Formação em Psicanálise Clínica

Formação em Psicanálise Clínica

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347 comentários sobre “Infográfico

  1. Interessante esse processo de formação do aparelho psíquico (eu). Nascemos com uma natureza movida à satisfação das pulsões e, durante o seu processo de desenvolvimento, internalizamos regras e valores que recebemos do meio onde estamos inseridos. Esses símbolos, uma vez internalizados, passam a fazer parte de quem somos, a partir de nossa identificação, surgindo então o superego. Não nascemos prontos; nosso EU é construído a partir da relação com o outro.
    Com a internalização desses valores – que ocorre através de vínculos afetivos, identificação, desejo de amor, medo de perda, relação com figuras parentais – passamos a sentir culpa, vergonha, sofrimento psíquico, medo. Nesse contexto, o ego passa a atuar como mediador entre pulsão, moral e realidade – seja buscando um caminho alternativo para lidar com conflitos internos, seja produzindo o recalque como mecanismo de defesa para evitar afetos negativos.
    Com a introjeção desses valores e identificação, passamos a desenvolver uma imagem de quem acreditamos que somos, ou que gostaríamos de ser (ideal do eu). Quando não alcançamos essa imagem, vem autocensura, culpa e inferioridade.

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  2. O ID CONSENTRA OS IMPULSOS E DESEJOS, O EGO ATUA COMO MEDIADOR DA REALIDADE E DA FANTASIA (IG), O SUPEREGO POR SUA VEZ A É A VOZ DA MORALIDADE.

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  3. O infográfico facilitou muito a visualização da Segunda Tópica freudiana. Foi possível distinguir claramente o Id (instintos), o Superego (normas morais) e o Ego (realidade), compreendendo como essas forças interagem para formar o comportamento humano.

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  4. O infográfico ilustrou bem o processo de identificação. Ficou claro como o sujeito busca referências externas para construir sua autoimagem, unindo os fragmentos do corpo em uma representação mental única que chamamos de ‘Eu.

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  5. ” É fascinante como Freud em O E go e o Id, estrutura o aparelho psíquico como um sistema dinâmico: o ego surge do id e se ajusta ao mundo externo através do sistema percepção-consciência, enquanto media entre pulsões internas e realidade.”

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  6. Importante conhecer como o id ego e superego podem influenciar diretamente na ação das pessoas, a partir da infância aonde eles podem ser modificados.

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  7. Ao observar o infográfico, consigo compreender de forma mais clara como Freud organizou o funcionamento do aparelho psíquico e a dinâmica entre id, ego e superego. Percebo o ego como essa instância mediadora, que se constrói a partir do contato com a realidade e tenta equilibrar as exigências pulsionais do id com as imposições do superego. O esquema também ajuda a entender o papel do inconsciente e do recalcado, mostrando que muitos conteúdos que influenciam nossas escolhas e comportamentos não estão acessíveis à consciência. Para mim, essa representação visual facilita a compreensão de como o sujeito se constitui psiquicamente e de como os conflitos internos fazem parte da experiência humana.

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  8. O que mais me fascina na representação do infográfico é a compreensão da origem do Ego como centro regulador na interação dos aparelhos psíquicos. Perceber que, a partir do Ego, podemos assumir responsabilidade por nossas escolhas e pela condução da vida é simplesmente fantástico.

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  9. Este info resume ” tudo” de forma de fácil entendimento. Me lembrei muito das aulas de psicologia da educação, há uns 19 anos atrás…. Lembro direitinho….

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  10. No ego, podemos receber más influências externas, e o superego trará a consciência moral, enquanto o id induzirá aos impulsos instintivos das paixões humanas.

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  11. *Id (Isso) – Inconsciente, irracional e impulsivo.
    Representa os instintos e impulsos primitivos (como fome, sede, prazer, agressividade e sexualidade).

    * Ego (Eu) – Consciente, lógico e equilibrado.
    É a parte racional e mediadora entre o Id, o Superego e a realidade

    *Superego (Supereu) – Julga o comportamento, podendo gerar culpa ou orgulho.
    Representa a consciência moral e os valores sociais e éticos internalizados.

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  12. Por meio da ação do superego, surge o instinto/mecanismo de defesa da repressão. Esse instinto, com a finalidade de preservar o que é aceito moralmente, leva o indivíduo a ter o sentimento de culpa.

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  13. Neste infográfico Freud apresenta o aparelho psíquico: ID, Ego e Superego. Onde o ego é a parte do id que foi modificado pela influência direta do mundo externo. Uma parte do id na evolução do ser humano se destacou e criou o ego…

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  14. O id está totalmente submerso (inconsciente).

    O ego flutua entre consciente e inconsciente.

    O superego se projeta em partes conscientes e inconscientes, influenciando julgamentos e culpa.

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  15. Freud representa a relação entre percepção, ego, superego e inconsciente.
    Ego: parte que liga o aparelho perceptual ao mundo externo.
    Percepção consciente: onde as informações chegam à consciência.
    Id: contém o reprimido (conteúdos inconscientes).
    Superego: atua como juiz, censura e impõe padrões morais.

    Funções mentais:
    Interpretar estímulos do mundo.
    Identificar e dar significado.
    Guardar na memória.
    Processo: estímulos > interpretação > registro > ação consciente.

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  16. Me parece que o processo de auto conhecimento proporcionado pela psicanálise colabora para o equilíbrio da atuação do Id, Ego e Superego no aparelho psíquico.

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  17. Interessante as colocações observadas, muito dentro de um só formato. Realmente, o Ego é frequentemente visto apenas como o negociador entre Id e Superego; e o Superego como o freio do Id. Porém, quando saímos um pouco dessa visão simplista, percebemos que o Ego é muito mais do que mediador: ele atua como um gestor dinâmico, utilizando mecanismos de defesa para equilibrar tensões e proteger a consciência.

    Do mesmo modo, o Superego não é apenas repressivo; ele carrega o ideal do eu, podendo motivar crescimento ou, quando rígido demais, gerar culpa e ansiedade. Essa leitura mais ampla mostra que o aparelho psíquico é um sistema vivo, onde forças inconscientes e conscientes negociam constantemente, algo que vai além da explicação tradicional e enriquece nosso entendimento.

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  18. Entendo que com a construção dos estudos em relação a consciência humana foram preponderantes para um maior entendimento deste tema tão profundo e complexo.

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  19. Ao longo da vida ouvi muito as pessoas falarem sobre ego de algumas pessoas sempre de uma maneira crítica e superficial , e hoje poder entender que o ego é uma instância da mente que atua como mediador entre o id (pulsões primitivas), o superego (consciência moral) e a realidade externa é esclarecedor e faz todo sentido .

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  20. Para compreender o diagrama criei uma imagem ilustrativa da seguinte maneira: nossa mente é como uma casa com três moradores: o ID, que quer tudo na hora; o EGO, que tenta organizar a bagunça; e o SUPEREGO, que mostra o que é certo ou errado. Eles às vezes brigam, às vezes conversam — e a gente vai aprendendo a viver com todos eles em equilíbrio.

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  21. O Id é o nosso impulso, ímpeto de realizarmos um desejo a qualquer custo, o ego e o superego é a modulação, nossa consciência, razão, devo ou não devo? Faço, ou não faço?
    É como um jogo, dois contra um, ainda bem que vence a maioria, assim, o certo prevalece, nos auxiliando a quebrar menos a cara.

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  22. O id cria as ideais, o ego possibilita mecanismos de ação, barrando, levando a análise do fato, o superego, reprime essa ação, pois por vezes pode ser prejudicial.

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  23. o id e o ego e o superego são tão importantes para a formação dos conflitos qdo identificados e trabalhados.

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  24. Com o Diagrama é possível visualizar o complexo esquema de interação entre as camadas, sendo que na camada mais profunda está o Id – (inconsciente) juntamente com o reprimido (inconsciente) que é uma parte do esforço da relação de negociação entre o Id e o Ego. O Ego, por sua vez, como uma parte do Id que evoluiu no ser humano mediante a interação com a realidade do mundo externo através do sistema percepção consciente e que tem a função de promover a descarga das pulsões e interagir com o Id na realidade das pulsões; o pré-consciente como uma camada entre o inconsciente e o consciente, juntamente com o Superego(sede da consciência moral) que é o que se formou após a dissolução do complexo de Édipo que tem a função de internalizar, identificar ( em parte consciente e em grande parte inconsciente), são percepções de pensamentos como se proviessem de fora considerados como verdadeiros e no qual demandam um empenho de libido/energia.

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  25. O Ego se interpõe entre o Id e o Superego, fazendo uma análise entre o imoulso, o desejo e o mundo real, coibindo aquilo que não se encaixa nessa realidade social.

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  26. A hipercatexia é um apego excessivo a um objeto, pessoa ou ideia e influencia o comportamento e a saúde mental, trazendo uma sobrecarga de energia psíquica, podendo se manifestar em : 1- Apego Excessivo – dificuldade de separação. 2- Delírios- ideias que acreditamos ser verdadeiras . 3- Traumas- Situações difíceis de lidar devido a experiências traumáticas passadas. Acho muita válida a pesquisa mais aprofundada de certos conceitos que são passados no raso no curso.

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  27. O ID, ele funciona através do princípio do prazer imediato, dessa forma, luta para que os instintos primários governem a nossa conduta, independentemente das consequências a médio e longo prazo que a satisfação desses instintos possam acarretar. O id é considerado o “animal instintivo dos seres humanos”.
    O “ego” precisa enfrentar o “id”, pois senão tomaríamos apenas decisões baseadas em nossos instintos.

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  28. Processo muito interessante. Após o Complexo de Édipo é feita a passagem para a capacitação dos conceitos externos, filtrados pelo Super ego como moderador do Id, para o ego.

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  29. ID = IMPULSOS, REPRIMIDO > INCONSCIENTE

    EGO = INTERMEDIÁRIO DO SISTEMA PERCEPÇÃO -CONSCIÊNCIA

    SUPEREGO = HERDEIRO DA DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (INTROJETAR + IDENTIFICAR +SURGINDO O IDEAL DO EU) SEDE DA CONSCIÊNCIA MORAL – PARTE CONSCIENTE E INCONSCIENTE.

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  30. Compreendi que o id age de forma impulsiva, buscando satisfação imediata. Já o ego, que está mais conectado à realidade, atua como um mediador, tentando equilibrar esses impulsos ao conduzi-los à reflexão. Por outro lado, o superego funciona como um regulador, impondo limites e alertando sobre possíveis consequencias.

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  31. No meu entendimento, o id que satisfazer nossos desejos a todo custo, o ego, aparte mais racional, negocia apresentando as consequências da satisfação a todo custo, quando o id mesmo assim prevalece, o superego busca uma punição para que na próxima fez haja equilíbrio.

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  32. O ID busca pelo prazer, pela satisfação momentanea e tudo que se refere a realização imediata. O ego é o que busca entender se essas sensações e desejos precisam mesmo serem realizadas e usufluidas. Já o superego busca concessões entre ambos para que possam ser realizadas com cautela ou realizadas da melhor forma de não se alto prejudicar.

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  33. Pensem na seguinte analogia do carro.

    ID – ACELERADOR
    EGO- EMBREAGEM
    SUPEREGO- FREIO

    Não assim agente nao esquece o conceito

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  34. Desta interação entre essas três instâncias delineadas por Freud (Ego, Id e Superego), vemos como é importante termos valores saudáveis em nossa existência, pois dessa maneira teremos mais equilíbrio para lidar com nossos pensamentos, sentimentos e emoções.

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  35. Formação do Ego, inicialmente, a criança de berço apresenta ainda um Id não separado. O pensamento vai se estruturando e o controle social vai projetando as outras instâncias

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  36. Incrível como Freud desafiou sua época com a psicanalise, Ide – Ego – Superego. Ide Busca o imediato de tudo que quer, Ego tenta né equilibrar com a realidade da vida ,Superego valores morais ,muito bom.

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  37. Se Queres entender a Psicanálise, devemos aprimorar, entender e desmistificar o ID,EGO E O SUPEREGO, fascinante,a cada dia amo o Freud.

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  38. A psique humana pelo id, ego, e superego, sistemas estes que definem o comportamento humano e seus impulsos comportamentais.

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  39. A teoria psicanalítica de Sigmund Freud propõe um modelo de funcionamento da mente humana dividido em três instâncias: Id, Ego e Superego. Cada uma dessas instâncias desempenha um papel específico na dinâmica psíquica, moldando nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos. A vida psíquica é um constante conflito entre essas três forças. O Id busca satisfação imediata, o Superego impõe restrições e o Ego tenta mediar entre os dois, buscando soluções que sejam tanto prazerosas quanto socialmente aceitáveis. Os conflitos entre essas instâncias podem gerar ansiedade e outros sintomas psicológicos.

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