de um espelhamento, mas também carrega traços e o recorte na linha do tempo do Real e é mediada pelo simbólico – social/cultural.
    Ora somos o que fotografa a imagem, ora somos o que avalia a imagem no campo do simbólico, ora somos o que compomos o recorte da imagem na linha do tempo.

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  17. Ao refletir sobre o estudo, percebo que a fotografia não é o real, podendo sofrer interferência das emoções e do contexto. Quando falta reflexão crítica, acabamos tomando a imagem como verdade absoluta, guiados pelo imaginário. Assim, percebo a importância de olhar as imagens com mais cuidado e responsabilidade.

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  18. Uma imagem tende a ser tomada como “real” ou “mais real” quando é percebida como um registro direto do acontecimento, sobretudo quando associada à fotografia, ao vídeo e à circulação imediata nas redes, o que produz um efeito de verdade. No caso da notícia, os leitores tomaram a imagem e a informação divulgada como reais porque confiaram na autoridade da mídia, na força visual da imagem e na repetição do conteúdo nas redes sociais, sem espaço para reflexão crítica, fazendo com que a imagem funcionasse como prova e não como representação.

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  19. Na pratica o que acontece nessa imagem e a correria do dia a dia, reflete imagem do nosso cotidiano, corre na bicicleta pra chegar em seu trabalho, um taxi ai fundo levando ou indo pegar seu passageiro, pessoas no bistrô degustando ou pedindo sua refeição, nossa realidade fotografada em uma imagem só.

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  20. A relação entre o Real, a fotografia e a psicanálise (especialmente a lacaniana) centra-se na capacidade da imagem de capturar um fragmento do “fora da linguagem”, aquilo que escapa ao simbólico e retorna como “traço” ou “furo”. A fotografia não é apenas um registro da realidade (imaginário), mas um corte temporal que pode revelar o excesso ou a falta, aproximando-se da dimensão do Real.

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  21. A modalidade da imagem é um aspecto que se relaciona com a credibilidade da imagem, no sentido de como a imagem é construída. Conforme o texto, a fotografia foi tirada por um sujeito externo a ela e assim representa o olhar do fotógrafo. A fotografia foi tirada de uma bicicleta em movimento, cenário e imagens borrados, com a imagem do pescoço do homem para baixo, dentro da fotografia. Os marcadores visuais das imagens permitem que elas sejam interpretadas como mais ou menos reais, como mais ou menos crediveis. A análise técnica dos elementos visuais é a base para verificação de autenticidade de uma imagem. O caráter de evidência da realidade da fotografia pode fazer imagens criadas por inteligência artificial, mas que buscam produzir realisticamente padrões visuais, típicos da linguagem da fotografia, para serem lidas de forma enganosa. Essas imagens realistas, geradas integralmente por algoritmos podem contribuir para que as linhas que delimitam a verdade percam a nitidez e seja cada vez mais difícil identificar o que é falso. A fotografia é uma dessas tecnologias que vem continuamente modelando os modos de olhar e influenciando as convenções de representação da realidade. É importante conhecer a origem e o modo de produção da fotografia, pois na maioria das vezes não se trata de fotografia tradicional, mas de uma criação digital – AI, que exige um olhar crítico, para decifrar os modelos de construção e percepção visual.

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  22. A fotografia representa um momento.
    Contudo, na teoria da imagem se encontram o paradigma pré-fotográfico, o paradigma fotográfico e o paradigma pós-fotográfico

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  23. “Sob a ótica psicanalítica, o olhar para uma fotografia vai além da visão biológica; trata-se de um fenômeno da pulsão escópica. A imagem fotográfica atua como um suporte para projeções inconscientes, onde o espectador não apenas lê a cena, mas é ‘capturado’ por ela. Através do que Roland Barthes chamou de punctum, a fotografia toca em pontos de trauma ou desejo que escapam à linguagem racional. Além disso, o ato de fixar o real em uma imagem revela nossa busca narcísica por identidade (relembrando o Estágio do Espelho de Lacan) e nossa tentativa de lidar com a transitoriedade e a falta, tentando eternizar um objeto de desejo que o tempo, inevitavelmente, levaria.”

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  24. A fotografia estabelece uma dialética complexa com o real. Por um lado, ela aproxima o observador de uma realidade social e cultural específica, sobre o dinamismo da vida urbana e suas escolhas. Por outro, ao operar um corte no tempo e espaço, ela separa-se dessa realidade, pois a vida continua em fluxo, e a foto permanece como um registro fixo e único de um momento que não pode ser refeito.

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  25. A foto mostra que é uma fotografia que pegou um pedacinho do tempo e do espaço. E que foi tirada de dentro pra fora dela mostrando o ponto de vista de quem vê. Uma foto única que mostra a vida normal o dia a dia das pessoas. A foto nos dá um olhar sobre um lugar, um tempo e uma pessoa, mostrando o Real ,componentes físicos e o simbólico, ideias, conceitos e sentimentos que a imagem nos faz pensar e sentir.
    A fotografia é poderosa porque uni esses dois aspectos.

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  26. A imagem aqui retratada descreve um olhar sobre o espaço, tempo e sujeito, ela pode revelar elementos culturais, sociais e econômicos de uma cultura.

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  27. Mais do que registrar momentos a fotos tarnsmitem mensagens, e nos levam a importantes reflexões. aguçando em nós a obsercação e análise.

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  28. Na sociedade contemporânea, percebo que o meu “eu” se constrói de forma complexa e, muitas vezes, fragmentada. Vivo em um tempo em que sou, ao mesmo tempo, espectador, observador e operador da realidade. Como espectador, observo o mundo por meio de telas, imagens e discursos que me chegam filtrados. Como observador, interpreto e analiso essas realidades com base nas minhas experiências e sentimentos. E, como operador, participo delas, interajo, produzo sentidos e também sou moldado pelas forças sociais, culturais e tecnológicas que me cercam.
    Sinto que meu “eu” transita entre a autenticidade e a performance, buscando ser verdadeiro, mas também reconhecido. Entre o real e o simbólico, experimento o mundo como uma narrativa em constante mudança. Assim, percebo que a construção de mim mesmo é uma tensão contínua entre olhar e ser olhado, entre querer ser livre e precisar ser aceito — um equilíbrio delicado que define o sujeito que sou hoje.

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  29. A imagem aqui retrata o cotidiano de um determinado grupo de pessoas vivendo em uma sociedade urbana, revelando a forma como estas pessoas estão inseridas nesse contexto social. Retrata a realidade de muitas pessoas no dia a dia corrido das grandes cidades.

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  30. A fotografia traz um recorte do tempo, espaço, cultura , entre outros aspectos de um dia de um possível trabalhador.
    Enfim a fotografia recorta uma parte de uma parte do real ,a totalidade não poderá ser simbolizada.

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  31. A fotografia traz um recorte do tempo, espaço, cultura , entre outros aspectos de um dia de um possível trabalhador.
    Muitas coisas escapam a esse recorte, como o que se passa na mente desse trabalhador nesse momento, quais sentimentos ele poderia estar vivendo, se sentia livre ao pedalar ou pressionado por trânsito ,tempo etc; e as demais pessoas da fotografia qual seria a realidade delas …
    Enfim a fotografia recorta uma parte de uma parte do real ,a totalidade não poderá ser simbolizada.

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  32. Pensando na minha relação com o real, a imagem me remete a um individuo no meio de um grande centro, em direção ao trabalho, utilizando como meio de trasporte uma bicicleta.

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  33. A fotografia é subjetiva pois ela pode estar me mostrando algo que não seja real, possa ser uma montagem, onde tem varias situações onde eu possa entender algo e a imagem seja outra totalmente diferente onde criamos historia que não conhecemos .

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  34. O fotógrafo catou uma fração de momento, para eternizar aquele momento, compartilhar com quem quiser, as pessoas fotografadas nem sabem que suas imagens foram captadas. Através da fotografia, podemos vislumbrar muitas informações, local diferente do nosso país, pelas faixas diferenciadas no asfalto, o café com um nome diferente, pela placa do carro, um estilo diferente, a fotografia nos traz o poder da observação. Na psicanálise, o poder da observação daquilo que não é falado, do gestual, nos traz sinais não verbais, que nos auxiliam a compor o cenário real.

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  35. A fotografia representa um acontecimento em um tempo e lugar específicos. Aquele que fez a fotografia terá sua própria perspectiva e todos os demais também terão as suas, então, na prática, cada um tem a sua visão diferente das imagens a ele apresentadas.

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  36. Em uma imagem distorcida fotografada podemos analizar os confeitos internos, as experiência, as influências sociais e as percepções inconsciente tês que moldam a relação do individuo com a sua autoimagem.

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  37. A fotografia representa um momento capturado que representa a cultura, organização de tal sociedade , aspectos culturais, elementos que constituem o cenário e várias percepções subconscientes que emanam do mundo pós-moderno.
    Na visão psicanalítica, a fotografia não é só registro, mas expressão do inconsciente. O que se escolhe fotografar revela desejos e fantasias; ser fotografado remete ao olhar do Outro e à busca de reconhecimento. Cada imagem é também um vestígio de perda, pois congela um instante que já não existe mais, simbolizando tempo, memória e finitude.

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  38. A fotografia revela aspectos culturais, sociais e econômicos de um lugar, mas registra apenas um instante que já passou. Ela aproxima o observador da realidade retratada, mas ao mesmo tempo se separa dela, pois não substitui a vida em constante movimento. Por isso, além de apreciar as imagens, é essencial viver o presente, o hoje e o agora, onde a vida realmente acontece.

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  39. Em uma imagem ,foram apresentadas 3 distintas percepções .Tanto real, simbólica e imaginária .Tudo irá depende do ponto de vista de quem analisa ,e do seu ponto de vista .

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  40. Na prática realmente o fotografo pode ter feito um recorte do cotidiano urbano apresentando suas diversas variantes, tais como interação entre as pessoas, suas dinâmicas do dia-a-dia, cultura e identidade…

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  41. Na prática, a fotografia registra um momento único, com discurso atemporal, pelo olhar de uma única pessoa, mas com a possibilidade de visualização pública, somando outras tantas interpretações e discursos, conforme a natureza de conhecimento e entendimento de cada pessoa.

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  42. A imagem analisada mostra uma cena urbana capturada por uma fotografia, pertencente ao paradigma fotográfico, pois registra um instante real do cotidiano. Mesmo com o movimento borrado, é possível identificar elementos como o ciclista, os carros e pessoas em um bistrô, revelando uma rotina comum da cidade. Além disso, a imagem simboliza hábitos sociais, como ir ao trabalho ou se reunir em espaços públicos, sendo uma representação de um tempo e espaço compartilhado. Também reflete valores culturais atuais, como a busca por um estilo de vida mais saudável e sustentável, ao incentivar o uso da bicicleta.

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  43. A imagem pode parecer real, provar algo ou representar algo. O significado da imagem nunca sera fixo porque depende de quem e quando está sendo interpretada. Os signos se sustentam, propagam valores, identidade e ideias. O processo é todo dinâmico.

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  44. Reforçando a necessidade do cuidado e da imparcialidade ao analisar uma imagem, pois pode haver detalhes necessários como informações desnecessárias que distorcem os sentido da realidade.

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  45. Ao observar essa imagem e fazer as análises propostas, percebo como a fotografia pode parecer “real”, mas ainda assim ser só um recorte da realidade. A imagem mostra um homem de terno pedalando em uma rua urbana, o que me faz pensar em trabalho, pressa e cotidiano. Mas, ao mesmo tempo, percebo que esse “real” é construído: alguém escolheu o momento, o ângulo, o que incluir e o que deixar de fora. Ou seja, a imagem representa algo real, mas também carrega interpretações e sentidos.
    Essa atividade me ajudou a entender que uma foto não é apenas o que ela mostra, mas também o que ela esconde. O borrado da imagem, por exemplo, reforça a ideia de movimento, de pressa, mas também me lembra que o tempo passa e a gente nunca capta tudo. Refletir sobre o “real” me fez perceber que toda imagem é, ao mesmo tempo, revelação e corte, aproxima e afasta do que é vivido.

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  46. O retrato traz ou mostra uma realidade vivida , e dependendo do retrato mostra aquela realidade em varias situações diferentes dentro de um espaço , tempo e sujeito ou se for somente de objetos .

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  47. A imagem retrata o cotidiano das pessoas, tanto no trabalho quanto em momentos de lazer, e representa uma tentativa de capturar um instante comum, mas único. A fotografia também reflete aspectos da cultura contemporânea, como a valorização de estilos de vida mais saudáveis e sustentáveis, sugerindo uma crítica ou reflexão sobre o modo de viver nas cidades atuais.

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  48. Na Prática Módulo VII
    Em 29/05/25
    Quinta-feira

    A imagem forma o sujeito, mas também pode enganá-lo.

    A imagem nunca é neutra: ela é sempre atravessada pelo desejo, pela linguagem e pelo olhar do outro.

    Quando a imagem toca o Real, ela deixa de ser apenas representação e passa a governar o comportamento, o afeto, a violência ou o amor.

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  49. Uma imagem e várias percepções,como:o olhar de uma segunda pessoa (o fotógrafo) tempo,espaço,rotina e até mesmo a cultura de um país.

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  50. Dentro da perspecitva da arte podemos chamar esse tipo de fotografia como futturista quando ha movimento na fotografia, em local urbano, o movimento pelos riscos da fotografia, a descrição da cidade em movimento entre o homem social e associação ao papel das grandes cidades.

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  51. A fotografia revela a interação entre o sujeito e a realidade, como um corte no mundo. Ao examinar as três sugestões apresentadas, cada uma com uma interpretação específica, é possível obter uma síntese de cada uma delas. Contudo, posso interpretar esta imagem da seguinte maneira: a fotografia representa um indivíduo que estava exaustivamente cansado e se esqueceu do horário de trabalho, e, supondo evitar o trânsito, resolveu ir de bicicleta para o trabalho.

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  52. A fotografia não é apenas uma cópia da realidade; ela tem sempre um olhar, uma construção feita por quem fotografa e também por quem interpreta.

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  53. Uma mesma imagem, neste caso, a fotografia, tem três análises diferentes:
    O realidade de um sujeito de terno e gravata indo para algum lugar em bicicleta, mostrando seu entorno, ainque se distorce já que a bicicleta está em movimento.
    O simbólico representando tanto as pessoas que vão ao trabalho em bicicleta, mesmo usando terno e gravata, como as pessoas que estão convivendo de maneira social ao redor.
    A parte cultural da pós-modernidade, mostrado pela ação do sujeito em ir ao trabalho em bicicleta, demonstrando assim seu compromisso com o meio ambiente em contaminar menos, como também destacar o momento vivenciado pelo sujeito que pode despertar os sentidos ao espectador sobre o tempo, o espaço e o sujeito.

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  54. A imagem revela o cotidiano deste rapaz ,mais também mostra que a foto retratada ali tem fragmentos do dia ,uma imagem registrada que não volta mais ,milésimos de segundos registrados pelo fotografo,uma fração do que aconteceu naquele dia.

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  55. A imagem por meio dessas três fases revela que a fotografia não é apenas um registro da realidade, mas um espaço de encontro entre o olhar, o desejo e a impossibilidade de capturar o real plenamente. O ciclista em movimento torna-se um símbolo da fluidez da vida e da tentativa frustrada de perceber o instante.

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  56. A fotografia, sob a perspectiva psicanalítica, pode ser analisada como um objeto que captura um instante congelado da realidade, estabelecendo uma relação entre o olhar, o desejo e a falta. Lacan, ao discutir a escopofilia e o conceito do olhar, aponta que a imagem nos captura tanto quanto nós a capturamos, pois há sempre algo que escapa à visão. A fotografia, nesse sentido, é um objeto que simboliza a tentativa de apreensão da realidade, mas ao mesmo tempo marca a impossibilidade dessa captura total.
    Ela funciona como um punctum (na terminologia de Barthes), evocando um impacto subjetivo no observador, trazendo à tona memórias, desejos e lacunas que ressoam no inconsciente. Esse efeito reforça a ideia de que a fotografia não apenas representa a realidade, mas também a reconstrói sob um viés subjetivo, pois cada espectador a interpreta de acordo com suas experiências, seus desejos e sua história psíquica.
    Ao operar um corte na realidade, a fotografia evidencia a natureza do tempo como algo inexorável, destacando a falta e o luto pelo momento que já passou. Essa relação com o tempo se alinha ao conceito freudiano de Unheimlich (o estranho familiar), pois a fotografia, ao mesmo tempo em que representa algo reconhecível e próximo, traz consigo um afastamento e uma estranheza, lembrando ao sujeito sua própria finitude e o caráter efêmero da vida.
    Além disso, a fotografia pode carregar aspectos culturais, sociais e econômicos do contexto em que foi produzida, funcionando como um espelho das estruturas simbólicas de uma sociedade. No entanto, por mais que busque representar fielmente uma realidade, há sempre um recorte e uma escolha do que incluir e do que excluir, o que reflete a subjetividade do fotógrafo e as ideologias subjacentes à imagem.
    Assim, a fotografia se insere no campo do desejo: ela atrai, intriga, remete à falta e ao impossível de ser apreendido plenamente. O espectador é capturado por essa imagem que, ao mesmo tempo que aproxima da realidade, destaca sua ausência, deixando uma lacuna a ser preenchida pelo olhar e pelo inconsciente de quem observa.

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  57. Além do foi comentado em variadas percepções, acrescentaria apenas mais alguns pontos do mundo pós-moderno quanto a questão da ciclovia bem desenhada numa movimentada zona urbana muito limpa. Um outro olhar para possivelmente um pai no pós-moderno pois vejo alguém pequeno de roupas coloridas na garupa. É possível imaginar que está levando o (a) filho (a) à escola para, na sequência, seguir ao seu ofício burocrático, dada ao uso de terno.

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  58. A imagem representa um recorte de realidade da vida urbana e suas possibilidades podendo trazer uma variada possibilidade de temas a serem discutidos através da inferência na tentativa de compreendê-la. A primeira seria a pré-fotográfica ao analisarmos que tipo de mensagem o fotógrafo gostaria de capturar para apresentar ao seu público, a fotográfica mostra de forma clara alguém que se transporta em um espaço urbano em uma bicicleta – tópico este que também poderá gerar discussões variadas desde a economia a estilo de vida, e o pós-fotográfico onde se buscará todas influências e referências para sua interpretação que poderá variar de acordo com o sujeito que a observa e analisa.

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  59. É o relato da vida cotidiana, do hoje e do ontem.
    O desfoque dá uma sensação de dinamismo e urgência, o que pode sugerir que essa pessoa está com pressa, talvez indo ou vindo do trabalho ou uma reunião. A cena transmite a ideia de mobilidade urbana sustentável e do uso da bicicleta como meio de transporte eficiente no cotidiano.

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  60. Como na Teoria da relatividade cada m ode as vezes ter uma verdade q depende do ponto de vista ou do prisma que está vendo o objeto ou até mesmo a situação.

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  61. A imagem revela um cenário social cotidiano, onde encontramos o fator tempo e espaço linkado a cada ser humano, como cada um utiliza esse tempo. A foto trás a reflexão de como aproveitar esse tempo de forma benéfica, produtiva e consciente. O homem da bicicleta mostrou isso, é um executivo, faz uso da bicicleta para ir ao trabalho, pode apreciar o percurso e sentir essa emoção durante o trajeto, economiza sua remuneração pois não utiliza transporte, cuida da sua saúde pois acaba sendo uma atividade física e contribuí com o meio ambiente pois evita a poluição. Alguns vão julgar como loucura, outros como sabedoria, são pontos de vistas diferentes. Possivelmente se a pessoa que olhar a foto estiver com fome , vai manter o foco somente no bistrô, outra buscando conforto vai focar no carro, alguém com foco em qualidade de vida, vai fixar o olhar no homem da bicicleta.

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  62. As pessoas entendem o que vê ou assiste de acordo com suas memórias pessoais, informações pessoais do aprendizado e a partir de pré-conceitos e conceitos.

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  63. Partindo do princípio de que o Paradigma Fotográfico surge do encontro conflituoso entre o imaginário e o real, e que a interpretação da imagem é vista e lida de formas diferentes, eu diria que não necessariamente ele poderia estar indo trabalhar, mas poderia também estar voltando do trabalho, visto que não sei de qual país ocorreu a foto.

    Entendo e concordo sobre a cultura do país quando observo a roupa que ele está usando, mesmo utilizando como meio de transporte a bicicleta, pois sei que em vários países é incentivado o uso da bicicleta como meio de transporte para o trabalho.

    Vejo além dos itens listados, que a pessoa na foto pedala numa faixa que remete a ser apropriada para ciclistas.

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  64. essas imagens refletem o cotidiano vivido por muitos, os impactos sociais modernos, a socialibizacao na sociedade. como para outros pode apresentar uma visão caótica ou algo comum. a imagem é subjetiva ao observador dentro dos suas percepções.

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  65. Ao fazer uma análise da imagem estudada e a representação da realidade, podemos perceber aspectos culturais, históricos, geográficos, sociais, entre outros

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  66. No contexto da imagem captada pela fotografia, temos a interpretação apenas de um momento registrado, mas a imagem pode ser subjetiva em face de dar a nossa imaginação, inúmeros caminhos a interpretar e até, sugerir contextualizar a uma realidade de vida. Neste sentido, podemos interpretar a realidade diária de uma cidade agitada, onde um indivíduo de terno utiliza uma bicicleta como meio de transporte para algum destino, quem sabe ligado a sua agenda diária de lugares por ele habitado.

    Conclusão:
    Temos apenas uma fotografia, mas a nossa interpretação ligando, um lugar a contexto de estilo de cidade e um indivíduo passando pela via, nos leva a desenvolver uma imaginação de um fato, mas que em nada garante estar de fato associado a realidade narrada por nós mesmos.

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  67. A fotografia pelo olhar externo de quem a Tirou, nos coloca no cerne de interpretações psicanalisticas no que diz respeito ao simbolismo no imaginario e no real, por se tratar de uma fotografia nesse paradigma é possivel consernir o equivalente ao imaginario a interpretação do momento ali congelado no espaço tempo.

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  68. Número 1,2 e 3 já disse tudo! É uma imagem que retrata o dele o seu o meu dia a dia. o fotográfo registrou esse momento de rotina aparentemente pela manhã o clt parece está um pouco com pressa e as ruas segue em seus movimentos cotidianos.

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  69. É interessante como uma única imagem pode apresentar vários contextos, isso nos mostra a importância de nunca tirar conclusões antes de uma boa análise.

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