Formação em Psicanálise Clínica

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755 comentários sobre “Na Prática

  1. O exemplo de Claudio mostra a importância de ter os três componentes psíquicos alinhados e em equilíbrio.

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  2. O controle do inconsciente depende do quanto o indivíduo busca a consciência dos seus atos e escolhas. Agir por impulso com constância faz com que o inconsciente controle mais do que o consciente e os resultados são prejudiciais para a vida equilibrada.

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  3. Os conflitos resultantes do predomínio do Id podem levar à depressão, pois geram tensão entre impulsos inconscientes, exigências morais e limitações da realidade, o que produz culpa, frustração e autocrítica intensa.

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  4. O id é extremamente influenciador de decisões baseados na necessidade humana mais primitiva , o controle vem de desenvolver uma consciência equilibrada , desenvolvida pela a razão do ego e superego, desviar o foca de nossos pensamentos, com controle dos pensamentos atribuídos no córtex cerebral

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  5. Não se pode voltar atrás, porém se a culpa esta pesando Ele em um determinado momento percebeu que o que fez feri a sua conduta, o levando ao isolamento e a depressão. No meu ver Ele precisa de ajuda para entender o que fez e conseguir sair desse estado de depressão/ isolamento. Precisa se conhecer e entender que toda ação tem uma reação e pode não ser boa.

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  6. A psicanálise é uma forma do ser humano através de um psicanalista conhecer seu eu psicológico para ter uma vida saudável.

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  7. Autoconhecimento é vida! Saber seus princípios e valores juntamente com a Inteligência emocional faz com que as pessoas errem bem menos.

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  8. O desdobramento psíquico vivido por Cláudio evidencia que: à dominação do Id não produz liberdade ma um ciclo de prazer, culpa e sofrimento. Segundo Freud, a manutenção da saúde psíquica , está na mediação do Ego, capaz de transformar pulsão em destinos menos destrutivos.

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  9. E necessário saber controlar os impulsos e desejos, pois o conflito sempre vai existir, mas o controle deve sempre prevalecer

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  10. Acredito que apagar o passado não é possível, mas é importante que ele trabalhe o autoconhecimento e consiga compreender essa vivência como um aprendizado. Esse processo pode ajudar a aliviar o peso da culpa e permitir que ele se escute com mais cuidado, enfrentando os julgamentos que faz sobre si mesmo. Para isso, considero fundamental o apoio de alguém que o ajude a refletir e atravessar esse momento de forma mais consciente.

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  11. Na psicanálise, não há julgamentos. A atitude do Cláudio o levou a depressão e o isolamento. Nesse caso, ele poderá falar sobre isso em sessões de psicanálise, podendo assim, lidar com seus conflitos internos e encontrar conforto na sua própria fala.

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  12. O grande problema de se deixar dominar pelo id, é que ele busca a gratificação imediata de todos os desejos e necessidades, sem aceitar frustrações ou reconhecer proibições. Isso leva a ações precipitadas, realizadas sem avaliação prévia ou consciente das consequências, o que pode resultar em arrependimento posterior e até em situações de risco.

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  13. Entender os conflitos do domínio do ID é, de fato, uma das tarefas mais instigantes e fundamentais da psicanálise. O ID representa o reservatório de nossas pulsões mais primitivas, operando sob o princípio do prazer e buscando gratificação imediata, sem considerar a lógica ou a moralidade.

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  14. Buscar compreender as causas inconscientes do sofrimento, e não apenas eliminar os sintomas. Quando o Id domina o aparelho psíquico, o indivíduo fica escravizado pelos próprios desejos e instintos, o que causa conflitos internos, culpa e sofrimento, já que o Ego perde o controle e o Superego reage com punições morais.

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  15. O processo que levou o personagem à culpa e à depressão envolveu um conflito intenso entre as instâncias psíquicas, culminando no domínio do Id sobre o Ego e o Superego. O tratamento psicanalítico visaria a integração desse conflito e a elaboração dos sentimentos envolvidos, geralmente através da terapia individual ou de casal.

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  16. o id é a principal fonte de motivação para todo o comportamento humano , sendo o componente mais primario da personalidade humana

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  17. Os padrões morais e os limites são como cercas de proteção para a humanidade, e ser dominado pelo ID, entregando-se aos desejos insanos, na maioria dos casos leva a uma vida de insatisfação da alma.

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  18. Há várias variantes aí que precisam ser analisadas, além de simplesmente dizer que foi dominado pelo Id. Cedeu aos desejos, sem pensar nas consequências, apesar dos conflitos e das restrições internas e externas, mas como estava o casamento, como era a relação entre o casal, como estava a vida sexual e financeira, quais frustrações ambos carregavam (marido e esposa) antes e depois da união, em que condições se casaram, como era a relação com os filhos, como estava no trabalho (só ele trabalha nessa família?), há quanto tempo estava casado, como era o casamento dos pais dele, o que ele experienciou enquanto filho e trouxe para o próprio casamento? Houve traição no casamento dos pais dele? Se sim, como isso impactou a criança e o homem já adulto, e teve reflexos na sua própria família? Desenvolveu depressão e se isolou porque traiu. Será que já não vivia um certo grau de depressão e vontade de se isolar antes, e o evento da traição foi um gatilho para que isso viesse à tona com força? O que ele realmente acha desse tema “traição”? Será que sua visão não era tão rigorosa, mas certos valores, em especial religiosos, o impediam de expressar o que verdadeiramente sempre sentiu e pensou a respeito? Nos relacionamentos anteriores, namoros, traiu de alguma forma? Traição não é só sexo, indiferença, falta de atenção, cuidado e carinho com outro também é. Será que esses elementos não estavam presentes no casamento? Traição não acontece à toa, ou a pessoa não vê isso como um problema, é algo normal, ou ela se sente de alguma forma sozinha, abandonada e com desejo de novas experiências por alguma razão.

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  19. É fundamental o autoconhecimento e o conhecimento dos 3 componentes especiais: id, ego e superego.
    No caso em tela, o id prevaleceu pela traição da sua esposa. Em seguida, o Super Ego agiu de forma repressiva com o sentimento de culpa que Cláudio experienciou.

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  20. Em nossa visão psicanalitica traiçáo no entender faz uma ruptura em seus ideais,gera um conflito interno entre o ego e o superego, a culpa se manifesta do superego que puni, ai cria angustia, depressão e um isolamento que puni o ser que trai.

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  21. A traição pode ser entendida como ruptuta de seus proprios ideais, cria um conflito de identidade do ser, o ego e o superego
    o sentimento de culpa se manifesta do superego que o puni,cria uma depressão e um isolamento dentro de sua mente e o ser nao consequi se perdoar.

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  22. O ID prevaleceu. A natureza humana falou mais alto. Nesse caso, podemos notar o quão importante é o equilíbrio desses fatores

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  23. Os conflitos gerados pelo predomínio do id podem ser observados em diferentes contextos clínicos. Um exemplo recorrente é o das compulsões alimentares, em que o sujeito cede de forma reiterada ao impulso de satisfazer o prazer imediato da ingestão, mesmo consciente das consequências negativas para sua saúde. Nesse caso, o ego mostra-se fragilizado, incapaz de impor a mediação com a realidade, enquanto o superego não consegue exercer sua função regulatória de contenção e censura.

    Outro exemplo é encontrado nos transtornos de controle de impulsos, como a cleptomania. O indivíduo experimenta um desejo incontrolável de furtar objetos sem valor significativo, revelando uma submissão quase total às exigências do id. Após o ato, o sujeito frequentemente experimenta culpa e angústia, evidenciando a tensão entre a satisfação pulsional e as exigências morais do superego.

    Nos quadros de acting out, especialmente em pacientes com estruturas borderline, observa-se a descarga imediata da pulsão, geralmente em comportamentos autodestrutivos ou agressivos. O ego, enfraquecido, não consegue simbolizar ou elaborar a tensão interna, permitindo que o id dite a ação. Esses atos funcionam como tentativas precárias de aliviar a pressão pulsional, mas sem resolução dos conflitos subjacentes.

    Portanto, os exemplos clínicos demonstram que o domínio do id não se restringe a uma questão abstrata, mas se traduz em manifestações concretas de sofrimento psíquico. A psicanálise busca justamente oferecer recursos de simbolização e fortalecimento do ego, de modo a restabelecer um equilíbrio entre as instâncias, possibilitando que o sujeito encontre meios mais adaptativos de lidar com suas pulsões.

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  24. Também concordo. A ignorância quanto ao que se passa consigo mesmo, pode levar pessoas à decisões equivocadas e conflituosas, cuja as dores não pararão somente em si mesmas.

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  25. neste caso se não não entrarmos em uma auto reflexão para buscar este anseio realmente paixoes erroneas podem acontecer, talvez o que ocorreu com este cliente deve ser o motivo do mesmo ate não ter tido algo mais profundo ou concreto com sua companheira, as vezes essas busca deveria ser algo que pudesse estar faltantando em sua convivencia amorosa, levanod o mesmo depois de arrependido a ter esse sentimento de culpa e afins apos depois perceber esse impulso imaturo

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  26. Claudio a partir de sua relação, extra conjugal, demonstra a realização do prazer do ID todavia quando isto afeta seu casamento percebe o sentimento de culpa ( EGO e Superego). Trabalhar estas relações psíquicas e ir apresentando auto-conhecimento e desenvolvimento pessoal pode ser uma possibilidade de descobrir ferramentas para evitar o retorno do recalcado (o retorno de novas ações do mesmo sintoma que produzam culpa) em sua vida.

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  27. O autoconhecimento deve ser trabalhado dia a dia. Deveria ter buscado ajuda, a fim de entender e enxergar melhor a situação. E ajudas poderia ser por vários meios, inclusive a análise para poder entender o contexto por trás da situação.

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  28. A traição vem de muitas questões:
    Influência, desconexão espiritual, tentativa inconsciente de reafirmar a identidade, questões que podem vir de relações kármicas – distoando do princípio psicanálico, e a falta muitas vezes de alimentar a relação o que é algo muito comum. Um ponto neste caso é entender através do mapa dos relacionamentos, trabalhar pontos sutis em desequilibrio, afim de trabalhar o perdão também na relação caso seja pautada na tríade: DEUS + HOMEM + MULHER.

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  29. Então, além do conflito do Id, Ego e Superego existem outros problemas onde o individuo precisa de um acompanhamento.

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  30. o Id busca prazeres imediatos, sem equilíbrio e com o Ego a pessoa age pelo impulso, isso traz conflitos e prejuízos nas relações. Para evitar isso é preciso autoconhecimento para ter um equilíbrio entre Id e Ego, já que agir só pelos impulsos resulta em egoísmo e prejuízos as relações.

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  31. o ego bem desenvolvido trás equilíbrio, adaptação de decisões maduras. Já o superego bem regulado trás senso de certo e errado sem exagero, uma consciência moral acertiva.

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  32. Entendo que o que aconteceu com o personagem da história pode ter duas causas – independentes ou integradas entre si. A primeira é uma curiosidade para saber como seria ficar com a pessoa que ele se sentiu atraído. A segunda é talvez ele estar (sabendo ou não) descontente com algo ligado a sua família / esposa. O fato dele ter se sentido culpado (talvez até arrependido) foi que realmente foi somente uma curiosidade barata que foi atendida e não teve mais graça… e/ou o problema familiar foi resolvido / superado. Apagar o passado ele não vai conseguir. O que ele precisaria é trabalhar na autocompreensão e considerar essa experiência como um aprendizado… isto talvez tiraria o peso (no todo ou em partes) da culpa dos ombros da pessoa… Isto é um processo o qual a pessoa precisa de ajuda para ouvir a si mesma e conseguir atravessar os pontos onde ela julga a si mesma pelos atos praticados.

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  33. Após ter traido sua esposa, seus valores foram abalados, causando angústia, sentimento de culpa, podendo levar ao isolamento e depressão, pois no momento da traição o ID fala mais alto fazendo com que ele haja sem pensar nas consequências, só depois começa a entrar o ego e super ego trazendo para ele a realidade, as ações de impulsos prejudicaram o casamento dele.

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  34. infelizmente a falta de autonhecimento nos leva a tomar decisões precipitadas, mas também essa necessidade de momentos felizes para suprir dificuldades permite que nossas decosões sejam tomadas pelo Id.

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  35. Apesar de ter consciência de que é errado e de suas consequências, ele se deixou ceder pelo desejo. Nesse caso, poderia ter ao menos se separado para viver o desejo livremente. Isso o pouparia da culpa de traição, ao menos.

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  36. Cláudio poderia ter buscado uma terapia, antes de trair a esposa, para ter um autoconhecimento sobre o momento que estava enfrentando. Uma possível solução, procurar uma terapia de casal, para juntos tentarem salvar a situação atual.

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  37. A traição foi um ato impulsionado pelo Id;
    A culpa pós ato vem do Superego;
    O Ego, incapaz de mediar o conflito, entra em colapso psíquico, levando ao isolamento e depressão. Isso pode indicar uma fragilidade do Ego, que não suporta a tensão entre desejo e moral.
    Esse conflito também pode revelar conflitos inconscientes como: desejos reprimidos, insatisfação no casamento, ou até questões mal resolvidas da própria história do Cláudio (como busca de validação, medo de envelhecer ou carência afetiva).

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  38. Quando Ele escuta só id e vai em busca do prazer no principio fica bom mas quando toma consciência do que havia realmente feito, quando o superego cobra os valores, ele se angustia e sente culpa, aquele momento de prazer já não é maior doque a cobrança da traição por isso se isola e deprime. pois só fica com a culpa.

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  39. Não ter deixado o Superego agir em sua consciência, colocando ali seus valores, fez com que o arrependimento e sentimento de culpa ficasse muito mais aparente que o prazer daquele momento na traição, por isso o isolamento e a depressão.

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  40. O caso de Cláudio é muito presente na nassa sociedade, inclusive proporcionada também pelo machismo e a falta de ética. A falta de análise das consequências por um prazer instantâneo as pessoas perdem relacionamentos verdadeiros.

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  41. O auto controle, ou ate mesmo uma vigilancia maior deveriam ser tomadas por parte de claudio.
    Um vez que ele tem seus principios.
    Mas se foi desastroso e deixou se levar pelo seu id, se martilizar nak ira de forma nenhuma resolver as situacoes.
    O melhor e se confessar a esposa e viver com isso, e ser livre de depressoes e angustias.

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  42. Práticas como a meditação, a oração, a contemplação podem ser bastante efetivas no domínio dos impulsos estimulados pelo ID.

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  43. A psicanálise surgiu como uma forma radical e nova de perceber o ser humano e suas relações sociais. Freud criou a psicanálise com o objetivo de entender a si mesmo e a compreensão das outras pessoas e sua relações e, acima de tudo, sua natureza interior, a alma e o ser psiquíco. Neste sentido, Freud desenvolveu teorias que abordam a estrutura e o funcionamento do aparelho psíquico, sendo o ID, um destes componentes que ele estudou. O ID tente realizar os seus desejos a todo o custo, sem levar em consideração a punição por alguma ação ruim, sendo tamém o local de onde emanam as pulsões e os impulsos cegos e impessoais, devotos à satisfação pessoal.

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  44. O ID não mede consequências. É movido por satisfações imediatas, impulsos e prazer momentâneo. Se uma pessoa é “dominada” pelo ID, ela só quer realizar seus desejos impulsivos sem pensar nas consequências. Após essa realização vem o remorso que embora não seja automático, ele acontece sim, devido à conflitos internos.
    Mesmo que o ID tenha dominado a situação, o EGO e o SUPEREGO ainda estão ali, fazem parte da psique humana, então eles reagem, gerando culpa e remorso.

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  45. A Psicanálise busca ajudar o Ego, a lidar de forma mais eficaz com as implicações do Id e do Superego, promovendo um equilíbrio que permita ao indivíduo funcionar de maneira mais adaptada e saudável.

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  46. Estamos em constante construção, portanto a busca pelo equilíbrio emocional se torna prioridade para a saúde mental.

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  47. A condição final do Cláudio, nós mostra como o desequilíbrio entre Id, ego e superego podem levar a doenças e desconfortos psicológico.

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  48. Infelizmente, Claudio deixou com que seus desejos e paixões assumissem o controle de suas ações, levando a destruição de seu casamento. Este caso demonstra o desequilíbrio dos componentes do aparelho psíquico, e o que ele pode causar na vida do ser humano.

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  49. Seria o Id reflexo um ato de rebeldia contra a consciência ou a dominância que o ego e o superego concedem para desobstruir o que na verdade, não quer reprimir, visto que, o que está reprimido reflete não apenas uma insatisfação pessoal, como também a incapacidade de confrontar o que o consciente determina como as possíveis atitudes corretas diante da situação no geral?

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  50. Talvez o id esteja tão forte, devido a algo não resolvido no ego (relacionamento dentro de casa) ou até mesmo sobrecarga no superego (cresceu sempre se sentindo culado e reprimindo o que sentia, e chega um momento em que o id não aguenta e explode).

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  51. O id impulsiona uma pessoa a realizar sua vontades interiorizadas, ainda que insanas, sem pensar e avaliar as consequências em sua própria vida e na vidas das demais pessoas. O id é como um venda nos olhos, que impede do ser humano utilizar a razão. O id é egoísta, para ele o equilíbrio social, não importa diante da realização de seu desejo pessoal.

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  52. O Id, um impulso forte, venceu todas as tentativas de moderação do Ego e do Superego. Quando passamos por momentos assim, devemos para e respirar, e buscarmos a decisão da sociedade, pois, já sabemos o que a sociedade diz e pensa a respeito de certos desejos; muitas vezes a resposta está em nós e fora também, no comportamental da sociedade, porém o impulso desenfreado é como uma carreta desgovernada, vai causar prejuízos , muitas vezes irreparáveis. Buscar ajuda em Deus, em amigos que fazem escolhas certeiras, vencer a tentação, mudar a rotina, de setor, de trabalho, agir com a razão e não com o desejo.

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  53. Nesse estudo de caso,podemos observar o conflito psiquico entre o ID , que impulsiona em
    Claudio o desejo pela colega,Andrea ,o EGO que tenta mediar a realidade de uma traiçao, e o SUPEREGO que pune com sentimento de culpa por violar seus valores morais. Gerando uma tensao entre esses tres elementos o que culminou em Claudio padecer de sofrimento psiquico, depressao e isolamento.

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  54. Id – o impulso da vontade sem limites que o levou a praticar tal ato sem pensar nas conseqüências apenas agindo para suprir sua necessidade do momento.
    Ego – Apesar de haver a real possibilidade de cometer o ato falho , teve consciência ao refletir nos possíveis danos que isso poderia lhe causar .
    Super ego – Quando ao cometer o ato falho , ele enxerga em sã consciência ,o real cenário do que acontecera , e os prejuízos futuros que estariam por vir .

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  55. O id de Claudio anseia pelo desejo de se relacionar com Andrea, o ego tenta moderar e fazer com que ele desista desse desejo pois o mesmo é casado e isso foge dos padrões sociais. Não resistindo, ele sucumbe aos desejos e o superego vem logo após o repreendendo, com isso o sentimento de culpa é tão forte que Claudio se vê em um estado de depressão.

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  56. O caso de Cláudio escancara, de forma muito clara, os efeitos de um aparelho psíquico em desequilíbrio, onde o id toma a dianteira, ignorando os apelos do ego e do superego. Esse domínio do id — impulsivo, irracional e voltado à busca imediata de prazer — compromete profundamente a capacidade do sujeito de lidar com as consequências de seus atos.

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